Porque as mulheres não vem com manual de instruções























Categoria: Mona em Família


Diário de Casamento: ERA PRA SER ASSIM


Autor: Eubalena ~ 9 de março de 2010. Categorias: Mona em Família.

diario de casamento

No final de 2008, depois de ter passado por inúmeras decepções com as mulheres, decidi procurar uma que fosse boa para namorar e também católica, pois sou católico e já tive namorada que não seguia esta religião e não queria casar, o que era meu objetivo futuro…

Contudo, imaginei, como faria para saber se uma moça bonita era católica sem chegar e perguntar a ela, o que seria bem estranho pra primeira vez que você conhece alguém, né? Foi aí que me surgiu a ideia de procurar uma namorada no Orkut, pois usando o filtro que tinha na época, eu conseguiria sabem quem era solteira, católica e de Brasília numa procura simples. O resultado dessa procura, como vocês podem imaginar foi enorme, mas uma das fotos me chamou a atenção. Era uma japonesinha que estava sorrindo em todas as fotos (um sorriso lindo aliás) e que tinha duas fotos bem interessantes, mas uma delas não dava para perceber onde era.

Como não tinha nada a perder, comecei a conversar com ela no Orkut e já pedi o MSN podermos conversar melhor. Depois de muita conversa ainda estava curioso sobre a tatuagem de golfinho que aparecia no Orkut mas que não dava para perceber onde era e resolvi perguntar onde ficava. Foi quando ela disse: “você está muito interessado no meu golfinho, hein!” e eu não deixei a oportunidade passar e disse: “Não é no golfinho que estou interessado e sim em você!”. A partir daí acho que ela gostou do galanteio e combinamos de ir à um shopping bem movimentado aqui de Brasília.

Como a gente sempre vê na TV que pessoas que se aventuram em encontros com pessoas estranhas que conheceram na internet acabam se dando mal, ela resolveu levar a irmã dela e uma amiga, ainda por cima, para garantir sua segurança. Como eu ainda não tinha almoçado, mas ela sim, resolvemos ir todos ao Burguer King e a irmã e a amiga depois de me analisarem bem, resolveram passear no shopping e me deixar a sós com minha futura namorada. Aliás, eu já tinha dito a ela que ela seria minha namorada mas acho que ela não estava confiando em minha previsão ainda.

Como ela é baixinha, estava usando um salto enorme para tentar ficar mais bonita, o que ela não sabia era que eu gosto mesmo é das baixinhas. A conversa foi bem legal, mas no meio do Burguer King é difícil pintar um clima romântico, né? Então, depois de conversarmos e eu ter almoçado, fomos ao encontro da irmã e sua amiga. Chegando numa loja e pressentindo que o encontro estava a beira de ser um fracasso, a chamei para fora da loja para me despedir e dei um beijão nela.

Acho que deveria ter feito isso mesmo, pois ela gostou e no outro dia fomos ao cinema. Assistimos O Caçador de Pipas, que não é um filme muito romântico mas é bem interessante. Depois de ver o filme e comer (dessa vez ela comeu também), fomos para casa dela e ficamos parados dentro do carro, em frente ao portão da casa, com uns 10 cachorros olhando e latindo. Após a festa canina, ela deitou-se no meu colo e num momento romântico eu resolvi pedi-la em namoro e ela aceitou meio surpresa por tudo ter acontecido tão rápido.

Jonatas


Princesas


Autor: Mafalda ~ 4 de março de 2010. Categorias: Mona em Família, divã da mona.

Shrek

Pegando carona no podcast sobre as princesas (muito bom!!)… fiquei pensando que, a maioria de nós, cresceu ouvindo as “mais belas histórias” sobre mocinhas à espera de um príncipe para resgatá-las do feitiço, da morte, da torre…

Sou fã de contos de fadas, acho que tem muito a nos ensinar; mas cá entre nós, a ideia do príncipe perdura no nosso imaginário!

Agora voltem um pouquinho! Aqueles príncipes são umas figuras sem sal, o cara aparece no final da história com um cabelo saído do salão (a chapinha já era moda), com uma roupa esquisita, beija a moça e!!! vamos casar e fomos felizes para sempre!!

Atualmente meu conto de fadas favorito é o Shrek, acho que ele é um verdadeiro representante masculino. Ele é o cara que tem seu espaço (pântano), cuida dele, tem suas dificuldades e desafios (como qualquer homem), demonstra seus medos (homem também tem medo!)..ah..sim, os príncipes encantados não! Normalmente mamãe resolve tudo por eles.

Voltando ao Shrek, ele tem uma alma maravilhosa; é capaz de amar, reconhece o valor de uma mulher ao seu lado, tem amigos (na sequência dos filmes, ele vai crescendo como pessoa). E, obviamente ele tem ao lado uma mulher real, a Fiona trabalha, não está o tempo todo desfilando na passarela, eles discutem, enfrentam desafios e constroem juntos.

Assistam aos filmes e comentem suas idéias….

Até mais…

Janaina Moutinho - colaboradora da Monalisa de Pijamas e autora do blog: http://janainamoutinho.blogspot.com


Mães do Orkut


Autor: Eubalena ~ 3 de março de 2010. Categorias: Cantinho das Monas, Mona em Família.

Assim que engravidei entrei no Orkut e comecei a frequentar comunidades de mães.

Eu que estava sozinha em uma cidade diferente e longe da família, aprendi muita coisa por ali.
Em comunidades de mães se conversa sobre tudo. Desde o tipo de parto, pega na amamentação, até a melhor marca de fralda. Fora a fofoca que rola intensamente.

Durante esses quase 6 anos que frequento o local pude observar e classificar as mães que participam do Orkut, entre elas, posso citar:

1. Mãe Nossa Senhora: aquela que se compadece da dor dos filhos de todas as outras mães aproveitando para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

2. Cyber Mãe: aquela que passa o dia inteiro no computador, o filho se cria praticamente sozinho e, mesmo assim, ela aproveita para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

3. Pitmãe: a que se mete em brigas para defender toda e qualquer criança indefesa e aproveita para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

4. Mãe médico de família: conhece todos os sintomas de todas doenças, medica, faz pejelança e aproveita para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

5. Mãe Isso que é mulher: é uma dona de casa perfeita. Lava, passa, cozinha, faz jardinagem, tem o os filhos mais bem educados e engomados e ainda é uma mulher capaz de satisfazer todo apetite sexual do esposo, que geralmente é bonito e perfeito e claro, aproveita para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

6. Mãe é comigo?: completamente paz e amor, os filhos são criados livres, impondo suas vontades. Ela nunca sabe o que e por que aconteceu mas sempre aproveita para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

7. Mãe poderosa: Não importa o que acontece com o filho agora. O importante é que ele nasceu da maneira correta e aproveita para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

8. Mãe meu pronto socorro é aqui: O filho cai da laje, de cabeça, e ela deixa o menino lá para correr pro Orkut e perguntar o que deve fazer. Fica minutos dando Up no post e perguntando: alguém? alguém? Mas, entre uma espiada no guri estatelado na laje e outra, ela aproveita para mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

9. Mãe PHD: sabe tudo de absolutamente tudo e sempre oferece os conselhos sobre o jeito certo de fazer qualquer coisa, desde amamentação até como lavar meia branca. E nunca esquece de mostrar o quanto é uma mãe melhor que as outras.

10. Mãe Barbie: corre, faz academia, lipo, limpeza de pele, se veste sempre na última moda, coloca silicone, tira costelas. O programa preferido com a filha (porque mãe Barbie não tem filhos) é fazer compras ou levar a menina para o salão. E ensinar a menina a, quando crescer, ser uma mãe melhor que as outras, assim como ela.

11. Mãe Amo Minha Kodak: posta todas as fotos da criança do que diz respeito a ela. Sempre lembrando que é mãe muito melhor que as outras.

12. Mãe São Tomé: Portadora de uma total ausência de noção, é aquela que posta e mostra. O cocô do filho ta mole? Tá lá a foto para mostrar. A cicatriz da cesária virou uma bola? Toma foto! Claro, ela também é uma mãe muito melhor que as outras.

13. Mãe Enfoderada: Que reúne todas as melhores e mais nobre qualidades. Aquela que não precisa dizer que é melhor que as outras porque ela já sabe que é e pronto! Apesar de não ouvir a torcida contra.

Qual desses tipos de mãe eu sou? Bom, eu não me encaixo em nenhuma delas… Até que inventem a categoria mãe perfeita.

Beijos Orkutianos
Euba


A musa do Carnaval


Autor: Phoebe ~ 19 de fevereiro de 2010. Categorias: Cantinho das Monas, Coisinhas de Mulher, Mona em Família.

Ivete Sangalo no Carnaval

Estava para escrever esse texto antes do Carnaval, mas o bebê adoeceu e acabei não tendo tempo nem cabeça para isso!

Depois que me tornei mãe, minha prioridade absoluta passou a ser a minha família. Antes eu era do tipo workaholic, chegava a trabalhar dez, doze horas por dia. Trabalhei com febre, com dengue, com o siso recém-extraído. Certa vez fiz uma cirurgia de grande porte e antecipei a licença de 15 dias: com 7 dias já estava na labuta, ainda com os curativos cobrindo os pontos.

Além disso, tinha um cuidado excessivo com a forma física. Cheguei a ficar quase esquálida, mas sem abandonar a dieta jamais. Dieta e academia. Almoçava salada e jantava diet shake, feliz da vida porque assim ficaria ainda mais magra.

Mas aí veio uma princesa e, depois dela, um príncipe, e com isso minha vida virou do avesso. Se um dia cheguei a trabalhar com dengue, de repente me vi faltando ao trabalho porque uma pessoinha pequena estava com um simples resfriado. Se antes eu vivia à base de salada e diet shake, passei a me ver com quilos excedentes, sem fazer dieta porque isso prejudicaria a qualidade do leite materno ingerido pelo bebê.

Como toda mãe “normal”, aproveitei a licença-maternidade para me dedicar à amamentação e aos cuidados intensivos com os bebês, e levei muitos (muiiitos) meses para voltar à antiga forma física - do segundo bebê, inclusive, ainda restam alguns quilos, mesmo ele já estando com 7 meses.

O grande dilema para nós, mulheres modernas, é que as famosas já saem da maternidade exibindo o mesmo corpo que tinham antes da gravidez, e em questão de dias já estão trabalhando novamente. Aí a sociedade passa a questionar e, de certa forma, exigir isso de você também. “Pôxa, o bebê nasceu há dois meses e ela AINDA está gordinha assim?”. Seus colegas de trabalho brincam dizendo “Nossa, seis meses em casa com o bebê? Quando voltar ele já vai estar andando, né?”.

E eis que surge linda e poderosa a Ivete Sangalo, meses após o parto do seu filhinho Marcelo, “AINDA” longe da forma física ideal! Em dezembro ela suspendeu a licença-maternidade para comandar o seu trio no Carnatal e não teve vergonha de esconder o choro e a tristeza por ter deixado o filho em casa durante algumas horas - chegou à cidade alguns instantes antes da saída do trio e retornou para a Bahia logo após o encerramento do percurso. Não teve vergonha de mostrar o excesso de fofura e ainda foi clara ao explicar que não faria dieta restritiva para não prejudicar a amamentação do seu bebê.

Agora em fevereiro, ela concedeu uma entrevista à revista Cláudia explicando essas questões e afirmando, com todas as letras - não sem antes pedir desculpas aos fãs - que a sua prioridade deixou de ser o trabalho. Que agora, em primeiro lugar, vem o seu filho, de quem ela faz questão de cuidar pessoalmente.

Estava sentindo falta de uma celebridade que fizesse isso. Que, de forma serena, sem julgamentos desnecessários ou críticas às mães que pensam de forma contrária, reafirmasse a beleza da maternidade plena, a idéia primitiva da mãe que, nos primeiros meses da criança, fica SIM longe da forma física ideal, sente SIM prazer em se dedicar aos cuidados com o filho, sem se preocupar com o calendário, atentando única e exclusivamente ao tempo do bebê.

Ivete Sangalo, ao expor suas idéias sobre a maternidade e a sua atual forma física, de certa forma nos apresenta a serenidade de saber que não é preciso ter pressa e que não estamos abrindo mão da nossa condição de “mulheres modernas” ao nos dedicarmos exclusivamente aos nossos filhos por um tempo que, feliz ou infelizmente, passa rápido demais.

Beijos da Phoebe!

crédito da imagem: http://jornalistabruno.blogspot.com/


Máscaras


Autor: Mafalda ~ 16 de fevereiro de 2010. Categorias: Mona em Família, divã da mona.

mascara de carnavalO carnaval está acabando, festa reconhecida pelo uso de fantasias, incluindo as várias máscaras que são utilizadas como crítica, brincadeira, sonhos ou simplesmente a vontade de ‘ser outra (o)’.

Mas será que só se usam máscaras no carnaval??

A notícia é que todos usamos máscaras em todo tempo…não no sentido negativo, quando alguns dizem que a pessoa é fingida, hipócrita,mascarada..

As máscaras fazem parte de nosso dia-a-dia..no trabalho usamos um tipo de máscara, que permite a cada um desempenhar sua função naquele ambiente; em família outra…não há problemas nisto. Já pensou se você agisse na família como se fosse no trabalho ou vice versa?

É preciso saber qual é a sua essência, quem você é! Só assim pode trocar de máscara sem que se sinta culpado, estranho, sem que acredite que em todos os ambientes e situações você deve ser (ou estar) sempre com a mesma máscara. Há várias possibilidades para conhecer sua essência, descubra a sua.

Janaina Moutinho - colaboradora da Monalisa de Pijamas e autora do blog: http://janainamoutinho.blogspot.com


Para Beatriz


Autor: Eubalena ~ 9 de fevereiro de 2010. Categorias: Cantinho das Monas, Mona em Família.

Uma vez eu ganhei um presente. Um presente muito especial. Ganhei uma menina!

Quem me deu essa menina foi uma irmã. Não irmã de sangue, mas uma irmã dessas que a vida coloca no nosso caminho.

Um pouco depois que ela nasceu eu a peguei no colo. Ela era linda. Miudinha, quentinha, fofinha, cheirosa. Mas depois a gente se distanciou e essa menina e eu nos vemos muito pouco. Nos conhecemos mesmo no ano passado. Mas eu sempre fui apaixonada por ela.

Agora ela está grande. Está começando a ler e a escrever. Tem seus amigos, as suas coisas favoritas e as que não gosta. E eu ainda continuo apaixonada por ela.

Algumas pessoas me chamam pelo nome, outras por apelidos, mas essa menina me chama de uma palavra mágica. Uma palavra que me fez derreter quando a ouvi me chamando pela primeira vez. Apesar dela não me chamar assim em público muitas vezes. Essa menina me chama de madrinha.  E eu continuo cada vez mais apaixonada por ela.

Essa menina é exatamente o que o nome dela significa: aquela que faz os outros felizes.

E é por isso que eu sei que vou amá-la para sempre.

Feliz Aniversário, Bia.

Beijos
Madrinha


Ah, se eu soubesse!


Autor: Phoebe ~ 2 de fevereiro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Tem umas coisas na vida que a gente leva anos pra descobrir e, quando finalmente descobre, tem vontade de colocar um chapeuzinho de burro na cabeça. Como aquele efeito que você levou três horas para reproduzir no photoshop e depois descobriu que era só ter usado uma action já existente.

Pois bem. Por vários meses minha filha anda com o sono bem agitado. Acorda de madrugada chorando, vai para a minha cama, deita e fica se revirando pra lá e pra cá, resmungando um monte, até conseguir dormir. Claro que, com isso, ela acorda o bebê e minha casa vira o crioulo doido em pessoa (aquele do samba).

Orações para o anjinho da guarda, mamadeira com leitinho quente, sessão coruja de DVD infantil, nada resolvia o problema. Aí ouvi falar de um tal Filtro dos Sonhos ou DreamCatcher, um artefato xamânico que, reza a lenda, serviria para filtrar a energia negativa e nos ajudar a ter bons sonhos.

Comentei com a minha mãe sobre esse objeto e, avó coruja, no mesmo dia ela foi procurá-lo no comércio. Não encontrou, mas chegou em casa com um vidrinho de perfume que serviria para acalmar e trazer bons sonhos às crianças. Cheirei e tive a ligeira sensação de que se tratava daquele perfume “Cheirinho de Bebê”, mas não disse nada, apenas agradeci o presente e, chegando em casa, esqueci de tirá-lo da bolsa.

Só que a espertíssima da minha filha tinha ouvido a conversa toda e, ao colocar o pijama pra dormir, pediu: “Bota aquele negócio que a vovó comprou para eu não ter pesadelo”! Borrifei o perfume no quarto e, de fato, naquela noite ela não acordou.

Eis que nessa madrugada a menina acorda chorando de novo, vai para a minha cama resmungando, revira de um lado para o outro, me chuta, chora, levanta, deita, acorda o irmão… Já estava quase fugindo de casa quando lembrei do negócio e disse: “Já sei! Vai pra sua cama que a mamãe vai botar aquele negocinho que a vovó comprou, o perfume que te ajuda a não ter pesadelo”. Ela correu pra sua caminha, eu borrifei o perfume e em menos de 1 minuto o silêncio voltou a imperar no Reino da Dinamarca!

Ah, se eu soubesse!

Beijos da Phoebe


Mal me quer, bem me quer


Autor: Mafalda ~ 28 de janeiro de 2010. Categorias: Curtindo a Vida, Mona em Família.

bem me quer mal me quer

Lembram dessa brincadeira? Bom, era comum no interior de Minas: a gente despetalava uma flor (que não me lembro qual era) à espera da resposta se aquela pessoa (claro!!! Um menino) nos queria bem ou mal.

Como gostamos de ser amados, apreciados…é bom não é?

Mas tenho visto muitas pessoas optando por serem infelizes, mal humoradas; ainda que algumas escolham sem consciência do que fazem.

Ah… o que isto tem a ver com a plantinha?

Estas pessoas já se acostumaram a tratar as outras mal, a não sorrir, a serem mal- humoradas; embora reclamem quando recebem o mesmo tratamento. Como você quer ficar com o “bem me quer” se você só joga o “mal me quer”?

Ficar perto de pessoas mal- humoradas, chatas, que reclamam de tudo e dá “piti” por qualquer coisa que acontece…ninguém merece!

Claro, você pode estar pensando: minha vida é muito difícil, sofro muito, tudo dá errado, falta dinheiro, falta amor, falta….. Quando tiver tudo isso, aí sim, vou sorrir, ser feliz.

Desista! Escolha ser feliz agora. Ser feliz não é ausência de problemas (eles sempre existirão, só mudam de perspectiva). Ser feliz é escolher que a vida é sua e você vai cuidar do possível, o impossível não é seu departamento.

Opte pelo “bem me quer”, faça diferença na sua vida, na sua saúde. Se sua sogra, seu marido (ou esposa), seu chefe, resolveram ser “mal me quer”, deixe isto com eles. Cuide de você.

Aproveito para deixar a dica de filmes: “Sim Senhor” e “Sob o sol da Toscana”.

Janaina Moutinho - colaboradora da Monalisa de Pijamas e autora do blog: http://janainamoutinho.blogspot.com


A Infância e as Mulheres


Autor: Mafalda ~ 15 de janeiro de 2010. Categorias: Mona em Família.

[ Este post é da nossa convidada Janaina Moutinho do blog www.janainamoutinho.blogspot.com ]

menina brincando

Desde crianças, nós mulheres aprendemos a ser cuidadosas, nosso brincar tem a ver com cuidado…das bonecas, da casinha, dos filhos imaginários. Tudo é bonitinho, arrumadinho….meninas parecem não desfrutar das brincadeiras, estão sempre preocupadas que tudo fique ‘bonitinho’.

Raramente as meninas podem correr, descabelar. O espaço é restrito, até as roupas costumam colaborar (muito laço, meias…)

Somos educadas para nos comportarmos como “ladies”, sempre elegantes. De alguma forma isto reflete no nosso dia-a-dia na idade adulta, as mulheres não se permitem o prazer. Prazer no sentido de brincar, descabelar, tirar o sapato, fazer travessuras; em alguns casos para conseguir fazer tudo isto apela-se para a bebida.

Faz parte da nossa criação; a menina ouve desde cedo que ela não pode ter determinado comportamento, não combina com uma mocinha…

menina brincando na água

As mulheres tem adoecido mais, tem cuidado menos de si; cuidam bem dos outros, mas se deixam de lado.

É hora de uma evolução feminina, aprender a brincar, a dar espaço para o novo. Tente algo diferente, encare desafios, descabele mais, tire os sapatos (ou não), mas brinque!!

crianças brincandoVocê pode continuar linda…e descobrir que a beleza quando é de dentro para fora, faz toda diferença.

Janaina Moutinho
(www.janainamoutinho.blogspot.com)


Em busca da Bala Chita #doces da infância


Autor: Mafalda ~ 14 de janeiro de 2010. Categorias: Mona em Família.


Assim como nossas estripulias, os doces da nossa infância também ficam na lembrança.

Eu adorava, quando pequena, a geléia de Mocotó Colombo, que vinha em um copo pequeno de vidro. Acho que hoje nem existe mais. Encontrei um genérico, não em copo, mas em um pacotinho de papelão e comprei certa que minhas filhas iriam gostar.
Para meu desgosto, a mais nova quase vomitou.

Dá uma certa tristeza pensar que você nunca mais sentirá o gosto daquele doce novamente.

E talvez, motivado por esta nostalgia, meu pai cismou com a Bala Chita.
A “bala chita” era um doce da infância dele, uma bala bem gostosinha e que tinha a “macaca chita” na embalagem.

Meu pai, sabendo que eu iria visitar um amigo em Ribeirão Preto, me deu a missão:
“- Vocês estão indo pra Ribeirão Preto!? Então tragam pra mim um pacote de 1 kg de Bala Chita! A fábrica é lá!”

Pois bem, a fábrica era em Ribeirão Preto. Eu disse “era”, certo?  Descobri que ela não existia mais quando, já em Ribeirão, de posse de um mapinha da fábrica que peguei na internet, com o marido na direção e crianças reclamando do calor no banco de trás, chegamos em um Supermecado - local da antiga fábrica.
Soube que uma fábrica em Minas Gerais tinha comprado a  marca da bala.

Perguntei na banca, e a mulher indicou um barzinho e uma loja de festa há dois quarteirões dali. Fui até a loja e … as balas tinham acabado.

Restou o barzinho fuleiro, onde tinha no caixa, para dar junto com o trocado. Peguei o saco de balas que o caixa tinha - quase todo - e levei para um sorridente pai.

Chegando em São Paulo, descobrimos que a bala vende “de rodo” em uma loja de doces no centro.

Beijos,
Mafalda





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