Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Torturas da Euba


Autor: Eubalena ~ 23 de setembro de 2011. Categorias: Torturas da Euba.

A tortura de hoje é para pensar…

Pensar na relevância dos seus atos em sua vida, dentro deste sistema de coisas, na visão extra sensorial de seu mundo em relação ao seu próximo enquanto pessoa…

Pensar em quanto sua virgindade está atrapalhando nosso namoro…

Pensar onde, falos alados, essa criatura acha essas músicas…


Torturas da Euba


Autor: Eubalena ~ 22 de julho de 2011. Categorias: Torturas da Euba.

Se tem uma coisa que os meus quase 40 anos me ensinaram é que criança pequena não combina com internet. Tá ai a nossa amiga do vídeo matando o povo de vergonha alheia e mostrando que não tem a mínima noção de quanto custa o shampoo Dove (que já comprei por R$2,00 – sou chique, uso Dove e tenho cabelo liso!)

Claro que a mãe da Isabela pode muito bem agir como todo adulto protetor e fazer esse vídeo feder muito, já que a filha sofreu bullying para todo o mundo ver. E mais ainda, os pais da amiga do vídeo poderiam tirar os vídeos da filha da internet, que já tá feio para ela.

Mas quem me preocupa muito é o Igor. Foge que é cilada, Igor!


e-DR [da seção: Relacionamentos na era da informática]


Autor: Eubalena ~ 8 de junho de 2011. Categorias: Cantinho das Monas, Ponto Gê.

Nada mais chato e cansativo que DR. Discutir o relacionamento é algo que exige tempo e paciência. Analisar os pontos negativos e positivos de um relacionamento, tentar encontrar o equilíbrio do casal juntos, em comum acordo, é lindo, mas não é aquela delicia!

Cada pessoa tem seu modo de interagir numa DR. Alguns gritam, outros choram, outros conversam de mãos dadas e outros simplesmente ficam mudos.

Ter uma DR com alguém que não interage é algo que requer calma e paciência somente vistas em monges budistas, e aqueles mais calmos e pacientes.

Não sou calma, não sou paciente e tenho um marido que não fala durante uma DR. Como resolver isso?

Primeiro eu tentei um monólogo no qual eu, inclusive, respondia algumas perguntas minhas como se fosse o cônjuge em questão. Não vou dizer que era a coisa mais normal do mundo ver aquela mulher conversando sozinha ao lado do marido que olhava, meio que desconfiado, para ela. Resultado até dá, mas tem toda aquela aflição para saber se a pessoa entendeu seu ponto de vista ou não.

Mas um dia todos os meus problemas foram solucionados com uma simples folha de papel e uma caneta. Sim, eu não fiquei estressada tentando desvendar na cara do ser que respirava a minha frente se eu era compreendida ou não. Escrevi tudo o que eu queria, coloquei num envelope e entreguei para o moço quando eu saía para trabalhar. Foi uma maravilha. Cheguei em casa com tudo resolvido e sem precisar fazer força.

Depois disso passei a usar na minha vida a modalidade mais produtiva e menos irritante de DR, a DR escrita. Hoje troquei as cartas por e-mails, criando assim a e-dr.

Para se fazer uma e-dr não é só escrever e pronto. Não, o texto deve ser claro e direto, mas com alguns detalhes importantes a serem seguidos.

Uma e-dr deve ter quatro parágrafos, cinco no máximo. No primeiro, aproveite para colocar alguns pontos positivos do seu parceiro. Cite suas qualidades e seus atos heróicos. No segundo, caso sejas o culpado da situação, coloque alguns de seus defeitos (mas não muitos, para o outro não ficar se achando o bom e concordar que tá na hora mesmo é de partir para outra) e introduza o problema.

Desenvolva-o nos próximos um ou dois parágrafos, lembrando de sempre manter o texto claro, coeso e coerente e arremate usando mais algumas qualidades da outra parte, para amolecer o coração, no último parágrafo.

Termine com Beijos, nada de Eu te amo. Isso é uma DR e DR tem de ter uma certa formalidade. (quer dizer, se a merda for muito grande – porque DR também pode ser desculpa para pedir perdão – um Eu te amo pode ser útil.)

Só não vale mandar cópia para as amigas palpitarem também.

Euba


Diário de Casamento:UMA CAMINHADA


Autor: Eubalena ~ 5 de abril de 2010. Categorias: Mona em Família.

Casal caminhando

Este texto conta fatos acontecidos antes do noivado.

Depois do pedido de namoro relâmpago passamos por um tempo de dúvidas. Eu como sempre gostei muito de dançar, continuei saindo para dançar salsa e forró mesmo sem a namorada nova. E numa dessas saídas encontrei um dos meus melhores amigos e conversamos sobre o namoro novo e pude discutir minhas dúvidas com ele sobre se valia a pena mesmo continuar esta loucura. (hoje não acho loucura.)

Acontece que eu tinha alguns preconceitos bobos, mas resolvi continuar pra ver no que dava. Na verdade no dia em que eu estava mais em dúvida ela acabou me fisgando mesmo com sua doçura e sorriso sempre aberto bem característico dela.

Para vocês terem uma idéia de como ela ri, se resolverem ligar para ela, acho que ela vai ficar metade do tempo da ligação rindo. É uma das coisas que mais me chamou a atenção nela, esse bom humor sempre presente.

Após esse início meio conturbado, aconteceu um fato interessante, propiciado novamente pelo Orkut. Mesmo antes de namorar já havíamos percebido que tínhamos alguns amigos em comum, pois isso aparece no Orkut, e uma amiga minha que conheço desde que me entendo por gente, que é muito amiga dela também (isso acontece muito em Brasília) mandou um scrap para Áurea falando que não acreditava que ela estava namorando comigo. Mais uma vez com certo receio, minha namorada na época, ficou super curiosa (isso acontece muito com mulheres!) e quis saber logo porque do scrap misterioso. Ainda bem que ela só falou coisa boa de mim, além do fato de eu ser super tímido antigamente.

Dias depois pudemos encontrar com os pais dessa amiga em uma festa juntamente com a minha sogra, que ainda estava meio desconfiada comigo, e a minha tia (mãe da amiga em comum) falou suuuper bem de mim, o que creio deixou os sogrinhos mais aliviados.

Fora o desgosto dela por azeitona e cogumelos (que eu gosto muito) fomos percebendo que temos muito em comum. Como por exemplo, gostamos de vídeo-game, carros e futebol, é…. isso mesmo! Achei uma namorada que adora jogar vídeo-game e até assiste aos jogos do meu time do coração (e torce pra ele), mesmo torcendo pra um timinho aí que nem vale à pena comentar qual é.

Claro que houve algumas poucas brigas e trabalhos de convencimento de ambas as partes, como quando eu a convenci a me deixar sair pra dançar forró sem ela e o dela de me convencer a ficar os finais de semana todinhos na casa dela! Mas isso são coisas que servem pra ajustar o relacionamento.

Também tive o prazer de ter todo o apoio possível por parte dela em momentos bem difíceis da minha vida, numa época de desemprego e em vezes que ninguém acreditava que eu iria passar em um concurso para melhorar de vida (no qual eu passei sim) e ela sempre esteve lá para me apoiar.

Por essas e outras, nesses dois anos de namoro, antes do noivado, pude ir conhecendo mais a maravilhosa pessoa que a Áurea é, e também perceber que desta vez eu dei sorte mesmo, pois ela é tudo que eu pedi, literalmente, para Deus e muito mais.

Jônatas


DIÁRIO DE CASAMENTO – “O Namoro”


Autor: Eubalena ~ 17 de março de 2010. Categorias: Mona em Família.

Namorados

Vou contar lhes agora, resumidamente, o que aconteceu durante o namoro até o dia do nosso noivado.

Bom, durante o namoro foi um pouco conturbado, eu não queria apresentar aos meus pais o Jônatas e nem queria dizer que estava namorando porque não tinha certeza se daria realmente certo. Então tinha que inventar desculpas para encontrá-lo.

Uma semana depois do pedido de namoro pensei em terminar, achando que ele não tinha nada a ver comigo, que nossos gostos eram totalmente diferentes e que não me sentia bem por não contar aos meus pais, mas pensei e falei com Deus: “seja o que o Senhor quer. Se for para o meu bem, ajude-me a cultivar e conquistar esse amor, senão, por favor, mostre-me para não magoar-me mais”. E graças a Deus mostrou-me que ele é o homem da minha vida.

Chegou ao ponto que meu pai não deixou que eu saísse com o Jônatas para dançar com medo de que algo acontecesse comigo, fiquei tão chateada com aquilo que chorei de raiva. Depois de um tempo e de muita conversa com o Jônatas concordamos que eu contaria a meus pais sobre o nosso namoro. Sentei-me com meus pais no quarto e contei. Falei como Jônatas era uma pessoa bacana e que um dia iria apresentar lhes. No dia seguinte, combinei encontrar o Jônatas no shopping e meus pais foram para conhecê-lo, (detalhe: não contei ao Jônatas que ira apresentar meus pais a ele), quando nos encontramos apresentei-os.

Pense no clima chato que ficou, porque eu não contei a ele antes para preparar o espírito. Mas deu certo, graças a Deus. Minha mãe sempre ligava para saber meus passos (coisas de mãe) até pouco tempo antes do noivado. Foi muito difícil, mas vencermos essa fase.

Um belo dia recebi um scrap de uma amiga que me perguntava se o meu namorado era realmente o Jônatas. Fiquei desesperada, achando que ela tinha uma bomba para contar sobre ele. E para minha surpresa e alívio, descobri que a família dela e amicíssima da família dele, assim como é da minha também, veio em minha mente: “Ufa! Essa passou perto”. Depois que meus pais souberam que a família dele conhecia a família dessa amiga, relaxaram um pouco mais.

E o dia que conheci minha sogra. Nossa! Que medo dela não gostar de mim (acho que toda mulher passa por isso), de que eu não seria a mulher certa para o filho, tudo mais. Mas para a minha sorte deu tudo certo, nos afeiçoamos de cara. Passou-se um tempo, conheci meu sogro. Não fiquei tão preocupada como fiquei com minha sogra, porém ela já havia conquistado.

Depois de um ano e meio de namoro começamos a cogitar ficarmos noivos. Já olhando as alianças para o noivado, decidindo quem seriam os padrinhos do casamento e tudo mais.

Como sou apressadinha, os padrinhos já estavam definidos pela minha parte.  Só faltava o noivo conseguir um emprego fixo, vida de nutricionista em Brasília não é fácil. Com a convocação do Jônatas a apresentar-se no Ministério para fazer parte do quadro de funcionários e eu com meu emprego daria para levar a diante. Conversamos com nossas famílias, para anunciar que ficaríamos noivos em setembro de 2009, sem data prevista, pois aguardávamos a chegada dos meus sogros da cidade onde residem. Como dia 06/09/2009 tinha um casamento para ir e dia 07/09/2009 os sogros já estariam pegando a estrada cedo, marcamos o noivado para o dia 05/09/2009, chamamos os padrinhos e amigos mais chegados para a ocasião. Foi o momento mais feliz da minha vida, até o momento. Na hora do pedido ficamos um pouco perdidos, pois não havíamos planejado nada, mas valeu a pena. Todos falaram um pouco, meus pais, os pais dele, alguns padrinhos, fiz uma força danada para não chorar de emoção. Ouvir o apoio e o carinho que todos tinham com a gente, foi maravilhoso.

Desde o começo do namoro sempre deixei claro que o casamento não é apenas flores e que também teríamos que enfrentar tempestades (assim como enfrentamos até hoje), mas caberá a nós unirmos para superá-las. Somos criados diferentes, temos manias e jeitos diferentes de pensar e resolver algo, mesmo com tantas diferenças, conseguimos encontrar nossa igualdade.

Confesso que não sou muito de conversar, expor o que sinto ou esteja pensando (na maioria das vezes, coisas ruins), meu lado oriental faz com que pensemos melhor antes de falar e às vezes guardamos da pessoa e assim ela nunca saber. E o Jônatas tem esse lado bom, sempre me incentiva a falar o que penso, mesmo não querendo, e no fim das contas sempre entramos em um consenso. Brigas? Sempre temos e sempre tentamos resolver sem ter que lavar a roupa suja na frente dos outros. E quem não briga hoje? Só não podemos deixar extrapolar, deixar o desrespeito tomar conta de tudo. Tenho aprendido muito com ele e sei que ele também tem aprendido comigo.

Acho que casamento é isso, a cumplicidade, o respeito mútuo, o batalhar para construirmos uma família descente, entender a opinião do outro, passar por dificuldades e conseguir achar uma solução juntos. Como uma das madrinhas disse no meu noivado: “É comer um saco de sal juntos todos os dias, difícil no começo, mas você acostuma e encontra outras maneiras diferentes de saborear o sal, mas sempre juntos.” É bem por aí. Graças a Deus, temos dois casais como exemplo de um casamento em nossas vidas, nossos pais. E são neles que buscamos espelhar.

Áurea Midori, a noiva


Ponto Gê: Mudança


Autor: Eubalena ~ 14 de abril de 2009. Categorias: Ponto Gê.

Sempre me perguntei e perguntei aos outros, por qual motivo algumas pessoas, toda ou pelo menos uma vez na vida, insistem em relacionar-se em histórias findadas ao fracasso. Por unanimidade a resposta de todos é sempre a mesma: mudar. As pessoas permanecem em relacionamentos infelizes porque acreditam que irão mudar o parceiro.

E tanto homens quanto mulheres, ou sofrem porque não conseguem mudar o parceiro ou desistem fácil depois que mudam.

Já disse isso uma vez, acredito cegamente que cada pessoa tem o relacionamento amoroso que deseja. Seja ele feliz, ou não. É impossível mudar alguém, para que a pessoa torne-se aquilo que sempre sonhamos.

Mas muita gente não se cansa de tentar.

Sem generalizar, sei que quando começamos relacionamentos sofremos mudanças inevitáveis. Nosso comportamento e jeito se adaptam ao outro. Mas sou a favor de uma recíproca sincera nesses casos e, totalmente contra, a exigências de mudanças radicais. O que é muito comum, principalmente entre as mulheres.

Mesmo com toda independência conquistada por nós ao longo dos anos, muitas mulheres ainda possuem uma mania feia de esquecer a todos e, assim que iniciam um relacionamento, colocam o namorado como centro de sua vida. E nesse ponto, os homens se saem melhor. Sabem arrumar tempo para o amor e da mesma forma preservar os amigos (os amigos homens). Não que eu ache que as duas coisas não possam conviver juntas em harmonia, pelo contrário, isso é o ideal. Mas não acontece com freqüência.

Não concordo quando ouço por aí, que a amizade do homem é mais verdadeira que a da mulher. No entanto, tenho que admitir que a amizade masculina é valorizada entre eles, enquanto nós, muitas vezes, descartamos com facilidade.

Isso não nos torna menos amigas, apenas idiotas. Com todo carinho. Até porque, sabemos que, caso as coisas não terminem muito bem, nossas amigas estarão sempre prontas a nos estender o famoso ‘ombro’.

Quando não termina bem, e é fato em relações do tipo, juras e mais juras de que isso não se repetirá. Mas é só o coração bater mais forte, que tudo se repete. Tenho algumas amigas assim, que somem quando namoram. Mas também tenho vários amigos que desaparecem quando estão namorando. Isso porque os homens têm a tendência deixar de lado as amigas mulheres e evitar conflitos com a atual namorada.

O segredo é se adaptar aos poucos, não exigir que o outro mude e jamais deixar de lado aqueles que sempre estarão do seu, os amigos.

Beijão a todos,





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