Feliz Dia das Mães!
Autor: Mafalda ~ 13 de maio de 2012. Categorias: Mona em Família, Mona POP.
Feliz Dia das Mães!
“O Retorno e Terno”, de Rubem Alves, é um livro que reúne algumas boas crônicas do escritor.
Rubem nos presenteia nesse livro com referências literárias de grandes escritores (as citações vão de um singelo conto de fadas até Nietzsche, passando por Fernando Pessoa, Adélia Prado, Milan Kundera (com um capítulo dedicado especialmente à análise do amor de Tereza e Tomas), entre outros.
E, dado às suas ideias muito peculiares sobre alguns assuntos, não raro nos pegamos dando uma pausa entre um capítulo e outro para poder digerir melhor o texto!
Por exemplo, Rubem diz que um amigo de verdade é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Basta a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro. Um amigo, segundo Rubem, “Vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo”.
Já sobre os aniversários, o escritor os aborda de um modo bastante inovador. Segundo ele, os “anos de uma vida nunca se somam; eles sempre se subtraem”. “Se digo que tenho 58 anos, (…) 58 anos são, precisamente, os anos que eu não tenho”. São “anos que já se passaram, anos mergulhados no passado, anos com que não posso mais contar, anos que já se queimaram e que não mais se acenderão, como paus de fósforos riscados”. E então ele correlaciona essa ideia com o hábito que temos de acender em um bolo o número de velas correspondente à nossa idade. Sopramos as velas e… ei, é verdade! Ao invés de dizer que tenho 58 anos, melhor seria dizer que eu não tenho 58 anos. As 58 velas no bolo “são os anos que já morreram”.
Os textos foram divididos em quatro grupos – Sobre o Amor, Sobre a Sabedoria, Sobre os Golpes e Sobre o Riso e a Alegria, com um total de 38 crônicas (173 páginas).
http://www.submarino.com.br/produto/1/21818701/retorno+e+terno,+o:+cronicas
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Dica de filme:
“Há tanto tempo que eu te amo”, do diretor Philippe Claudel.
Juliette – vivida pela atriz inglesa Kristin Scott Thomas (de “Quatro Casamentos e um Funeral“) – ganha a liberdade depois de 15 anos na prisão e passa a morar com sua irmã Léa, que era apenas uma criança quando ela foi presa. O filme é denso e aborda de forma comovente diversas questões delicadas – a reinserção na sociedade de uma pessoa que já cumpriu a pena pelo crime cometido (envolvendo aqui o preconceito e o medo de boa parte dos que têm conhecimento de que Juliette é uma ex-presidiária), a solidão de um homem abandonado pela esposa (e, como efeito colateral da separação, é obrigado a lidar também com a ausência da filha), a morte como fuga da dor e da degradação – seja no físico ou na alma -, e o amor como elo forte de ligação entre duas pessoas (no caso, de duas irmãs que, apesar do tempo, da distância e dos impedimentos, continuam nutrindo um amor intenso uma pela outra – destaque para a comovente cena em que, acusada por Juliette de tê-la esquecido durante o intervalo de 15 anos, Léa entrega nas mãos da irmã uma caixa com a prova de que, dia após dia, ano após ano, nunca deixou de amar a irmã).
Mas, apesar de abordar temas tão complexos e pesados, o filme passa também uma mensagem de esperança, de que é possível continuar sorrindo e se emocionando com os pequenos detalhes da vida, por mais ingrata que a vida lhe tenha sido.
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Dica de cocuruto cheiroso:
Criança corre muito, sua muito e, por conta disso, é comum que já apresentem um cheirinho não muito agradável poucas horas após o banho. Eu chamo carinhosamente esse cheiro de “nhaca no cocuruto”.
Só que, de uns tempos para cá, comecei a notar que o meu pequeno estava chegando ao final do dia ainda com o cabelinho cheiroso, sem a famosa nhaca, e imagino que isso se deva ao uso de um novo shampoo (novo aqui em casa, não no mercado).
Notei também que ele tem andado mais cheiroso do que filho de barbeiro de cidade pequena, e achei que alguém poderia, quem sabe, talvez, se interessar por dicas de como deixar um pequeno (ou uma pequena) com esse cheirinho bom que chama a atenção por onde passa!
O shampoo é esse aqui:
Acqua Kids Naturals
E tem ainda um sabonete líquido que é matador!
Turma da Xuxinha – sabonete glicerinado
A avó deu tanto “cheiro” no menino que já avisou que quer a nossa lista de compras: vai comprar tudo igual. Para ela!
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Objetos de desejo:
Torradeira do Mickey
http://www.utilplast.com.br/Torradeira-para-2-fatias-Mickey-110-volts—0032891-0-0032891-0/p
Telefone da vovó
São umas fofuras! Eu tenho uma sobrinha-afilhada de 2 anos também, que se deixar, fica brincando com o ipad o dia todo!
Parabéns Patrícia, sua filha é uma graça! Só cuidado para ela não aprender os palavrões que a Euba solta de vez em quando. rsrsrs
Achei este texto casualmente e quis compartilhar com os leitores do blog, até para saber a opinião de vocês.
Coincidentemente, há pouco tempo atrás estávamos eu, meu esposo, e um amigo em comum, querido desde a adolescência, conversando sobre este tema. Este nosso amigo é extremamente “materialista”, não no sentido consumista (como costumamos relacionar), mas a ponto de não acreditar nem mesmo na psicologia como ajuda para alguns casos de transtornos. Acha que só remédio ajuda, pois não acredita em alma, espírito, tudo é matéria, tudo são genes.
Curiosamente, meu esposo lembrou de uma vez que este nosso amigo reclamou da preguiça da irmã. Ele dizia: “minha irmã não estuda, pois diz que é burra mesmo, então não adianta estudar!” E agora, neste último encontro, ele estava agindo do mesmo jeito que sua irmã: “…sou um cara estressado, o médico já me disse, então nunca vou mudar. Só com remédios.”
Sei que para este meu amigo falar de “livre arbítrio” é como contar uma piada…. Mas eu concordo com o autor deste texto, que segue abaixo:
Pode o “Gene” abolir nossa liberdade e responsabilidade? “Determinismo” ou “livre arbítrio”?
Artigo de Jurgen Moltmann.
Determinismo ou livre arbítrio? Esse antigo debate volta hoje à atualidade na pesquisa genética e na pesquisa sobre os neurônios.
Somos gerados pelos nossos genes? Os genes existem na sua peculiaridade antes que a nossa consciência surja? Pilotam o nosso eu nos seus comportamentos? Determinam assim o curso das nossas vida e explicam por que nos tornamos como somos?
O conhecido jornalista norte-americano David Brooks escreveu em 2007 (Herald Tribune): “A partir do conteúdo dos nossos genes, da natureza dos nossos neurônios e da lição da biologia evolucionista, tornou-se claro que a natureza é constituída por competições e conflitos de interesses. A humanidade não surgiu antes das lutas pela sua própria afirmação. As lutas pela afirmação estão profundamente radicadas nas relações humanas”.
Disso, ele tirava como consequência a natural disposição à competitividade do capitalismo e uma “visão do mundo trágica”: “Assim como a natureza humana está predisposta tão agressivamente à luta pelo poder, precisamos de um Estado forte, de uma educação dura e de uma visão do mundo trágica”.
Trata-se do resultado de uma busca ou do interesse de uma ideologia? Eu acredito que se trate de pura ideologia naturalista, porque se fundamenta na redução do imprevisível sistema “homem” aos seus genes e neurônios previsíveis.
Assim, surge a fatal impressão de viver em um mundo fechado na sua causalidade, como se a nossa liberdade, que também percebemos no “tormento das escolhas”, fosse uma ilusão. Se fosse assim, qualquer criminoso diante de um tribunal deveria apelar à incapacidade de entender e de querer, para depois ser absolvido enquanto não imputável.
Craig Venter foi o primeiro a decifrar o genoma humano. Decodificou também o seu próprio genoma, que foi publicado em todos os maiores jornais. Se o pudéssemos ler, saberíamos quem é Craig Venter? Se ele mesmo pode lê-lo, ele chega depois a conhecer a si mesmo?
Quando o encontrei pessoalmente em Taiwan, há dois anos, ele me contou como a guerra do Vietnã, combatida quando jovem, o mudou. O seu genoma não expressa nada de tudo isso, naturalmente, mas então por que a tese determinista segunda a qual seríamos pilotados pelos nossos genes e não teríamos nenhuma liberdade de reagir às experiências de guerra deste ou daquele modo?
Demos então um exemplo: na revista científica Nature Genetics foi publicado recentemente um artigo no qual era demonstrado por pesquisas desenvolvidas em todo o mundo que são os genes que determinam se os jovens se tornam ou não fumantes. O estudo documentava pela primeira vez os fatores genéticos por causa dos quais, nos receptores cerebrais da nicotina, determina-se de qual modo se desenvolve a dependência e o comportamento com relação ao fumo.
Eu fumei muito de 1956 a 1976, depois deixei de fumar de um dia para o outro. Como pude fazer isso? A pesquisa genética, pelo que pude acompanhar, ultrapassou há muito tempo, nos seus expoentes, esse reducionismo ideológico.
A imagem da competitividade do gene egoísta, delineada por Richard Dawkins em 1978, é influenciada pelo darwinismo social. Os genes, de fato, são mais flexíveis do que os corpos sólidos, “ativam-se e desativam-se” e reagem aos influxos ambientais. As nossas experiências e as nossas relações com as outras pessoas, nas quais fazemos a experiência de acolhida ou de rejeição, influenciam também o funcionamento dos nossos genes.
O médico alemão Joachim Bauer, que se ocupa da psicossomática, afirma, assim: “Os genes não pilotam apenas, são também pilotados” (Princípio Humanidade, 2006). Nas pesquisas sobre a inteligência, também são consideradas hoje mais as condições de vida do que as predisposições genéticas.
Chego ao resultado segundo o qual o determinismo genético e neurológico não é capaz de abolir a nossa liberdade, a nossa responsabilidade, nem a nossa imputabilidade. Pode-se aprovar ou rejeitar isso, mas as ideologias não explicam só os resultados de algumas pesquisas, sempre representam também os interesses de uma parte.
Quem hoje tem interesse em abolir a nossa liberdade e de tornar os homens manipuláveis?

Sabe felicidade? Era isso que minha filha de 6 anos exalava. Ter um quintal para correr com seu cachorro, um viralatas de pouco menos de 2 anos adotado em um abrigo, era o paraíso para ela.
Um dia a menina brincava com seu vizinho na calçada em frente a casa sob a vigilância dos pais. Segundos depois de entrarem em casa, enquanto o pai fechava o portão da casa, o cachorrinho fugiu e atravessou a rua correndo. Uma van, em alta velocidade, atropelou e matou o cachorro instantaneamente e não parou para ver o que atropelou. “Porque um cachorro é só um cachorro…”
Claro, muitos dirão, não foi culpa da van, já que o cachorro fugiu. Sim, não existe culpa por ter atropelado o animal, o cão realmente fugiu por descuido de um adulto. Mas o motorista foi culpado por ter matado o cão. A velocidade na qual este motorista dirigia o impediu de parar o carro e também o impediria caso não fosse um animal (como se isso diminuísse a importância da vida e o amor que uma criança sentia por seu cão), o impediria se fosse uma criança, um ciclista, um cadeirante, se fosse eu, se fosse você.
E não pense que isso jamais acontecerá com você. Ninguém está livre de aparecer, do nada, uma criança na frente do seu carro, correndo atras de uma bola. Veículos são pesados. Imagine o que fez uma van em alta velocidade em um cão de 6kg? Não teria sido menos pior se fosse uma criança de 20kg.
Não adianta ficar triste, chorar, pedir desculpas. O importante é não desrespeitar o as leis de trânsito. Podemos não acabar com os acidentes, mas eles podem ser mais leves, menos graves e serem acidentes realmente, aquilo que acontece inesperadamente. Quando se corre, quando se bebe antes de dirigir, quando não se respeita as normas de trânsito, assume-se o risco de matar alguém, de morrer.
Segundo o DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito, a velocidade
máxima permitida para cada via é indicada por meio de placas. Onde não
existir sinalização, vale o seguinte:
Em vias urbanas:
•80 km/h nas vias de trânsito rápido.
•60 km/h nas vias arteriais.
•40 km/h nas vias coletoras.
•30 km/h nas vias locais.
A punição ao motorista não serve para nada se não existir a conscientização de todos. Os “pequenos” desrespeitos as leis de trânsito transformam os veículos em armas.
A palavra-chave para o trânsito é RESPEITO, respeito ao próximo, respeito às leis, respeito à sua vida. Só assim poderemos todos viver em paz: veículos, bicicletas e pedestres.
Divulgue, compartilhe! Vamos lutar por um trânsito melhor!
Eu, mesmo com duas crianças pequenas em casa, nunca havia preparado batatas fritas nas refeições. Primeiro porque acho meio perigoso dar para crianças uma coisa que é mergulhada em uma panela com 1 litro de óleo. E depois pelos fatores ligados ao próprio preparo: morro de medo de me queimar e lembro das inúmeras queimaduras que minha mãe “ganhava” ao fritar batatas e bifes para a gente em casa. Depois ainda vem a questão ambiental: o que fazer com o óleo após o preparo? Porque você tira a batata e fica aquele óleo todo lá. Se for reaproveitar, a ideia não parece ser muito higiênica. E se for descartar, vem a questão ambiental: não pode jogar no ralo da pia, tem que acondicionar em uma garrafa, etc., etc.
Por tudo isso, imagina o meu sorriso ao ver que existia uma fritadeira elétrica que fazia batatas fritas com apenas uma colher de óleo! (Há outra que faz isso sem óleo algum, mas essa segunda opção não me fez sorrir em razão do preço, que é quase o dobro da primeira).
Fiquei namorando as fotos da fritadeira Actifry (Arno) pela internet, observando os preços, até que surgiu uma boa oportunidade e trouxe essa coisa linda para casa!
A ideia é fantástica e, depois de quase um mês de uso, posso afirmar que, na prática, o aparelho cumpre o que promete.
E é ainda melhor: pode-se usar qualquer tipo de óleo, inclusive azeite. E esse ingrediente somente é necessário no caso de batatas naturais. Para fritar aquelas batatas fritas que já vem cortadas e congeladas, não é preciso colocar sequer uma gota de óleo.
Você abre a tampa, joga as batatas lá dentro, coloca o timer para apitar dali a 20 minutos ou meia hora, aperta “ligar” e vai resolver suas coisas. O aparelho faz tudo sozinho e você recebe as batatas ao final, bem sequinhas, muiiito crocantes por fora e macias por dentro. Jogo por cima delas um pouco de sal com teor reduzido de sódio (da Linea) e dou para as crianças sem culpa na consciência!
O aparelho não faz só batatas, cozinha também outros tipos de receitas (inclusive vem acompanhado de um livro que ensina a fazer várias coisas, como Yakissoba).
Ainda não é um aparelho barato, mas reduziu bastante o preço nos últimos meses (antes era encontrado por R$ 1.000,00, agora já pode ser comprado por R$ 600,00 e a tendência é que baixe cada vez mais).
Vai uma batatatinha aí?
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Phoebe
Já assisti algumas conferências do TED, e uma que mais lembro era a de uma famosa autora de um best-seller falando sobre INSPIRAÇÃO.
Agora encontrei e trago este vídeo formidável! Para ver, admirar, pensar e se maravilhar.
Até então eu nunca tinha me preocupado com essa questão, pois minha filha estudava em uma escolinha que fornecia todas as refeições – almoço, lanche e jantar.
A minha ideia inicialmente era mandar sempre um suco natural, uma fruta e dois sanduíches feitos com aquele pão bisnaguinha, recheados com requeijão e presunto de peito de peru.
É o lanche ideal, totalmente balanceado.
Mas como já cantaria o sábio Herbert Vianna, “a vida não é filme, você não entendeu”, e naquela correria de mandar para o banho, checar o uniforme, colocar as coisas na mochila, tirar a menina do banho, cheirar o cocuruto pra ver se lavou direito o cabelo, sentir uma ligeira nhaca, mandar de volta para o banho para lavar direito, pentear o cabelo da menina, olhar de novo a mochila pra ter certeza que ela guardou a tarefa de casa… bom, já deu pra entender, né? Nessa loucura toda, quando chega na porta do elevador você se lembra do lanche e volta correndo para catar na despensa a primeira coisa que vir pela frente.
Então as minhas dicas são para esse momento derradeiro: o que colocar na lancheira enquanto espera o elevador chegar!
1º.) Suco à base de soja
Já que é para ser industrializado, então vamos procurar as opções “menos ruins”! Aqui em casa, o suco Ades é um clássico, mais essencial do que pipoca em cinema. Os sabores preferidos pelos meus dois consumidores mirins são uva e pêssego. Morango eles toleram, mas maçã, abacaxi e laranja é melhor que nem ofereçam, pois eles não gostam. Mesmo.
2º.) Cookies integrais
Para ser bem sincera, comecei comprando aqueles cookies tradicionais, altamente engordativos e nada saudáveis, tipo Chocooky, da Nabisco (que são uma delícia, convenhamos, mas mais adequados para o final de semana). Só que a consciência pesou e pedi que meu esposo comprasse a versão integral. Ele trouxe um da Vitao, feito com farinha integral, sabor baunilha com gotas de chocolate. A minha filha levou para a escola e simplesmente amou! Aliás, só ela, não: toda vez que leva os cookies, pede para eu dar uma “reforçada” na quantidade, pois as amigas também se apaixonaram pelo biscoito e sempre dão uma beliscada no lanche dela.
3º.) Pipoca
Parece meio louco indicar pipoca para o lanche das crianças como sendo uma opção saudável, mas não é a pipoca de microondas e muito menos aquela que vende em qualquer esquina, em que geralmente a do saco amarelo é salgada e a do saco rosa, doce. Essa dica eu peguei com a minha nutricionista, que não apenas aprova o consumo como ainda prescreve como opção de lanche da tarde para nós, adultos: são as canjicas de milho da marca Okoshi. O sabor doce é feito com açúcar mascavo, e a salgada é à base de sal marinho. São deliciosas, idênticas àquelas pipocas industrializadas, mas muito mais saudáveis.
4º.) Iogurtes
Iogurte é sempre bom, ainda mais nessas versões atuais com probióticos, lactobacilos e outros nomes igualmente estranhos. Aqui em casa, como as crianças ainda são pequenas, o favorito ainda é o Danoninho (embora a gente tenha comprado mais os “genéricos”, como Batavinho, por exemplo), mas existem no mercado outras boas opções mais saudáveis. O Activia é um exemplo de iogurte saudável, gostoso e que sim, pode ser consumido normalmente por crianças de todas as idades.
5º.) Chocolate de soja
Por fim, outra sugestão da minha nutricionista: Choco Soy Pops. Só não recomendo com tanta ênfase porque acho um lanchinho meio caro – o pacote chega a custar R$ 4,00 em alguns lugares. São bolinhas de flocos de arroz cobertas com chocolate à base de soja, mas vou dizer… são deliciosas! Altamente crocantes e o chocolate é idêntico a qualquer outro do mercado. Quando estou comendo e ofereço para alguém, depois cito o fato de ser chocolate de soja só para rir da reação das pessoas, pois ninguém acredita.
E só para registrar, o ideal é a criança levar sempre mais de um item na lancheira: além do suco, uma fruta e/ou um item mais reforçado em carboidratos (cookies ou sanduíche ou pipoca etc).
Phoebe
@vi_marassi
Arrumando o material escolar das meninas, lembrei que sempre que se volta às aulas, a primeira coisa que os professores pedem é uma redação intitulada “Minhas Férias”. Haja criatividade para quem ficou as férias inteiras em casa.
Aqui, nós conseguimos tirar uma semana para pegar uma praia. Consultava todos os dias, uma semana antes da viagem, a previsão do tempo e lá estava o gráfico infeliz: o sol escondido atrás da nuvenzinha com chuva, às vezes com um raio junto. “Oh! Não! As crianças excitadas para sair, chega lá e chuva?! Socorro, São Pedro!” Pessoas que voltavam do litoral avisavam: “Peguei só chuva lá, boa sorte pra vocês.”
Mas captei os pensamentos positivos da minha amiga Phoebe, que é uma Poliana, e lembrei que em outros anos, na mesma época, a chuva só aparecia à tarde, e de manhã dava para aproveitar o mar e a piscina.
Então lá fomos nós de mala e cuia, para nossa pousadinha. Na pousada boa parte dos hospedes eram familias, mas tinha também os jovens. Como previsto, a chuva aparecia à tarde e de manhã corríamos para a praia.
No primeiro dia, doida para aproveitar ao máximo, queria ficar muito tempo, lagartando entre a areia e o mar. O tempo estava nublado, e por conta disso, eu e marido nos descuidamos do protetor solar. Resultado: mormaço nos pegou, e ficamos com aquela cor linda vermelho-roxo. Posso agora dizer que existe uma nova categoria de mulher-fruta: a mulher tomate – aquela que se descuida no sol. Há quanto tempo não me queimava assim!! Ainda bem que as crianças estavam devidamente protegidas.
Na pousada, durante a tarde chuvosa, enquanto as crianças ficavam na sala de tv vendo um dvd, eu ficava na sala ao lado, onde tinha uma mesa de bilhar e uma rede. Era um espaço apertadinho, principalmente se tivesse algum chato querendo jogar bilhar, mas não tinha. Pude deitar na rede com meu livro, e apreciar a vista das montanhas e mata atlântica.
Mas eis que aparece um grupo de umas 4 -5 garotas, que também eram hospedes. para jogar bilhar. As meninas pareciam ter uns 16 – 17 anos, mas como estavam sozinhas ali, pelo menos 18 alguma delas devia ter. Esta geração Y…. não sai da minha rede, e elas começaram a jogar ali. Mas eis que de repente quase me vêem aquele bastão na cara, já que eu estava do lado de uma caçapa.
A jovem ficou olhando pra minha cara, meio sem graça, mas do tipo: ” Ei, você está me atrapalhando. Dá para sair daí? ” E não só ela, mas o grupo.
Traduzi oralmente este clima, e ela sem graça soltou algo como um “É”. Então levantei e sai. Não escutei nenhum: “Por favor”, “Desculpa”.
Além deste grupo de meninas, que adoravam sair de noite para a balada, e voltavam de madrugada rindo e falando alto, havia também um grupo “Sex and the City” : 4 mulheres com mais de 30 – 35 anos. Vi que, em um determinado momento, ficaram olhando meu marido cuidando das crianças na piscina, e fiquei pensando se seriam solteironas, ou divorciadas, ou saiu “comasmigas” e deixou o marido em casa…. Deve ser divertido viajar com as amigas.
Voltando à praia, em um espaço ali da areia, uma rede de tv montou um lugar com duchas e palco para shows. Saíamos sempre por ali, para passar nas duchas e me divertia com os jovens contratados para animar a temporada: “Aeeê, família!! Vai ter show de não sei quem não sei quando!!” “BELEEEÊ” – respondia, sentindo-me “a tia surfista (não Sukita, por favor)”. E acho que aproveitaram para despejar os sacos de salgadinhos – que patrocinava os shows – na gente. Voltamos com um carregamento de salgadinhos pra casa.
Os dias correram tranquilamente, deu até pra cansar da estadia em apenas uma semana. Descansei das redes sociais – isso faz um bem, gente!!! Ah, e lembrei bastante da Eubalena: gente que levava cachorro, e várias sungas brancas desfilando na praia.
Mafalda
“Um estudo divulgado nesta sexta-feira afirma que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdo sexual na mídia vem reforçando a ideia da mulher como objeto de desejo e alvo de violência doméstica.
O relatório Sexualização dos Jovens, da psicóloga Linda Papadopoulos, encomendado pelo Ministério do Interior britânico, diz que os jovens estão cada vez mais expostos a conteúdo relacionado à sexualidade por meio de revistas, televisão, internet e aparelhos de celular, sem que os pais consigam controlar isso.“
para ler o resto da matéria CLIQUE AQUI!
Para mim isso não é nenhuma surpresa. Preocupa-me ainda estes blogs feito pela rapaziada pregando, praticamente como uma obrigação, que uma garota deve saber e fazer os mais variados tipos de sexo que o homem queira, sendo isso sinônimo de “antenada”, “moderna”. Alguns destes com teor bem machista.
Apesar do link ser um estudo britânico, a violência contra a mulher é uma realidade brasileira também.
Escute o áudio da senadora Ana Rita, que relata dados de pesquisa sobre a violência contra a mulher, de novembro de 2011: AQUI!
Resumindo o começo do áudio: “A cada 2 minutos, 5 mulheres são espancadas no Brasil, em espaço público ou privado. No Estado do Espírito Santo, 10 mulheres são assassinadas por mês na região metropolitana de Vitória. Mulheres negras entre 17 e 24 anos tem 3x mais chances de serem estupradas que as mulheres brancas.”
Para somar ao áudio da senadora, um trecho da reportagem do jornal O Estado de São Paulo:
“O estudo traz também dados inéditos sobre o que os homens pensam sobre a violência contra as mulheres. Enquanto 8% admitem já ter batido em uma mulher, 48% dizem ter um amigo ou conhecido que fizeram o mesmo e 25% têm parentes que agridem as companheiras. “Dá para deduzir que o número de homens que admitem agredir está subestimado. Afinal, metade conhece alguém que bate”
Leia a reportagem completa do Estadão – Clicando Aqui!
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER – DENUNCIE, LIGUE 180