Porque as mulheres não vem com manual de instruções
































Torturas da Euba


Autor: Eubalena ~ 23 de setembro de 2011. Categorias: Torturas da Euba.

A tortura de hoje é para pensar…

Pensar na relevância dos seus atos em sua vida, dentro deste sistema de coisas, na visão extra sensorial de seu mundo em relação ao seu próximo enquanto pessoa…

Pensar em quanto sua virgindade está atrapalhando nosso namoro…

Pensar onde, falos alados, essa criatura acha essas músicas…


e-DR [da seção: Relacionamentos na era da informática]


Autor: Eubalena ~ 8 de junho de 2011. Categorias: Cantinho das Monas, Ponto Gê.

Nada mais chato e cansativo que DR. Discutir o relacionamento é algo que exige tempo e paciência. Analisar os pontos negativos e positivos de um relacionamento, tentar encontrar o equilíbrio do casal juntos, em comum acordo, é lindo, mas não é aquela delicia!

Cada pessoa tem seu modo de interagir numa DR. Alguns gritam, outros choram, outros conversam de mãos dadas e outros simplesmente ficam mudos.

Ter uma DR com alguém que não interage é algo que requer calma e paciência somente vistas em monges budistas, e aqueles mais calmos e pacientes.

Não sou calma, não sou paciente e tenho um marido que não fala durante uma DR. Como resolver isso?

Primeiro eu tentei um monólogo no qual eu, inclusive, respondia algumas perguntas minhas como se fosse o cônjuge em questão. Não vou dizer que era a coisa mais normal do mundo ver aquela mulher conversando sozinha ao lado do marido que olhava, meio que desconfiado, para ela. Resultado até dá, mas tem toda aquela aflição para saber se a pessoa entendeu seu ponto de vista ou não.

Mas um dia todos os meus problemas foram solucionados com uma simples folha de papel e uma caneta. Sim, eu não fiquei estressada tentando desvendar na cara do ser que respirava a minha frente se eu era compreendida ou não. Escrevi tudo o que eu queria, coloquei num envelope e entreguei para o moço quando eu saía para trabalhar. Foi uma maravilha. Cheguei em casa com tudo resolvido e sem precisar fazer força.

Depois disso passei a usar na minha vida a modalidade mais produtiva e menos irritante de DR, a DR escrita. Hoje troquei as cartas por e-mails, criando assim a e-dr.

Para se fazer uma e-dr não é só escrever e pronto. Não, o texto deve ser claro e direto, mas com alguns detalhes importantes a serem seguidos.

Uma e-dr deve ter quatro parágrafos, cinco no máximo. No primeiro, aproveite para colocar alguns pontos positivos do seu parceiro. Cite suas qualidades e seus atos heróicos. No segundo, caso sejas o culpado da situação, coloque alguns de seus defeitos (mas não muitos, para o outro não ficar se achando o bom e concordar que tá na hora mesmo é de partir para outra) e introduza o problema.

Desenvolva-o nos próximos um ou dois parágrafos, lembrando de sempre manter o texto claro, coeso e coerente e arremate usando mais algumas qualidades da outra parte, para amolecer o coração, no último parágrafo.

Termine com Beijos, nada de Eu te amo. Isso é uma DR e DR tem de ter uma certa formalidade. (quer dizer, se a merda for muito grande – porque DR também pode ser desculpa para pedir perdão – um Eu te amo pode ser útil.)

Só não vale mandar cópia para as amigas palpitarem também.

Euba


E esta geração?


Autor: Eubalena ~ 22 de fevereiro de 2011. Categorias: Cantinho das Monas, Mona em Família.

Sou filha de um comerciário e de uma dona de casa. Nasci e cresci numa cidade pequena no litoral sul de Santa Catarina onde existia  uma única escola no bairro e era pública.

Nessa escola estudavam crianças de toda a cidade: filhos do prefeito, dos médicos, dos advogados, dos diretores das duas maiores empresas da cidade, filhos de empregadas domésticas, crianças que usavam estojo importado e alunos que recebiam seu material escolar da “caixa” – o material era comprado com verba da Associação de Pais e Professores (APP) e doado para alunos carentes.

A turma que estudei, muitos eu conheci no jardim de infância (também público), ficou junta durante oito anos. Depois da oitava série muitos foram estudar na capital e outros ficaram por ali mesmo. Desta turma formaram-se advogados,  engenheiros, médicos, enfermeiras. Alguns empresários, professores. Outras resolveram virar donas de casa.  Mas todos, todos, tem algo em comum: sabemos o nosso lugar na sociedade porque recebemos educação de nossos pais. Uma educação baseada no conhecimento de nossos limites e no respeito pelo outro.

Sou de um tempo, e não é tão distante assim, em que meus problemas na escola eram resolvidos com diálogo entre os envolvidos e não com chutes, socos e assassinatos.

Por outro lado, durante a minha infância, era raro o pai que não dava palmadas corretivas nos filhos. Eu levei, mas não faço mesmo com minha filha. Não faço não só por achar uma covardia, mas porque sei que não funciona. Sim! Comigo palmada nunca funcionou. O choro passava e eu sabia que a dor da palmada era momentânea. Mas só aprendi isso depois de pensar muito na forma de educação que queria dar. O que me colocava na linha era o castigo. Não usar o brinquedo favorito, por exemplo, sempre me fez mudar uma atitude errada.

Mas educar filhos sempre foi um dilema. A geração passada sempre deixa claro que a sua educação foi melhor que a geração atual. O que tenho visto nos últimos anos me deixa muito assustada com o mundo que está sendo preparado para minha filha. E me vejo falando as mesmas frases que minha avó e mãe falavam.

Já lí muitas mães perguntando nas comunidades de Orkut qual palavra deve ser usada no lugar de não. Eu, na minha profunda ignorancia, não consigo entender no que ouvir não pode atrapalhar o desenvolvimento de uma criança. Já vi mãe, pedagoga, falar com a professora do filho para que ela nunca corrigisse o aluno. Já vi pais que evitam repreender os filhos para não parecer que estão contra a criança.

Eu sou mãe há 5 anos. Não sei nada ainda sobre educar filhos, mas penso que educar alguém é ensiná-lo a conviver com o filho de outra família, que foi educado de uma forma diferente, que pode ter valores diferentes. Então, a base da minha educação é o respeito. Ensino minha filha a respeitar o outro.

Quando se tem respeito por alguém e seus princípios e valores, os seus também são respeitados. Ser educado não é ser fraco, como muitos pensam. É saber se impor, saber esperar, saber oferecer e receber, saber viver em um meio social.

Euba


Intimidade é uma Merda!


Autor: Eubalena ~ 15 de dezembro de 2010. Categorias: Cantinho das Monas, Sem categoria.

Um dia conhemos alguém, trocamos telefone, e-mail, saímos para conversar e quando nos damos conta, a pessoa já é frequentadora da nossa casa e da nossa vida e, em alguns casos, dividindo a cama, mesmo estando, nós, com a perna cabeluda. E isso é o que chamamos de intimidade.

Mas o que é intimidade? Segundo o dicionário, é a qualidade de íntimo. Que, por sua vez,  é aquilo que atua no interior, doméstico, familiar.

Para muitos, intimidade é poder participar ativamente da vida de outra pessoa. Para outros é fazer xixi de porta aberta. Ou seja, a intimidade tem vários níveis. Mas, a única coisa que a intimidade faz, em qualquer um deles, é prejudicar um relacionamento.  Em outras palavras, intimidade demais atrapalha.

Intimidade e liberdade, apesar de parecerem se completar, não podem fazer parte do mesmo pacote. Ter intimidade com alguém não significa que temos liberdade para viver a vida junto com ela. Porque existe uma grande diferença entre fazer parte da vida de alguém e viver a vida de alguém.

Mas por que intimidade acaba com relacionamentos? Pelo simples fato dela, na grande maioria dos casos, causar preguiça. Preguiça de reacender a chama sempre. E isso não cabe somente aos relacionamentos amorosos. Isso é crucial até para as amizades. Quando se é bastante íntimo de alguém, não sentimos mais a necessidade da conquista. E, sem a conquista diária, as amizades e os amores se vão.

Assim, um textinho curto mas de coração.

Beijos

Euba


A Difícil Arte de Conviver


Autor: Eubalena ~ 10 de novembro de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

O ser humano é um animal social, temos a necessidade de viver em bando. Esta necessidade é tão grande que criou-se telefone, celular, MSN, Skype, Orkut, Facebook e até uma rede social só para pessoas lindas.

Viver em sociedade é uma idéia muito interessante: compartilhar, ajudar, ter segurança, espantar solidão…Mas, as pessoas tem opiniões e comportamentos diferentes,  e aí está o grande problema.

Viver em sociedade exige jogo de cintura e pés leves para não quebrar os vários ovos pelo caminho.

Como este é um “mundão de Deus, sem porteira”, acabamos nos relacionando com aqueles mais parecidos conosco. É como se o mundo fosse um grande Orkut e cada um escolhesse a comunidade que mais se identifica.

E todos felizes, divididos em suas comunidades, falando sobre seus assuntos, criando seus ídolos e perdedores, se deparam com uma dura realidade: as comunidades não são isoladas, precisam conviver com outras.

E eis que surge um fenômeno que me assusta: a intolerância.

Me peguei pensando nisso quando procurava vídeos para as Torturas da Euba. O que me faz pensar que eu sou melhor que alguém que cante Axé Music ou Funk se eu já me peguei indo até o chão, em dias de severa libação alcoolica, mas fui até o chão.

Somos tão fechados na nossa zona de conforto proporcionada pela comunidade de iguais que vivemos, que esquecemos a nossa civilidade, como os alunos da UNIBAN ou o criador e participantes do Rodeio das Gordas, o infeliz comentário no Twitter sobre os nordestinos. E, em muitos casos, atacamos o que não é bem visto pelo nosso meio.

Claro que isso não é um fenômeno atual, racismo e preconceito religioso, xenofobia, existem desde sempre e sempre lutamos conta ele, mas acabamos repetindo o mesmo erro.

Nós que somos ou seremos pais – e mesmo quem nunca vai ser, mas tem sobrinhos, primos, filhos de amigos – precisamos tentar, com mais afinco, mudar este comportamento. Não é uma tarefa fácil tirar isso que já está incrustado em nossa sociedade há tantos anos, mas precisamos fazer algo.

Esta geração que está crescendo, que já não é a mais bem educada, cresce quase sem limites, com ídolos não muito confiáveis, e ainda recebe muitos exemplos errados de quem é responsável por educá-la.

Não acho que o mundo esteja perdido, só vejo a intolerância tomando conta da situação e nós de braços cruzados. Para criticar, julgar, se mostrar melhor, muitos estão dispostos. Mas tentar acabar com a intolerância, são poucos.

Nunca, em tempo algum, foi fácil conviver. Sempre teremos altos e baixos. Mas conviver sem a intolerância deve ser muito mais fácil.

Euba


Homem é Tudo Igual!


Autor: Eubalena ~ 14 de outubro de 2010. Categorias: Cantinho das Monas, Coisinhas de Mulher, Ponto Gê.

Quando se fala que homem é tudo igual a machadara fica brava, faz biquinho, bate o pé e diz que não! Mulher é que é tudo igual.

Tudo bem, até pode ser, a grande maioria usa os mesmos artifícios com os homens. Mas, veja bem, se várias mulheres diferentes usam os mesmos artifícios e eles funcionam, não seria uma prova que homem é tudo igual? Até para cair feito um patinho?

Menino começa a mostrar, desde muito cedo, a igualdade com o ser do mesmo sexo. Lá nos primórdios, quando ainda estamos trocando a dentição, todo menino adora atormentar a menina que gosta. Nem é a vítima da paixonite de infância, pode ser até aquela menina que ele adora brincar no recreio. Mas ele vai lá atormentar a pobre, chamar de apelidos, confabular os maiores planos, no melhor estilo Cebolinha, para pegá-la.

Depois, lá no final do (parada para mostrar a idade ao grande público) ginásio, quando peitos e pelos começam a surgir e se descobre que existem mais sensações num beijo do que numa partida de futebol, os meninos viram melosos…Eita! É um amorzinho para cá, presentinho para lá… Até que eles aprendem – uns antes, outros depois – as palavrinhas mágicas. Penso eu que os meninos participam de uma aula secreta, porque, na população mundial masculina, é muito alto considerar que uns 10 não usaram essas frases:

  • Eu só vou até onde tu deixares!

  • Não vou fazer nada que tu não querias!

  • Tu não confias em mim?

E a pior de todas:

  • Não vai doer, eu juro!

Agora muitos dirão: VIU?!? E eu terei de concordar que neste momento, a maioria esmagadora das mulheres é igual. Nós acreditamos que ele realmente só vai até onde deixarmos, que nada  acontecerá e que realmente não dói nada!

Ok, mas mulher é ser apaixonado e ser apaixonado é abobado por natureza!

Já quase passando aquela fase que vai nos dar motivo para vergonha por um bom tempo nas nossas vidas, ou seja, a adolescência, nós, já com pelos e peitos devidamente instalados, começamos a procurar um parceiro para a procriação – ou o treinamento para ela. E o que o ser é, de fato, será mostrado ao povo:

Nesta fase, dependendo da idade, os homens dividem-se em  categorias, das quais só citarei algumas para exemplificar como é fácil identificar e fugir de alguns tipos:

  • O garanhão: Esse leva a sério a expressão test drive. Ele quer passar todas para poder melhor decidir. Não tá nem ai para os sentimentos alheios. Dentro desta categoria existe a subcategoria – o garanhão oral: não pega ninguém, sexo na vida dele é só oral, ou seja, só fala de sexo, mas fazer que é bom… Geralmente, o garanhão acaba solteirão, ou corno, ou arruma uma companheira que já atendeu pelo nome de Waldemar.

  • O Namoradinho: seboso até na alma, ele gruda na namorada. Telefona a cada 5 minutos, fala com voz de bebê no telefone, tem um ciuminho bobo. Geralmente acaba sozinho ou como membro do clube dos alces chorões.

  • Bebê da Mamãe: Não precisa falar muita coisa, né? Se a mãe dele não aprovar a moça, ele não namora! Para sorte da moça, claro!

  • Meu melhor amigo: Adora sair com a namorada para fazer compras, tá sempre antenado em moda, qual o corte de cabelo da estação, conhece as cores fúcsia e coral. Ele é legal, mas assim, é meio estranho conversar com o namorado sobre quem tem a bundinha mais bonita: Rick Martin ou Brad Pitt.

Mas se homem é tudo igual, achar o homem ideal não seria tão difícil, não é mesmo? É, não deveria.

Mas se tem uma coisa que toda mulher é, e disso ninguém pode duvidar, é ser complicada! Daí, mesmo com toda essa igualdade, a gente acaba complicando, e nem é pela necessidade de uma coisa diferente! É só para ser complicada mesmo. E isso não acaba nem quando voltamos ao início de tudo: banguelos, com pouco cabelo e muitos, de fralda.

Euba


O Pinto


Autor: Eubalena ~ 9 de junho de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

Atenção, este texto contém palavras de cunho sexual e não é indicado para menores de 18 anos.

O site Monalisa de Pijamas está sempre buscando esclarecer o que se passa na mente feminina e o que explicaria esta capacidade mental tão superior. Com este objetivo, fizemos uma pergunta a mais de 100 mulheres e trouxemos para análise do grande grupo o resultado desta pesquisa que mudará os anais (ui!) da visão de um pênis:

O que você faria se acordasse com um pinto?

Das mais de 100 mulheres pesquisadas, uma maioria esmagadora faria xixi em pé. Outro ponto importante foi o fato de mulher não mijar, mulher só faz xixi. O que mostra que, mesmo com  pinto, continuaríamos flores delicadas e perfumadas.

“Eu não sei o que mais eu faria além de fazer xixi em pé (eu faço xixi tá, gente, sou lady… ) Mas xixi em pé eu faria COM CERTEZA!”

E, 35 anos.

Depois do xixi, um número assustador (para os maridos) das entrevistadas declarou que comeria o marido.

“tai….esqueci do mais importante!!! Ia comer a bunda do meu marido.”

T, 35 anos

Masturbação, sexo oral  e anus alheio, também estão na lista dos mais citados:

“-ia querer um boquete

-comer alguém”

T, 35 anos

“Se eu acordasse com um PENIS eu pegava o Reinaldo Gianecchini. Ahh tb bateria na porta

do Rick Martin. JAMAIS meteria no cu do meu marido tendo as opções acima .”

P, 37 anos

Outras, mais alternativas, partiriam para o Helicóptero, danças exóticas e exibicionismo extremo:

“Iria fazer igual ao meu marido, q sempre quando vai tomar banho, tira a roupa e dança pelado com o troço batendo na barriga, rodando o troço… Adoro!!!”

P.

“E antes do penis sumir de vez, colocaria ele pra fora no meio de uma avenida movimentada.”

T, 35

Durante a pesquisa também descobrimos alguns dos muitos mistérios masculinos:

AH!!! Uma vez, li não sei onde(pra variar), q o homem q faz essas danças com o pinto é por pura vergonha! É a forma q eles tem d enfrentar o TROÇO MURCHO na frente d uma mulher, pq HOMEM Q É HOMEM, TEM PINTO DURO SEMPRE!

P.

Para que você, engajado leitor, possa participar da analise dos dados desta pesquisa, segue algumas das respostas mais interessantes:

"É claro que antes de tudo eu mijaria em pé, né?
Essa coisa de fazer xixi sentada sempre achei tão chatinha, ôoooo inveja 
da homarada naquela  hora do aperto, mas imediatamente depois o
pensamento que me veio foi um só:
Transaria com um homem. Ah, e você não leu errado não, transaria com um
homem meeeeesmo! E isso, porque eu já o fiz tantas vezes com a
cinta-pau sem sentir nada físico além do prazer psicológico 
da Dominação, que, só pra variar, seria bem interessante
 complementar ainda mais a prática, né?! 
Ia parecer um travecão, é verdade, mas 
que seria divertido, ah seria...
Beijos!"
B - Do site A Vida Secreta http://www.avidasecreta.com/

”  Faria um teste de QI, pra ver quantos pontos a menos alguns centímetros a mais me custariam.”

D.

“ Primeira coisa: Pegaria a fita métrica pra medir o tamanho.

Segunda coisa:  Mijar em pé…. Detalhe: – Puxando o bilau pelo buraco do zíper.
Terceira coisa: Provaria por A + B que é possível SIM mijar e ter boa pontaria sem respingar pra fora do vaso.
É isso!!
O boquete fica pra próxima.”

C, 32 anos

" primeiro eu iria pirar ! Depois iria verificar , onde ele se "esconde"
nos dias de frio. Usar cueca samba canção, p/ o bicho ficar "solto".
Fazer xixi sem molhar a privada (não acho que seja não dificil assim).
Provar que quem faz xixi sentado, continua sendo homem.
Contaria quantas vezes se tem a real "necessidade" de coçar
o saco( acho que é puro vício).Usar cueca boxer para ficar apertadinho.
Usar calça de moletom e arrumar ele direitinho (tem homem que puxa a 
calça lá no pescoço e o bicho fica todo de um lado só).
Sentar de perna fechada para ver se relamente incomoda.
Ter a sensação de estar em ponto de bala, com apenas "um toque".
Só não queria tomar uma bolada p/ saber o QUANTO doí." 
M, 38 anos

“Eu faria uma depilação com cera quente no saco, pra provar pro meu lado masculino, que eu tenho o poder sobre todas as formas.”

V.

“ Acho que iria acordar de manhã com ele duro e cutucar as costas do meu marido. Ficar tirando os pelinhos que grudou da cueca por horas antes do banho meu marido faz isso com uma calma parecendo que esta fazendo uma meditação. Dançar com ele rodando”(meu marido sai do banheiro fazendo isso ) e, claro, bater uma também.”

K.

“ Se eu acordasse com um pênis eu seria obrigada a deixar ele duro na hora, pra saber a sensação. Depois eu ia bater uma pra saber como é, pra sentir saindo… Então eu ia pra rua e ficaria olhando bundas pra saber se realmente fica duro quando vê uma gostosona. Daí eu ia numa festa gay comer uns garotos. E seria ATIVO. Nada no meu cu, ele é via de mão única.”

A.

“ ía entrar num onibus bem cheio prá ficar enrabando aqueles féladaputa q fazem isso com as mulheres !!!! íam ver o que é bom pra tosse”

A.

“ correria p o espelho p ver qual era maior: o meu ou o do meu marido! ”

M.


Diário de casamento – O Fotógrafo.


Autor: Eubalena ~ 26 de abril de 2010. Categorias: Mona em Família.

Começamos a procurar fotógrafos mais ou menos na mesma época dos Buffets, depois do festnoivas deu pra ter uma noção que tipo de serviços gostaríamos no nosso casamento.

No evento ficamos encantados com um stand simples e pequeno, mas com uma qualidade de fotos que nos surpreendeu. Pegamos um portifólio para entrarmos em contato depois pedindo o orçamento. Nossa, achamos muito caro e decidimos procurar outras opções.

Um de nossos padrinhos indicou um que ele considera muito bom e que seria mais flexível no valor que o que nós vimos. Pedi o nome dele e o procurei no orkut desse padrinho. Assim que o adicionei no meu orkut e pedi um orçamento ele logo respondeu e começamos a conversar sobre o trabalho dele e mandou-me o link para ver os seus trabalhos e da equipe no http://www.photonimagens.com.br/index.php .

Fiquei encantada com as fotos e pedi para marcarmos uma reunião para conversarmos melhor.      Marcamos para outra semana e fui informada que a sócia dele iria nos atender e, para a nossa surpresa, não é que o Jônatas a conhecia de outros carnavais, hihihi. A Marcela (nossa fotografa) é amiga de salsa do Jônatas e com isso a conversa seguiu mais descontraída, vi de perto o trabalho deles e descobri uma outra coisa, um casal de padrinhos fez as fotos de casamento com eles também. Senti-me muito a vontade com ela, amei o pacote maravilhoso com 10 itens, super promoção, para quem fechasse até fevereiro desse ano e ficamos ainda pensando um pouco e pedimos para ver se faziam outra proposta mais em conta para nós.

Na semana seguinte estava conversando com o Cris Nunes (nosso fotografo) sobre a proposta e de como poderíamos negociar e surgiu um convite a qual não esperava, ele perguntou se eu e o Jônatas topávamos tirar umas fotos como teste para ver melhor o trabalho deles e conversar melhor. Não pensei 2 vezes. Falei com o Jônatas e ele topou na hora. Combinamos o horário e fomos ao estúdio tirar as fotos. Nossa em 5 minutos a Marcela tirou 27 fotos, e todas ficaram ótimas. E foi ali que decidimos não procurar mais, fiquei muito a vontade com eles e me senti segura.

Faltava conversar com nossos pais para fecharmos logo o negócio. E assim que tivemos a resposta entramos em contato e assinamos o contrato. Fiquei muito feliz, pois eles me passaram muita confiança e segurança.

Conversando com o Cris perguntei se ele tinha alguma novidade para contar a vocês e ele me disse que a Marcela tinha recém chegado de São Paulo com uma novidade a qual ele chama de “renovação de olhar” um estilo diferente na visão do fotografo, com outros ambientes e tudo mais, só vendo para entender no http://www.youtube.com/user/photonimagens#p/a/u/0/v-2sZrQih-M. Achei muito legal e com isso me animando mais para o meu casamento.

Tem uma outra novidade nesse ramo chamado “Trash the dress” que é nada mais nada menos que tirar fotos com o vestido de noiva sem medo de estragá-lo, normalmente tiram essas fotos depois do casamento. É uma novidade que está fazendo muito sucesso nesse ramo e confesso que fica realmente muito bonito, encontrei um site que relata e explica melhor sobre essa novidade http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2009/11/23/conheca-o-trash-the-dress-nova-tendencia-em-fotos-de-casamento.jhtm. Quem sabe eu não faça umas fotos assim também.

Nesse domingo (25/04) recebemos um convite para acompanhar uma sessão de fotos com vestidos de noiva e a roupa de noivo de um dos padrinhos que foi convidado a fotografar como noivo para um site de Brasília. Chegamos faltando apenas 2 lugares turísticos para ser fotografados, e achei uma oportunidade perfeita para ver de pertinho todos os detalhes. Fiquei imaginando como será as minhas fotos, como poderia me portar enquanto a fotografa faz sua magia com sua câmera, estou ansiosa e muito empolgada para esse dia. Conversei com o maquiador e cabeleireiro sobre as fotos e poses que faziam, falamos também com o responsável pelo site que estava acompanhando tudo de perto e nos deu dicas sobre onde e com quem poderíamos alugar nossas roupas, mostrou-me mais tarde outros vestidos os quais fiquei muito encantada com a beleza deles.

Diverti-me tanto nessa sessão de fotos que até ajudar a noiva fiz. Ela contou-me que casará em julho do ano que vem e que faltam alguns pequenos detalhes para fechar tudo do casamento. Disse-me que o maquiador que ela irá fazer é ótimo e o melhor de tudo, não é careiro. Fiquei os acompanhando umas 2 horas de sessão. Os lugares escolhidos foram perfeitos para fotos perfeitas. Quando sair o site contarei a vocês.

Como a reforma, enfim, terminou poderemos continuar os preparativos do casamento. E continuaremos a contar nossa trajetória.

Áurea – A noiva


Diário de casamento – Preparativo para o casamento


Autor: Eubalena ~ 14 de abril de 2010. Categorias: Mona em Família.

Como já falei a vocês, sou um pouco afobada e acabo procurando tudo com muita antecedência. Comecei conversando com amigas que já casaram sobre indicações de serviços para que entrássemos em contato pedindo orçamentos.

Gostei muito das fotos de uma amiga e logo pedi o contato do fotografo, logo pedi o telefone para entrar em contato. Esse fotografo até me atendeu, passou o e-mail para a solicitação de orçamento e até hoje nada.

Depois pedi à minha madrinha o telefone da cerimonialista do casamento dela e liguei correndo, depois descobri que ela não estava mais trabalhando na área. Pense na tristeza que senti depois disso, pois é, mas não desanimei. Continuei procurando em sites cada prestação de serviço, buscando cada vez mais indicações através da comunidade noivas de Brasília e amigas.

Comecei pedindo orçamento de lugar para a realização da festa. A cada e-mail recebido de orçamento, um pulo eu dava, como as coisas aqui em Brasília são caras, e sem falar que você diz a palavra casamento os valores triplicam. Até que começamos analisar qual o local mais perto da igreja para não judiarmos de nossos convidados. Decidimos o local, mas não fechamos ainda porque não conseguimos agendar ainda na igreja.

Quando saí de férias, aproveitei para ver a igreja que escolhemos para a celebração do casamento se já estava com a agenda aberta para fevereiro de 2011, e para a minha surpresa, ainda não estava só em 2010 abririam à agenda. Fiquei um pouco preocupada porque queria já estar com a data certa para pedirmos os orçamentos com a data correta.

No final do ano liguei para um buffet e pedimos o orçamento, disse lhe que foi indicação da minha madrinha que gostei muito da comida oferecida no casamento dela. Como ela não passou de imediato o orçamento, nos convidou para uma degustação para conversarmos sobre negócios enquanto experimentávamos os quitutes. Pensem no tanto que comemos? Na inexperiência acabamos comendo quase todos os pratos e salgados iguais e passamos a não agüentar mais, recusei um monte de salgados e ainda vinha o prato principal. Veio até o bolo com doces, acham que não levei bombom para casa? Não pensei duas vezes.

Fiquei sabendo que teria um bazar de vestidos de noiva em um ateliê bem conceituado e com valores maravilhosos, mas não achei que valeria a pena comprar, pois onde eu iria guardar, ou como iria vender? Sou muito magra e é difícil encontrar noivas do mesmo peso que o meu.

O ano de 2009 foi o ano de casamentos para nós. Fomos a pelo menos oito casamentos, ficava de olho em tudo pra ver se o buffet era bom, se os garçons serviam corretamente, se a cerimonialista não deixaria furos, o local escolhido pelo casal, sem contar que reparava nos modelitos da mulherada também, hihihi. Pelo menos tivemos uma noção do que preparar para o nosso.

Uma das madrinhas ofereceu para fazer as lembrancinhas de casamento e eu adorei. Minha irmã fará a porta-guardanapo em biscuit, minha cunhada o topo de bolo, minha mãe meu buquê e decoração de flores. Já estamos caminhando bem.

Começamos também a olhar um destino para a lua de mel, mas não decidimos ainda. Tantos lugares para conhecer e valores tão diferentes que preferimos aguardar um pouco pelas promoções. Ainda estamos indecisos para onde iremos.

No meu trabalho as meninas já não agüentam ouvir me falar dos preparativos, de tanto que falo e o quanto estou empolgada.

Esse ano fomos a mais um buffet. Muito chique. Todo montado como se tivesse um casamento acontecendo naquele momento. Fomos recepcionados com uma taça de Champanhe, na entrada a mesa de café e doces montada, decoração perfeita. O valor não mudou muito do outro buffet, mas com uma diferença, o coquetel volante era melhor e o jantar deixou a desejar. Aí bateu uma dúvida cruel. Qual escolheríamos? A que tem o melhor coquetel volante ou a que tem o melhor jantar? Não resolvemos nada ainda, pois tem mais um buffet para visitar.

Tivemos que parar um pouco a correria do casamento para correr atrás da reforma do apartamento. Com o projeto já pronto minha sogra pediu para começar o quanto antes, e assim fizemos.

Eu e Jônatas estamos muito cansados de tanto correr para cima e para baixo, mas sabemos que tudo dará certo e sairá do jeito que queremos.

Áurea – a noiva


Diário de Casamento:UMA CAMINHADA


Autor: Eubalena ~ 5 de abril de 2010. Categorias: Mona em Família.

Casal caminhando

Este texto conta fatos acontecidos antes do noivado.

Depois do pedido de namoro relâmpago passamos por um tempo de dúvidas. Eu como sempre gostei muito de dançar, continuei saindo para dançar salsa e forró mesmo sem a namorada nova. E numa dessas saídas encontrei um dos meus melhores amigos e conversamos sobre o namoro novo e pude discutir minhas dúvidas com ele sobre se valia a pena mesmo continuar esta loucura. (hoje não acho loucura.)

Acontece que eu tinha alguns preconceitos bobos, mas resolvi continuar pra ver no que dava. Na verdade no dia em que eu estava mais em dúvida ela acabou me fisgando mesmo com sua doçura e sorriso sempre aberto bem característico dela.

Para vocês terem uma idéia de como ela ri, se resolverem ligar para ela, acho que ela vai ficar metade do tempo da ligação rindo. É uma das coisas que mais me chamou a atenção nela, esse bom humor sempre presente.

Após esse início meio conturbado, aconteceu um fato interessante, propiciado novamente pelo Orkut. Mesmo antes de namorar já havíamos percebido que tínhamos alguns amigos em comum, pois isso aparece no Orkut, e uma amiga minha que conheço desde que me entendo por gente, que é muito amiga dela também (isso acontece muito em Brasília) mandou um scrap para Áurea falando que não acreditava que ela estava namorando comigo. Mais uma vez com certo receio, minha namorada na época, ficou super curiosa (isso acontece muito com mulheres!) e quis saber logo porque do scrap misterioso. Ainda bem que ela só falou coisa boa de mim, além do fato de eu ser super tímido antigamente.

Dias depois pudemos encontrar com os pais dessa amiga em uma festa juntamente com a minha sogra, que ainda estava meio desconfiada comigo, e a minha tia (mãe da amiga em comum) falou suuuper bem de mim, o que creio deixou os sogrinhos mais aliviados.

Fora o desgosto dela por azeitona e cogumelos (que eu gosto muito) fomos percebendo que temos muito em comum. Como por exemplo, gostamos de vídeo-game, carros e futebol, é…. isso mesmo! Achei uma namorada que adora jogar vídeo-game e até assiste aos jogos do meu time do coração (e torce pra ele), mesmo torcendo pra um timinho aí que nem vale à pena comentar qual é.

Claro que houve algumas poucas brigas e trabalhos de convencimento de ambas as partes, como quando eu a convenci a me deixar sair pra dançar forró sem ela e o dela de me convencer a ficar os finais de semana todinhos na casa dela! Mas isso são coisas que servem pra ajustar o relacionamento.

Também tive o prazer de ter todo o apoio possível por parte dela em momentos bem difíceis da minha vida, numa época de desemprego e em vezes que ninguém acreditava que eu iria passar em um concurso para melhorar de vida (no qual eu passei sim) e ela sempre esteve lá para me apoiar.

Por essas e outras, nesses dois anos de namoro, antes do noivado, pude ir conhecendo mais a maravilhosa pessoa que a Áurea é, e também perceber que desta vez eu dei sorte mesmo, pois ela é tudo que eu pedi, literalmente, para Deus e muito mais.

Jônatas





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