Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Monacast 116 – O Casamento


Autor: Mafalda ~ 12 de junho de 2012. Categorias: podcasts.

Neste Podcast, Mafalda , Eubalena , Phoebe conversam com o casal Jônatas e Áurea Midori sobre “O Casamento”.
A Áurea e o Jonatas foram nossos colunistas aqui na Monalisa, e escreveram,  durante um ano, sobre os preparativos do seu Casamento na seção “Mona em Família”.  O último post deles, você pode conferir neste link: “O tão sonhado dia.”

Mas este Monacast não será sobre os preparativos do casamento, mas sim sobre O Casamento em si. Qual a visão que se tem do casamento quando jovem, e depois que casa? E como esta visão amadurece depois de alguns anos de casado. Por que hoje há tantos divórcios? As pessoas não acreditam mais no “Casamento para sempre” ?  Também teremos uma pausa no papo sério para falar dos “Casamentos FAIL das celebridades” e outras coisas divertidas relacionadas ao tema. :)

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o filósofo Luiz Pondé fala aquilo que comentei (e penso) sobre o fim do casamento e a quantidade de divórcios em nossos dias. Palestra muito interessante que vale a pena conferir. (Vi este vídeo bem depois que gravei e editei este Monacast, senão teria comentado no cast também.

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Diário de Casamento: A Roupa do Noivo


Autor: Eubalena ~ 14 de dezembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

A roupa do noivo também é uma peça muito importante no casamento. Imaginem se o noivo aparece só de cueca de crochê, chinelinho, blazer verde limão com ombreiras estilo anos 80 e balançando sua velha pochete, como o cara da propaganda de cerveja no churrasco?

Eu fico falando para a minha noiva que vou aparecer assim só para ver a reação dela, claro. Mesmo porque não é só ela que ia ter um enfarte numa situação dessas e acho que nem poderia entrar na igreja assim.
Brincadeiras à parte, chegou a minha vez de escolher a minha roupa para meu casamento e como a noiva não me deixou ver o vestido dela eu também não a deixei ver a minha roupa, que, aliás, não será uma roupa qualquer.

Felizmente eu tive a ajuda da minha mãe que já realizou os casamentos dos meus irmãos e fomos, eu e ela, à loja que ela me recomendou. Chagando lá pensei que seria uma tarefa árdua, já que a loja estava bem cheia, mas fui muito bem recebido pela simpática atendente que logo já foi nos mostrando todos os modelos de roupas que eles tem para alugar.

No começo fiquei meio na dúvida com tantos modelos legais, mas quando ela me mostrou um modelo que lembra uma roupa oriental, não tive dúvida, afinal a minha noiva é japinha e achei legal a idéia de fazer uma homenagem a ela e sua família escolhendo este modelo.

Claro que eu não chorei copiosamente como algumas noivas fazem quando vestem o “vestido certo”, mas senti algo diferente quando me vi todo “pronto” depois de 10 minutos de luta pra me vestir adequadamente.
Nessa experiência também pude perceber uma das grandes diferenças entre noiva e noivo, nós entramos em apenas uma loja e escolhemos o modelo sem enrolações.

Espero que a Midori goste da minha homenagem que será uma surpresa para ela, mas não tanto quanto a roupa dela será para mim. À hora está chegando gente! Só faltam três meses.

Jônatas – O Noivo


Diário de Casamento: Trash the Dress


Autor: Eubalena ~ 5 de outubro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Atendendo aos pedidos, resolvi falar um pouco mais sobre o novo estilo de se fotografar noivas, o chamado Trash The Dress. Com tudo, solicitei a ajuda de um especialista, grande amigo, e um grande fotografo de Caxias do Sul, para tirar algumas dúvidas sobre este novo estilo.

Áurea: O que significa o Trash the Dress?

Vanassi: Trash the Dress é um estilo de ensaio fotográfico criado e batizado nos EUA em 2001 pelo fotógrafo John Michael Cooper, no qual a noiva faz fotos em lugares inusitados, sem a preocupação de sujar o vestido. Esse tipo de ensaio chegou ao Brasil com força a partir do final de 2009 e já está sendo feito por fotógrafos de todo o país (alguns com bom gosto, outros nem tanto).

Áurea: Em que momentos podem ser feitos?

Vanassi: O ensaio Trash The Dress foi inicialmente planejado para ser feito após o dia do casamento, com o vestido original da noiva, como uma forma do casal poder curtir por mais algumas horas o clima do enlace e os trajes que nunca mais voltarão a usar. No Brasil, porém, esse conceito sofreu adaptações, pois muitas noivas gostaram da idéia de fazer essas fotos diferentes para decorar seus casamentos. Isso levou vários fotógrafos brasileiros a oferecerem o Trash The Dress antes do dia da cerimônia, como uma opção à já consagrada E-Session (sessão de fotos tradicional do casal, feita antes do casamento).

Hoje em dia no Brasil, as noivas podem fazer o Trash The Dress tanto antes, como bem após o grande dia. Alguns casais chegam a fazer esse ensaio até mais de um ano depois de casados.

Uma curiosidade importante é o fato de que, no Brasil, muitas noivas alugam o vestido ao invés de comprá-lo, isso levou algumas empresas de aluguel de trajes a começarem a separar vestidos específicos para Trash The Dress, os quais são emprestados para os casais. Com isso, o ensaio Trash The Dress é feito com um vestido diferente daquele que a noiva usará em sua cerimônia, resolvendo dois grandes problemas: o medo de sujar e a tradição de que os noivos não podem ver o vestido oficial antes do casamento.

Áurea: O Trash The Dress pode ser feito apenas com o noivo, ou necessariamente ele precisa estar com a noiva nas fotos?

Vanassi: O conceito original foi criado para o vestido, mas se estende para todas as roupas elegantes dos envolvidos no casamento. Com certeza pode ser aplicado para o noivo, para padrinhos e até ser adaptado para meninas de 15 anos em suas fotos de debutantes.

Áurea: Em média, qual é o custo desse serviço?

Vanassi: Varia muito, os melhores fotógrafos brasileiros tem cobrado entre 3 e 8 mil reais, mais custos de alimentação, hospedagem e deslocamento (quando necessários). Alguns cobram até mais, outros menos, depende do estilo do trabalho e da forma como o álbum será montado e entregue. Esse tipo de ensaio exige um nível de envolvimento muito alto e exige muito do profissional e do equipamento, aumentado os custos envolvidos.

Áurea: Você já passou alguma situação engraçada, ao fotografar esse estilo? E como foi?

Vanassi: Às vezes alguns grupos de espectadores se juntam ao redor dos noivos, por estarem curiosos com o tipo de ensaio. Uma vez essa aglomeração chamou a atenção da polícia, que chegou em uma viatura no moinho onde estávamos fotografando. Pensei que íamos ser repreendidos, pois era um terreno da prefeitura e entramos sem autorização formal, mas a policial achou o máximo e pediu até pra tirar uma foto com os noivos. Hoje em dia procuramos locais mais reservados. =)

Áurea: Em quais locais podem ser realizados esses ensaios?

Vanassi: Geralmente os noivos aqui da serra gaúcha gostam de fazer em lugares de mata ou vinhedos, mas muitos noivos preferem o litoral. Na verdade, não existe um local padrão, pois o conceito pode ser aplicado em casas antigas, chácaras, no centro da cidade ou até no quintal de casa. O objetivo é apresentar fotos interessantes, em lugares inusitados e com um toque artístico diferenciado.

Ainda não sei se farei o Trash The Dress, mas não deixa de ser uma opção bem tentadora.

Então meninas, parece uma opção fantástica para colocar no seu álbum de casamento, não?

Se vocês gostaram e quiserem entrar em contato com ele, podem acessar o site desse grande amigo e fantástico profissional no http://vanassi.com

E ao Gustavo Vanassi, agradeço de todo o meu coração por essa ajuda e esclarecimentos sobre esse novo estilo que tem tudo para dar certo.

Áurea – A noiva

Selo peixe Grande 2010


Diário de casamento – Vestido de Noiva


Autor: Eubalena ~ 21 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Qual é a mulher que não sonha em entrar na igreja com o vestido dos seus sonhos? Acredito que todas, pois sou uma delas que vivia sonhando como seria o meu vestido.

Bom, vou contar um pouco da história do vestido de noiva que começa na época bíblica onde os noivos eram preparados com banhos especiais e óleos aromáticos, sem detalhes das vestimentas.

Já na Roma civilizada, as noivas usavam uma túnica branca e se envolviam com um véu de linho bem delicado na cor púrpura. Nos cabelos, as jovens arrumavam com tranças e o enfeitavam com flores.


Quadro “A Noiva Judia” de Esther Bedecked

Na época bizantina, o vestido de noiva passou a ser voltado à elegância. As noivas casavam com seda vermelha bordada em ouro e as tranças no cabelo também eram feitas com ouro, simbolizando o poder. Na Idade Média, o cristianismo no Ocidente trouxe os costumes matrimoniais. O vestido de noiva surgiu nesse período com a função de apresentar à comunidade as posses da família da moça. (Informações tiradas do site www.jornaldaorla.com.br)

O vestido branco começou a ser usado em casamentos depois que a Rainha Victoria da Inglaterra usou em seu casamento com o Príncipe Albert um vestido branco. Após a divulgação de fotos, algumas mulheres passaram a usar esta cor para homenagear sua rainha e acabou virando tradição. (informações tiradas do site Portal da Noiva)

Há aqueles que dizem que o vestido branco simboliza a pureza, a virgindade, mas não que seja uma regra. Há noivas que optam por fugir do tradicional e escolhem usar uma cor diferente como o marfim, bege, champanhe, até mesmo as cores mais fortes como o vermelho e preto. Obviamente que o modelo e a cor vão do gosto de cada uma.

Já o meu vestido aluguel em uma loja, a qual recebeu quatro indicações, pois possui modelos lindos, modernos e diferenciados. A loja leva o nome da estilista, Maria Virgínia, uma mineira de Belo Horizonte que se encantou com Brasília e se estabeleceu aqui, para minha alegria, sempre preocupada com cada detalhe e a atender o tão sonhado vestido para as noivas, cujo lema é: “Seu sonho levado a sério”, levou-me a confiar mais ainda. Faz vestidos para todos os gostos, com renda, bordados, rendas e bordados, confeccionam sapatos, bolsas, vestidos para daminhas, mães e madrinhas.

Marquei um dia e hora para experimentar os vestidos e quem sabe encontrar o meu. Infelizmente não fui atendida pela Maria Virgínia e sim por uma de suas assistentes, que me atendeu super bem. Perguntou-me qual modelo eu tinha em mente, do que eu gostava e eu disse que de tudo, desde os bordados até as rendas. Olhei alguns modelos e fui logo vestindo. Como sou precavida, levei o sapato que vou usar no casamento e os brincos que ganhei de presente para ver se o vestido combinava com tudo. Vesti uns quatro modelos belíssimos, mas os achei muito pesados e minha mãe não achou que fosse a minha cara, mesmo ficando lindíssimos.

A assistente trouxe mais quatro vestidos para eu ver, e no quinto vestido encontrei o que seria o meu sonho, até mesmo melhor. Senti-me linda, descrevia toda minha personalidade, já imaginava chegando à igreja e o noivo olhando admirado por tamanha beleza, risos. No instante que colocamos o véu e a grinalda para vermos o conjunto completo, tornou se mais perfeito, e neste momento, tive a honra de conhecer a Maria Virgínia, que me disse que aquele modelo ela fez para mulheres exatamente como eu, magras e pequenas. Fiquei tão feliz que pedi a minha mãe para chamar o meu pai para a ultima opinião, e quando ele abriu a porta e me viu ficou olhando e admirando.

Isso foi o suficiente para eu escolher o vestido, só faltava ver o custo. Meu pai perguntou se era aquele vestido que eu realmente queria e disse que não teria problemas, pois poderíamos fechar o contrato. Saí de lá tão feliz, na primeira loja que fui já encontrei o vestido.

Não contarei os detalhes do modelo que escolhi, por um motivo muito bom, risos, não quero estragar a surpresa para o noivo, mas, prometo postar uma foto no site depois do casamento.

Uma amiga que irá casar em outubro me disse que alugou o dela lá também, e que antes de decidir andou por Brasília inteira e que nenhum deles a fez sentir bem como o que ela experimentou na Maria Virgínia. Quando ela vestiu novamente disse que sentiu um arrepio, deu frio na barriga e que não teria jeito de ser outro a não ser aquele mesmo. Acho que é bem por aí, na escolha do seu vestido você tem que se sentir bem, sentir uma felicidade extrema. Ouvir opiniões é bom, mas de alguém que você confia e tenha bom senso, no meu caso eu levei a minha mãe.

Para quem se interessou pela estilista, dê uma passadinha no site dela e veja alguns modelos lindos no http://www.mariavirginia.com.br/. Para mim, valeu muito a pena.

Áurea – A Noiva





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