Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Super 8: Wall E


Autor: queiroz2511 ~ 3 de junho de 2009. Categorias: Mona POP.

Eu sou o Queiroz e escrevo no blog http://escritosmalditos.blogspot.com/ e no site de Mariana Bonfim: http://movieyou.com.br/voce , e hoje no Super 8 venho falar da obra prima da animação Wall E.

“O Homem bicentenário” e “A.I.” são sobre robôs que querem ser reconhecidos como seres humanos. Já na obra dirigida e roteirizada por Andrew Stanton, os robôs Wall-E e Eva aceitam de bom grado suas prioridades, mas podem dar uma paradinha para dar uma paquerada, enquanto os seres humanos abandonaram o lixão que se tornou o planeta Terra para viver numa nave espacial, de forma sedentária cativando corpos rechonchudos diante de suas telas, não olhando para os lados.

Talvez soasse por demais antipático criticar por assim dizer a parcela nerd rechonchuda que vai assistir a esse filme, entretanto Andrew Stanton morde mas assopra de forma bem convincente fazendo n referencias as paixões nerds como o n.°5 de Um robô em curto circuito, Jornada nas Estrelas, e até 2001 do Kubrick.

Sobre os dados técnicos, um primor a fotografia do filme, e o que mais me cativou foram as cenas em que eles ficavam no escuro, fazendo em belo contraste dos olhos luminosos de Eva. Realmente sensacional. O filme acaba sendo um retrato bem humorado da atualidade, abordando a poluição e a moda do sedentarismo, e o romance dos robozinhos vai fazer os filhos perguntarem o mesmo que um garotinho na sessão que eu fui: “Tá chorando pai?”. Pois é, em tempos em que vemos filmes sobre máquinas que demonstram ter valores esquecidos pelas pessoas, não será difícil que daqui a alguns anos a gente acredite com 100% de certeza que o amor não é humano.

Queiroz


Para que remédio? Vamos amar…


Autor: Eubalena ~ 31 de março de 2009. Categorias: Ponto Gê.

www.herbusinessmagazine.com/Articles/June+07.html

Ah, o amor…como é bom aquele friozinho na barriga, aquela ansiedade para rever a pessoa. Olhos nos olhos, conversas ao pé do ouvido, sorrisos, suspiros. O mundo fica bem mais colorido e a sua cara de apaixonado muito mais evidente.

Além de todos esses benefícios psicológicos o amor pode resultar em importantes benfeitorias físicas. O sexo, por exemplo, revitaliza o corpo, evita o stress, exercita a mente e emagrece.

Na prevenção de doenças o sexo é um ótimo remédio para a osteoporose, já que o aumento do nível de estrogênio, nas mulheres, e testosterona, nos homens, contribui para o fortalecimento dos ossos.

Alivia as dores de cabeça, reumáticas e menstruais. Dor de cabeça não é mais desculpa mulherada. O sexo também aumenta a circulação sanguínea, fazendo os rins trabalharem melhor.

Segundo estudos recentes, auxilia na prevenção do câncer de próstata e contribui com o sistema imunológico. Descobertas atuais garantem que o estado de humor está relativamente ligado ao sistema imunológico. Ou seja, pessoas que sofrem de depressão ou mau-humor estão mais suscetíveis a doenças. Relações sexuais regulares afastam o stress e contribuem com a saúde.

Durante a relação o organismo libera adrenalina e endorfina, facilitando a fluidez do sangue e diminuindo o risco de enfarte e derrames.

Para o corpo o sexo ajuda a eliminar as toxinas, garantindo uma pela mais jovem e tonificada. A ginástica que se faz, desde as preliminares até o orgasmo, ajuda a fortalecer os glúteos, as pernas e o abdômen. Combate à má circulação e a celulite. Cerca de 20 minutos de sexo garantem a queima de 300 calorias. Somados aos beijos intensos, que eliminam duas calorias por minuto, amar e ser amada é a receita infalível para qualidade de vida.

O amor não é lacto-purga, mas também é um santo remédio, até sua pele fica mais bonita…Aproveite!

Um beijão a todos…


MONA EM FAMÍLIA: Jovens X Família – uma história de amor e proteção


Autor: Phoebe ~ 16 de fevereiro de 2009. Categorias: Cantinho das Monas, Mona em Família.

Para um adolescente, nada é mais irritante do que ter seus programas vetados pelos seus pais. Um choppinho inocente com os amigos, uma viagem com a turma do pré-vestibular, um acampamento naquela praia meio distante. “Não, você não pode ir”, e para o jovem aquela frase soa como se fosse o fim do mundo.

Quando se é jovem, a gente nunca consegue entender completamente esses vetos dos nossos pais. Digo, esses vetos dos pais que se preocupam com seus filhos – já que, infelizmente, a tendência atual dos pais é “deixar correr solto”, confundindo liberdade com omissão.

Por mais que os pais tentem explicar os motivos da sua recusa, nenhuma frase no mundo é capaz de convencer um jovem de que há, sim, um motivo muito forte para que seus pais tenham vetado aquele programa aparentemente inocente. Um motivo que ele só será capaz de entender completamente quando tiver seus próprios filhos. Lembra-se de quando, após dizer um “não”, sua mãe completou a frase dizendo: “Você só vai entender quando for pai”? É a mais pura verdade!

Depois que se tem um filho nos braços, a gente entende que nossa principal função nesse mundo é amá-lo e mantê-lo a salvo de todos os perigos. E quantos perigos! Nos primeiros meses, são as típicas doenças da infância, aliadas a um despreparo de boa parte dos médicos de plantão. Você abre o jornal e vê casos de crianças morrendo de dengue hemorrágica e corre para a farmácia para comprar todo o estoque de repelentes. Entra no Orkut e vê um tópico citando que o filho de uma moça da comunidade está com leucemia, à beira da morte, e nesse momento já fica imaginando que irá congelar o cordão umbilical do seu próximo filho para poder ter uma alternativa caso uma desgraça dessas desabe sobre seu teto. No portal de notícias que você costuma acessar, vê a notícia de um bebê de dois meses que foi ao pronto-socorro com problemas respiratórios e acabou morrendo em decorrência de um medicamento fortíssimo e desnecessário prescrito pela pediatra de plantão, e nesse momento acaba lembrando que, quando sua filha tinha apenas um mês, a médica de plantão tentou medicá-la com um antibiótico proibido para menores de 12 anos e que você, por sorte ou intuição, não permitiu.

Depois eles começam a andar e você inevitavelmente será atraído pelas notícias sobre mortes decorrentes de acidentes domésticos. Percebe uma movimentação na casa em frente ao prédio onde você trabalha e descobre que o menino de 2 anos que morava ali acabou de morrer afogado na piscina, depois de um descuido da babá, e nesse instante você agradece a Deus por não ter piscina em casa e por seu filho estar em uma creche segura, e não nas mãos de uma babá. Mas no dia seguinte você lê outra notícia sobre uma criança que morreu engasgada na creche e sente um desespero por saber que não pode ficar em casa cuidando do seu filho e que, infelizmente, precisa confiar na creche onde seu filho está agora.*

Não é por outro motivo que, sempre que um casal engravida, alguém mais experiente acaba dizendo a fatídica frase: “Acabou-se o sossego de vocês”. É a mais pura verdade. Acabou-se o sossego não por serem as crianças agitadas ou terríveis, nada disso. Acabou-se o sossego porque agora você tem o seu coração batendo fora do seu peito, no corpo de uma pessoinha que você ama muito mais do que a si mesmo.

O mundo todo adquire um novo significado. Notícias que antes eram lidas com displicência agora viram motivo de angústia e apreensão. Choramos pelo João Hélio por imaginar a dor de sua mãe, vendo o filho ser arrastado pelo carro. Choramos pela Eloá por imaginar o desespero de seus pais, que nada puderam fazer para salvar sua vida. Cada caso de violência ou morte envolvendo crianças e adolescentes mexe conosco de forma intensa, pois nos colocamos no lugar dos pais daquela criança ou adolescente.

Portanto, quando o filho chega aos 18 anos, isso significa que seus pais carregam uma bagagem de 18 anos de notícias sobre os perigos dessa vida. Quando a filha pede para acampar em companhia de uma amiga, os pais dizem “não” por lembrarem o caso de duas adolescentes que viajaram escondidas dos pais e acabaram sendo mortas por um maníaco em Pernambuco. Quando os pais permitem que o filho vá a uma festa sob a condição de que volte para casa de carona com eles, fazem isso por lembrar das dezenas (centenas?) notícias de jovens que pegaram caronas com amigos embriagados e nunca mais voltaram para casa.*

Para os pais, o desafio é ter discernimento para permitir que os filhos tenham a liberdade necessária, evitando assim a superproteção, que é prejudicial ao crescimento de qualquer indivíduo.

Para os filhos, há que se ter muita paciência e carinho, sabendo que seus pais só fazem isso porque os amam, lembrando sempre que um dia eles também serão pais e farão o mesmo para proteger seus filhos.

Beijos da Phoebe!

* Todos os exemplos citados são verídicos.


All you need is love…


Autor: Eubalena ~ 16 de novembro de 2008. Categorias: Cantinho das Monas.

A vida é uma senhora enigmática. Coisas acontecem e quando a gente menos espera aquela pessoa passa na tua frente e tudo sai do lugar.

Palpitações, frio na barriga, primeiro oi, primeiro beijo, primeiro grande passo juntos e mais uma vez a rotina já era.

E, de repente, dois viram três. E esse menor, mais fraco e mais frágil terceiro passa a comandar a vida daqueles outros dois. Rotina? Já perdeu o significado há muito tempo. Rotina não existe quando se tem uma pessoa crescendo, mudando e te mudando a todo instante.

Agora são dois a cuidar de um e, mais tarde, esse um vai cuidar dos dois – ou de um só, se a vida ou o destino ou o tempo forem mais rápidos.

E essa pequena terceira pessoa de hoje, vai crescer e encontrar uma outra terceira pessoa da vida de outros dois e eles darão continuidade a esse fascinante capricho da vida.

Sim,  a vida é caprichosa quando se trata de amor.

Cada um recebe um tipo de amor: amor bandido, amor para sempre, amor de segundos… E dentre todos eles, o melhor é o amor que te dá paz.

O amor que te completa, que te dá a certeza que é ali mesmo o teu lugar e que não queres sair nunca.

Um amor novo e um antigo. Um amor que vai crescendo lentamente por 9 meses e parece que não cabe dentro de ti e o outro que surge do nada, como uma trombada.

Esses dois amores de sensações tão diferentes e tão iguais na intensidade é que me fazem ter certeza que a vida é muito mais e que eu quero ir com eles, os 3 juntos, até o final,

Este post é dedicado ao casal Maria e José Pasqualotto de Coronel Vivida – PR , avós do Thiago, que há 60 anos celebram o seu amor.

Para o Coró

E para o marido – espero que cheguemos juntos aos 60!

Eubalena.


Preciso dizer que te amo


Autor: Phoebe ~ 10 de agosto de 2008. Categorias: Sem categoria.

Esse texto eu escrevi no ano passado, logo após o Dia dos Pais. Hoje, um ano depois, pergunto àqueles que ainda têm a sorte de ter os seus pais por perto: você já abraçou o seu pai hoje? Já o beijou e disse, com palavras ou com o olhar, que o ama muito? Esse texto fala sobre isso.
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