Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Diário de Casamento: Trash the Dress


Autor: Eubalena ~ 5 de outubro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Atendendo aos pedidos, resolvi falar um pouco mais sobre o novo estilo de se fotografar noivas, o chamado Trash The Dress. Com tudo, solicitei a ajuda de um especialista, grande amigo, e um grande fotografo de Caxias do Sul, para tirar algumas dúvidas sobre este novo estilo.

Áurea: O que significa o Trash the Dress?

Vanassi: Trash the Dress é um estilo de ensaio fotográfico criado e batizado nos EUA em 2001 pelo fotógrafo John Michael Cooper, no qual a noiva faz fotos em lugares inusitados, sem a preocupação de sujar o vestido. Esse tipo de ensaio chegou ao Brasil com força a partir do final de 2009 e já está sendo feito por fotógrafos de todo o país (alguns com bom gosto, outros nem tanto).

Áurea: Em que momentos podem ser feitos?

Vanassi: O ensaio Trash The Dress foi inicialmente planejado para ser feito após o dia do casamento, com o vestido original da noiva, como uma forma do casal poder curtir por mais algumas horas o clima do enlace e os trajes que nunca mais voltarão a usar. No Brasil, porém, esse conceito sofreu adaptações, pois muitas noivas gostaram da idéia de fazer essas fotos diferentes para decorar seus casamentos. Isso levou vários fotógrafos brasileiros a oferecerem o Trash The Dress antes do dia da cerimônia, como uma opção à já consagrada E-Session (sessão de fotos tradicional do casal, feita antes do casamento).

Hoje em dia no Brasil, as noivas podem fazer o Trash The Dress tanto antes, como bem após o grande dia. Alguns casais chegam a fazer esse ensaio até mais de um ano depois de casados.

Uma curiosidade importante é o fato de que, no Brasil, muitas noivas alugam o vestido ao invés de comprá-lo, isso levou algumas empresas de aluguel de trajes a começarem a separar vestidos específicos para Trash The Dress, os quais são emprestados para os casais. Com isso, o ensaio Trash The Dress é feito com um vestido diferente daquele que a noiva usará em sua cerimônia, resolvendo dois grandes problemas: o medo de sujar e a tradição de que os noivos não podem ver o vestido oficial antes do casamento.

Áurea: O Trash The Dress pode ser feito apenas com o noivo, ou necessariamente ele precisa estar com a noiva nas fotos?

Vanassi: O conceito original foi criado para o vestido, mas se estende para todas as roupas elegantes dos envolvidos no casamento. Com certeza pode ser aplicado para o noivo, para padrinhos e até ser adaptado para meninas de 15 anos em suas fotos de debutantes.

Áurea: Em média, qual é o custo desse serviço?

Vanassi: Varia muito, os melhores fotógrafos brasileiros tem cobrado entre 3 e 8 mil reais, mais custos de alimentação, hospedagem e deslocamento (quando necessários). Alguns cobram até mais, outros menos, depende do estilo do trabalho e da forma como o álbum será montado e entregue. Esse tipo de ensaio exige um nível de envolvimento muito alto e exige muito do profissional e do equipamento, aumentado os custos envolvidos.

Áurea: Você já passou alguma situação engraçada, ao fotografar esse estilo? E como foi?

Vanassi: Às vezes alguns grupos de espectadores se juntam ao redor dos noivos, por estarem curiosos com o tipo de ensaio. Uma vez essa aglomeração chamou a atenção da polícia, que chegou em uma viatura no moinho onde estávamos fotografando. Pensei que íamos ser repreendidos, pois era um terreno da prefeitura e entramos sem autorização formal, mas a policial achou o máximo e pediu até pra tirar uma foto com os noivos. Hoje em dia procuramos locais mais reservados. =)

Áurea: Em quais locais podem ser realizados esses ensaios?

Vanassi: Geralmente os noivos aqui da serra gaúcha gostam de fazer em lugares de mata ou vinhedos, mas muitos noivos preferem o litoral. Na verdade, não existe um local padrão, pois o conceito pode ser aplicado em casas antigas, chácaras, no centro da cidade ou até no quintal de casa. O objetivo é apresentar fotos interessantes, em lugares inusitados e com um toque artístico diferenciado.

Ainda não sei se farei o Trash The Dress, mas não deixa de ser uma opção bem tentadora.

Então meninas, parece uma opção fantástica para colocar no seu álbum de casamento, não?

Se vocês gostaram e quiserem entrar em contato com ele, podem acessar o site desse grande amigo e fantástico profissional no http://vanassi.com

E ao Gustavo Vanassi, agradeço de todo o meu coração por essa ajuda e esclarecimentos sobre esse novo estilo que tem tudo para dar certo.

Áurea – A noiva

Selo peixe Grande 2010


Diário de Casamento: Vestidos de Noiva Bizarros


Autor: Eubalena ~ 28 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Hoje discorrerei sobre um tema diferente do qual a minha noiva, Midori, falou, porque não posso falar do vestido dela, pois ainda não o vi. (Ainda bem). No entanto, não vou sair tanto assim do tema.

Já vi vários tipos de vestidos de noiva de cores variadas como dourado, bege e rosa, além do tradicional branco, claro, mas tem gente que não tem a menor noção ou quer mesmo é sair no jornal. É o caso de um vestido apresentado em uma feira chinesa feito de camisinhas! Pelo menos vai ser muito útil durante a lua de mel, se as camisinhas não forem usadas!

Ainda não estilo nojento de se vestir também descobri um bem cabeludo! Um vestido confeccionado com 1 milhão de metros de cabelos humanos, obra é da cabeleireira vietnamita Kim Do. Esses asiáticos….

Mas se você quiser mostrar que é rica MESMO pode usar um singelo modelito de um estilista romeno com 43 mil pérolas e cristais. Mas malhe muito antes, pois ele pesa 12 quilos!

Contudo se você é pobre e não pode pagar um vestido de noiva, não se preocupe! Pode assaltar a dispensa e fazer um vestido de noiva com papel higiênico, como foi o caso da americana Jennifer Cannon, em 2007. Só não vão usar aqueles com cheirinhos que é capaz do noivo desmaiar na hora que cheirar seu cangote! (Foto: Ray Stubblebine/Reuters)

E para as viciadas em café, que eu sei que são muitas (né, Vana Medeiros?), há a opção de se fazer um vestido com os vários filtros de café que você usou durante o ano, e ainda assim fica bonito. Foi o que fez a norte-americana Aimee Kick. É só rezar pra não chover se não vai aparecer tuuuudo!

Pra quem é apaixonado por desenhos ou filmes, o céu é o limite! Tem gente que casa vestido de Flintstones, de Shrek e Fiona e claro, de personagens do filme Star Wars como é o caso destes doidinhos aí.

E por falar em paixão, eu não poderia esquecer da maior paixão das mulheres, os doces. Claro que alguma delas já quis mostrar sua paixão usando sua sobremesa favorita como vestimenta. É o caso dos vestidos feitos de chocolates e caramelo como os as peças que foram apresentadas durante a 15ª edição da Feira Mundial de Chocolate, em Paris (França). (Foto: Jacques Brinon/AP) e na Ucrânia pelo chef Valentyn Shtefano que preparou o vestido da sua noiva com farinha, ovos, açúcar e caramelo, fazendo a roupa como receita de bolo. O vestido pesava quase dez quilos e levou dois meses para ficar pronto. Esse também tem que malhar pra aguentar.

Eu só me pergunto se depois os convidados têm que comer o vestido como sobremesa…

Fontes: g1.globo.com

http://vestidadenoiva.com/

Jônatas – O Noivo


Diário de casamento – Vestido de Noiva


Autor: Eubalena ~ 21 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Qual é a mulher que não sonha em entrar na igreja com o vestido dos seus sonhos? Acredito que todas, pois sou uma delas que vivia sonhando como seria o meu vestido.

Bom, vou contar um pouco da história do vestido de noiva que começa na época bíblica onde os noivos eram preparados com banhos especiais e óleos aromáticos, sem detalhes das vestimentas.

Já na Roma civilizada, as noivas usavam uma túnica branca e se envolviam com um véu de linho bem delicado na cor púrpura. Nos cabelos, as jovens arrumavam com tranças e o enfeitavam com flores.


Quadro “A Noiva Judia” de Esther Bedecked

Na época bizantina, o vestido de noiva passou a ser voltado à elegância. As noivas casavam com seda vermelha bordada em ouro e as tranças no cabelo também eram feitas com ouro, simbolizando o poder. Na Idade Média, o cristianismo no Ocidente trouxe os costumes matrimoniais. O vestido de noiva surgiu nesse período com a função de apresentar à comunidade as posses da família da moça. (Informações tiradas do site www.jornaldaorla.com.br)

O vestido branco começou a ser usado em casamentos depois que a Rainha Victoria da Inglaterra usou em seu casamento com o Príncipe Albert um vestido branco. Após a divulgação de fotos, algumas mulheres passaram a usar esta cor para homenagear sua rainha e acabou virando tradição. (informações tiradas do site Portal da Noiva)

Há aqueles que dizem que o vestido branco simboliza a pureza, a virgindade, mas não que seja uma regra. Há noivas que optam por fugir do tradicional e escolhem usar uma cor diferente como o marfim, bege, champanhe, até mesmo as cores mais fortes como o vermelho e preto. Obviamente que o modelo e a cor vão do gosto de cada uma.

Já o meu vestido aluguel em uma loja, a qual recebeu quatro indicações, pois possui modelos lindos, modernos e diferenciados. A loja leva o nome da estilista, Maria Virgínia, uma mineira de Belo Horizonte que se encantou com Brasília e se estabeleceu aqui, para minha alegria, sempre preocupada com cada detalhe e a atender o tão sonhado vestido para as noivas, cujo lema é: “Seu sonho levado a sério”, levou-me a confiar mais ainda. Faz vestidos para todos os gostos, com renda, bordados, rendas e bordados, confeccionam sapatos, bolsas, vestidos para daminhas, mães e madrinhas.

Marquei um dia e hora para experimentar os vestidos e quem sabe encontrar o meu. Infelizmente não fui atendida pela Maria Virgínia e sim por uma de suas assistentes, que me atendeu super bem. Perguntou-me qual modelo eu tinha em mente, do que eu gostava e eu disse que de tudo, desde os bordados até as rendas. Olhei alguns modelos e fui logo vestindo. Como sou precavida, levei o sapato que vou usar no casamento e os brincos que ganhei de presente para ver se o vestido combinava com tudo. Vesti uns quatro modelos belíssimos, mas os achei muito pesados e minha mãe não achou que fosse a minha cara, mesmo ficando lindíssimos.

A assistente trouxe mais quatro vestidos para eu ver, e no quinto vestido encontrei o que seria o meu sonho, até mesmo melhor. Senti-me linda, descrevia toda minha personalidade, já imaginava chegando à igreja e o noivo olhando admirado por tamanha beleza, risos. No instante que colocamos o véu e a grinalda para vermos o conjunto completo, tornou se mais perfeito, e neste momento, tive a honra de conhecer a Maria Virgínia, que me disse que aquele modelo ela fez para mulheres exatamente como eu, magras e pequenas. Fiquei tão feliz que pedi a minha mãe para chamar o meu pai para a ultima opinião, e quando ele abriu a porta e me viu ficou olhando e admirando.

Isso foi o suficiente para eu escolher o vestido, só faltava ver o custo. Meu pai perguntou se era aquele vestido que eu realmente queria e disse que não teria problemas, pois poderíamos fechar o contrato. Saí de lá tão feliz, na primeira loja que fui já encontrei o vestido.

Não contarei os detalhes do modelo que escolhi, por um motivo muito bom, risos, não quero estragar a surpresa para o noivo, mas, prometo postar uma foto no site depois do casamento.

Uma amiga que irá casar em outubro me disse que alugou o dela lá também, e que antes de decidir andou por Brasília inteira e que nenhum deles a fez sentir bem como o que ela experimentou na Maria Virgínia. Quando ela vestiu novamente disse que sentiu um arrepio, deu frio na barriga e que não teria jeito de ser outro a não ser aquele mesmo. Acho que é bem por aí, na escolha do seu vestido você tem que se sentir bem, sentir uma felicidade extrema. Ouvir opiniões é bom, mas de alguém que você confia e tenha bom senso, no meu caso eu levei a minha mãe.

Para quem se interessou pela estilista, dê uma passadinha no site dela e veja alguns modelos lindos no http://www.mariavirginia.com.br/. Para mim, valeu muito a pena.

Áurea – A Noiva


Diário de Casamento: A delícia de Buffet (segundo o noivo)


Autor: Eubalena ~ 8 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Buffets para, quem não está casando, é a melhor parte de uma festa de casamento, na maioria das vezes. Eu,como um bom apreciador da boa Cuisine, sempre me deliciei com tamanha fartura. Como desde o ano passado Midori e eu já fomos em uns 10 casamentos e já estamos craques no quesito Buffet.

Quando chegou a hora de visitarmos os buffets já fiquei super feliz porque imaginava a comilança. Realmente é a melhor parte de todos os meses que passamos “montando” o casamento e falando com dezenas de fornecedores de serviços.

Uma coisa engraçada nessas degustações são as “delícias” exóticas que você se aventura a comer! Vai que são boas, né? Que eu me lembre já comi lingüiça dentro de pimenta de cheiro, o que me deu um arrepio do dedão do pé até a ponta do cabelo e quase me tirou o apetite para enfrentar todas as outras comidinhas.

Outra coisa que achei estranha foi ameixa envolvida em salame! Como já não gosto de misturar doces com salgados nem me atrevi a experimentar. Mesmo porque não acho que essa coisa se encaixe em um casamento.

Contudo, algumas coisas me surpreenderam no bom sentido, como a berinjela desfiada do Helena Buffet, que aliás, é o Buffet que escolhemos. Quando você vai à degustação a simpática dona te oferece essa iguaria que engana quase todo mundo, pois você tem a certeza que é carne desfiada, mas na verdade é berinjela!

Outra coisa boa do Helena Buffet é o doce de cebola caramelada que se não te falam que é de cebola você come achando que é um doce de leite dos bons. Impressionante a qualidade e variedade deste Buffet.

Em falar em variedade, como Midori e eu gostamos muito de camarão, pudemos experimentar também de uma grande variedade de camarões como camarão frito com côco. Pena que vem tanto côco com o camarão que eu só senti o gosto dele mesmo, então não gostei.

Gostei mesmo dos camarões sequinhos com gergelim que eu comi uma vez e a Midori comeu duas vezes, pois a noiva marcou pra contratar o Buffet bem no dia e hora que a Alemanha jogou com a Argentina na copa do mundo. Não me arrependi de ter ficado vendo o jogo, pois depois a querida noiva me trouxe alguns dos quitutes do Helena Buffet.

Mesmo já tendo fechado contrato dá vontade de visitar TODOS os Buffets de Brasília. Vamos ver se conseguimos pelo menos experimentar metade deles não é Midori?

Jônatas, o noivo.


Diário de casamento – Fechando contrato com o Buffet.


Autor: Eubalena ~ 27 de agosto de 2010. Categorias: Sem categoria.

Como comentei com vocês, a melhor parte do casamento é a degustação da comida, seja um jantar ou um coquetel. Pois bem, conseguimos enfim fechar o buffet, não faremos mais jantar e sim um coquetel apenas para família e padrinhos.

O primeiro contato que tive com o buffet foi através do site e lá encontrei o e-mail para pedir um orçamento. Desde o primeiro momento fui bem recepcionada, troquei e-mail com a secretaria Rosa a qual me respondeu a todos e ligou para marcarmos uma degustação. Eu disse a ela que veria depois, pois precisávamos fechar com a igreja primeiro, para garantir a data do casamento. Logo que fechamos com a igreja mandei um e-mail dizendo que gostaríamos de fazer a degustação, poucas horas depois a Rosa me ligou. Acho importante a presteza do atendimento, me transmitiram muita confiança com essa atitude.

No dia da degustação fomos muito bem atendidos pela dona do buffet, Helena, que justamente leva o nome dela. Primeiramente contou-nos que é de Ribeirão Preto/SP, onde a família já tem um buffet há 21 anos, super conceituado lá. E como veio morar aqui em Brasília resolveu abrir aqui também. A Helena é uma flor de pessoa, muito atenciosa, carinhosa, cuidadosa e muito bem humorada.

A comida, hummm, só de pensar dá água na boca, muito bem feita e deliciosa. Saí de lá maravilhada com a diversidade de salgados e sucos, que o meu favorito foi o de cajá-mirim, nunca tinha bebido e nem escutado o nome dessa fruta.

Disse também que irá pessoalmente ao nosso evento fiscalizar e nos atender da melhor maneira possível. Procura não realizar dois eventos na mesma data de modo a prezar pela qualidade do serviço, isso para mim foi primordial na decisão. E decidimos que seria ela que faria o nosso coquetel.

Aí passamos para a minha sogra a nossa decisão que ficaríamos com o Helena Buffet, pois foi indicação dela. Ela ficou super feliz e logo pediu-nos para fechar tudo. Mas quando mostrei o orçamento a minha mãe, achou um pouco caro, mesmo eu mostrando o valor de outros buffets com quase o dobro do valor do Helena Buffet. Tentei convencê-la de que era muito bom e que minha sogra tinha concordado. Aí minha mãe pediu para que eles fossem comigo para conhecê-la e conversar sobre o trabalho. Marquei de ir ao buffet com meus pais no dia do jogo da Alemanha X Argentina, meu pai quase não foi porque ele queria ver, mas precisávamos definir se ficaríamos com o buffet ou não, então ele foi, mas o Jônatas não foi pelo mesmo motivo. Bom, fomos lá e minha mãe conheceu a Helena, tirou dúvidas, chegamos até a degustar e ficou convencida de fazermos com ela, neste dia fechamos contrato e saí de lá feliz e satisfeita. Depois de tudo, meu pai chegou até mim e disse que tinha gostado tanto do atendimento quanto dos salgados e que estava feliz por acharmos um buffet muito bom.

Não tenham medo de pesquisar, pedir orçamentos, negociar bastante, degustar em todos os buffets se necessário, pois valerá a pena no final. Nada melhor que fazer do seu jeito, do seu gosto, além do mais será um momento único na sua vida e precisa ser o melhor, que você puder arcar.

Áurea – A noiva.


Diário de Casamento – A MARCAÇÃO DA IGREJA


Autor: Eubalena ~ 21 de junho de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

noivinhos festa junina
Coró e seu amigão Isaac em homenagem junina ao casal Jônatas e Áurea!

Hoje falarei sobre o item mais importante da maratona que é organizar um casamento, isso se você quiser casar no religioso e não apenas no civil. Midori e eu, como somos católicos, vamos casar na igreja e percebemos que a marcação do dia pode ser um problema.

Primeiro você tem que escolher a igreja, o que pra algumas noivas indecisas pode levar um tempo, mas no nosso caso fui eu mesmo quem escolhi a igreja, pois foi nela em que eu pedia todas as quintas (prefiro ir nos dias vazios) para passar em um concurso e depois arranjar uma noiva bem humorada e fiel. Como mulher fiel está em falta no mercado, eu achei que passaria primeiro no concurso e depois apareceria a noiva na minha vida. Bom acho que Deus resolveu inverter a ordem da coisa e acabei conhecendo a Midori logo depois, por isso quero casar lá.

Com a igreja definida faltava marcar o grande dia e mais uma vez eu decidi que seria legal dia 3 de fevereiro de 2011, quando fazemos 3 anos de namoro e como dia 3 não cai em um sábado faríamos dia 5. Claro que a escolha do dia foi discutida com a noiva, mas ela é uma pessoa bem indecisa sabe….

Mas o problemas mesmo ocorreu quando fomos na igreja, muito felizes, marcar a data e a secretária da igreja nos disse que nessa igreja, como não há uma grande procura para casamentos, eles só abrem a agenda do ano que vem a partir do dia 1 de junho! Isso não só nos deixou apreensivos bem como as nossas família também, pois deste modo até o dia 1 de junho não poderíamos saber com certeza em que dia iríamos casar e como contrataríamos as milhares de empresas que fazem do casamento a evento que ele é sem saber exatamente o dia em que íamos casar?

Como dizem os americanos “Shit Happens!” e bem que corremos o risco de alguém aparecer mais cedo que nós no dia primeiro e marcar no dia em que queremos casar, pois esta igreja também só faz um casamento por noite. E não foi exatamente isso que aconteceu?!? No dia 1 de junho apareceu uma pessoa na igreja as 6 de la matina pra marcar no dia em que queríamos casar!

Bom, o resultado foi que vamos casar no dia anterior ao esperado, numa sexta-feira, mas isso não irá atrapalhar toda a felicidade e animação que o momento propicia a todo, principalmente aos noivos.

Pelo menos agora podemos marcar com o Buffet, os cerimonial e com toda a variedade de empresas que ainda vamos contratar com dia certo e ainda falaremos sobre isso nos próximas semanas. Não percam!

P.S.: DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O CASAMENTO NO RELIGIOSO COM EFEITO CIVIL:

- Certidão de Batismo para fins matrimoniais (atente-se a validade de 6 meses);
- Comprovante de Residência dos Noivos;
- Cópia da Identidade;
- Comprovante do Curso de Noivos (que tem validade de 1 ano);
- Habilitação Civil (caso o casamento seja religioso com efeito civil);
- Cópia da Certidão do Casamento no Civil (apenas para os noivos já casados no civil);
- Efetuar os Proclamas. Obs.: Se os nubentes forem de uma mesma Paróquia, efetua-se apenas um Proclama, senão, efetua-se um Proclamas em cada paróquia;
- Duas testemunhas maiores de 21 anos (não podem ser os pais).

É importante lembrar que, de acordo com o Novo Código Civil, também é possível se casar primeiro no religioso e depois registrar o mesmo no civil.
Para isso, é necessário que os noivos compareçam ao cartório, juntamente com as 2 testemunhas (após a cerimônia religiosa) com os documentos habituais (Certidões e R.G.), o Requerimento de Religioso com Efeito civil e o Termo de Religioso com Efeito civil, feito pela igreja, já com a firma reconhecida do Celebrante (que realizou a cerimônia religiosa) e dar entrada nos papéis de casamento no cartório.
Após 16 dias, em média, os noivos ou outras pessoas designada por eles, deve comparecer ao cartório e retirar a certidão de casamento civil.

Jônatas – O Noivo


Diário de casamento – Igreja e Chá de casa nova


Autor: Eubalena ~ 8 de junho de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

Marcar a data na igreja é um dos requisitos importante para um casamento completo. Claro que existe casais que preferem apenas casar perante a Lei dos homens e aquelas que gostariam do pacote completo, que é o meu caso.

Desde o começo deste ano estou tentando marcar uma data na igreja que desejamos casar, e não consegui, pois eles só marcam a data faltando 6 meses para a data que escolhemos. Tentamos de todos os jeitos convencer a secretaria para marcarmos com um ano para a data da cerimônia, pois queríamos já começando a contratar outros serviços e ter esse prazo tranqüilo para pagar tudo e tivemos a resposta negativa. Pedi para marcar uma hora com o páraco e não consegui, então, resolvemos esperar a abertura da agenda.

Nesse meio tempo minha sogra veio a Brasília para conversarmos sobre o casamento e avisamos que só poderíamos marcar a data no começo de junho. Minha sogra convenceu-nos a mudar a data de fevereiro para março, pois é um mês atípico para viagens e com isso nossa lua de mel sairia mais barato. Então resolvemos que iríamos marcar para o dia 19/03/2011, pois é dia de São José, padroeiro do casamento.

No dia 1º de Junho Jônatas ligou para a igreja para saber se a agenda já estava disponível e que queríamos reservar a data. Lá ele teve a triste notícia que na hora estava uma noiva marcando justamente a data, pois a coitada estava desde as 6hs da manhã esperando abrirem as portas, pode? Pense na raiva que sentimos! E nós falamos com a secretaria que isso poderia acontecer, e ela me garantiu que é uma igreja que não tem movimento de casamentos, ta bom, eu sabia que ia acontecer. Mas enfim, para não perdermos outra data, resolvemos marcar um dia antes, dia 18/03/2011 para a celebração da data mais feliz da minha vida. Apesar de ter ficado chateada e xingar até a 13º geração da mulher, aceitei a data com mais tranqüilidade. Depois passamos na igreja para garantir esta data, chegamos lá para pagarmos e fazer o contrato. Enquanto fechávamos o contrato apareceu outra noiva para marcar uma data para casar, imagina se tivesse movimento na igreja, para a nossa sorte ela escolheu uma data bem distante da nossa. Não sei o Jônatas e eu estamos com sorte para a igreja, ou se o povo está com dificuldade de encontrar vagas em outras ou se estão pedindo mais caro que esta que escolhemos, mas enfim, agora a gente não perde mais esta data.

Depois dessa correria para resolvermos a data do casamento, tive de ligar correndo para o nosso fotografo para alterar a data do casamento. Agora posso marcar as outras coisas com a certeza da data sem medo de perdemos o serviço.

Dia 5 (sábado) fizemos um chá de casa nova para apresentar a casa depois da reforma aos nossos padrinhos. Foi bem simples, mas muito divertido. Eu que não sou de cozinhar fui parar na cozinha e tentar fazer uns quitutes para a recepção, usei os padrinhos de cobaia, hihihih. Até que consegui me superar, o povo gostou da comida. Minha mãe trouxe as sobremesas e minha madrinha trouxe os patês para servir com pãezinhos. Ganhamos alguns presentinhos muito úteis para nossa casinha. Pena que não compareceram todos, pois já tinham compromissos inadiáveis, mas foi bem divertido. Nesta sexta-feira iremos receber os padrinhos que não foram, vai ser uma diversão à parte. Apesar da maioria dos padrinhos se conhecerem acho muito interessante essa interação deles, para assim juntos elaborarem as nossas despedidas de solteiros e ficar mais fácil a convivência.

Agora não tem mais jeito, estamos com a data marcada loucos para resolvermos tudo e casar logo, hihihi… Apressada, não?

Que Deus nos dê muita paciência para conseguirmos fazer tudo do nosso jeito.

Áurea – A Noiva


Diário de Casamento – Despedida de Solteira


Autor: Eubalena ~ 26 de maio de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

Uma das partes mais divertidas nos preparativos do casamento é a despedida de solteiro. Hoje em dia temos uma variedade de estilos para tal despedida as quais são muito divertidas. Há muito tempo se falava apenas em chá de panela (ou chá de cozinha) para as mulheres, mas hoje mudou esse conceito, temos também o chamado “chá de lingerie” que tem agradado a todas.

Quem não gosta de ganhar uma lingerie para agradar o seu amado, ainda mais para um momento tão especial que é a noite de núpcias?

Para quem não conhece o chá de lingerie irei explicar, mais ou menos, pois nunca fui a um e sei por relatos de amigas. Pode ser realizado na casa da noiva, em um salão alugado, ou até mesmo na loja que oferece tal serviço, a noiva pode fazer também uma lista de itens que quer ganhar ou a loja onde fará o chá colocará a disposição das amigas da noiva comprar lá mesmo. No chá é realizado brincadeiras, como no chá de panela, temos palestras sobre como seduzir nosso companheiro e apimentar a relação para não cair na rotina, tem até aulinha de striptease. Em alguns casos, contratam stripers para animar mais a festa. É totalmente vedada a entrada de homens, a não ser os stripers, na festa. Então imaginem como não é divertida e o quanto podemos nos soltar, com todo respeito.

Uma amiga do Jônatas e dona de uma loja de lingerie que oferece esse serviço e fomos conhecê-la e ver o que ela tinha para oferecer. A Maria Juliana nos contou que sempre faz esse tipo de evento para as noivas e elas adoram, até voltam levando outras amigas para fazer o chá lá e até mesmo para comprar novas lingeries e ver novos cursos para se matricularem. Ela mostrou-nos a sessão sex que ela oferece, materiais de todo o tipo, vai de fantasias para ambos até velas que não queimam o corpo e são comestíveis, tudo para dar uma animada na relação e não deixar cair na rotina.

Ela contou uma novidade que está nos planos para um futuro bem próximo. Ela está preparando uma casa para a realização dos eventos, para as palestras, despedida de solteira, com direito a massagem relaxante, brincadeiras, garçons com apenas tanguinhas para aliviar nossos olhos de tanta mulherada junto, tem tudo para fazer sucesso. Para quem se interessou os contatos da loja dela encontrasse no site http://santaousadia.com.br/, ela é uma pessoa maravilhosa, eu recomendo.

Já o tradicional chá de panela (ou chá de cozinha) pode-se realizar só com a noiva ou com os dois. Hoje em dia o casal opta por fazer juntos, assim economiza para a lua de mel. Tem a famosa lista de itens que precisa para completar a cozinha, as brincadeiras elaboradas pela família e padrinhos dos noivos, muita comida e bebidas. Claro que as brincadeiras os noivos não podem elaborar, senão que graça teria as prendas. Além de ser muito bom ganhar presentes o que mais importa é a reunião de amigos e famílias de ambas as partes se divertirem e compartilharem um momento tão especial.

Ainda não me decidi o que farei para minha despedida, estou pensando em seriamente em fazer as duas, hihihi, senão ficar muito caro.

Áurea – a noiva


Diário de Casamento: O Noivo e os Noivinhos em Biscuit


Autor: Eubalena ~ 17 de maio de 2010. Categorias: Cantinho das Monas, Sem categoria.

Noemi Galasso
(61)3963-5944 ou 9602-2762
www.elo7.com.br/noemigalasso

Hoje o assunto são os noivinhos que de uns 4 anos prá cá viraram moda em todo casamento que se preze. Isso porque eles são bem bonitos e podem chegar a ficar a sua cara, dependendo do artista que você contratar e da especialidade dele na área.

O preço deles varia muito de acordo com o material a ser usado, a quantidade de material e da experiência de quem faz essas obras de arte.

Felizmente posso dizer que eu e Midori não vamos pagar nada nem pelos noivinhos em Biscuit e nem pelo portas-guardanapo, também feitos em Biscuit. Isso porque temos duas artistas na família, a minha irmã Noemi Galasso e a irmã da Midori, Alda Mieko que vão nos dar de presente esses lindos enfeites.

Como minha irmã faz noivinhos de Biscuit desde 2006 ela, que já tinha feito os noivos e as lembrancinhas no casamento do meu irmão, se ofereceu para fazer os nossos noivinhos. Sempre gostei muito do trabalho fantástico dela e tenho certeza que os nossos noivinhos serão lindos (ainda mais pela propaganda que fiz agora! =D) e ficarão ótimos no topo do bolo.

O melhor de tudo é ver que ela trabalha com o que gosta, o que sempre faz com que o trabalho saia melhor ainda. Pra vocês terem uma idéia, agora ela inventou de fazer os cabelos das noivas em linha, o que dá um ar mais vivo ainda às peças e algumas delas até são articuladas como num Action Figure!

Já a irmã da Midori começou ano passado, mas já mostra ter grande habilidade nesta arte com diversos trabalhos muito bons realizados.

Fico feliz em ver que pelo menos com isso eu e Midori não precisamos nos preocupar, pois estamos em boas mãos.

Se vocês ficaram interessados nesses trabalhos entrem em contato com elas pelos emails, sites e telefones que estão abaixo da foto de um dos trabalhos de cada uma.

Alda Mieko no Orkut
E-mail: anjo_mieko@pop.com.br

Jônatas – O Noivo


Diário de Casamento: As Fotos


Autor: Eubalena ~ 3 de maio de 2010. Categorias: Sem categoria.

http://ahquandocasarpassa.wordpress.com

Hoje vou comentar sobre uma história interessante que foi como conseguimos os fotógrafos para nosso casamento.  Primeiramente, como todo mundo faz, nós pedimos algumas dicas de amigos que conhecem fotógrafos, mesmo porque existem muitos em Brasília, e procuramos em sites.

Decidimos começar por um fotógrafo que achamos na internet e a Midori resolveu ligar pra ele para combinar de ver o portfólio dele, o que aliás, é essencial para que você tenha uma ideia de como ficarão as suas fotos. Mas ele não ligou de volta, mostrando falta de interesse, então depois disso resolvemos ligar para um fotógrafo que nos foi recomendado por um amigo.

A noiva ligou e marcou hora e local logo de cara com uma tal Marcela. No dia combinado fomos lá ver o portifólio, mas a fotógrafa ainda não havia chegado, então ficamos esperando ela chegar. No momento que a fotógrafa chegou ela disse: “É você o noivo?” Esse espanto todo foi porque eu conheço a Marcela antes mesmo dela se tornar fotógrafa, pois nós somos super fãs de salsa e já dançamos algumas vezes. Mesmo sendo uma amiga pedimos para ver o portfólio e choramos para ver se ela abaixava o preço do serviço, pois não sei se vocês sabem, mas a fotografia é um dos serviços mais caros do casamento.

Descobrimos que a Marcela é sócia do fotógrafo que nos foi recomendado, o Cristiano Nunes na Photoimagens. Como o Cristiano não pode nos atender naquele momento, ficamos falando muito tempo com a Marcela que é uma pessoa super simpática, mas saímos ainda sem saber se iríamos contratá-los ou não.

Depois de alguns dias a Midori me disse que havia conversado com o fotógrafo e que ele era super gente boa e tinha nos convidado para um teste no estúdio dele que fica na casa da Marcela. Como eu vi os olhinhos da Midori até brilharem com a possibilidade de ter um pequeno book, eu topei logo.

Chegando lá pudemos conhecer finalmente o famoso Cristiano Nunes e conversar bastante com eles, mas quem resolveu tirar as fotos mesmo foi a Marcela. Gostamos demais da sessão de fotos, da conversa e também das fotos que ficaram ótimas. Na saída da casa da Marcela estávamos tão animados que decidimos fazer as fotos com eles, por vários motivos, mas principalmente pela simpatia e qualidade do serviço.

Além desta experiência, tenho que contar sobre outra experiência diferente neste ramo também que eu e Midori pudemos ter outro dia. Como nossos amigos estão cansados de saber que nós vamos casar, um deles que foi convidado para ser modelo de noivo para um book de uma fotógrafa nova aqui em Brasília, nos convidou para ver o ensaio.

Infelizmente não pudemos ver todos os locais onde eles tiraram fotos e nem o Trash the Dress, que, ao pé da letra, significa lixar o vestido, o que na prática é uma sessão de fotos que a noiva tira depois do casamento onde ela pode fazer tudo o que quiser com o vestido, como mergulhar num lago e até queimá-lo e tirar fotos desses momentos bizarros. Isso é se ela for louca e rica o suficiente para estragar totalmente um vestido que com certeza não ficou nada barato.

Mesmo assim foi bem legal para nós vermos os melhores locais para tirar as fotos da prévia dos noivos e já saber mais ou menos como será a nossa. E para mim foi bem legal poder ver que quem mais gostou das horas de ensaios por Brasília foi a Midori que ficou super animada e com mais vontade de casar do que nunca.

PS: Se você é de Brasília eu realmente recomendo os nossos fotógrafos que tem um site com muitas fotos e podem ser contatados em http://www.photonimagens.com.br/index.php

Jônatas – O Noivo





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