Porque as mulheres não vem com manual de instruções































Categoria: MonaCine


As Princesas da Disney na Vida Real


Autor: Mafalda ~ 10 de novembro de 2011. Categorias: Mona POP, MonaCine, Monalinda da Semana.

Jirka é um jovem estudante de design gráfico na Universidade de Artes em Bournemout, e um artista e tanto! É dele a mais nova versão das Princesas da Disney:  “na vida real”, ou melhor: em arte realística.

Todas estão maravilhosas, mas minhas preferidas são a Mulan, Megara e Bela .

Para conhecer mais do trabalho de Jirka, acesso seu blog:  http://jirkavinse.wordpress.com/


Filhos do Fim do Mundo – When it Ends


Autor: Mafalda ~ 9 de novembro de 2011. Categorias: MonaCine.

Filhos do Fim do Mundo é o segundo curta metragem do nosso amigo e colega podcaster Fábio M. Barreto. O Fábio é jornalista, trabalhando em Hollywood. Tem um site incrível, chamado SOS Hollywood. E além de cuidar e sustentar a família, através do jornalismo, também está cursando Cinema e este é seu segundo trabalho acadêmico. Para os amantes da 7a. arte, confiram, comentem, dêem uma força para o Fábio!

Filhos do Fim do Mundo from SOS Hollywood Films on Vimeo.


Curta-metragem de terror : Mama


Autor: Mafalda ~ 26 de outubro de 2011. Categorias: Mona POP, MonaCine.

Aproveitando a semana do Podcast Especial de Halloween /Dia das bruxas da Monalisa de Pijamas, assista este curta-metragem espanhol chamado Mama.

Todos os elementos que dão medo em apenas 3 minutos: criancinhas, casa sinistra, e algo aconteceu com aquela em quem você mais confia….

C5 Fiction: Mama from Sebastian Sarraute on Vimeo.

E parece que estão desenvolvendo o longa-metragem deste projeto, para 2012.
E aí, curtiu? :)

Vi no blog Macho em Crise


A incrível história de sobrevivência de Immaculée


Autor: Mafalda ~ 10 de agosto de 2011. Categorias: Cantinho das Monas, Mona em Família, Mona POP, MonaCine.

Ganhei há alguns dias um livro que conta a história de Immaculée Ilibagiza, chamado “Sobrevivi para contar” .

Nunca tinha ouvido falar desta moça de Ruanda, mas já tinha ouvido falar da guerra nos anos 90, e visto umas fotos horripilantes de pessoas com facões e gente cortada em pedaços.

Na introdução do livro temos a frase de Viktor E. Frankl, M.Dl ph.D., psiquiatra e escritor, sobrevivente do holocausto da Segunda Guerra Mundial:

“Se não podemos mudar uma situação, mudar a nós mesmos se torna o desafio.”

Comecei a ler e fui envolvida e tragada para um momento terrível da história,  em especial pela situação que viveu Immaculée, em detalhes. Devorei o livro em 3 dias. É aquele tipo de livro que você não consegue parar de ler até chegar ao fim. O mesmo aconteceu com o Falcão Azul.

Nós falamos muito do holocausto dos judeus na Segunda Guerra, mas ainda falamos pouco do holocausto que ocorreu não faz muito tempo, nos anos 90, em Ruanda.

É um livro que todos, principalmente os jovens, devem ler, para mostrar como o ódio entre grupos pode cegar a razão, o bom senso,  a questão do certo e errado, além de outros valores básicos de pessoas comuns como eu, você, nossos vizinhos.

Ainda bem que ganhei o livro, pois se fosse procurar nas livrarias on-line, algumas já contam toda a história, o que perde a graça… como aquele crítico de cinema que conta o começo, meio e fim do filme.

Recomendo muito este impressionante relato de Immaculée, que conseguiu sobreviver a um genocídio que matou praticamente metade da população de seu país.

Se estiverem curiosos, há um programa do “60 minutos” sobre Ruanda e Immaculée, que pode ser visto aqui:
http://www.cbsnews.com/video/watch/?id=3004020n

Parece que já estão procurando uma atriz para fazer o filme inspirado no livro. Mas leiam o livro antes! Vale a pena.

Clique aqui para comprar o livro no Submarino

Abraços,
Mafalda

 

 

 


Distress – a estréia do diretor Fábio M. Barreto


Autor: Mafalda ~ 25 de abril de 2011. Categorias: MonaCine.

O blog SOS Hollywood apresenta, e a Monalisa de Pijamas apoia e divulga a Estréia de Distress – o primeiro curta-metragem do diretor e jornalista brasileiro Fábio M. Barreto, que está cursando Cinema em Los Angeles – EUA.

Barreto, um excelente jornalista e futuro cineasta, também é nosso colega podcaster e  já participou do Monacast, assim como também nós já participamos do podcast do SOS Hollywood.

Assista e Comente o que achou de Distress.

Distress from SOS Hollywood on Vimeo.


Homens e Deuses – um filme para contemplar e pensar


Autor: Mafalda ~ 21 de abril de 2011. Categorias: MonaCine.

Homens e Deuses entrou para minha lista de filmes favoritos.
Um belo filme, apesar de te deixar com o coração apertado….  afinal foi inspirado em um fato real, envolvendo terrorismo.

Mostra a convivência pacífica entre pessoas de religiões diferentes e que só querem o bem dos outros. Também mostra estas pessoas a mercê do Mal, e como isso porá a prova sua fé, sua confiança em Deus, e tantas outras coisas mais.

Baseado em fatos reais, conta a história de 8 monges franceses que vivem em um mosteiro na Argélia nos anos 90. O mosteiro fica em um povoado muçulmano que convive em paz e respeito com os monges.  Mais que isso, os monges prestam assistência médica, escrevem cartas para os que não sabem escrever, e são amigos dos muçulmanos.

Porém ,um grupo extremista começa a atacar e matar pessoas na região, e o povoado -  principalmente os monges – se tornam alvos dos terroristas.
Eles terão que decidir se abandonam o mosteiro e a comunidade que sempre se sentiu segura com a presença deles, ou se ficam, correndo o risco de vida.

Não é o tipo de filme “pipocão/ fast-food”. A narrativa é contemplativa e simples como a vida dos monges. Então vá preparado, pois estamos acostumados a cenas rápidas, ação-reação-ação estilo video game, trilha sonora a toda para estimular nossas emoções, e poderemos achar o filme muito parado. O diretor não utiliza deste meios visuais e sonoros para mexer com nossos sentidos, mas faz a emoção e o envolvimento brotar da razão e da excelente interpretação dos atores.

Gostei muito da crítica que  o  Marcus Cramer  fez sobre o filme. Confira no blog “Melhores Coisas”

E tiveram dois críticos de cinema que deixaram com muita vontade de ver o filme, já me preparando para o estilo “parado” da película. :)   A primeira foi a Isabela Boscov – crítica da revista Veja. E o segundo foi o Pablo Villaça, que mesmo não sendo religioso (tendo se declarado ateu em uma determinada ocasião) , fez uma crítica elogiando muito o filme.

Homens e Deuses é um filme para deixar os preconceitos de lado, e assistir com o espírito contemplativo.

Feliz Páscoa!
Mafalda


As Melhores Coisas do Mundo


Autor: Eubalena ~ 5 de abril de 2011. Categorias: MonaCine, Sofá da Mona.

Estreia de abril do Telecine, tive a felicidade de assistir “As melhores coisas do mundo” ao lado justamente de uma amiga de longuíssima data, dessas com as quais as histórias se acumulam e que sempre estão com você. Produção nacional de 2010, direção de Laís Bodansky (Bicho de Sete Cabeças).

Certo, vamos logo às críticas negativas. Alguns disseram que o filme era muito “certinho” e, de fato, algumas personagens são muito retilíneas, pouco críveis em certos momentos (como a mãe do protagonista por exemplo). Realmente, reconheci na produção Globo toda uma pasteurização da juventude, do jovem, da família e da escola. Herança da estética de Malhação, ainda vigente. Achei o destino do casal protagonista um pouco óbvio e que merecia um tratamento da descoberta romântica maior. Mas releve, sou muito cri cri.

Se você se permitir e tiver coragem, o filme te transporta para sua adolescência. Acha que está velho? Pois a primeira observação interessante que fará é a assustadora semelhança entre os jovens atuais e aqueles que nós fomos. Tá, eles tem internet, Google, celular, videogames mais baratos, péssima música no geral, mas só. Estão lá as mesmas dores e conflitos da fase mais dura e gostosa da vida. O Google não te responde o que dizer quando as palavras faltam na frente de quem você gosta. O celular pode ajudar na aproximação, mas não garante a proximidade. Tempo passado, tempo futuro, crescer em essência será sempre muito parecido, universal. Conquistar o respeito de seus colegas, ser popular, iniciar-se sexualmente, apaixonar-se perdidamente, morrer de amor e sobreviver. Descobrir que certos amigos nunca foram de fato leais. Na juventude, por pior que sejam nossas dores, sequer sonhamos com a crueza e frieza dos fatos que sucederão em nossas vidas adultas.

Mesmo você sendo uma pessoa legal. Ser bacana não te imuniza da dor, mas pode ter dar ferramentas pra sobreviver a ela.
Tem gente que mostra a juventude como uma fase em que aprendemos coisas, valores etc para nossa caminhada na vida. Uma de rosas. Já eu acho que aprendemos a cair. É uma fase de tomar tombo, quase que um atrás do outro. Tempo de viver roxo. Progressivamente somos expostos a um crescente de dor e ansiedade. Talvez um treino básico para os lutos durante a vida e para que saibamos que sobreviver e seguir adiante é preciso. Mesmo nada sendo perfeito, mesmo que você não saiba direito a canção, é preciso ensaiar todo o dia a capacidade de cantá-la.

Não deixe de conferir “As melhores coisas do mundo”. Ele me fez relembrar que precisamos aceitar as pessoas e a vida e que somos mais fortes do que julgamos. E, sim, eu concordo com a opinião do protagonista sobre ser feliz quando adulto: dá muito mais trabalho!


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Adeus, Cleópatra! Elizabeth Taylor 1932 – 2011


Autor: Mafalda ~ 23 de março de 2011. Categorias: Mona POP, MonaCine.

Faleceu Elizabeth Taylor, hoje, aos 79 anos.
Vi uma foto e não acreditei na idade. Parecia ter muito mais, com brincos exagerados e jóias pesadas tensionando a pele flácida. O batom na boca descarnada de contorno irregular deixava seu semblante ainda mais cadavérico e patético. Aquela não era Elizabeth Taylor.

Tampouco é Elizabeth Taylor aquela mulher que entrou e saiu de n clínicas de reabilitação e desintoxicação. A dependente química. A alcoólatra. A estrela de cinema cuja baixa auto-estima impeliu a uma sucessão de relacionamentos e casamentos.

Já a vi em início de carreira, em filme de Lassie e simplesmente amava sua personagem em “Gata em teto de zinco quente”. No entanto, não sei porque, quando penso em Elizabeth Taylor a imagem mais recorrente é de Cleópatra. Não me importa se o filme não é um primor ou detalhes técnicos. Ali Elizabeth pode representar a si mesma, ali ela pode expor toda sua capacidade de seduzir ao revelar seu prazer pelo poder e sua vulnerabilidade ao descontrole.

Essa Cleópatra foi fiel aos caros amigos. Nunca se importou com o que disseram deles. Ela não esqueceu a dor dos que partiram antes e ergueu pirâmides e pirâmides de solidariedade sob a forma de organizações de apoio a vítimas do HIV, assim como financiamento de pesquisas.
O mundo sentirá falta da divindade Elizabeth Taylor. EU jamais me conformarei com o desaparecimento de Cleópatra.


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O Ritual – um filme sobre a Fé


Autor: Mafalda ~ 10 de março de 2011. Categorias: MonaCine.

O filme O Ritual conta a história de  Michael Kovak (Colin O’Donoghue): um rapaz  que para fugir de um pai severo e controlador, resolve entrar no seminário até o momento de “confirmar e jurar os votos”.

Mas antes que ele consiga sair , o  padre superior o manda para a Itália, para fazer um curso sobre Exorcismo no Vaticano.

Chegando lá, o rapaz terá a sua fé colocada a prova, ao presenciar os exorcismos do Pe. Lucas (Anthony Hopkins) e vivenciar situações sobrenaturais.

Baseado em fatos reais presenciados pelo jornalista Matt Baglio, que escreveu a experiência no livro “O Ritual” (The Rite), o filme – de mesmo nome -  não é um clássico filme de terror, que levará o espectador a sustos a cada momento. Trata-se muito mais de um filme sobre a Fé.

Os personagens dos dois padres são também inspirados em pessoas reais. Já a jornalista de Alice Braga foi criada para o filme.

Anthony Hopkins, no papel do padre Lucas, faz um padre meio amalucado, que o espectador  fica em dúvidas se ele tem noção do que está fazendo.
Essa dúvida, essa impressão “de estar tudo no ar” que Pe. Lucas  passa, provavelmente é intencional para mostrar o que vai acontecer com o personagem no meio para o final do filme.

O diretor Mikael Hafström retrata direitinho o que é um exorcismo. E  a história é tratada de forma mais realista, sem pessoas virando monstros e com o jovem padre sempre levantando a questão psicológica e psiquiátrica da pessoa possuída.

Considerando que é um filme inspirado em fatos reais, para quem se interessa pelo tema sobrenatural, vale a pena assistir.

E este filme lembrou-me de duas coisas que já tinha visto antes:

A primeira é este artigo intitulado “As perguntas dos Psiquiatras e as respostas do Pe.Gabriele Amorth” – Famoso Exorcista da diocese de Roma.

E a segunda: o seriado inglês Apparitions . Muito bom! Pena que durou só uma temporada.

Beijos,
Mafalda


100 anos de Dia da Mulher


Autor: Mafalda ~ 8 de março de 2011. Categorias: Coisinhas de Mulher, Mona POP, MonaCine, Monalinda da Semana.

O que as Mulheres mais querem?

Elas querem o respeito pelo que são, querem amor, querem se realizar em sua humanidade e vida. Assim como os homens também querem. E apesar das conquistas – principalmente a de ser considerada “cidadã com direito ao voto” e “ser inteligente como o homem”, com direito à estudo, faculdade, trabalho – ainda existe muito machismo, preconceito e violência contra a mulher.

Se os homens – e também muitas mulheres – tivessem o olhar de admiração que o diretor japonês Hayao Miyazaki tem das mulheres , mostrando em seus filmes a força, inteligência, beleza, bondade femininas,  haveria mais paz nas relações.

E também em homenagem ao centenário do dia da Mulher, também deixo aqui neste post um belíssimo documentário, feito pela atriz e diretora Norma Bengell, sobre as Mulheres no Cinema:

E se você gosta de podcast, divulgue o nosso Monacast!  Tantos emails e comentários que recebo de pessoas – principalmente homens – que tinham uma visão preconceituosa do nosso podcast, por ser feito por mulheres, e nos escreveu contando o quanto se surpreendeu com o Monacast e a Rádio Monalisa.

Beijos,
Mafalda





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