Porque fazer humor e podcast é uma arte
































Categoria: Mona em Família


A mágica da existência humana: da concepção ao nascimento


Autor: Mafalda ~ 15 de fevereiro de 2012. Categorias: Mona em Família, Mona POP, pijamastech.

Vocês já ouviram falar do TED?  Talvez já tenham visto algum vídeo no Youtube com algum pensador(a), cientista, intelectual, político, escritor(a) falando nesta conferência que surgiu em 1984, na Califórnia, com o objetivo e missão de “Espalhar as melhores idéias” ou “Idéias que merecem ser espalhadas”.

Já assisti algumas conferências do TED, e uma que mais lembro era a de uma famosa autora de um best-seller falando sobre INSPIRAÇÃO.

Agora encontrei e trago este vídeo formidável! Para ver, admirar, pensar e se maravilhar.


O que vai na lancheira?


Autor: Phoebe ~ 15 de fevereiro de 2012. Categorias: Mona em Família.

Outro dia coloquei no twitter a minha dúvida-materna-cruel-do-dia –  o que colocar na lancheira da minha filha de 6 anos: um pacotinho de biscoito waffer ou alguns biscoitos recheados? Para mim, os dois seriam igualmente ruins, mas acabei descobrindo que a primeira opção, sabe-se lá por que cargas d´água, consegue ser ainda pior do que a segunda.

Até então eu nunca tinha me preocupado com essa questão, pois minha filha estudava em uma escolinha que fornecia todas as refeições – almoço, lanche e jantar.

A minha ideia inicialmente era mandar sempre um suco natural, uma fruta e dois sanduíches feitos com aquele pão bisnaguinha, recheados com requeijão e presunto de peito de peru.

É o lanche ideal, totalmente balanceado.

Mas como já cantaria o sábio Herbert Vianna, “a vida não é filme, você não entendeu”, e naquela correria de mandar para o banho, checar o uniforme, colocar as coisas na mochila, tirar a menina do banho, cheirar o cocuruto pra ver se lavou direito o cabelo, sentir uma ligeira nhaca, mandar de volta para o banho para lavar direito, pentear o cabelo da menina, olhar de novo a mochila pra ter certeza que ela guardou a tarefa de casa… bom, já deu pra entender, né? Nessa loucura toda, quando chega na porta do elevador você se lembra do lanche e volta correndo para catar na despensa a primeira coisa que vir pela frente.

Então as minhas dicas são para esse momento derradeiro: o que colocar na lancheira enquanto espera o elevador chegar!

1º.) Suco à base de soja

Já que é para ser industrializado, então vamos procurar as opções “menos ruins”! Aqui em casa, o suco Ades é um clássico, mais essencial do que pipoca em cinema. Os sabores preferidos pelos meus dois consumidores mirins são uva e pêssego. Morango eles toleram, mas maçã, abacaxi e laranja é melhor que nem ofereçam, pois eles não gostam. Mesmo.

2º.) Cookies integrais

Para ser bem sincera, comecei comprando aqueles cookies tradicionais, altamente engordativos e nada saudáveis, tipo Chocooky, da Nabisco (que são uma delícia, convenhamos, mas mais adequados para o final de semana). Só que a consciência pesou e pedi que meu esposo comprasse a versão integral. Ele trouxe um da Vitao, feito com farinha integral, sabor baunilha com gotas de chocolate. A minha filha levou para a escola e simplesmente amou! Aliás, só ela, não: toda vez que leva os cookies, pede para eu dar uma “reforçada” na quantidade, pois as amigas também se apaixonaram pelo biscoito e sempre dão uma beliscada no lanche dela.

3º.) Pipoca

Parece meio louco indicar pipoca para o lanche das crianças como sendo uma opção saudável, mas não é a pipoca de microondas e muito menos aquela que vende em qualquer esquina, em que geralmente a do saco amarelo é salgada e a do saco rosa, doce. Essa dica eu peguei com a minha nutricionista, que não apenas aprova o consumo como ainda prescreve como opção de lanche da tarde para nós, adultos: são as canjicas de milho da marca Okoshi. O sabor doce é feito com açúcar mascavo, e a salgada é à base de sal marinho. São deliciosas, idênticas àquelas pipocas industrializadas, mas muito mais saudáveis.

4º.) Iogurtes

Iogurte é sempre bom, ainda mais nessas versões atuais com probióticos, lactobacilos e outros nomes igualmente estranhos. Aqui em casa, como as crianças ainda são pequenas, o favorito ainda é o Danoninho (embora a gente tenha comprado mais os “genéricos”, como Batavinho, por exemplo), mas existem no mercado outras boas opções mais saudáveis. O Activia é um exemplo de iogurte saudável, gostoso e que sim, pode ser consumido normalmente por crianças de todas as idades.

5º.) Chocolate de soja

Por fim, outra sugestão da minha nutricionista: Choco Soy Pops. Só não recomendo com tanta ênfase porque acho um lanchinho meio caro – o pacote chega a custar R$ 4,00 em alguns lugares. São bolinhas de flocos de arroz cobertas com chocolate à base de soja, mas vou dizer… são deliciosas! Altamente crocantes e o chocolate é idêntico a qualquer outro do mercado. Quando estou comendo e ofereço para alguém, depois cito o fato de ser chocolate de soja só para rir da reação das pessoas, pois ninguém acredita.

E só para registrar, o ideal é a criança levar sempre mais de um item na lancheira: além do suco, uma fruta e/ou um item mais reforçado em carboidratos (cookies ou sanduíche ou pipoca etc).

Phoebe
@vi_marassi

 


Diário de Férias


Autor: Mafalda ~ 28 de janeiro de 2012. Categorias: Curtindo a Vida, Mona em Família.

Arrumando o material escolar das meninas, lembrei que sempre que se volta às aulas, a primeira coisa que os professores pedem é uma redação intitulada “Minhas Férias”. Haja criatividade para quem ficou as férias inteiras em casa.

Aqui, nós conseguimos tirar uma semana para pegar uma praia. Consultava todos os dias, uma semana antes da viagem, a previsão do tempo e lá estava o gráfico infeliz: o sol escondido atrás da nuvenzinha com chuva, às vezes com um raio junto. “Oh! Não! As crianças excitadas para sair, chega lá e chuva?! Socorro, São Pedro!” Pessoas que voltavam do litoral avisavam: “Peguei só chuva lá, boa sorte pra vocês.”

Mas captei os pensamentos positivos da minha amiga Phoebe, que é uma Poliana, e lembrei que em outros anos, na mesma época, a chuva só aparecia à tarde, e de manhã dava para aproveitar o mar e a piscina.

Então lá fomos nós de mala e cuia, para nossa pousadinha. Na pousada boa parte dos hospedes eram familias, mas tinha também os jovens. Como previsto, a chuva aparecia à tarde e de manhã corríamos para a praia.

No primeiro dia, doida para aproveitar ao máximo, queria ficar muito tempo, lagartando entre a areia e o mar. O tempo estava nublado, e por  conta disso, eu e marido nos descuidamos do protetor solar. Resultado: mormaço nos pegou, e ficamos com aquela cor linda vermelho-roxo. Posso agora dizer que existe uma nova categoria de mulher-fruta: a mulher tomate – aquela que se descuida no sol.  Há quanto tempo não me queimava assim!! Ainda bem que as crianças estavam devidamente protegidas.

Na pousada, durante a tarde chuvosa, enquanto as crianças ficavam na sala de tv vendo um dvd, eu ficava na sala ao lado, onde tinha uma mesa de bilhar e uma rede. Era um espaço apertadinho, principalmente se tivesse algum chato querendo jogar bilhar, mas não tinha. Pude deitar na rede com meu livro, e apreciar a vista das montanhas e mata atlântica.

Mas eis que aparece um grupo de umas 4 -5 garotas, que também eram hospedes. para jogar bilhar. As meninas pareciam ter uns 16 – 17 anos, mas como estavam sozinhas ali, pelo menos 18 alguma delas devia ter. Esta geração Y…. não sai da minha rede, e elas começaram a jogar ali. Mas eis que de repente quase me vêem aquele bastão na cara, já que eu estava do lado de uma caçapa.

A jovem ficou olhando pra minha cara, meio sem graça, mas do tipo: ” Ei, você está me atrapalhando. Dá para sair daí? ” E não só ela, mas o grupo.

Traduzi oralmente este clima, e ela sem graça soltou algo como um “É”. Então levantei e sai. Não escutei nenhum: “Por favor”, “Desculpa”.

Além deste grupo de meninas, que adoravam sair de noite para a balada, e voltavam de madrugada rindo e falando alto, havia também um grupo “Sex and the City” : 4 mulheres com mais de 30 – 35 anos. Vi que, em um determinado momento, ficaram olhando meu marido cuidando das crianças na piscina, e fiquei pensando se seriam solteironas, ou divorciadas, ou saiu “comasmigas” e deixou o marido em casa…. Deve ser divertido viajar com as amigas.

Voltando à praia, em um espaço ali da areia, uma rede de tv montou um lugar com duchas e palco para shows. Saíamos sempre por ali, para passar nas duchas e me divertia com os jovens contratados para animar a temporada: “Aeeê, família!! Vai ter show de não sei quem não sei quando!!”  “BELEEEÊ” – respondia, sentindo-me “a tia surfista (não Sukita, por favor)”.  E acho que aproveitaram para despejar os sacos de salgadinhos – que patrocinava os shows – na gente. Voltamos com um carregamento de salgadinhos pra casa.

Os dias correram tranquilamente, deu até pra cansar da estadia em apenas uma semana. Descansei das redes sociais – isso faz um bem, gente!!! Ah, e lembrei bastante da Eubalena: gente que levava cachorro, e várias sungas brancas desfilando na praia.

Mafalda

 

 


Sexo na mídia estimula violência contra mulher


Autor: Mafalda ~ 10 de janeiro de 2012. Categorias: Mona em Família.

Esta matéria é da BBC .

“Um estudo divulgado nesta sexta-feira afirma que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdo sexual na mídia vem reforçando a ideia da mulher como objeto de desejo e alvo de violência doméstica.

O relatório Sexualização dos Jovens, da psicóloga Linda Papadopoulos, encomendado pelo Ministério do Interior britânico, diz que os jovens estão cada vez mais expostos a conteúdo relacionado à sexualidade por meio de revistas, televisão, internet e aparelhos de celular, sem que os pais consigam controlar isso.

para ler o resto da matéria CLIQUE AQUI!

Para mim isso não é nenhuma surpresa. Preocupa-me ainda estes blogs feito pela rapaziada pregando, praticamente como uma obrigação, que uma garota deve saber e fazer os mais variados tipos de sexo que o homem queira, sendo isso sinônimo de  “antenada”, “moderna”. Alguns destes com teor bem machista.

Apesar  do link ser um estudo britânico, a violência contra a mulher é uma realidade brasileira também.

Escute o áudio da senadora Ana Rita, que relata dados de pesquisa sobre a violência contra a mulher, de novembro de 2011: AQUI!

Resumindo o começo do áudio: “A cada 2 minutos, 5 mulheres são espancadas no Brasil, em espaço público ou privado. No Estado do Espírito Santo, 10 mulheres são assassinadas por mês na região metropolitana de Vitória. Mulheres negras entre 17 e 24 anos tem 3x mais chances de serem estupradas que as mulheres brancas.”

Para somar  ao áudio da senadora, um trecho da reportagem do jornal O Estado de São Paulo:

“O estudo traz também dados inéditos sobre o que os homens pensam sobre a violência contra as mulheres. Enquanto 8% admitem já ter batido em uma mulher, 48% dizem ter um amigo ou conhecido que fizeram o mesmo e 25% têm parentes que agridem as companheiras. “Dá para deduzir que o número de homens que admitem agredir está subestimado. Afinal, metade conhece alguém que bate”

Leia a reportagem completa do Estadão – Clicando Aqui!

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER – DENUNCIE, LIGUE 180


Riley – a versão moderna e de carne e osso da Mafalda do Quino


Autor: Mafalda ~ 3 de janeiro de 2012. Categorias: Coisinhas de Mulher, Mona em Família.

A pequena Riley é a tradução real e moderna da Mafalda do Quino. Veja só que garotinha inteligente e questionadora! Vai dar trabalho para os pais. :D

Em tempo… também acho sacanagem quando existem brinquedos que são super legais para meninos, os adultos acharem que é só de meninos e que as meninas não tem interesse porque não é algo “feminino”.

Lembrei do caso da filha de uma vizinha, que tem uma coleção de dinossauros, daqueles realistas, com dentes e cara ameaçadora (e não os fofinhos da Discovery Kids. rsrs), e ela queria “Dinossauros” como tema de aniversário. A mãe não achou muito feminino o tema, e deu um jeito de mudar.

Vi o vídeo da Riley no blog “Não Acredito!


Momento Eu que fiz, posso babar!


Autor: Eubalena ~ 4 de novembro de 2011. Categorias: Cantinho das Monas, Mona em Família, Tiras.

Coró, (meu pequeno gênio de 6 anos) adora as tirinhas da Mafalda (também conhecida como Raquel Gompy) e do Flávio Soares ( A Vida com Logan). Daí que a menina passa os seus dias fazendo desenhos e tirinhas por culpa dos dois.

Como toda boa mãe babona, acho que todo mundo tem o direito de ver a obra prima de Coró.

 

Euba


Steve Jobs e sua maior criação


Autor: Mafalda ~ 8 de outubro de 2011. Categorias: Mona em Família, Mona POP.


Steve Jobs com sua filha Lisa

Este post não irá ressaltar a brilhante mente criativa de Steve Jobs , como muitos outros posts e matérias em portais já o fizeram muito bem! Mas irá falar um pouco da vida pessoal e familiar do Gênio da Apple.

Lendo algumas matérias na internet, alguns detalhes me chamaram a atenção. Detalhes valiosos que podem servir como aprendizado para nossa vida, muito mais que um ipod, ipad, iEtc.

Aos formandos de Stanford, disse Jobs: “  Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era jovem e não era casada; estava fazendo o doutorado, e decidiu que me ofereceria para adoção.“  Isso aconteceu em 1955. Será que hoje em dia a jovem doutoranda teria optado pela adoção?  Se observarmos a visão da maioria no mundo atual,  talvez a decisão da mãe de Jobs fosse outra, e o mundo não conheceria Steve Jobs, muito menos suas criações.

Curiosamente, desculpem a minha “viagem” e acredito que psicólogos também terão uma viagem parecida ou até maior que a minha, mas Steve escolheu como logo e marca de sua empresa uma Maça Mordida.  No inconsciente coletivo esta maçã mordida é o símbolo da tentação, do pecado. E Jobs era o fruto disso, um fruto rejeitado. Não sei se ele perdoou os pais biológicos por esta rejeição, mas pelo que li nos jornais, ele não quis manter proximidade e nunca encontrou-se com seu pai.

Em um trecho de uma matéria que saiu na G1 e em outros portais, sobre o relato do médico que acompanhou os últimos dias de Jobs:
“…a maior fatia de seu tempo era destinada à família. “Perguntei se ele gostava de ter filhos”, disse Ornish ao “New York Times”. “Steve disse que era 10 mil vezes melhor do que qualquer coisa que ele já tivesse feito.” “Ele não queria desperdiçar um minuto com coisas que ele não achava importante.”

Jobs, ainda novo, com 20 e poucos anos, teve uma filha chamada Lisa, que a principio ele não reconheceu e não quis conhecer.  Porém, um dos primeiros computadores que criou, batizou de Lisa. Quando a filha era adolescente, chamou-a para passar as férias com ele, e quando Lisa entrou na faculdade, passou a morar com o pai, a madrasta e seus meio-irmãos. Steve incentivou-a não só na faculdade, mas também a se tornar escritora como a tia: Mona Simpson, a irmã biológica que Jobs manteve contato e proximidade.

Para Steve Jobs, sua maior criação foram seus filhos. E não é preciso nenhum gênio para realizar isso. Os filhos também mudam nossa visão e modo de se relacionar na vida, são uma revolução pessoal. Não significa que Jobs era um paizão presente. Tanto que ele resolveu contratar um escritor para fazer sua biografia, para que os filhos o conhecessem, justamente por passar mais tempo na empresa do que em casa.

Porém, Jobs não se despediu do mundo cercado dos seus aparelhos inovadores, mas sim de sua família: aqueles que o amam e ele ama. E é isso que realmente importa, no final das contas, para alguém se sentir feliz e levar consigo o amor daqueles que sentirão falta e saudades da pessoa que ele realmente era, e não aquilo que ele fez ou deixou de fazer.


fonte da imagem: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2046031/Steve-Jobs-death-Apple-boss-tangled-family-inherit-8-3bn-fortune.html


Jobs e sua familia

 

 

 


Estudar vale a pena


Autor: Mafalda ~ 10 de agosto de 2011. Categorias: Mona em Família.

Neste país que não prioriza a educação, onde os exemplos de sucesso e fama para os jovens, que pululam na tv e na internet… e até mesmo na politica,  são de pessoas ou situações que fogem totalmente da educação séria: aquela que visa formação completa e intelectual do individuo;  a busca pelo aprendizado, seu aperfeiçoamento, e toda ação em favor da educação de jovens e crianças deve ser incentivada.

Por isso, este post é para dar uma  força para Sam Shiraishi, Aline Key e Anderson Costa, que organizaram a blogagem coletiva “estudar vale a pena“  para o dia do estudante: movimento voluntário e promovido pelo Instituto Unibanco, com vários blogueiros.  O programa do Instituto é focado no ensino médio e no combate à evasão escolar nesta fase no ensino público. Confiram no link http://www.estudarvaleapena.org.br/index.php .

Não deve partir somente de grandes empresas, mas de cada um, a começar em casa com a familia, como pais, também como profissionais,  e como cidadãos – cobrando dos nossos governantes uma melhoria de qualidade e valorização do professor.

Os “grandes” devem procurar e incentivar a pensar uma nova educação, nestes tempos de internet e do excesso de informação, muitas vezes “junk”. Devem lembrar que as novas gerações criadas com a tv, e agora a internet, tem vários problemas como ansiedade, falta de concentração, etc, gerados por estes veículos.

Enfim, o “estudar”  deve ser compreendido como uma promoção e aprimoramento das nossas capacidades e mente. A busca pelo conhecimento deve ser “sagrada”. Se os jovens entenderem isso e os educadores oferecerem “o saber” como uma das coisas mais importantes da vida, e não simplesmente como uma obrigação para passar de ano e conseguir um emprego, estaremos caminhando bem para o futuro.

Mafalda


A incrível história de sobrevivência de Immaculée


Autor: Mafalda ~ 10 de agosto de 2011. Categorias: Cantinho das Monas, Mona em Família, Mona POP, MonaCine.

Ganhei há alguns dias um livro que conta a história de Immaculée Ilibagiza, chamado “Sobrevivi para contar” .

Nunca tinha ouvido falar desta moça de Ruanda, mas já tinha ouvido falar da guerra nos anos 90, e visto umas fotos horripilantes de pessoas com facões e gente cortada em pedaços.

Na introdução do livro temos a frase de Viktor E. Frankl, M.Dl ph.D., psiquiatra e escritor, sobrevivente do holocausto da Segunda Guerra Mundial:

“Se não podemos mudar uma situação, mudar a nós mesmos se torna o desafio.”

Comecei a ler e fui envolvida e tragada para um momento terrível da história,  em especial pela situação que viveu Immaculée, em detalhes. Devorei o livro em 3 dias. É aquele tipo de livro que você não consegue parar de ler até chegar ao fim. O mesmo aconteceu com o Falcão Azul.

Nós falamos muito do holocausto dos judeus na Segunda Guerra, mas ainda falamos pouco do holocausto que ocorreu não faz muito tempo, nos anos 90, em Ruanda.

É um livro que todos, principalmente os jovens, devem ler, para mostrar como o ódio entre grupos pode cegar a razão, o bom senso,  a questão do certo e errado, além de outros valores básicos de pessoas comuns como eu, você, nossos vizinhos.

Ainda bem que ganhei o livro, pois se fosse procurar nas livrarias on-line, algumas já contam toda a história, o que perde a graça… como aquele crítico de cinema que conta o começo, meio e fim do filme.

Recomendo muito este impressionante relato de Immaculée, que conseguiu sobreviver a um genocídio que matou praticamente metade da população de seu país.

Se estiverem curiosos, há um programa do “60 minutos” sobre Ruanda e Immaculée, que pode ser visto aqui:
http://www.cbsnews.com/video/watch/?id=3004020n

Parece que já estão procurando uma atriz para fazer o filme inspirado no livro. Mas leiam o livro antes! Vale a pena.

Clique aqui para comprar o livro no Submarino

Abraços,
Mafalda

 

 

 


Alimentação saudável em viagem pelos EUA


Autor: Mafalda ~ 3 de agosto de 2011. Categorias: Curtindo a Vida, Mona em Família.

Oi gente,

Como estão todos aí? Espero que todos saudáveis!
E por falar em saúde e green, uma tendência que também já chegou aí no Brasil, quero apresentar para vocês um supermercado super bacana aqui em Orlando, mas que também pode ser encontrado em outros vários estados dos EUA e até no Canadá e Inglaterra.

Eu adoro o Whole Foods Market! Lá você encontra todos os tipos de alimentos que você imaginar, mas orgânicos, ou seja alimentos que não tem pesticidas, ou hormônios. Uma ótima dica, para quem está vindo para cá e, de repente, sentiu vontade de tomar uma sopinha, no meio de tanto sanduíche e pizza. Pois lá, você vai ter sopas de carne e até de frutos do mar.

Deu vontade de uma noite a dois, com direito a queijos e vinhos? Lá também tem!
Bateu aquela gripezinha, de quem vem de fora e não está acostumado com o clima? Mel de tudo quanto é jeito… com um limãozinho é tiro e queda!

Chocolates, confeitaria, sushi e até flores estarão à disposição de vocês. Ah! Nada de refri, heim? Lá só tem sucos e bebidas saudáveis. E faz parte da política deles cuidar do meio ambiente. As sacolas, pratinhos e bandejas para alimentação, sim a gente pode comer lá, são de material reciclável.

Vale a pena uma visitinha!





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