Porque fazer humor e podcast é uma arte
































Categoria: MonaCine


Animação : fast food deixa até os animais da África gordos !


Autor: Mafalda ~ 15 de março de 2013. Categorias: animais, Mona POP, MonaCine, Sofá da Mona.

E se os animais da África comessem em fast food ? Imagine a chamada no jornal: obesidade chega à Africa e atinge até os animais selvagens! :)

Assista esta divertida animação:


Animação que dá medo – Alma


Autor: Mafalda ~ 29 de janeiro de 2013. Categorias: MonaCine.

O André Ruz, nosso colaborador na coluna Vergonha Alheia, mandou esta excelente animação em curta-metragem!

T-E-N-S-O

 

E como o Ruz finalizou: ” E com isso, amiguinhos, aprendemos a nunca tentar pegar bonecos parecidos conosco.”

(PS: Eu lembrei dos bonecos do Toy Story, e  também viajei na maionese: comparei a estória com o olhar humano para o seu próprio umbigo, a atitude de estar tão fascinado consigo mesmo, que esquece de olhar ao redor, de reparar que talvez alguém esteja em perigo ou precisando de sua ajuda. Torna-se “escravo” ou prisioneiro de si mesmo. :p )


Muito Além do Peso


Autor: Mafalda ~ 24 de janeiro de 2013. Categorias: Mona em Família, Mona POP, MonaCine.

O documentário Muito Além do Peso é obrigatório para qualquer pessoa que se preocupa com sua saúde e a dos seus filhos! Sim, porque a epidemia de obesidade infantil não é só reflexo do meio, mas também do modo de vida dos adultos hoje, dos pais. A criança aprende desde pequena, ou simplesmente não aprende, porque há uma falta aí! E o que seria esta falta?  É para refletir, não somente o que comemos, mas o que fazemos na nossa vida e como isso irá influenciar nossas crianças.

 

No site Oficial do documentário:  http://www.muitoalemdopeso.com.br/extras.html você poderá assistir também as entrevistas completas com os médicos e especialistas que aparecem no documentário. Eu gostei muito do vídeo com o Dr. Amélio Godoy. Reserve um tempo para assisti-lo. Vale a pena!

Beijos,
Mafalda

 


The Flower Shop – doe e seja um produtor de filmes!


Autor: Mafalda ~ 3 de agosto de 2012. Categorias: MonaCine.

Uma das melhores coisas da internet é possibilitar uma REDE de ajuda e colaboração em torno de um bem comum, de uma idéia, de uma arte, enfim, de coisas boas para a humanidade. E a Arte com certeza é uma delas!

A Arte inspira, faz refletir, pensar, admirar, “se elevar”, entre tantas outras qualidades que a arte traz.
Se você, assim como nós da Monalisa, acredita na importância da Arte, então CONHEÇA – e se puder: AJUDE, COLABORE com -  o novo projeto do cineasta e jornalista Fábio M. Barreto ( também conhecido como @soshollywood ):  The Flower Shop.

The Flower Shop é  o mais novo curta-metragem escrito e dirigido por Fábio M. Barreto, mesclando família e Segunda Guerra Mundial.

Você colaborando com o curta-metragem poderá ganhar prêmios! Saiba mais detalhes sobre o The Flower Shop AQUI NO SITE OFICIAL.


Cinema em casa: Os garotos estão de volta (no Telecine)


Autor: Mafalda ~ 11 de julho de 2012. Categorias: MonaCine, Sofá da Mona.

Produção britânica e australiana, The boys are back in town (título original do filme de 2009) é um grande injustiçado do “sistema de estrelinhas” que avalia os filmes da operadora de TV a cabo de que sou cliente. Não sei se a empresa baixou essas avaliações de algum lugar ou se há um crítico contratado para isso, enfim, não me importo realmente (mas em breve postarei sobre isso rsrs). O filme recebeu 3 michas estrelinhas! Como assim?! Eu daria 4 com louvor! Eu, a Ju, a platéia mediana digamos assim. Não julgo categorias técnicas exceto se forem muito toscas a ponto de eu perceber (eu, leiga) ou muito boas (a trilha do filme é linda!).

O filme em questão trata de um tema que vem sendo trazido mais recentemente no cinema: os rumos das atuais relações pais-filhos. Os novos arranjos familiares, a ressignificação do conceito “família”. Como o título denuncia, o foco é nas figuras masculinas: o pai (divorciado e viúvo com um filho de cada relação), o filho mais velho (o “abandonado” com a mãe de quem o pai se divorciou para ficar com a mãe do pequeno) e o caçula (o “açúcar” de todas imagens positivas em relação a nação de caçulas está brilhantemente representado. Impossível não se apaixonar e rir da espontaneidade e senso de humor de Artie).

Cliven Owen no papel do imaturo e atribulado pai solteiro, consegue revelar o nascimento do “pai” no famoso jornalista esportivo Joe. Sem spoiler: na cena em que cruza com seu editor chefe na recepção de um hotel e sua atitude a seguir, para mim representa sua decisão de se comprometer em ser um pai. Em selecionar prioridades como um pai… Adoro a interpretação do ator nesse filme em particular.

Resumão: Joe é um jornalista esportivo famosão, que tem que viajar para cobrir torneios etc. Uma esposa campeã de hipismo, linda chique, australiana. Joe tem uma ex-esposa em Londres (com quem ficou seu filho mais velho). Joe tem um filho pequeno com a australiana e mora na Austrália, perto dos avós maternos do pequeno Artie. De repente, câncer, morte da esposa, sofrimento level advanced (eu, que nunca choro, até solucei).

O pai lidando com a viuvez e o filhinho, em meio a tudo isso, ligação da Inglaterra. O mais velho que ir visitá-lo. Está acompanhando? Joe, que nunca cuidou de ninguém – nem de si mesmo – está com uma casa, com um adolescente e um caçula com toda sua energia e demandas de uma criança pequena ainda. Ah, tem o trabalho querendo que ele esteja pessoalmente nos torneios de sempre… E tudo sob o sol australiano.

Filme delicioso, que realmente trata do essencial em nossas vidas. Lindo ver estes homens em várias idades se relacionando, crescendo juntos, notando a falta do feminino em suas vidas, desmoronando e se reconstruindo. Sensível, honesto, humano.
Então, vale ou não vale mais uma estrelinha? Assistam e depois mandem as suas estrelas.


Fragmentos


Autor: Phoebe ~ 6 de maio de 2012. Categorias: Cantinho das Monas, Coisinhas de Mulher, Mona em Família, MonaCine.

Dica de Leitura:

“O Retorno e Terno”, de Rubem Alves, é um livro que reúne algumas boas crônicas do escritor.

Rubem nos presenteia nesse livro com referências literárias de grandes escritores (as citações vão de um singelo conto de fadas até Nietzsche, passando por Fernando Pessoa, Adélia Prado, Milan Kundera (com um capítulo dedicado especialmente à análise do amor de Tereza e Tomas), entre outros.

E, dado às suas ideias muito peculiares sobre alguns assuntos, não raro nos pegamos dando uma pausa entre um capítulo e outro para poder digerir melhor o texto!

Por exemplo, Rubem diz que um amigo de verdade é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Basta a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro. Um amigo, segundo Rubem, “Vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna um amigo”.

Já sobre os aniversários, o escritor os aborda de um modo bastante inovador. Segundo ele, os “anos de uma vida nunca se somam; eles sempre se subtraem”. “Se digo que tenho 58 anos, (…) 58 anos são, precisamente, os anos que eu não tenho”. São “anos que já se passaram, anos mergulhados no passado, anos com que não posso mais contar, anos que já se queimaram e que não mais se acenderão, como paus de fósforos riscados”. E então ele correlaciona essa ideia com o hábito que temos de acender em um bolo o número de velas correspondente à nossa idade. Sopramos as velas e… ei, é verdade! Ao invés de dizer que tenho 58 anos, melhor seria dizer que eu não tenho 58 anos. As 58 velas no bolo “são os anos que já morreram”.

Os textos foram divididos em quatro grupos – Sobre o Amor, Sobre a Sabedoria, Sobre os Golpes e Sobre o Riso e a Alegria, com um total de 38 crônicas (173 páginas).

http://www.submarino.com.br/produto/1/21818701/retorno+e+terno,+o:+cronicas

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Dica de filme:

“Há tanto tempo que eu te amo”, do diretor Philippe Claudel.

Juliette – vivida pela atriz inglesa Kristin Scott Thomas (de “Quatro Casamentos e um Funeral“) – ganha a liberdade depois de 15 anos na prisão e passa a morar com sua irmã Léa, que era apenas uma criança quando ela foi presa. O filme é denso e aborda de forma comovente diversas questões delicadas – a reinserção na sociedade de uma pessoa que já cumpriu a pena pelo crime cometido (envolvendo aqui o preconceito e o medo de boa parte dos que têm conhecimento de que Juliette é uma ex-presidiária), a solidão de um homem abandonado pela esposa (e, como efeito colateral da separação, é obrigado a lidar também com a ausência da filha), a morte como fuga da dor e da degradação – seja no físico ou na alma -, e o amor como elo forte de ligação entre duas pessoas (no caso, de duas irmãs que, apesar do tempo, da distância e dos impedimentos, continuam nutrindo um amor intenso uma pela outra – destaque para a comovente cena em que, acusada por Juliette de tê-la esquecido durante o intervalo de 15 anos, Léa entrega nas mãos da irmã uma caixa com a prova de que, dia após dia, ano após ano, nunca deixou de amar a irmã).

Mas, apesar de abordar temas tão complexos e pesados, o filme passa também uma mensagem de esperança, de que é possível continuar sorrindo e se emocionando com os pequenos detalhes da vida, por mais ingrata que a vida lhe tenha sido.

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Dica de cocuruto cheiroso:

Criança corre muito, sua muito e, por conta disso, é comum que já apresentem um cheirinho não muito agradável poucas horas após o banho. Eu chamo carinhosamente esse cheiro de “nhaca no cocuruto”.

Só que, de uns tempos para cá, comecei a notar que o meu pequeno estava chegando ao final do dia ainda com o cabelinho cheiroso, sem a famosa nhaca, e imagino que isso se deva ao uso de um novo shampoo (novo aqui em casa, não no mercado).

Notei também que ele tem andado mais cheiroso do que filho de barbeiro de cidade pequena, e achei que alguém poderia, quem sabe, talvez, se interessar por dicas de como deixar um pequeno (ou uma pequena) com esse cheirinho bom que chama a atenção por onde passa!

O shampoo é esse aqui:

Acqua Kids Naturals

E tem ainda um sabonete líquido que é matador!

Turma da Xuxinha – sabonete glicerinado

A avó deu tanto “cheiro” no menino que já avisou que quer a nossa lista de compras: vai comprar tudo igual. Para ela!

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Objetos de desejo:

Torradeira do Mickey

http://www.utilplast.com.br/Torradeira-para-2-fatias-Mickey-110-volts—0032891-0-0032891-0/p

Telefone da vovó

http://www.submarino.com.br/produto/11/24027414/telefone+com+fio+classic+london++c/+rediscagem+-+classic


Sem Limites – com Bradley Cooper e Robert de Niro


Autor: Mafalda ~ 7 de março de 2012. Categorias: MonaCine, Sofá da Mona.

Se você tivesse acesso a uma droga capaz de torná-lo uma potência cerebral, alguém imbatível em qualquer setor ou no trabalho que gosta, você experimentaria? Eu me adianto e respondo que sim, eu super tomaria o aditivo. Se pudesse tudo, se tivesse todas as chaves para quaisquer portas, escolheria dedicar-me ao cinema. Mais especificamente, animações. Ou talvez me dedicasse a algum projeto de resgate e abrigo de animais… Espera aí! Eu posso fazer ambas as coisas. Sucesso garantido. O mundo é ridiculamente óbvio para mim.

O filme Sem Limites (de 2011, em cartaz no Telecine Premium) mostra a trajetória meteórica de ascensão do escritor Eddie Morra (Bradley Cooper em excelente atuação com Robert de Niro como coadjuvante) que em meio a um bloqueio criativo conhece o NZT. Uma droga sintética que dispara a contagem de seu QI. Que promove o uso de 100% de sua capacidade mental.

A trajetória escolhida pela personagem Eddie Morra me causou identificação. Qual seria o maior poder dentro de nossa realidade? Mudar leis, criar novas, mudar a realidade das pessoas? Tornar o mundo um lugar melhor para todos? Ou esse sucesso todo seria relativo? Quer dizer, a sensação de sucesso, de superação só é percebida por que existe o fracasso? Se todos fossemos vencedores, o que nos moveria? Despreocupados, seriamos versões melhores de nós mesmos? Seríamos mais solidários, por exemplo? Tenho curiosidade. E, bem, esses são apenas alguns pensamentos que me ocorreram ao rever este filme.

Para quem curte um filme que gera assunto, até mesmo em antigos casais apáticos, fica a dica. Os simbolismos, analogias e metáforas são prato cheio. O argumento do filme supera seu roteiro. E aí que se você estiver com amigos e algumas biritas, o papo será antológico.
Parte muito importante para mim em qualquer filme é a trilha sonora. Ela pode comprometer um filme. Não é o caso aqui. Adorei a trilha sonora. Vale prestar atenção na última música.


As Princesas da Disney na Vida Real


Autor: Mafalda ~ 10 de novembro de 2011. Categorias: Mona POP, MonaCine, Monalinda da Semana.

Jirka é um jovem estudante de design gráfico na Universidade de Artes em Bournemout, e um artista e tanto! É dele a mais nova versão das Princesas da Disney:  “na vida real”, ou melhor: em arte realística.

Todas estão maravilhosas, mas minhas preferidas são a Mulan, Megara e Bela .

Para conhecer mais do trabalho de Jirka, acesso seu blog:  http://jirkavinse.wordpress.com/


Filhos do Fim do Mundo – When it Ends


Autor: Mafalda ~ 9 de novembro de 2011. Categorias: MonaCine.

Filhos do Fim do Mundo é o segundo curta metragem do nosso amigo e colega podcaster Fábio M. Barreto. O Fábio é jornalista, trabalhando em Hollywood. Tem um site incrível, chamado SOS Hollywood. E além de cuidar e sustentar a família, através do jornalismo, também está cursando Cinema e este é seu segundo trabalho acadêmico. Para os amantes da 7a. arte, confiram, comentem, dêem uma força para o Fábio!

Filhos do Fim do Mundo from SOS Hollywood Films on Vimeo.


Curta-metragem de terror : Mama


Autor: Mafalda ~ 26 de outubro de 2011. Categorias: Mona POP, MonaCine.

Aproveitando a semana do Podcast Especial de Halloween /Dia das bruxas da Monalisa de Pijamas, assista este curta-metragem espanhol chamado Mama.

Todos os elementos que dão medo em apenas 3 minutos: criancinhas, casa sinistra, e algo aconteceu com aquela em quem você mais confia….

C5 Fiction: Mama from Sebastian Sarraute on Vimeo.

E parece que estão desenvolvendo o longa-metragem deste projeto, para 2012.
E aí, curtiu? :)

Vi no blog Macho em Crise





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