Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Diário de Casamento: A delícia de Buffet (segundo o noivo)


Autor: Eubalena ~ 8 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Buffets para, quem não está casando, é a melhor parte de uma festa de casamento, na maioria das vezes. Eu,como um bom apreciador da boa Cuisine, sempre me deliciei com tamanha fartura. Como desde o ano passado Midori e eu já fomos em uns 10 casamentos e já estamos craques no quesito Buffet.

Quando chegou a hora de visitarmos os buffets já fiquei super feliz porque imaginava a comilança. Realmente é a melhor parte de todos os meses que passamos “montando” o casamento e falando com dezenas de fornecedores de serviços.

Uma coisa engraçada nessas degustações são as “delícias” exóticas que você se aventura a comer! Vai que são boas, né? Que eu me lembre já comi lingüiça dentro de pimenta de cheiro, o que me deu um arrepio do dedão do pé até a ponta do cabelo e quase me tirou o apetite para enfrentar todas as outras comidinhas.

Outra coisa que achei estranha foi ameixa envolvida em salame! Como já não gosto de misturar doces com salgados nem me atrevi a experimentar. Mesmo porque não acho que essa coisa se encaixe em um casamento.

Contudo, algumas coisas me surpreenderam no bom sentido, como a berinjela desfiada do Helena Buffet, que aliás, é o Buffet que escolhemos. Quando você vai à degustação a simpática dona te oferece essa iguaria que engana quase todo mundo, pois você tem a certeza que é carne desfiada, mas na verdade é berinjela!

Outra coisa boa do Helena Buffet é o doce de cebola caramelada que se não te falam que é de cebola você come achando que é um doce de leite dos bons. Impressionante a qualidade e variedade deste Buffet.

Em falar em variedade, como Midori e eu gostamos muito de camarão, pudemos experimentar também de uma grande variedade de camarões como camarão frito com côco. Pena que vem tanto côco com o camarão que eu só senti o gosto dele mesmo, então não gostei.

Gostei mesmo dos camarões sequinhos com gergelim que eu comi uma vez e a Midori comeu duas vezes, pois a noiva marcou pra contratar o Buffet bem no dia e hora que a Alemanha jogou com a Argentina na copa do mundo. Não me arrependi de ter ficado vendo o jogo, pois depois a querida noiva me trouxe alguns dos quitutes do Helena Buffet.

Mesmo já tendo fechado contrato dá vontade de visitar TODOS os Buffets de Brasília. Vamos ver se conseguimos pelo menos experimentar metade deles não é Midori?

Jônatas, o noivo.


Diário de casamento – Fechando contrato com o Buffet.


Autor: Eubalena ~ 27 de agosto de 2010. Categorias: Sem categoria.

Como comentei com vocês, a melhor parte do casamento é a degustação da comida, seja um jantar ou um coquetel. Pois bem, conseguimos enfim fechar o buffet, não faremos mais jantar e sim um coquetel apenas para família e padrinhos.

O primeiro contato que tive com o buffet foi através do site e lá encontrei o e-mail para pedir um orçamento. Desde o primeiro momento fui bem recepcionada, troquei e-mail com a secretaria Rosa a qual me respondeu a todos e ligou para marcarmos uma degustação. Eu disse a ela que veria depois, pois precisávamos fechar com a igreja primeiro, para garantir a data do casamento. Logo que fechamos com a igreja mandei um e-mail dizendo que gostaríamos de fazer a degustação, poucas horas depois a Rosa me ligou. Acho importante a presteza do atendimento, me transmitiram muita confiança com essa atitude.

No dia da degustação fomos muito bem atendidos pela dona do buffet, Helena, que justamente leva o nome dela. Primeiramente contou-nos que é de Ribeirão Preto/SP, onde a família já tem um buffet há 21 anos, super conceituado lá. E como veio morar aqui em Brasília resolveu abrir aqui também. A Helena é uma flor de pessoa, muito atenciosa, carinhosa, cuidadosa e muito bem humorada.

A comida, hummm, só de pensar dá água na boca, muito bem feita e deliciosa. Saí de lá maravilhada com a diversidade de salgados e sucos, que o meu favorito foi o de cajá-mirim, nunca tinha bebido e nem escutado o nome dessa fruta.

Disse também que irá pessoalmente ao nosso evento fiscalizar e nos atender da melhor maneira possível. Procura não realizar dois eventos na mesma data de modo a prezar pela qualidade do serviço, isso para mim foi primordial na decisão. E decidimos que seria ela que faria o nosso coquetel.

Aí passamos para a minha sogra a nossa decisão que ficaríamos com o Helena Buffet, pois foi indicação dela. Ela ficou super feliz e logo pediu-nos para fechar tudo. Mas quando mostrei o orçamento a minha mãe, achou um pouco caro, mesmo eu mostrando o valor de outros buffets com quase o dobro do valor do Helena Buffet. Tentei convencê-la de que era muito bom e que minha sogra tinha concordado. Aí minha mãe pediu para que eles fossem comigo para conhecê-la e conversar sobre o trabalho. Marquei de ir ao buffet com meus pais no dia do jogo da Alemanha X Argentina, meu pai quase não foi porque ele queria ver, mas precisávamos definir se ficaríamos com o buffet ou não, então ele foi, mas o Jônatas não foi pelo mesmo motivo. Bom, fomos lá e minha mãe conheceu a Helena, tirou dúvidas, chegamos até a degustar e ficou convencida de fazermos com ela, neste dia fechamos contrato e saí de lá feliz e satisfeita. Depois de tudo, meu pai chegou até mim e disse que tinha gostado tanto do atendimento quanto dos salgados e que estava feliz por acharmos um buffet muito bom.

Não tenham medo de pesquisar, pedir orçamentos, negociar bastante, degustar em todos os buffets se necessário, pois valerá a pena no final. Nada melhor que fazer do seu jeito, do seu gosto, além do mais será um momento único na sua vida e precisa ser o melhor, que você puder arcar.

Áurea – A noiva.


Diário de Casamento: As Fotos


Autor: Eubalena ~ 3 de maio de 2010. Categorias: Sem categoria.

http://ahquandocasarpassa.wordpress.com

Hoje vou comentar sobre uma história interessante que foi como conseguimos os fotógrafos para nosso casamento.  Primeiramente, como todo mundo faz, nós pedimos algumas dicas de amigos que conhecem fotógrafos, mesmo porque existem muitos em Brasília, e procuramos em sites.

Decidimos começar por um fotógrafo que achamos na internet e a Midori resolveu ligar pra ele para combinar de ver o portfólio dele, o que aliás, é essencial para que você tenha uma ideia de como ficarão as suas fotos. Mas ele não ligou de volta, mostrando falta de interesse, então depois disso resolvemos ligar para um fotógrafo que nos foi recomendado por um amigo.

A noiva ligou e marcou hora e local logo de cara com uma tal Marcela. No dia combinado fomos lá ver o portifólio, mas a fotógrafa ainda não havia chegado, então ficamos esperando ela chegar. No momento que a fotógrafa chegou ela disse: “É você o noivo?” Esse espanto todo foi porque eu conheço a Marcela antes mesmo dela se tornar fotógrafa, pois nós somos super fãs de salsa e já dançamos algumas vezes. Mesmo sendo uma amiga pedimos para ver o portfólio e choramos para ver se ela abaixava o preço do serviço, pois não sei se vocês sabem, mas a fotografia é um dos serviços mais caros do casamento.

Descobrimos que a Marcela é sócia do fotógrafo que nos foi recomendado, o Cristiano Nunes na Photoimagens. Como o Cristiano não pode nos atender naquele momento, ficamos falando muito tempo com a Marcela que é uma pessoa super simpática, mas saímos ainda sem saber se iríamos contratá-los ou não.

Depois de alguns dias a Midori me disse que havia conversado com o fotógrafo e que ele era super gente boa e tinha nos convidado para um teste no estúdio dele que fica na casa da Marcela. Como eu vi os olhinhos da Midori até brilharem com a possibilidade de ter um pequeno book, eu topei logo.

Chegando lá pudemos conhecer finalmente o famoso Cristiano Nunes e conversar bastante com eles, mas quem resolveu tirar as fotos mesmo foi a Marcela. Gostamos demais da sessão de fotos, da conversa e também das fotos que ficaram ótimas. Na saída da casa da Marcela estávamos tão animados que decidimos fazer as fotos com eles, por vários motivos, mas principalmente pela simpatia e qualidade do serviço.

Além desta experiência, tenho que contar sobre outra experiência diferente neste ramo também que eu e Midori pudemos ter outro dia. Como nossos amigos estão cansados de saber que nós vamos casar, um deles que foi convidado para ser modelo de noivo para um book de uma fotógrafa nova aqui em Brasília, nos convidou para ver o ensaio.

Infelizmente não pudemos ver todos os locais onde eles tiraram fotos e nem o Trash the Dress, que, ao pé da letra, significa lixar o vestido, o que na prática é uma sessão de fotos que a noiva tira depois do casamento onde ela pode fazer tudo o que quiser com o vestido, como mergulhar num lago e até queimá-lo e tirar fotos desses momentos bizarros. Isso é se ela for louca e rica o suficiente para estragar totalmente um vestido que com certeza não ficou nada barato.

Mesmo assim foi bem legal para nós vermos os melhores locais para tirar as fotos da prévia dos noivos e já saber mais ou menos como será a nossa. E para mim foi bem legal poder ver que quem mais gostou das horas de ensaios por Brasília foi a Midori que ficou super animada e com mais vontade de casar do que nunca.

PS: Se você é de Brasília eu realmente recomendo os nossos fotógrafos que tem um site com muitas fotos e podem ser contatados em http://www.photonimagens.com.br/index.php

Jônatas – O Noivo


DIÁRIO DE CASAMENTO – “O Namoro”


Autor: Eubalena ~ 17 de março de 2010. Categorias: Mona em Família.

Namorados

Vou contar lhes agora, resumidamente, o que aconteceu durante o namoro até o dia do nosso noivado.

Bom, durante o namoro foi um pouco conturbado, eu não queria apresentar aos meus pais o Jônatas e nem queria dizer que estava namorando porque não tinha certeza se daria realmente certo. Então tinha que inventar desculpas para encontrá-lo.

Uma semana depois do pedido de namoro pensei em terminar, achando que ele não tinha nada a ver comigo, que nossos gostos eram totalmente diferentes e que não me sentia bem por não contar aos meus pais, mas pensei e falei com Deus: “seja o que o Senhor quer. Se for para o meu bem, ajude-me a cultivar e conquistar esse amor, senão, por favor, mostre-me para não magoar-me mais”. E graças a Deus mostrou-me que ele é o homem da minha vida.

Chegou ao ponto que meu pai não deixou que eu saísse com o Jônatas para dançar com medo de que algo acontecesse comigo, fiquei tão chateada com aquilo que chorei de raiva. Depois de um tempo e de muita conversa com o Jônatas concordamos que eu contaria a meus pais sobre o nosso namoro. Sentei-me com meus pais no quarto e contei. Falei como Jônatas era uma pessoa bacana e que um dia iria apresentar lhes. No dia seguinte, combinei encontrar o Jônatas no shopping e meus pais foram para conhecê-lo, (detalhe: não contei ao Jônatas que ira apresentar meus pais a ele), quando nos encontramos apresentei-os.

Pense no clima chato que ficou, porque eu não contei a ele antes para preparar o espírito. Mas deu certo, graças a Deus. Minha mãe sempre ligava para saber meus passos (coisas de mãe) até pouco tempo antes do noivado. Foi muito difícil, mas vencermos essa fase.

Um belo dia recebi um scrap de uma amiga que me perguntava se o meu namorado era realmente o Jônatas. Fiquei desesperada, achando que ela tinha uma bomba para contar sobre ele. E para minha surpresa e alívio, descobri que a família dela e amicíssima da família dele, assim como é da minha também, veio em minha mente: “Ufa! Essa passou perto”. Depois que meus pais souberam que a família dele conhecia a família dessa amiga, relaxaram um pouco mais.

E o dia que conheci minha sogra. Nossa! Que medo dela não gostar de mim (acho que toda mulher passa por isso), de que eu não seria a mulher certa para o filho, tudo mais. Mas para a minha sorte deu tudo certo, nos afeiçoamos de cara. Passou-se um tempo, conheci meu sogro. Não fiquei tão preocupada como fiquei com minha sogra, porém ela já havia conquistado.

Depois de um ano e meio de namoro começamos a cogitar ficarmos noivos. Já olhando as alianças para o noivado, decidindo quem seriam os padrinhos do casamento e tudo mais.

Como sou apressadinha, os padrinhos já estavam definidos pela minha parte.  Só faltava o noivo conseguir um emprego fixo, vida de nutricionista em Brasília não é fácil. Com a convocação do Jônatas a apresentar-se no Ministério para fazer parte do quadro de funcionários e eu com meu emprego daria para levar a diante. Conversamos com nossas famílias, para anunciar que ficaríamos noivos em setembro de 2009, sem data prevista, pois aguardávamos a chegada dos meus sogros da cidade onde residem. Como dia 06/09/2009 tinha um casamento para ir e dia 07/09/2009 os sogros já estariam pegando a estrada cedo, marcamos o noivado para o dia 05/09/2009, chamamos os padrinhos e amigos mais chegados para a ocasião. Foi o momento mais feliz da minha vida, até o momento. Na hora do pedido ficamos um pouco perdidos, pois não havíamos planejado nada, mas valeu a pena. Todos falaram um pouco, meus pais, os pais dele, alguns padrinhos, fiz uma força danada para não chorar de emoção. Ouvir o apoio e o carinho que todos tinham com a gente, foi maravilhoso.

Desde o começo do namoro sempre deixei claro que o casamento não é apenas flores e que também teríamos que enfrentar tempestades (assim como enfrentamos até hoje), mas caberá a nós unirmos para superá-las. Somos criados diferentes, temos manias e jeitos diferentes de pensar e resolver algo, mesmo com tantas diferenças, conseguimos encontrar nossa igualdade.

Confesso que não sou muito de conversar, expor o que sinto ou esteja pensando (na maioria das vezes, coisas ruins), meu lado oriental faz com que pensemos melhor antes de falar e às vezes guardamos da pessoa e assim ela nunca saber. E o Jônatas tem esse lado bom, sempre me incentiva a falar o que penso, mesmo não querendo, e no fim das contas sempre entramos em um consenso. Brigas? Sempre temos e sempre tentamos resolver sem ter que lavar a roupa suja na frente dos outros. E quem não briga hoje? Só não podemos deixar extrapolar, deixar o desrespeito tomar conta de tudo. Tenho aprendido muito com ele e sei que ele também tem aprendido comigo.

Acho que casamento é isso, a cumplicidade, o respeito mútuo, o batalhar para construirmos uma família descente, entender a opinião do outro, passar por dificuldades e conseguir achar uma solução juntos. Como uma das madrinhas disse no meu noivado: “É comer um saco de sal juntos todos os dias, difícil no começo, mas você acostuma e encontra outras maneiras diferentes de saborear o sal, mas sempre juntos.” É bem por aí. Graças a Deus, temos dois casais como exemplo de um casamento em nossas vidas, nossos pais. E são neles que buscamos espelhar.

Áurea Midori, a noiva


Diário de Casamento: Conhecendo o Pretendente


Autor: Eubalena ~ 2 de março de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

Ah, o amor! Esse sentimento que nos transforma e nos faz querer transformar o mundo…

Num momento explícito de paixão, o Monalisa de Pijamas tem o prazer de apresentar a mais nova coluna:
Diário de Casamento

Vamos acompanhar a preparação do casamento de Jônatas e Áurea.

Toda semana eles irão nos presentear com um pouco da sua história, seus momentos, a decisão de casar e tudo sobre os preparativos para este grande passo na vida de uma casal apaixonado!

Com vocês:

DIÁRIO DE CASAMENTO

estamos noivos

Fiquei muito feliz ao receber o convite das meninas do Monacast para partilhar com vocês sobre a trajetória do meu casamento. E como todo começo de história, vamos pelo início, “Conhecendo o pretendente”.

havia um ano que estava sem namorado, quando conheci o Jônatas de um jeito não muito convencional, mas muito comum nos dias de hoje, foi pelo orkut. Na época em questão meu orkut era liberado para todos entrarem, em busca de conhecer gente nova e quem sabe o amor da minha vida, e não é que achei. Ele me achou e entrou em contato através do scrap puxando assunto para ver se colava, e colou, hihihi… Comecei a conversar com ele só pra ver o que ele queria.

Com muita gentileza e cautela, para não espantar a moça, o Jônatas conseguiu minha atenção fazendo com que o adicionasse na minha lista de amizades para não perder contato com ele, e antes mesmo de adicioná-lo, percebi que tínhamos duas amigas em comum, com as quais tentei buscar informações sobre ele e não tive resposta imediata. No dia seguinte trocamos msn (pois é, ainda a era do msn) e não conseguimos parar de nos falar.

Eu até que gostei da conversa dele, mas eu não queria precipitar as coisas, pois sou muito impulsiva e me entrego fácil as armadilhas do coração.

Conversa vai, conversa vem, acabamos trocando telefones e continuamos a conversar depois do trabalho. No sábado daquela semana, marcamos de nos conhecermos pessoalmente e, com medo de ser um truque ou um tarado em potencial, chamei minha irmã e uma amiga para me acompanhar até o encontro com Jônatas, no Burguer King do shopping Pátio Brasil. Pedi para minha irmã ficar um pouco longe, mas não tão longe, pois ainda tinha receio. Confesso que a princípio não achei que iria dar em namoro e que nem iríamos ficar, que iria ser apenas amizade. Mas ao passear um pouco me senti a vontade com ele, infelizmente naquele dia não dava para ficar muito tempo e minha irmã estava me ligando para irmos embora, pois tínhamos outro compromisso. Fui ao encontro dela e minha amiga com o Jônatas ao meu lado nas Americanas, onde apresentei o a elas, de lá ele me puxou para a porta para despedir, relutei para beijá-lo, mas não consegui resistir, ele é muito persistente.

Pensei que iria parar por aí, quando cheguei em casa quem me liga? O Jônatas. Perguntando se eu topava ir ao cinema com ele no dia seguinte  e eu disse que sim. Pensei comigo, vamos ver o que vai dar, e seja o que Deus quiser.

Meus irmãos saíram com amigos enquanto eu saí com ele. Não conseguimos nos largar nesse dia, vimos o filme “O caçador de pipas” juntinhos e acompanhados de um casal amigos dele. No meio do filme recebi o telefonema de uma amiga, que estava com meus irmãos, querendo saber em qual cinema estava e que horas ia terminar o filme para nos encontrar ao final. E assim foi, dei um susto no Jônatas, ele nem imaginava que o povo estava lá esperando para ver quem era o cara que eu estava saindo.

Combinei com meus irmãos que o Jônatas me levaria para casa, e eles acabaram entendendo que eu ia encontrá-los na casa do meu amigo para irmos embora todos junto, uma confusão só. Mas eu queria que o Jônatas me levasse para casa para fazer um teste final, se ele agüentaria ir a minha casa, que fica uns 40 km da dele, mais vezes. Quando chegamos a minha casa ele disse: “Nossa a sua casa é longe. Pensei que não iríamos chegar.” E eu disse: agora você vai desistir de mim. E ele, “até parece que vou”. Ficamos conversando um pouco mais e de repente ele solta: Quer namorar comigo?

Fiquei pasma pensando um monte de coisa, (caramiolas para variar), mas aí parei e disse para mim, “quer saber, vou tentar. Se não der certo, amizade irá ficar”. Era o dia 03/02/2008, semana de carnaval, pensei que iria ser mais um namoro de carnaval, mas acho que me enganei, não imaginei que acharia a tampa da minha panela.

Na próxima semana irei contar o que aconteceu durante o namoro, antes do noivado.

Esperem que gostem.

E tenham uma ótima semana.

Áurea Midori - A Noiva


E se fosse o homem que jogasse o buquê?!?


Autor: Mafalda ~ 13 de novembro de 2009. Categorias: Cantinho das Monas.

Ahahaha. Muito bom o vídeo!!

Curiosidade: no meu casamento, quando eu joguei o buquê quem pegou foi meu futuro cunhado. Mas na hora que caiu nas mãos dele ele empurrou pro lado, como se fosse um veneno. hehehe. Mas jogou bem nas mãos da futura esposa. ;)

Beijos,
Mafalda





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