Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Torturas da Euba – Só que ao contrário!


Autor: Eubalena ~ 11 de novembro de 2011. Categorias: Torturas da Euba.

Hoje não tem tortura. Esse post vai ter fazer vomitar um arco-iris de mashmallow fofinho com calda de chocolate quente.

O que é essa Isadora, minha gente? Que vontade de esmagar, apertar e não largar mais essa menina!

 

Linda!

Acho que to precisando ter um bebê!

Euba


CIRCO: IMPRESCINDÍVEL PARA CRIANÇAS


Autor: Eubalena ~ 3 de junho de 2009. Categorias: Mona em Família.

Um teco-teco lá no alto anunciava a atração:
- Criançada! O circo chegou!

De imediato minha filha disse que queria ir! E antes que desse tempo de eu argumentar qualquer coisa, ela já disse que sabia que tinha ido ano passado e que o show era praticamente o mesmo, mas que ela tinha adorado e queria ir dar mais risadas novamente! Confesso que é impossível não atender um pedido desses. Mal lembrava ela, diante desse pedido, as várias emoções ela ia encontrar no circo mais uma vez.

Malabaristas, palhaços, mágicos, equilibristas, contorcionistas, acrobatas: todos esses personagens trouxeram a magia do circo para ela. Magia do grande espetáculo que ocorre ao vivo, sem efeitos especiais como vistos nos filmes. Espetáculo que tem a capacidade de mexer com as mais diversas emoções dela. Em uma mesma apresentação ela vê o desafio à gravidade, com os saltos dos acrobatas e os tombos do palhaço, que é a figura que sintetiza os erros humanos, mostrando o quanto é gostoso rir. Sempre haverá o encantamento no momento em que o trapezista dá um salto e parece que vai cair, nos movimentos dos acrobatas ou simplesmente quando o mágico tira um objeto de sua cartola e o palhaço tropeça no picadeiro

Acredito que a apresentação de circo através do seu caráter lúdico acaba estimulando a imaginação, trabalhando com a fantasia dela. Mesmo que ela não entenda o enredo de determinada história, certamente vai prestar atenção aos movimentos, às figuras e às cores do picadeiro.

Assistir a um show do circo com minha filha é uma experiência nova a cada ano. Ela cresce e tem percepções diferentes a cada vez que retornamos! E eu, o adulto, sempre me divirto com ela. E adoro a sensação de nostalgia do momento em que piso na escada que dá acesso à arquibancada: parece que estou ali como na primeira vez: radiante e com toda a felicidade e expectativa de uma criança subindo de mãos dadas com meu pai e minha mãe.

Por fim, perguntei para ela se havia gostado de ter ido ao circo e ela me respondeu com outra pergunta:
- Pai, ano que vem podemos vir de novo?


CARRAPATINHO DO PAI


Autor: Eubalena ~ 15 de abril de 2009. Categorias: Mona em Família.

Nada como um feriadão de sexta a domingo para poder descansar um pouco. Afinal, trabalhando direto nos últimos tempos, caiu como uma luva para mim esses três dias livres.

Nos meus planos, estava previsto colocar a leitura de alguns livros e o sono em dia, ir no shopping comprar uma calça nova, convidar a esposa para assistir a estreia da semana no cinema, entre outras coisas mais. Só que, depois de uns cinco minutos pensando em tudo isso, a minha esposa vem com aquele jeito de que vai pedir algo, chega e convida - na realidade é uma intimação - para passarmos o feriado de Páscoa na casa da mãe dela! Nessa hora, os meus planos, que estavam se organizando dentro do balão de pensamentos em cima da minha cabeça, igual aos dos desenhos animados, se evapora: PUFF!!!!

Então vamos lá! Combinamos de sair na sexta de manhã. Mas como homem e mulher não se comunicam, já começamos bem: quando disse que sairíamos na sexta de manhã, para ela, era sete da manhã já estar na estrada! Para mim, era acordar às nove, até as onze horas ter tudo arrumado e partir até o meio dia! Era feriado, oras! Bem, onze horas saímos. Eu emburrado porque ela estava me pressionando para ir logo e ela brava porque queria já estar na casa da mãe dela! O ponto positivo de tudo isso é que a viagem foi um sossego só: dois emburrados nos bancos da frente e a minha filha dormindo no banco de trás. Ela é assim mesmo. Andou cinco quilômetros, já dorme.

A estrada estava lotada de carros. Mas com um pouco de paciência, chegamos. Eu vim armado para passar o fim de semana sem internet (só o do celular, mas não conta), sem televisão (desculpa, mas estou em um nível que assistir em tv de 29 polegadas de tubo e sem home theater, me irrita muito), e sem minha cama macia.

Juntei tudo o que pude para distrair minha filha: pipas, bicicletas, patinete, kit de pintura, máquina de fotografar, bonecas, jogos (cai não cai, pula macaco), gibis da turma da mônica para ler para ela antes de dormir e um monte de outras coisas.

Já que não tinha mesmo negociação, tentei aproveitar o máximo que pude para brincar com a minha Pititiu.

Acontece que minha esposa, quando chega na casa da mãe dela, parece que automaticamente liga um botão e o cérebro dela diz para ela mesma: “Estou em casa, como nos anos antes de casar.” e simplesmente quer saber de descansar, ler, comer e conversar – fofocar – com a mãe dela! Sabe como é: cidade pequena, quer saber tudo o que aconteceu com todos.

Daí, a Pititiu fica só para mim! Eu dou atenção, ela gruda em mim. Foi assim na sexta, no sábado e no domingo. Como eu realmente gosto de brincar com ela, levei numa boa e por mais longo que parece ser três dias, eles passaram rápido. Brincamos muito.

Tentei falar com a minha esposa para que ela aproveitasse mais o momento e brincasse com a Pititiu. Confesso que ela até tenta. Mas são só cinco miutos e perde a paciência. Não consegue entrar na brincadeira. Já disse para ela que irá um dia olhar para trás e se arrepender. Pois o tempo passa muito rápido. Outro dia minha pititiu nasceu. Hoje já tem cinco anos.

Pois então, o feriadão que era para ser de descanso, foi de canseira. Mas valeu o esforço, pois quando chegamos em casa no fim do domingo, cheios de tanto chocolate, ela me disse:

- Pai! Foi muito divertido esse final de semana. Eu adorei.

P.S.: Agora que descobri de onde veio tanta energia! Dá-lhe chocolate!


All you need is love…


Autor: Eubalena ~ 16 de novembro de 2008. Categorias: Cantinho das Monas.

A vida é uma senhora enigmática. Coisas acontecem e quando a gente menos espera aquela pessoa passa na tua frente e tudo sai do lugar.

Palpitações, frio na barriga, primeiro oi, primeiro beijo, primeiro grande passo juntos e mais uma vez a rotina já era.

E, de repente, dois viram três. E esse menor, mais fraco e mais frágil terceiro passa a comandar a vida daqueles outros dois. Rotina? Já perdeu o significado há muito tempo. Rotina não existe quando se tem uma pessoa crescendo, mudando e te mudando a todo instante.

Agora são dois a cuidar de um e, mais tarde, esse um vai cuidar dos dois – ou de um só, se a vida ou o destino ou o tempo forem mais rápidos.

E essa pequena terceira pessoa de hoje, vai crescer e encontrar uma outra terceira pessoa da vida de outros dois e eles darão continuidade a esse fascinante capricho da vida.

Sim,  a vida é caprichosa quando se trata de amor.

Cada um recebe um tipo de amor: amor bandido, amor para sempre, amor de segundos… E dentre todos eles, o melhor é o amor que te dá paz.

O amor que te completa, que te dá a certeza que é ali mesmo o teu lugar e que não queres sair nunca.

Um amor novo e um antigo. Um amor que vai crescendo lentamente por 9 meses e parece que não cabe dentro de ti e o outro que surge do nada, como uma trombada.

Esses dois amores de sensações tão diferentes e tão iguais na intensidade é que me fazem ter certeza que a vida é muito mais e que eu quero ir com eles, os 3 juntos, até o final,

Este post é dedicado ao casal Maria e José Pasqualotto de Coronel Vivida – PR , avós do Thiago, que há 60 anos celebram o seu amor.

Para o Coró

E para o marido – espero que cheguemos juntos aos 60!

Eubalena.





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