Porque fazer humor e podcast é uma arte
































Categoria: Sofá da Mona


Mulheres Ricas ? Não, Mulheres Falidas – da MTV


Autor: Mafalda ~ 26 de março de 2012. Categorias: Mona POP, Sofá da Mona.

Quem já viu algum episódio das Mulheres Ricas, tem que assistir as Mulheres Falidas da MTV!Hellooo!!!

Destaque como sempre para o casal comédia: Marcelo Adnet e Dani Calabreza. Dani, me adota?! Adoooro!

Chorei de Rir!!


Chico Anysio, por ele mesmo.


Autor: Mafalda ~ 23 de março de 2012. Categorias: Mona POP, Sofá da Mona.

Nunca mais haverá um Mussum, um Zacarias, um Oscarito, um Chico Anysio. Eu também acredito nisso, Chico. Descanse em paz.


O novo velho CQC


Autor: Mafalda ~ 20 de março de 2012. Categorias: Sofá da Mona.

A “novela” Rafinha Bastos (e seu comentário infeliz envolvendo a Sra. Wanessa Camargo) ainda nos deixa na expectativa para seus desdobramentos. Um deles estreiou nesta última segunda-feira com a volta do “novo” CQC ao ar.

De imediato, observamos que se optou pelo mais seguro: colocar Oscar Filho na bancada no lugar de Rafinha, dá a segurança de que nenhuma tirada será inconveniente. Oscar Filho opta pelo senso de humor auto depreciativo, recurso muito utilizado, e não representa “perigo” de escorregão. No máximo, o alvo será ele mesmo. A impressão dada na estréia (e que não serve para uma análise maior) é que temos agora dois Marco Luque. Humor de criança, inofensivo (e muitas vezes desnecessário e cansativo, ainda mais pelo horário). Tendo em vista a onda de reações causadas pelo episódio Rafinha, fico me perguntando se os fiéis fãs do programa de fato ficaram satisfeitos com o novo CQC. Tenho minhas dúvidas.

O novo quadro (que substitui o CQTeste de QI) submete um convidado a uma breve entrevista com o monitoramento de um polígrafo (sim, o cara do polígrafo da Márcia Goldsmith arrumou um emprego no CQC). Achei uma furada. É uma fórmula de desgaste rápido. E cá entre nós, não vai pegar ninguém. Por política de conveniência e por sabermos que quem de fato domina a arte de mentir não PE pego nesse tipo de ferramenta. Ou seja, temos um quadro em que poucas surpresas poderão rolar… Tudo super “chapa branca”, sem riscos.

As reportagens de sempre foram ao ar. Entrevistas com políticos no congresso ganharam certa graça com os ares Robocop, mostrando o novo repórter Ronald Rios e sua difícil tarefa de aprender a reconhecer políticos e seus históricos. Ronald Rios é desses caras que já nasceram engraçados. Somado a isso, temos um cara inteligente e despretensioso, menos agressivo até, na abordagem dos figurões. Acho que foi a melhor aquisição dessa  nova fase do programa. Gosto do humorista desde seu Badalhoca que ia ao ar na MTV. O cara tem talento, mas vamos ver se o formato lhe dará liberdade para desenvolvê-lo. Quando ainda era da MTV, Ronald tecia várias críticas ao CQC. Agora contratado do programa, vamos ver se ele pode contribuir para sanar as falhas apontadas no passado.

Ronald Rios e Maurício Meirelles (who?) são as novas caras no novo velho CQC. O estranho no programa de estréia foi observar que todas essas manobras de mudança,  repaginação, novas pessoas e  novos ares, só evidenciou a sombra da ausência de Rafinha e a busca da direção do programa em desassociar a forte imagem deixada pelo ex-integrante.

E você? Gostou das mudanças? Acha que o novo CQC repetirá o sucesso de sempre? Comenta aí!


Sem Limites – com Bradley Cooper e Robert de Niro


Autor: Mafalda ~ 7 de março de 2012. Categorias: MonaCine, Sofá da Mona.

Se você tivesse acesso a uma droga capaz de torná-lo uma potência cerebral, alguém imbatível em qualquer setor ou no trabalho que gosta, você experimentaria? Eu me adianto e respondo que sim, eu super tomaria o aditivo. Se pudesse tudo, se tivesse todas as chaves para quaisquer portas, escolheria dedicar-me ao cinema. Mais especificamente, animações. Ou talvez me dedicasse a algum projeto de resgate e abrigo de animais… Espera aí! Eu posso fazer ambas as coisas. Sucesso garantido. O mundo é ridiculamente óbvio para mim.

O filme Sem Limites (de 2011, em cartaz no Telecine Premium) mostra a trajetória meteórica de ascensão do escritor Eddie Morra (Bradley Cooper em excelente atuação com Robert de Niro como coadjuvante) que em meio a um bloqueio criativo conhece o NZT. Uma droga sintética que dispara a contagem de seu QI. Que promove o uso de 100% de sua capacidade mental.

A trajetória escolhida pela personagem Eddie Morra me causou identificação. Qual seria o maior poder dentro de nossa realidade? Mudar leis, criar novas, mudar a realidade das pessoas? Tornar o mundo um lugar melhor para todos? Ou esse sucesso todo seria relativo? Quer dizer, a sensação de sucesso, de superação só é percebida por que existe o fracasso? Se todos fossemos vencedores, o que nos moveria? Despreocupados, seriamos versões melhores de nós mesmos? Seríamos mais solidários, por exemplo? Tenho curiosidade. E, bem, esses são apenas alguns pensamentos que me ocorreram ao rever este filme.

Para quem curte um filme que gera assunto, até mesmo em antigos casais apáticos, fica a dica. Os simbolismos, analogias e metáforas são prato cheio. O argumento do filme supera seu roteiro. E aí que se você estiver com amigos e algumas biritas, o papo será antológico.
Parte muito importante para mim em qualquer filme é a trilha sonora. Ela pode comprometer um filme. Não é o caso aqui. Adorei a trilha sonora. Vale prestar atenção na última música.


Angelina Jolie no Oscar 2012 X Jennifer Aniston no Golden Globe 2010


Autor: Mafalda ~ 29 de fevereiro de 2012. Categorias: Mona POP, Monalinda da Semana, Sofá da Mona.

Jennifer Aniston já tinha arrancado suspiros e elogios com sua perna de fora há dois anos atrás no Golden Globe 2010, antes de Angelina Jolie exibir “freakmente” sua perna direita no Oscar 2012.
Não que a Jolie já não tivesse mostrado sua perna antes, mas desta vez ela exagerou na pose!

 

E o prêmio para a perna mais linda vai para……  ;)


 

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O Rey do gado


Autor: Mafalda ~ 21 de fevereiro de 2012. Categorias: Sofá da Mona.

Em alguns açougues há aquela placa com a ilustração do corpo de um boi, parecendo um país com seus estados, indicando as regiões anatômicas correspondentes a cada corte de carne.
E lá estava a placa, em pleno Carnaval, transfigurada no extravagante Dr. Rey. Pra quem não conhece Dr. Rey – por favor, Google imediato (não que valha a pena).

Cobertura de Carnaval da Rede TV. A atuação pilhada (mesmo) de Dr. Rey e seu papel como avaliador de bundas e corpos femininos nesse Carnaval, trouxe à memória a tal placa do açougue. Independentemente de algumas garotas se voluntariarem a tamanha exposição (e algumas subcelebridades, nem tanto), o que se viu foi um cara jogar no lixo qualquer credibilidade, seriedade, ética profissional e respeito à mulher. É isso que esse cara fez com anos de estudo? Apesar de usar compulsivamente termos como “linda” e “querida” para as garotas, nada havia de doce em seu tratamento. Era uma “coisificação” tão agressiva e humilhante para a imagem feminina, que em poucos segundos Dr Rey já estava em close com uma bunda ao fundo. Bundas e coxas foram desenhadas, músculos localizados, partes apalpadas e apertadas sem qualquer necessidade.

Dr Rey tem um desejo quase patológico de ser o centro das atenções. Como médico, como praticante de artes marciais, como dono de corpo masculino esculpido e depilado, como um “apreciador contumaz” da mulher…(ele me dá muita  preguiça mental). Mas como mulher, entenda-se: corpos dentro de certo padrão estético. Sempre com o mesmo formato padrão; caso contrário, não ganha carimbo de “aprovado” pelo Dr Rey.  No “exame” do médico (que tinha até carimbo para validar a carne examinada), o sintoma mais preocupante era sua presença ali e o aparente sucesso… Sintoma de nosso adoecimento sociocultural, da mídia, do abuso de mulheres sem identidades (porque se tornaram apenas seu corpo e suas partes), da transformação de Medicina em espetáculo e da submissão de uma massa de mulheres que acredita que atingir percentuais mínimos de gordura seja sua maior conquista. Pobres mulheres. Poderiam ser tão mais… Mais relaxadas, soltas, satisfeitas, mais respeitadas, com maior auto-estima. Quem sabe, mais felizes com si mesmas?

Pra quem tem estômago, tai um vídeo direto do açougue da Rede TV .
PEDIDO ESPECIAL: Euba, por gentileza, comente a camiseta de Dr. Rey. Sério.

PS da Editora – na busca e indecisão de uma imagem para ilustrar o inicio deste post achei esta aqui no blog do Testosterona . É um anúncio do Peta contra o consumo de carne vermelha, com a Pamela Andersson posando like carne de vaca. O pessoal do Testosterona aproveitou para fazer gracinha com o anúncio.



 


Decifrando as Pedras Guias da Geórgia


Autor: Mafalda ~ 18 de janeiro de 2012. Categorias: Mona POP, Sofá da Mona.

Não curto muito “sociedades secretas”,  e acho meio forçado esse Careca que apresenta o programa, mas é interessante ver a história das Pedras Guias da Géorgia.


BBB 12 – você assiste ou não assume?


Autor: Mafalda ~ 12 de janeiro de 2012. Categorias: Sofá da Mona.

Lógico que o título é uma troladinha light nos queridos leitores! Porque ninguém assiste BBB, não é mesmo?

Com o estabelecimento do Facebook como principal rede social na internet, tenho percebido que todos os anos é a mesma coisa: chega essa época em que o universo facebookiano se divide em 3 tipos de usuários. Temos os telespectadores que assistem (e até comentam sobre) o Big Brother Brasil; no oposto temos o que se manifestam alérgicos e contrários ao programa e, por fim, o tipo mais freqüente: aquele usário que assiste ou não e não declara isso na rede.

Não sei o porque, mas o fato é que, em geral, pega mal dizer que você assiste o BBB. Será impressão minha? E ainda vão dizer que você deveria estar lendo um livro (sim, essas pessoas enviam isso porque estão na internet e não lendo um livro… rsrsrs)

O Faustão no domingo (Globo) é um dos programas mais irritantemente chatos para meu gosto individual. Mas basta visitar uma ou outra casa de parentes ou amigos e uma TV aparece ligada na atração. Devo deduzir que essas pessoas queridas são o retrato do que assistem? Eu já assisti pelo menos algumas vezes e, embora não tenha me convencido a selecioná-lo como programa preferido para um domingo ou qualquer outro dia da semana, não me afetou  tanto saber que meus amigos e pessoas ao redor costumam assisti-lo. Porque não vejo isso como algo significativo ou relevante. Ta, um programa que não me agrada, mas tudo bem, tem gente que gosta. Sem traumas para ninguém.

O fator “queimador de filme” do BBB ainda é um mistério para mim. Explico: consigo compreender e concordar com todos os argumentos dos que se colocam ferozmente contra a atração como se fosse uma espécie de anti-cristo televisivo, mas após ouvir tudo, inevitavelmente penso: mas e daí? Porque essa pessoa não muda o canal e fica na sua como todos nós fazemos com a maior parte da porcaria veiculada pela TV?

O que me deixa curiosa sobre as reações negativas sobre o BBB é que ele parece despertar uma espécie de “patrulha” em nosso meio. Já perceberam? Você pode comentar sobre a novela do Pereirão em qualquer lugar a qualquer hora. A pessoa do seu lado pode até virar os olhos, pois não gosta de novela, mas você nunca despertará o advogado de acusação adormecido dela… Não é interessante? Por que as pessoas dão tanta importância a este programa em específico? Não é só um programa de TV, um pseudo-reality? (sim, inventei este termo, pois há de tudo no BBB, exceto realidade).

Recentemente assisti Mulheres Ricas da BAND. Desculpem, mas quase vomitei. Talvez ninguém tenha visto devido às férias, mas é horrível e cruel. Um constrangimento. E nada de manifestações acaloradas na rede. Um ou outro dizendo algo e pronto.
E aí, leitor querido? Você tem alguma explicação? Então, manda pra gente, please!


“Dica: Experimente os discursos do Bial com a tecla MUTE acionada!”




Corram para as colinas – o pior do Natal


Autor: Mafalda ~ 19 de dezembro de 2011. Categorias: Sofá da Mona.

Li em novembro deste ano, que um juiz nordestino havia proibido a execução da versão from hell da cantora Simone da lindíssima música (a original) XMas (war is over) em lojas e espaços públicos. A versão é um assassinato a sangue frio ao bom gosto, especialmente dos que, como eu, têm em John Lennon um de seus ídolos mais queridos. Fui uma pessoa feliz, como todos os iludidos, até que soube que essa foi uma trollada (sério, detesto trolladas, pois sou em essência uma pessoa crédula). Saber que se tratava de um factóide foi uma pá de cal na minha já fragilizada crença na justiça. Simone já me havia imposto uma agressão auditiva quando gravou sua versão de “Será” de Renato Russo. Pensei: “até que enfim alguém usa sua autoridade para parar com esses crimes hediondos contra o bom gosto”. Triste ilusão… Então, ingênuos como gnus tocaiados por leoas, podemos ser pegos a qualquer momento pela famigerada música natalina de Simone. Vai comprar seus presentes? Então esteja preparado… Quem quiser sofrer, basta dar play no vídeo abaixo e se contorcer com um combo sinistro: playback + Simone/versão + Domingão do Faustão.

Outro combo angustiante é o encontro de Roberto Carlos com padres cantores. Na verdade, em primeiro lugar não entendo padres cantores. Depois da onda de novidade (naquela época) do Padre Marcelo, parece que os padres cantores tomaram caminhos paradoxais (ao meu ver) tornando-se padres cantores/galãs. Não parece conflituoso? Mas há uma vertente, que embora não tenha intenção nenhuma de despertar esse tipo de admiração, é capaz de me chocar pela aparente dissociação com algo elegante e de bom gosto. É muito desapego ou falta de noção? Roberto Carlos depois de passar por poucas e boas, naturalmente apegou-se à sua fé. Mas Roberto Carlos teve toda uma carreira pautada no apelo romântico, do café da manhã pra dois entre outras estripulias carnais. Daí meu estranhamento. A ironia, talvez. Nada contra uma ou outra religião, mas acho estranho quando o mensageiro parece ser mais importante que a mensagem. Enfim…. Dá play aí e manda sua opinião.

Por último e não menos importantes, os “especiais” de Natal. Primeira memória sobre esse período era a seguinte: a emissora anunciava um pacote de filmes incríveis (sim, era um época pré-videocassete) e você ficava aguardando. E ficava nisso. Nunca era exibidos todos os filmes anunciados. Aprendi a não confiar em promessas muito precocemente. Thanks, emissoras brazucas! Atualmente os tais “especiais” nem sempre têm temática natalina e a impressão que tenho é que são pilotos de programas (ou encalhados ou para um test-drive de audiência) que eles disparam aleatoriamente já que está todo mundo viajando ou em festas.

De qualquer modo, agradeço a todos aqui do blog e aos leitores e ouvintes do Monacast pelo carinho e participação. Desejo a todos um feliz Natal, com muita risada, amigos, familiares, alegrias e boas lembranças dos que já se foram. Natal para mim é isso: estar com quem amamos e lembrar que é esse amor que nos apóia e motiva por todos os outros dias. E se Papai Noel estiver lendo, please, uma TV mais divertida, inteligente e menos preconceituosa para todos!



O Aprendiz (de que?)


Autor: Mafalda ~ 23 de novembro de 2011. Categorias: Sofá da Mona.

A verdade é que temos todos um lado sombrio, talvez até inconfessável… Mas pessoas como eu (acredito que existam outros) expõem esse lado. É aquela coisa: você tem TV a cabo com n opções de programas e acaba, depois de zapear, parando para assistir O Aprendiz na Record (3ª e 5ª feiras). Agora sob comando de João Dória Jr. e uma dupla de consultores, que acompanham as tarefas desenvolvidas por dois grupos de “pessoas empreendedoras”. O prêmio não é mais o almejado (sério?) emprego nas empresas de Justus, mais 1 milhão e 500 mil reais.

Primeiro quesito para ser apresentador do programa: inexpressão facial. Vale usar botox, vale ter paralisia facial. O importante é parecer robótico. João Dória Jr. capricha nesse quesito. Sempre me assombro com seu aparecimento: ele parece ter sido arrumado por um excelente taxidermista.

Os candidatos nesta temporada formam um grupo mais heterogêneo. Tem um candidato negro e sem curso superior. A seleção, sugere-se, foi baseada no potencial empreendedor da pessoa, independentemente de títulos e diplomas. Sim, bem no velho estilo “american dream”.  Quem assiste ao programa, no entanto, percebe que o critério que mais pesou foi o mesmo do Big Brother Brasil: alguém disposto a qualquer coisa para ganhar uma grana. Nada de pruridos, portanto.

Cheguei a me iludir na inovação das tarefas quando uma delas era preparar e organizar a distribuição de “quentinhas” para os sem-tetos de São Paulo. Que nada. Já pulalam tarefas de promoção de carros, parques temáticos etc. Nesta última, os candidatos foram levados aos EUA e ficou evidente o hábito de mentir que muitos têm em seus currículos: todos afirmaram falar inglês (básico ou intermediário) e o que se viu foi um show de mímicas e uma mistura de inglês e portunhol de fazer o Mr. Fisk se revirar no túmulo. Vergonha alheia extrema.

Se você leu ou gosta das piadinhas do Dilbert, que escrotiza a escrotidão do mundo corporativo, vai delirar. A piada maior é a seriedade com que todos usam expressões em inglês, gerundismo, termos técnicos de marketing e a aparente  inabalável auto-confiança. Todos devem ter lido o mesmo manual de como parecer competente. Enfim, acho que vale a pena você assistir pelo menos um episódio e comentar aqui. Não prometo nada, mas gostaria muito de ler suas impressões.


“Meu taxidermista é um artista!”


 





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