Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Diário de casamento – O tão sonhado dia


Autor: Mafalda ~ 15 de maio de 2011. Categorias: Mona em Família.

Foi o dia mais feliz da minha vida e acredito que o do Jônatas também. Mas o meu dia não começou muito bem, pois eu passei o dia anterior com febre e ainda tive um resquício dessa febre na manhã do meu casamento. Tomei um remédio e levei dentro da minha bolsa, caso necessário durante o dia, mas graças a Deus, não precisei mais.

Quando deu 12:40hs saí da minha casa para o salão de beleza começar a me arrumar, fiz as unhas, maquiagem e depois o cabelo. Cheguei lá tão ansiosa e com medo da minha febre voltar, que prepararam um chá de maracujá, maravilhoso, para me acalmar. E quando coloquei o vestido de noiva com ajuda das assistentes do salão me vesti rapidamente. Senti-me como uma celebridade, pois funcionários iam até a sala reservada para ver como fiquei. E detalhe, fui muito bem tratada por todos no salão de beleza. Ver o texto completo »


Diário de casamento – Chá de Panela


Autor: Eubalena ~ 24 de novembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Neste mês, dia 20, realizamos o nosso chá de panelas, um pouco antecipado devido às festividades posteriores. O recomendado é fazer o chá de panelas faltando 1 mês para o casamento, pode ser feito com o casal ou apenas a noiva, nós optamos por fazer o casal.

Primeiro tentamos definir a lista de convidados,  já que não tem necessidade de chamar todos que vão ao casamento, depois o local que vamos fazer a festa e deixar uma lista de presentes em algumas lojas. Você também pode sugerir o que quer ganhar para cada convidado no convite, não é deselegante.

Eu e Jônatas deixamos listas de presentes em 3 lojas, para os convidados terem uma opção maior e verem o que realmente necessitamos, e com isso, facilitando a troca dos presentes, caso haja algo repetido, sem dor de cabeça.

Uma amiga minha ajudou a montar o convite pelo word mesmo, achamos uma foto legal, digitamos os dizeres tradicionais de um convite, coloquei o nome das lojas que estavam a lista de presentes. Depois comprei um papel bonito, um pouco enrugado, convite em lilás, fechei com a foto do convite no tamanho de selos e pronto. Saiu a minha cara.

A comida foi fácil para nós, com uma mãe mineira e disposta a preparar foi moleza. Servimos pães, pasta de beringela, salgadinhos variados, pernil fatiado com cebola refogada, carne bovina cozida fatiada com cebola refogada. Para beber foi servido, refrigerante e sucos. O bolo que ganhamos da doceira Marina, todo enfeitado com utensílios de cozinha, a coisa mais fofa e mais gostosa que já comi. Usamos descartáveis, mais prático para a faxina final.

Ganhamos muitos presentes, recebemos amigos muito queridos e pagamos um pouco de mico. Dois padrinhos do lado do Jônatas chamaram a atenção para fazer uma brincadeira, pedindo para uma pessoa de cada lado contar um fato engraçado ou como nos conhecemos, depois eles pediram para nossos pais falarem como conheceram os futuros nora e genro. Depois um padrinho de cada lado contou um mico nosso ou momento marcante.

Fizemos mais uma reuniãozinha para amigos, no fim das contas. Mas amei cada momento. Não parei um minuto se quer, ajudando a repor a mesa, cumprimentando amigos e fazendo sala um pouco com cada convidado.

Já as lembrancinhas, o que não é obrigatório, fizemos um cartão em agradecimento pelo comparecimento e colaboração da montagem da nossa casa e fiz lacinhos para colar em colheres de açucareiro, feitas de madeira. Fez o maior sucesso. Teve até disputa por esta colher.

Toda festa dá um certo trabalho, pirei porque achei que não daria tempo para preparar tudo, mas no final deu tudo certo.

Qualquer festa que você fizer ficará legal, basta um pouco de criatividade e disposição para os preparativos. Aprendi que o simples agrada muito mais que o chique e caro.

Áurea – A Noiva.


Diário de casamento – Vestido de Noiva


Autor: Eubalena ~ 21 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Qual é a mulher que não sonha em entrar na igreja com o vestido dos seus sonhos? Acredito que todas, pois sou uma delas que vivia sonhando como seria o meu vestido.

Bom, vou contar um pouco da história do vestido de noiva que começa na época bíblica onde os noivos eram preparados com banhos especiais e óleos aromáticos, sem detalhes das vestimentas.

Já na Roma civilizada, as noivas usavam uma túnica branca e se envolviam com um véu de linho bem delicado na cor púrpura. Nos cabelos, as jovens arrumavam com tranças e o enfeitavam com flores.


Quadro “A Noiva Judia” de Esther Bedecked

Na época bizantina, o vestido de noiva passou a ser voltado à elegância. As noivas casavam com seda vermelha bordada em ouro e as tranças no cabelo também eram feitas com ouro, simbolizando o poder. Na Idade Média, o cristianismo no Ocidente trouxe os costumes matrimoniais. O vestido de noiva surgiu nesse período com a função de apresentar à comunidade as posses da família da moça. (Informações tiradas do site www.jornaldaorla.com.br)

O vestido branco começou a ser usado em casamentos depois que a Rainha Victoria da Inglaterra usou em seu casamento com o Príncipe Albert um vestido branco. Após a divulgação de fotos, algumas mulheres passaram a usar esta cor para homenagear sua rainha e acabou virando tradição. (informações tiradas do site Portal da Noiva)

Há aqueles que dizem que o vestido branco simboliza a pureza, a virgindade, mas não que seja uma regra. Há noivas que optam por fugir do tradicional e escolhem usar uma cor diferente como o marfim, bege, champanhe, até mesmo as cores mais fortes como o vermelho e preto. Obviamente que o modelo e a cor vão do gosto de cada uma.

Já o meu vestido aluguel em uma loja, a qual recebeu quatro indicações, pois possui modelos lindos, modernos e diferenciados. A loja leva o nome da estilista, Maria Virgínia, uma mineira de Belo Horizonte que se encantou com Brasília e se estabeleceu aqui, para minha alegria, sempre preocupada com cada detalhe e a atender o tão sonhado vestido para as noivas, cujo lema é: “Seu sonho levado a sério”, levou-me a confiar mais ainda. Faz vestidos para todos os gostos, com renda, bordados, rendas e bordados, confeccionam sapatos, bolsas, vestidos para daminhas, mães e madrinhas.

Marquei um dia e hora para experimentar os vestidos e quem sabe encontrar o meu. Infelizmente não fui atendida pela Maria Virgínia e sim por uma de suas assistentes, que me atendeu super bem. Perguntou-me qual modelo eu tinha em mente, do que eu gostava e eu disse que de tudo, desde os bordados até as rendas. Olhei alguns modelos e fui logo vestindo. Como sou precavida, levei o sapato que vou usar no casamento e os brincos que ganhei de presente para ver se o vestido combinava com tudo. Vesti uns quatro modelos belíssimos, mas os achei muito pesados e minha mãe não achou que fosse a minha cara, mesmo ficando lindíssimos.

A assistente trouxe mais quatro vestidos para eu ver, e no quinto vestido encontrei o que seria o meu sonho, até mesmo melhor. Senti-me linda, descrevia toda minha personalidade, já imaginava chegando à igreja e o noivo olhando admirado por tamanha beleza, risos. No instante que colocamos o véu e a grinalda para vermos o conjunto completo, tornou se mais perfeito, e neste momento, tive a honra de conhecer a Maria Virgínia, que me disse que aquele modelo ela fez para mulheres exatamente como eu, magras e pequenas. Fiquei tão feliz que pedi a minha mãe para chamar o meu pai para a ultima opinião, e quando ele abriu a porta e me viu ficou olhando e admirando.

Isso foi o suficiente para eu escolher o vestido, só faltava ver o custo. Meu pai perguntou se era aquele vestido que eu realmente queria e disse que não teria problemas, pois poderíamos fechar o contrato. Saí de lá tão feliz, na primeira loja que fui já encontrei o vestido.

Não contarei os detalhes do modelo que escolhi, por um motivo muito bom, risos, não quero estragar a surpresa para o noivo, mas, prometo postar uma foto no site depois do casamento.

Uma amiga que irá casar em outubro me disse que alugou o dela lá também, e que antes de decidir andou por Brasília inteira e que nenhum deles a fez sentir bem como o que ela experimentou na Maria Virgínia. Quando ela vestiu novamente disse que sentiu um arrepio, deu frio na barriga e que não teria jeito de ser outro a não ser aquele mesmo. Acho que é bem por aí, na escolha do seu vestido você tem que se sentir bem, sentir uma felicidade extrema. Ouvir opiniões é bom, mas de alguém que você confia e tenha bom senso, no meu caso eu levei a minha mãe.

Para quem se interessou pela estilista, dê uma passadinha no site dela e veja alguns modelos lindos no http://www.mariavirginia.com.br/. Para mim, valeu muito a pena.

Áurea – A Noiva


Diário de Casamento – A MARCAÇÃO DA IGREJA


Autor: Eubalena ~ 21 de junho de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

noivinhos festa junina
Coró e seu amigão Isaac em homenagem junina ao casal Jônatas e Áurea!

Hoje falarei sobre o item mais importante da maratona que é organizar um casamento, isso se você quiser casar no religioso e não apenas no civil. Midori e eu, como somos católicos, vamos casar na igreja e percebemos que a marcação do dia pode ser um problema.

Primeiro você tem que escolher a igreja, o que pra algumas noivas indecisas pode levar um tempo, mas no nosso caso fui eu mesmo quem escolhi a igreja, pois foi nela em que eu pedia todas as quintas (prefiro ir nos dias vazios) para passar em um concurso e depois arranjar uma noiva bem humorada e fiel. Como mulher fiel está em falta no mercado, eu achei que passaria primeiro no concurso e depois apareceria a noiva na minha vida. Bom acho que Deus resolveu inverter a ordem da coisa e acabei conhecendo a Midori logo depois, por isso quero casar lá.

Com a igreja definida faltava marcar o grande dia e mais uma vez eu decidi que seria legal dia 3 de fevereiro de 2011, quando fazemos 3 anos de namoro e como dia 3 não cai em um sábado faríamos dia 5. Claro que a escolha do dia foi discutida com a noiva, mas ela é uma pessoa bem indecisa sabe….

Mas o problemas mesmo ocorreu quando fomos na igreja, muito felizes, marcar a data e a secretária da igreja nos disse que nessa igreja, como não há uma grande procura para casamentos, eles só abrem a agenda do ano que vem a partir do dia 1 de junho! Isso não só nos deixou apreensivos bem como as nossas família também, pois deste modo até o dia 1 de junho não poderíamos saber com certeza em que dia iríamos casar e como contrataríamos as milhares de empresas que fazem do casamento a evento que ele é sem saber exatamente o dia em que íamos casar?

Como dizem os americanos “Shit Happens!” e bem que corremos o risco de alguém aparecer mais cedo que nós no dia primeiro e marcar no dia em que queremos casar, pois esta igreja também só faz um casamento por noite. E não foi exatamente isso que aconteceu?!? No dia 1 de junho apareceu uma pessoa na igreja as 6 de la matina pra marcar no dia em que queríamos casar!

Bom, o resultado foi que vamos casar no dia anterior ao esperado, numa sexta-feira, mas isso não irá atrapalhar toda a felicidade e animação que o momento propicia a todo, principalmente aos noivos.

Pelo menos agora podemos marcar com o Buffet, os cerimonial e com toda a variedade de empresas que ainda vamos contratar com dia certo e ainda falaremos sobre isso nos próximas semanas. Não percam!

P.S.: DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O CASAMENTO NO RELIGIOSO COM EFEITO CIVIL:

- Certidão de Batismo para fins matrimoniais (atente-se a validade de 6 meses);
- Comprovante de Residência dos Noivos;
- Cópia da Identidade;
- Comprovante do Curso de Noivos (que tem validade de 1 ano);
- Habilitação Civil (caso o casamento seja religioso com efeito civil);
- Cópia da Certidão do Casamento no Civil (apenas para os noivos já casados no civil);
- Efetuar os Proclamas. Obs.: Se os nubentes forem de uma mesma Paróquia, efetua-se apenas um Proclama, senão, efetua-se um Proclamas em cada paróquia;
- Duas testemunhas maiores de 21 anos (não podem ser os pais).

É importante lembrar que, de acordo com o Novo Código Civil, também é possível se casar primeiro no religioso e depois registrar o mesmo no civil.
Para isso, é necessário que os noivos compareçam ao cartório, juntamente com as 2 testemunhas (após a cerimônia religiosa) com os documentos habituais (Certidões e R.G.), o Requerimento de Religioso com Efeito civil e o Termo de Religioso com Efeito civil, feito pela igreja, já com a firma reconhecida do Celebrante (que realizou a cerimônia religiosa) e dar entrada nos papéis de casamento no cartório.
Após 16 dias, em média, os noivos ou outras pessoas designada por eles, deve comparecer ao cartório e retirar a certidão de casamento civil.

Jônatas – O Noivo


Diário de Casamento: O Chá de Lingerie


Autor: Eubalena ~ 1 de junho de 2010. Categorias: Mona em Família.

Outra novidade que está virando moda no ramo casamenteiro é o Chá de depravadas… Quer dizer…. De Lingerie! Para aquelas noivas que já tem todos os utensílios de que precisam em casa ou querendo mesmo é meter o pé na jaca é uma ótima pedida.

É um encontro despojado onde somente é permitida a entrada de mulheres (e o noivo fica na porta se quiser) em que a noiva ganha um monte daquelas lingeries bem carinhas. Esse evento pode ser organizado pela própria noiva ou mesmo pela madrinha dela e pode ser feito em uma loja especializada ou até mesmo em um motel, que também é conhecido como Chá de Motel.

Esses chás são normalmente feitos nos finais de semana entre as 16 e 20 horas e são servidos apenas petiscos que lembram romance como docinhos em forma de coração, mas nada muito pesado, mesmo porque a noiva e as amigas dela devem estar com as mãos BEM OCUPADAS nessa hora…

As noivas que mandarem convites para o evento, devem escolher modelos elegantes e sensuais, com foto ou ilustrações que já poderão dar uma idéia de como será a “festinha”. Eu sei que rolam também altas brincadeiras como vendar a noiva e pedir para ela adivinhar qual é a lingerie que ela ganhou e se ela errar tem que pagar um mico como fazer uma declaração de amor à sogra, tentar colocar a caneta na garrafa (eu nem quero imaginar o que é isso!), vestir um vestido de noiva de papel higiênico e mais o que as mentes pervertidas das amigas da noiva inventarem na hora.

Para mim essa idéia surgiu da inveja das mulheres da mais do que famosa despedida de solteiro dos homens. Tanto que em alguns casos essas “chás” contam com “profissionais” que são bem animados, (If you know what I mean) e fazem strip teases e até dão aulas disso para a noiva e suas amigas.

O importante é combinar com a sua noiva para que ambos tenham o mesmo direito de se divertir e, se ela for querer homens bombadões de tanguinha no evento, nós também temos o direito de ir num bar de strip receber lap dances de presente dos padrinhos, coisa que vai durar na sua mente tanto quanto uma lingerie dura na noiva.

P.S.: Para quem mora em Brasília nós recomendamos a loja Santa Ousadia que fica na SHCS 302/303 Sul loja 136 do Shopping Fashon Mall e o telefone é (61) 3226-3025

Jônatas – O Noivo


Diário de casamento – Noivinhos de Biscuit


Autor: Mafalda ~ 12 de maio de 2010. Categorias: Mona em Família.

Como eu comentei com vocês na coluna, tenho a sorte de já ter conseguido o topo de bolo e os portas guardanapos feitos em biscuit de presente de casamento. Por incrível que pareça são produtos singelos, mas de um talento natural e que tem feito muito sucesso no ramo de casamentos.

Hoje em dia é moda fazer topo de bolo em biscuit no mundo inteiro, uma lembrança personalizada para a noiva guardar para sempre. E os preços variam muito, dependendo da artesã e o grau de dificuldade para realizá-lo.

Nesse ramo possui vários estilos, os de cabeça redonda, com o rosto caracterizado, vestidos todo em biscuit, outros com o tecido imitando o da noiva em cima da massa, e assim vai, depende muito da criatividade da artesã. Uma novidade nessa área são os cabelos feitos com linha, deixando assim mais parecido com os noivos. O fascinante são os detalhes que cada artesã dá ao seu trabalho, como o detalhe do brinco, do olhar, dos pés, tudo como a noiva desejar.

Minha cunhada já está nesse ramo a quase 3 anos e na graça de Deus tem feito muito sucesso. Ela fará nosso topo de bolo e nos perguntou o que gostaríamos que ela fizesse. Vamos ver no que vai dar, e sei que ficará ótimo. A cada noivinho que ela faz fica melhor, sempre buscando se atualizar nessa área e sempre tentando coisas novas para diferenciar seu trabalho. Uma vez ela me mostrou uma noiva que iria se casar com um bombeiro e queria que o vestido dela estivesse pegando fogo, e me contou que foi um desafio fazer as chamas, mas ela conseguiu e ficou perfeito.

A Noemi (minha cunhada) aceita até encomenda de fora de Brasília. Uma vez ela mandou uma noiva sentada em uma vaca com o notebook nas mãos e o noivo puxando a vaquinha, muito lindo e criativo, essa encomenda foi direto para Goiânia e todos amaram o topo de bolo dela. Se alguém interessar segue o cartão de visita para contato.

noivinhos de bolo

Já a minha irmã (Alda Mieko) começou neste ramo faz pouco tempo e tem feito algumas encomendas lindas. Ela fará para mim os portas-guardanapos em biscuit, que além de segurarem os guardanapos também servirá de lembrança para os convidados. Ela também faz noivinhos, enfeites para aniversários infantis, lembrancinhas. E está aceitando encomendas, contato anjo_mieko@pop.com.br ou entrem no orkut e procurem por Alda Mieko e vejam as fotos do álbum. Segue uma amostra do trabalho dela.

casal biscuit

O legal do biscuit é que você pode usar onde quiser até mesmo no buquê da noiva, é só usar a criatividade.
É o tipo de artesanato que está ganhando força e tem espaço para quem quiser entrar.
Espero que tenham gostado da sugestão e das amostras.

Áurea – a noiva.


Diário de Casamento:UMA CAMINHADA


Autor: Eubalena ~ 5 de abril de 2010. Categorias: Mona em Família.

Casal caminhando

Este texto conta fatos acontecidos antes do noivado.

Depois do pedido de namoro relâmpago passamos por um tempo de dúvidas. Eu como sempre gostei muito de dançar, continuei saindo para dançar salsa e forró mesmo sem a namorada nova. E numa dessas saídas encontrei um dos meus melhores amigos e conversamos sobre o namoro novo e pude discutir minhas dúvidas com ele sobre se valia a pena mesmo continuar esta loucura. (hoje não acho loucura.)

Acontece que eu tinha alguns preconceitos bobos, mas resolvi continuar pra ver no que dava. Na verdade no dia em que eu estava mais em dúvida ela acabou me fisgando mesmo com sua doçura e sorriso sempre aberto bem característico dela.

Para vocês terem uma idéia de como ela ri, se resolverem ligar para ela, acho que ela vai ficar metade do tempo da ligação rindo. É uma das coisas que mais me chamou a atenção nela, esse bom humor sempre presente.

Após esse início meio conturbado, aconteceu um fato interessante, propiciado novamente pelo Orkut. Mesmo antes de namorar já havíamos percebido que tínhamos alguns amigos em comum, pois isso aparece no Orkut, e uma amiga minha que conheço desde que me entendo por gente, que é muito amiga dela também (isso acontece muito em Brasília) mandou um scrap para Áurea falando que não acreditava que ela estava namorando comigo. Mais uma vez com certo receio, minha namorada na época, ficou super curiosa (isso acontece muito com mulheres!) e quis saber logo porque do scrap misterioso. Ainda bem que ela só falou coisa boa de mim, além do fato de eu ser super tímido antigamente.

Dias depois pudemos encontrar com os pais dessa amiga em uma festa juntamente com a minha sogra, que ainda estava meio desconfiada comigo, e a minha tia (mãe da amiga em comum) falou suuuper bem de mim, o que creio deixou os sogrinhos mais aliviados.

Fora o desgosto dela por azeitona e cogumelos (que eu gosto muito) fomos percebendo que temos muito em comum. Como por exemplo, gostamos de vídeo-game, carros e futebol, é…. isso mesmo! Achei uma namorada que adora jogar vídeo-game e até assiste aos jogos do meu time do coração (e torce pra ele), mesmo torcendo pra um timinho aí que nem vale à pena comentar qual é.

Claro que houve algumas poucas brigas e trabalhos de convencimento de ambas as partes, como quando eu a convenci a me deixar sair pra dançar forró sem ela e o dela de me convencer a ficar os finais de semana todinhos na casa dela! Mas isso são coisas que servem pra ajustar o relacionamento.

Também tive o prazer de ter todo o apoio possível por parte dela em momentos bem difíceis da minha vida, numa época de desemprego e em vezes que ninguém acreditava que eu iria passar em um concurso para melhorar de vida (no qual eu passei sim) e ela sempre esteve lá para me apoiar.

Por essas e outras, nesses dois anos de namoro, antes do noivado, pude ir conhecendo mais a maravilhosa pessoa que a Áurea é, e também perceber que desta vez eu dei sorte mesmo, pois ela é tudo que eu pedi, literalmente, para Deus e muito mais.

Jônatas


Diário de Casamento: O NOIVADO – Com a palavra, o noivo!


Autor: Eubalena ~ 22 de março de 2010. Categorias: Mona em Família.

Eu confesso que já até havia cogitado casar quando em outro relacionamento, mas nunca tive certeza. No entanto, com a Áurea, eu sempre tive certeza que seríamos namorados e que iríamos casar desde as primeiras semanas.

Durante os nossos dois anos de namoro, toda vez que passávamos em frete a uma loja de jóias, a Áurea sempre era imediatamente atraída para a vitrine da mesma como se tivesse sido puxada por um forte imã e eu não conseguia tirá-la de lá até ela ver todo o mostruário. Então, como se diz no ditado “quando não consegue vencê-la, junte-se a ela” eu resolvi também olhar os anéis e colares juntamente com ela e foi numa dessas olhadas que vi um anel muito bonito com o símbolo do amor em japonês encravado nele, o qual imediatamente identifiquei, pois sou super fã de Naruto (Aparece esse símbolo bastante no anime) e não porque sei japonês, apesar de gostar muito da língua.

Passado mais um tempo e de tanto passar nessa loja e babar nesse anel juntamente com o amor de minha vida, decidimos que ele seria a nossa aliança, pois ela é descendente de japoneses e eu gostei muito mesmo do anel. Mas foi depois de eu ter sido chamado para tomar posse em um órgão que tiver de comprar as alianças mesmo, pois havia prometido à futura noiva que iríamos casar quando eu passasse em um concurso.

Dito e feito! Encomendamos as alianças, marcamos o noivado para um mês depois da compra e convidamos a família e os melhores amigos que, em sua maioria, iriam ficar sabendo que seriam nossos padrinhos só na hora mesmo. Fizemos questão de lembrar a todos várias vezes para não faltarem ao evento, pois queríamos dar a notícia a todos de uma vez, só que não contávamos com um imprevisto.

Acontece que a loja de jóias só poderia entregar as alianças personalizadas um mês depois da compra, o que nos deixou bem aflitos (mais a ela do a mim), pois poderíamos não recebê-las a tempo para o noivado. Pois bem, na semana do noivado não é que as alianças ainda não haviam chegado de São Paulo, onde foram confeccionadas? Nesse momento vocês mulheres, podem até imaginar a aflição da quase noiva,né? Era toda hora ligando na loja pra saber se as alianças já tinham chegado, tanto que a vendedora já tinha até separado um par de alianças do nosso tamanho (se bem que do tamanho da dela ninguém tem!) para não fazer feio perante a família e amigos.

Felizmente, depois de muita espera na véspera do noivado recebemos a ligação da loja para irmos pegá-las. Foi muito bom ver o sorrisão dela de felicidade quando chegamos lá e finalmente experimentamos as tão esperadas alianças.

A partir daí foi tudo tranquilo, para ela, pois eu não sabia que teria que fazer um discurso convincente no momento da troca de alianças e tive que improvisar na hora contando um pouco do que contei até aqui para vocês e até brinquei com o inacreditável tamanho oito do dedo dela.

Pelo visto todos gostaram, pois muitos ainda emendaram o meu discurso avisando que a vida de casados não é nada fácil, mas nos desejando muitas felicidades na maior jornada de nossas vidas.

Jônatas


DIÁRIO DE CASAMENTO – “O Namoro”


Autor: Eubalena ~ 17 de março de 2010. Categorias: Mona em Família.

Namorados

Vou contar lhes agora, resumidamente, o que aconteceu durante o namoro até o dia do nosso noivado.

Bom, durante o namoro foi um pouco conturbado, eu não queria apresentar aos meus pais o Jônatas e nem queria dizer que estava namorando porque não tinha certeza se daria realmente certo. Então tinha que inventar desculpas para encontrá-lo.

Uma semana depois do pedido de namoro pensei em terminar, achando que ele não tinha nada a ver comigo, que nossos gostos eram totalmente diferentes e que não me sentia bem por não contar aos meus pais, mas pensei e falei com Deus: “seja o que o Senhor quer. Se for para o meu bem, ajude-me a cultivar e conquistar esse amor, senão, por favor, mostre-me para não magoar-me mais”. E graças a Deus mostrou-me que ele é o homem da minha vida.

Chegou ao ponto que meu pai não deixou que eu saísse com o Jônatas para dançar com medo de que algo acontecesse comigo, fiquei tão chateada com aquilo que chorei de raiva. Depois de um tempo e de muita conversa com o Jônatas concordamos que eu contaria a meus pais sobre o nosso namoro. Sentei-me com meus pais no quarto e contei. Falei como Jônatas era uma pessoa bacana e que um dia iria apresentar lhes. No dia seguinte, combinei encontrar o Jônatas no shopping e meus pais foram para conhecê-lo, (detalhe: não contei ao Jônatas que ira apresentar meus pais a ele), quando nos encontramos apresentei-os.

Pense no clima chato que ficou, porque eu não contei a ele antes para preparar o espírito. Mas deu certo, graças a Deus. Minha mãe sempre ligava para saber meus passos (coisas de mãe) até pouco tempo antes do noivado. Foi muito difícil, mas vencermos essa fase.

Um belo dia recebi um scrap de uma amiga que me perguntava se o meu namorado era realmente o Jônatas. Fiquei desesperada, achando que ela tinha uma bomba para contar sobre ele. E para minha surpresa e alívio, descobri que a família dela e amicíssima da família dele, assim como é da minha também, veio em minha mente: “Ufa! Essa passou perto”. Depois que meus pais souberam que a família dele conhecia a família dessa amiga, relaxaram um pouco mais.

E o dia que conheci minha sogra. Nossa! Que medo dela não gostar de mim (acho que toda mulher passa por isso), de que eu não seria a mulher certa para o filho, tudo mais. Mas para a minha sorte deu tudo certo, nos afeiçoamos de cara. Passou-se um tempo, conheci meu sogro. Não fiquei tão preocupada como fiquei com minha sogra, porém ela já havia conquistado.

Depois de um ano e meio de namoro começamos a cogitar ficarmos noivos. Já olhando as alianças para o noivado, decidindo quem seriam os padrinhos do casamento e tudo mais.

Como sou apressadinha, os padrinhos já estavam definidos pela minha parte.  Só faltava o noivo conseguir um emprego fixo, vida de nutricionista em Brasília não é fácil. Com a convocação do Jônatas a apresentar-se no Ministério para fazer parte do quadro de funcionários e eu com meu emprego daria para levar a diante. Conversamos com nossas famílias, para anunciar que ficaríamos noivos em setembro de 2009, sem data prevista, pois aguardávamos a chegada dos meus sogros da cidade onde residem. Como dia 06/09/2009 tinha um casamento para ir e dia 07/09/2009 os sogros já estariam pegando a estrada cedo, marcamos o noivado para o dia 05/09/2009, chamamos os padrinhos e amigos mais chegados para a ocasião. Foi o momento mais feliz da minha vida, até o momento. Na hora do pedido ficamos um pouco perdidos, pois não havíamos planejado nada, mas valeu a pena. Todos falaram um pouco, meus pais, os pais dele, alguns padrinhos, fiz uma força danada para não chorar de emoção. Ouvir o apoio e o carinho que todos tinham com a gente, foi maravilhoso.

Desde o começo do namoro sempre deixei claro que o casamento não é apenas flores e que também teríamos que enfrentar tempestades (assim como enfrentamos até hoje), mas caberá a nós unirmos para superá-las. Somos criados diferentes, temos manias e jeitos diferentes de pensar e resolver algo, mesmo com tantas diferenças, conseguimos encontrar nossa igualdade.

Confesso que não sou muito de conversar, expor o que sinto ou esteja pensando (na maioria das vezes, coisas ruins), meu lado oriental faz com que pensemos melhor antes de falar e às vezes guardamos da pessoa e assim ela nunca saber. E o Jônatas tem esse lado bom, sempre me incentiva a falar o que penso, mesmo não querendo, e no fim das contas sempre entramos em um consenso. Brigas? Sempre temos e sempre tentamos resolver sem ter que lavar a roupa suja na frente dos outros. E quem não briga hoje? Só não podemos deixar extrapolar, deixar o desrespeito tomar conta de tudo. Tenho aprendido muito com ele e sei que ele também tem aprendido comigo.

Acho que casamento é isso, a cumplicidade, o respeito mútuo, o batalhar para construirmos uma família descente, entender a opinião do outro, passar por dificuldades e conseguir achar uma solução juntos. Como uma das madrinhas disse no meu noivado: “É comer um saco de sal juntos todos os dias, difícil no começo, mas você acostuma e encontra outras maneiras diferentes de saborear o sal, mas sempre juntos.” É bem por aí. Graças a Deus, temos dois casais como exemplo de um casamento em nossas vidas, nossos pais. E são neles que buscamos espelhar.

Áurea Midori, a noiva


Diário de Casamento: ERA PRA SER ASSIM


Autor: Eubalena ~ 9 de março de 2010. Categorias: Mona em Família.

diario de casamento

No final de 2008, depois de ter passado por inúmeras decepções com as mulheres, decidi procurar uma que fosse boa para namorar e também católica, pois sou católico e já tive namorada que não seguia esta religião e não queria casar, o que era meu objetivo futuro…

Contudo, imaginei, como faria para saber se uma moça bonita era católica sem chegar e perguntar a ela, o que seria bem estranho pra primeira vez que você conhece alguém, né? Foi aí que me surgiu a ideia de procurar uma namorada no Orkut, pois usando o filtro que tinha na época, eu conseguiria sabem quem era solteira, católica e de Brasília numa procura simples. O resultado dessa procura, como vocês podem imaginar foi enorme, mas uma das fotos me chamou a atenção. Era uma japonesinha que estava sorrindo em todas as fotos (um sorriso lindo aliás) e que tinha duas fotos bem interessantes, mas uma delas não dava para perceber onde era.

Como não tinha nada a perder, comecei a conversar com ela no Orkut e já pedi o MSN podermos conversar melhor. Depois de muita conversa ainda estava curioso sobre a tatuagem de golfinho que aparecia no Orkut mas que não dava para perceber onde era e resolvi perguntar onde ficava. Foi quando ela disse: “você está muito interessado no meu golfinho, hein!” e eu não deixei a oportunidade passar e disse: “Não é no golfinho que estou interessado e sim em você!”. A partir daí acho que ela gostou do galanteio e combinamos de ir à um shopping bem movimentado aqui de Brasília.

Como a gente sempre vê na TV que pessoas que se aventuram em encontros com pessoas estranhas que conheceram na internet acabam se dando mal, ela resolveu levar a irmã dela e uma amiga, ainda por cima, para garantir sua segurança. Como eu ainda não tinha almoçado, mas ela sim, resolvemos ir todos ao Burguer King e a irmã e a amiga depois de me analisarem bem, resolveram passear no shopping e me deixar a sós com minha futura namorada. Aliás, eu já tinha dito a ela que ela seria minha namorada mas acho que ela não estava confiando em minha previsão ainda.

Como ela é baixinha, estava usando um salto enorme para tentar ficar mais bonita, o que ela não sabia era que eu gosto mesmo é das baixinhas. A conversa foi bem legal, mas no meio do Burguer King é difícil pintar um clima romântico, né? Então, depois de conversarmos e eu ter almoçado, fomos ao encontro da irmã e sua amiga. Chegando numa loja e pressentindo que o encontro estava a beira de ser um fracasso, a chamei para fora da loja para me despedir e dei um beijão nela.

Acho que deveria ter feito isso mesmo, pois ela gostou e no outro dia fomos ao cinema. Assistimos O Caçador de Pipas, que não é um filme muito romântico mas é bem interessante. Depois de ver o filme e comer (dessa vez ela comeu também), fomos para casa dela e ficamos parados dentro do carro, em frente ao portão da casa, com uns 10 cachorros olhando e latindo. Após a festa canina, ela deitou-se no meu colo e num momento romântico eu resolvi pedi-la em namoro e ela aceitou meio surpresa por tudo ter acontecido tão rápido.

Jonatas





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