Porque fazer humor e podcast é uma arte
































Posts de setembro de 2010


Legendas dO que estou pensando? #29


Autor: Mafalda ~ 30 de setembro de 2010. Categorias: Que estou pensando?.

dilma e serra

Serra: A gente se vê no segundo turno! Dilma: Isso se o Neymar deixar…
@Bia_Xpop

Serra: Valeu Dilma, é o Glam Lady GaGa da Mac que eu passei.
Dilma: Ah bom, achei que era o Jóia da linha Hebe Camargo by Jequiti.
@_juniorlima

Beijo, me liga!
@lmaiacampos

Dilma: abaixa a cabeça que eu vou dar uma cuspida pra lustrar tua careca.
Serra: é pra já!
Alana

Serra: é Dilma realmente ja esta nascendo um pelinho!
@yana

Droga, nunca mais brinco de Pera-Uva-Maçã-Salada Mista.
@andreruz

Até ano que vem, na minha reeleição!
@pistashe_kaukau

Serra: Olhe bem no meu olho que eu vou te hipnotizar!
Dilma: Ai para meu carequinha, eu te beijo sem problema!
@marcelovbatista

Oh, Nosferatu!
Oh, Lion-O!
@falcaoazul

Meu hálito está bom?
@oraphosa

Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar …
@vikstrauss

-Marge, pra quê tanto debate? Que tal se nós fôssemos
lá para cima fazer mais um “bolsa família”? -Oooh, Homer…
@ivo_nik

e será que essa Dilma tem sangue gostoso, mesmo com tanto botox??
Angela

Beija eu! Beija eu! Beija eu, me beija. Deixa que seja ser…
@ronaldcurtis

Serra aplicando as técnicas do Fred Mercury Prateado
para fazer a Dilma rir.
Ruz

- Ah essa carequinha….
- Ah esse topetinho…
Davi Graeff

Enfim o noivo pode beijar a noiva!
@aureacastro

enquanto todos pensavam que eles iam dar um “amigável” beijinho no rosto:
Dilma: eu tenho apoio do Lula, seu looser!
Serra: ja te disseram que você é “dilma” pretensão horroroza?
@KekaTavaresM

 


As 5 melhores cenas de Karokê do Cinema


Autor: Mafalda ~ 29 de setembro de 2010. Categorias: Mona POP, MonaCine, Sofá da Mona.

Eu sempre tive uma certa vontade ou curiosidade de cantar em Karokê, mas sei que não tenho voz para isso. Eu realmente não tenho voz, nem afinação! Assim, como sempre imaginei em dançar com Gene Kelly … aquela insanidade que teima habitar na sua cabeça, mas que você tem consciência do impossível. Se virasse realidade, seria um ótima vergonha alheia no You tube.

O Cinema faz isso conosco, é culpa dele nós sonharmos com coisas impossíveis. Porém, é prazeroso ver estas cenas e se embalar com elas.

Aqui, as 5 melhores cenas de Karokês do Cinema.

O CASAMENTO DO MEU MELHOR AMIGO – a melhor “#putafaltadesacanagem” que a personagem da Julia Roberts fez com a tímida e envergonhada ” Kimmy ” de Cameron Diaz. Nem deu tempo para a menina tomar uma caipirinha antes. :)

THE CABLE GUY - Jim Carrey aloprando (que novidade!) com a música “Don´t you want somebody to love”

DUETS - linda a interpretação da música Free Bird.

ENCONTROS E DESENCONTROS ( LOST IN TRANSLATION )
Bem lembrado pela colaboradora Jú Teófilo, como deixar de fora este excelente filme que se passa no Japão, país do Karaokê!?

DUETS - passei a ver “cor” em Gwyneth Paltrow depois de ouvi-la cantando com Huey Lewis (já falei que amo Huey Lewis?) antes mesmo de ver a cena do filme. Lindo o dueto deles e minha cena preferida!

Menção Honrosa para:
Shrek - O Karaokê do Shrek é tão divertido quanto o filme! Adoro!

E você, acha que estão são as 5 melhores cenas de Karokê no Cinema, ou trocaria alguma destas cenas por outro filme que não está na lista?

Beijos,
Mafalda


Diário de Casamento: Vestidos de Noiva Bizarros


Autor: Eubalena ~ 28 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Hoje discorrerei sobre um tema diferente do qual a minha noiva, Midori, falou, porque não posso falar do vestido dela, pois ainda não o vi. (Ainda bem). No entanto, não vou sair tanto assim do tema.

Já vi vários tipos de vestidos de noiva de cores variadas como dourado, bege e rosa, além do tradicional branco, claro, mas tem gente que não tem a menor noção ou quer mesmo é sair no jornal. É o caso de um vestido apresentado em uma feira chinesa feito de camisinhas! Pelo menos vai ser muito útil durante a lua de mel, se as camisinhas não forem usadas!

Ainda não estilo nojento de se vestir também descobri um bem cabeludo! Um vestido confeccionado com 1 milhão de metros de cabelos humanos, obra é da cabeleireira vietnamita Kim Do. Esses asiáticos….

Mas se você quiser mostrar que é rica MESMO pode usar um singelo modelito de um estilista romeno com 43 mil pérolas e cristais. Mas malhe muito antes, pois ele pesa 12 quilos!

Contudo se você é pobre e não pode pagar um vestido de noiva, não se preocupe! Pode assaltar a dispensa e fazer um vestido de noiva com papel higiênico, como foi o caso da americana Jennifer Cannon, em 2007. Só não vão usar aqueles com cheirinhos que é capaz do noivo desmaiar na hora que cheirar seu cangote! (Foto: Ray Stubblebine/Reuters)

E para as viciadas em café, que eu sei que são muitas (né, Vana Medeiros?), há a opção de se fazer um vestido com os vários filtros de café que você usou durante o ano, e ainda assim fica bonito. Foi o que fez a norte-americana Aimee Kick. É só rezar pra não chover se não vai aparecer tuuuudo!

Pra quem é apaixonado por desenhos ou filmes, o céu é o limite! Tem gente que casa vestido de Flintstones, de Shrek e Fiona e claro, de personagens do filme Star Wars como é o caso destes doidinhos aí.

E por falar em paixão, eu não poderia esquecer da maior paixão das mulheres, os doces. Claro que alguma delas já quis mostrar sua paixão usando sua sobremesa favorita como vestimenta. É o caso dos vestidos feitos de chocolates e caramelo como os as peças que foram apresentadas durante a 15ª edição da Feira Mundial de Chocolate, em Paris (França). (Foto: Jacques Brinon/AP) e na Ucrânia pelo chef Valentyn Shtefano que preparou o vestido da sua noiva com farinha, ovos, açúcar e caramelo, fazendo a roupa como receita de bolo. O vestido pesava quase dez quilos e levou dois meses para ficar pronto. Esse também tem que malhar pra aguentar.

Eu só me pergunto se depois os convidados têm que comer o vestido como sobremesa…

Fontes: g1.globo.com

http://vestidadenoiva.com/

Jônatas – O Noivo


Bastardos Inglórios – e se você pudesse mudar a História?


Autor: Mafalda ~ 28 de setembro de 2010. Categorias: MonaCine, Sofá da Mona.


Capa do DVD lançado no Brasil

O cenário é a II Guerra Mundial e seus horrores ímpares.
Não há nenhuma guerra sem dor ou perdas, mas a II Guerra foi marcada por apresentar ao mundo novas fronteiras da crueldade e pela personificação/concretização da loucura maligna na figura e no projeto hegemônico de Adolf Hitler. Foram milhões e milhões de vidas exterminadas. Judeus eram as vitimas principais, mas também deficientes, ciganos, homossexuais, eslavos, testemunhas de Jeová.
No cinema, na televisão e na literatura, a II Guerra já rendeu (e ainda renderá) inúmeras produções.

Em 2009, chegou a vez de Quentin Tarantino contar sua estória. Não importa o quanto um tema tenha sido explorado, Tarantino sempre consegue renová-lo com sua narrativa pop e esse é um dos motivos pelos quais seus filmes sempre detêm minha atenção. Vejo o diretor como um grande artista especialista em fazer colagens/montagens. Todas as referências cinematográficas (do western ao cinema francês) podem aparecer em qualquer filme seu, sem que isso destoe ou pareça forçado. Mistura pop refinada. Seus filmes trazem esse elemento comum: estilos, personagens, tempos, músicas, culturas e atores em uma overdose de referências (e quanto maior a bagagem do espectador, mais conseguirá identificá-las).

Preciso dizer que a trilha sonora é interessante também? Essencial para ditar o clima e o ritmo dado a certas cenas e uma assinatura dos filmes de Tarantino, que nunca faz escolhas óbvias. Neste, a trilha é assinada pelo italiano Ennio Morricone (Os Intocáveis; A Missão entre tantos). Há inserções de músicas modernas. Destaque para Cat People/putting out the fire de David Bowie na cena da maquiagem da personagem Shosanna. Genial.


A atriz Mélanie Laurent em cena memorável ao som de David Bowie.

Bastardos Inglórios se passa na França ocupada pelos nazistas. Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) testemunha a execução de sua família pelo coronel Hans Landa (Christoph Waltz ganhou o Oscar por este vilão – aliás, do pior tipo: inteligente, frio e de fala mansa). A garota foge e anos depois a reencontramos em Paris na pele de uma cidadã francesa proprietária de cinema. Paralelamente, o tenente Aldo Raine (Brad Pitt – imprimindo as cores primárias e toscas que sua personagem exigia) comanda um grupo, denominado pelos inimigos de Bastardos, composto por judeus norte-americanos que estão na Europa com o objetivo de matar e escalpelar oficiais nazistas. Aliados à atriz/espiã alemã Bridget von Hammersmark (Diane Kruger- lindíssima), os Bastardos aderem a um plano dos aliados para derrubar os principais líderes do Terceiro Reich. Com o desenrolar da trama, todos se cruzam no cinema de Shosanna. Todavia, esta também arquiteta sua própria vingança contra aqueles que assassinaram sua família. Não busque no filme nenhuma fidelidade a fatos históricos ou preciosismo no trabalho de ambientação e caracterização da época. Para um filme de Tarantino, até que as cenas de violência são menos freqüentes (atenção, eu disse “para um filme de Tarantino”), mas são inevitáveis e até catárticas em alguns momentos (a parte final do filme justifica tais adjetivos).


Os Bastardos em ação e o vilão Hans Landa (destaque)

Roteiro bem amarrado, suspense na medida certa, senso de humor (com doses de sarcasmo) e elenco impecável, nas mãos criativas de um diretor com estética e linguagem próprias resultaram em uma trama que prende o espectador. Além disso, é um filme que depende de boas interpretações de seu elenco, aspecto que pessoalmente valorizo. Os diálogos são longos em algumas cenas, mas nunca desnecessários. A palavra é o principal “efeito especial” do filme. As experiências brutais, a dor e a impotência sofridas pelos que vivenciam uma guerra e o holocausto podem ser transformadoras e mudar os conceitos sobre o bem e o mal, o certo e o errado, subvertendo normas e regras sociais. Vale tudo para tentar mudar o rumo assustador que a História trilhou naquela época, incluindo missões visivelmente suicidas (e se você tivesse a chance, não faria o mesmo?). Bastardos Inglórios nos faz refletir. Em cartaz no canal Telecine (cabo) ou disponível em DVD.


Clique no retângulo acima para acessar o blog da Ju Teófilo

Selo peixe Grande 2010


Gatos e pet shops


Autor: Rachel Barbosa ~ 26 de setembro de 2010. Categorias: animais.

gato
Foto: deanna _

Se você tem um gato e costuma levá-lo ao pet shop para banho e tosa, já descobriu que encontrar um pet que aceite felinos não é tarefa das mais simples.

O que você talvez ainda não saiba é porque tantos pet shops recusam gatos.

Muita gente não gosta de gatos sem que tenham uma razão concreta para isso. Quem não gosta de cães em geral já foi mordido e ficou traumatizado. As pessoas não gostam de gatos em geral nem estiveram perto o suficiente para correrem o risco de levarem uma mordida.

Mas não é essa a razão para os gatos serem recusados no pet shop. Tosadores não gostam de trabalhar com os bichanos porque em geral eles dão muito trabalho. Mordem e arranham. E uma pessoa que precisa das mãos para trabalhar não pode correr o risco de ficar com elas machucadas.

Confesso que já vi alguns bichanos que pareciam pequenas jaguatiricas. Assim como já vi uns poucos que pareciam de pelúcia de tão quietinhos que ficam.

Você, como feliz pai/mãe de um gatinho pode ajudar a acabar com essa resistência dos tosadores a cuidar de felinos. Veja o que pode fazer:

Gatos são independentes por natureza, tendem a fazer só o que querem e nós tendemos a não interferir nisso. Mostre ao seu bichano, com bastante carinho e paciência, que às vezes é preciso ceder à vontade de alguém. Faça isso contrariando-o em alguns momentos e depois recompensando o bom comportamento, pode ser com petisco ou muito carinho.

Existe um mito que diz que gatos não gostam de água. Não conheço qualquer fundamento para esse mito. O que acontece é que o bichano passa uma vida inteira sem contato com água, a não ser para beber. Aí um dia alguém o enfia numa banheira sem mais nem menos. Claro que ele vai estranhar. Portanto, acostume seu felino com água, pode ser molhando as patinhas na pia, ou colocando-o para brincar na banheira com um pouquinho de água no fundo quando estiver fazendo calor.

Acostume-o, também, com barulhos altos – secador de cabelo, aspirador de pó -, mas sempre recompensando comportamento calmo com petiscos e agrados.

Finalmente, a parte mais agradável do treinamento. Habitue o peludo a ser tocado. Pode parecer um conselho bobo, mas tem muita gente que não costuma acariciar seu gatinho. O bichano fica pela casa, come, dorme, mas ninguém lembra de pegá-lo no colo e fazer um carinho. Aí quando o tosador o segura e começa a escovar daqui, escovar dali, o gatinho entra em pânico.

Você e seu gatinho terão bons momentos juntos e quando levá-lo ao pet shop, só ouvirá elogios sobre o bom comportamento do bichano.

Rachel Barbosa
http://caoamado.com.br


Torturas da Euba


Autor: Eubalena ~ 24 de setembro de 2010. Categorias: Torturas da Euba.

Quem é gordo, foi gordo ou tem só aqueles 2 quilos para perder sabem do que estou falando.

O que mais levaria uma pessoa de 45 anos declarar, em público, que ainda serve no seu jeans de quando tinha 15 anos? Torturar o resto da humanidade! Alguém consegue achar outra explicação?

http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1620526-9798,00-BROOKE+SHIELDS+CABE+NO+JEANS+QUE+USOU+AOS+ANOS.html

Eu não entro nem no meu de 5  anos atrás! Ô, Inveja!

Euba


Rádio Monalisa de Pijamas #08


Autor: Mafalda ~ 23 de setembro de 2010. Categorias: podcasts.

Radio Monalisa 08

Venha conhecer e escutar a Rádio Monalisa de Pijamas!  Um programa de humor e variedades, comandado por Mafalda e Eubalena.

E nesta edição, temos os blocos:

- Freak News -  gravado ao vivo pela internet, com o pessoal do twitter acompanhando por chat.
Polícia explodiu um pônei de brinquedo considerado um “objeto suspeito”
Competição de bebês chorões
Americano quer atravessar Canal da Mancha preso a balões
Família Inglesa descobre igreja centenária embaixo de casa
Criador croata diz que galinha botou ovo no formato de pênis
Detentos fogem de prisão argentina vigiada por boneco
Homem invade casa e liga para a polícia para pedir um abraço
- Eu Recomendo

- Comentários e Emails dos últimos Monacasts
- com um pedido especial!
( agradecimentos ao Leo Lopes do Radiofobia )
- Divã da Monalisa – Dra. Frau Gertrudes responde a pergunta da Daniela Monteiro do Danycast
- Música da Semana

Clique no Play abaixo para escutar o Podcast

LINKS
Mafalda, Eubalena e Falcão Azul no programa E-farsas da Just TV

Mafalda e Eubalena fazem uma homenagem à Phoebe no Danycast 50 ( a ser publicado nessa sexta-feira)
Mafalda e Eubalena no podcast Máquina do Tempo 100
Site do ilustrador e designer Ricardo (Freitas) Howards

E o vídeo que inspirou à música inicial do Freak News:

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MANUAL DE INSTRUÇÕES

Aperte o PLAY acima ou CLIQUE AQUI com o botão direito do mouse e escolha a opção“Salvar Destino Como” para baixar o arquivo no formato MP3, ou então CLIQUE AQUI para baixar a versão zipada.

Selo peixe Grande 2010


Tenho medo de gente


Autor: Eubalena ~ 22 de setembro de 2010. Categorias: Cantinho das Monas.

Eu tenho medo de gente que fala cutucando. Não sei, me dá uma aflição aquela mão cutucando teu ombro, aquela necessidade de que se fique olhando para o indivíduo, aquilo de ficar chamado teu nome o tempo todo, como se nome fosse vírgula.

Eu tenho medo de gente carente. Mas não carência de verdade. Falo daquela carência de invejinha, sabe? Ninguém pode fazer nada para outro que a pessoa já vem batendo cílios e fazendo cara de cachorro pidão.

Eu tenho medo de gente que não pisca. Piscar durante uma conversa é o simples ato de lubrificar os olhos. Não piscar é bizarro. Dá medo. A conversa passa de cordial e amigável a uma interminável espera desesperadora para ver se os olhos da pessoa finalmente fechar-se-ão ou se pularão e quicarão pelo chão…

Eu tenho medo de gente com auto-estima elevada. Não que isso seja ruim, pelo contrário, mas ela deve caminhar de mãos dadas com o bom senso. Sabe aquele povo que faz um cursinho Walitta de 4 horas e se acha dono da verdade. E aquela prima chata e portadora de mafudência em estágio avançado, que não tem filhos mas adora te ensinar tudo sobre educação?

Eu tenho medo de gente que fica te olhando de longe. A pessoa fica lá, meio que espiando, meio que analisando. Muito estranho. E o que a gente faz? Manda beijinho? Dá um discreto aceno? Olha para verificar se a roupa está suja?

Eu tenho medo de gente que sabe tudo. A pessoa passa, cozinha, engoma, pratica judô, nada, planta cana, colhe, faz o álcool e ainda tem tempo para discutir a influência da mitologia grega na atual música sertaneja universitária. E isso tudo passando pela medicina, acupuntura, rituais hindus e pontos de bordado.

Eu tenho medo de gente que não sorri. Como pode alguém não sorrir? Não achar graça em nada, de nada. Não, não. Não tenho medo desse tipo de gente, deles eu tenho dó.

Euba


Diário de casamento – Vestido de Noiva


Autor: Eubalena ~ 21 de setembro de 2010. Categorias: Mona em Família.

Qual é a mulher que não sonha em entrar na igreja com o vestido dos seus sonhos? Acredito que todas, pois sou uma delas que vivia sonhando como seria o meu vestido.

Bom, vou contar um pouco da história do vestido de noiva que começa na época bíblica onde os noivos eram preparados com banhos especiais e óleos aromáticos, sem detalhes das vestimentas.

Já na Roma civilizada, as noivas usavam uma túnica branca e se envolviam com um véu de linho bem delicado na cor púrpura. Nos cabelos, as jovens arrumavam com tranças e o enfeitavam com flores.


Quadro “A Noiva Judia” de Esther Bedecked

Na época bizantina, o vestido de noiva passou a ser voltado à elegância. As noivas casavam com seda vermelha bordada em ouro e as tranças no cabelo também eram feitas com ouro, simbolizando o poder. Na Idade Média, o cristianismo no Ocidente trouxe os costumes matrimoniais. O vestido de noiva surgiu nesse período com a função de apresentar à comunidade as posses da família da moça. (Informações tiradas do site www.jornaldaorla.com.br)

O vestido branco começou a ser usado em casamentos depois que a Rainha Victoria da Inglaterra usou em seu casamento com o Príncipe Albert um vestido branco. Após a divulgação de fotos, algumas mulheres passaram a usar esta cor para homenagear sua rainha e acabou virando tradição. (informações tiradas do site Portal da Noiva)

Há aqueles que dizem que o vestido branco simboliza a pureza, a virgindade, mas não que seja uma regra. Há noivas que optam por fugir do tradicional e escolhem usar uma cor diferente como o marfim, bege, champanhe, até mesmo as cores mais fortes como o vermelho e preto. Obviamente que o modelo e a cor vão do gosto de cada uma.

Já o meu vestido aluguel em uma loja, a qual recebeu quatro indicações, pois possui modelos lindos, modernos e diferenciados. A loja leva o nome da estilista, Maria Virgínia, uma mineira de Belo Horizonte que se encantou com Brasília e se estabeleceu aqui, para minha alegria, sempre preocupada com cada detalhe e a atender o tão sonhado vestido para as noivas, cujo lema é: “Seu sonho levado a sério”, levou-me a confiar mais ainda. Faz vestidos para todos os gostos, com renda, bordados, rendas e bordados, confeccionam sapatos, bolsas, vestidos para daminhas, mães e madrinhas.

Marquei um dia e hora para experimentar os vestidos e quem sabe encontrar o meu. Infelizmente não fui atendida pela Maria Virgínia e sim por uma de suas assistentes, que me atendeu super bem. Perguntou-me qual modelo eu tinha em mente, do que eu gostava e eu disse que de tudo, desde os bordados até as rendas. Olhei alguns modelos e fui logo vestindo. Como sou precavida, levei o sapato que vou usar no casamento e os brincos que ganhei de presente para ver se o vestido combinava com tudo. Vesti uns quatro modelos belíssimos, mas os achei muito pesados e minha mãe não achou que fosse a minha cara, mesmo ficando lindíssimos.

A assistente trouxe mais quatro vestidos para eu ver, e no quinto vestido encontrei o que seria o meu sonho, até mesmo melhor. Senti-me linda, descrevia toda minha personalidade, já imaginava chegando à igreja e o noivo olhando admirado por tamanha beleza, risos. No instante que colocamos o véu e a grinalda para vermos o conjunto completo, tornou se mais perfeito, e neste momento, tive a honra de conhecer a Maria Virgínia, que me disse que aquele modelo ela fez para mulheres exatamente como eu, magras e pequenas. Fiquei tão feliz que pedi a minha mãe para chamar o meu pai para a ultima opinião, e quando ele abriu a porta e me viu ficou olhando e admirando.

Isso foi o suficiente para eu escolher o vestido, só faltava ver o custo. Meu pai perguntou se era aquele vestido que eu realmente queria e disse que não teria problemas, pois poderíamos fechar o contrato. Saí de lá tão feliz, na primeira loja que fui já encontrei o vestido.

Não contarei os detalhes do modelo que escolhi, por um motivo muito bom, risos, não quero estragar a surpresa para o noivo, mas, prometo postar uma foto no site depois do casamento.

Uma amiga que irá casar em outubro me disse que alugou o dela lá também, e que antes de decidir andou por Brasília inteira e que nenhum deles a fez sentir bem como o que ela experimentou na Maria Virgínia. Quando ela vestiu novamente disse que sentiu um arrepio, deu frio na barriga e que não teria jeito de ser outro a não ser aquele mesmo. Acho que é bem por aí, na escolha do seu vestido você tem que se sentir bem, sentir uma felicidade extrema. Ouvir opiniões é bom, mas de alguém que você confia e tenha bom senso, no meu caso eu levei a minha mãe.

Para quem se interessou pela estilista, dê uma passadinha no site dela e veja alguns modelos lindos no http://www.mariavirginia.com.br/. Para mim, valeu muito a pena.

Áurea – A Noiva


Problema sem solução? Chame Os Simuladores!


Autor: Mafalda ~ 21 de setembro de 2010. Categorias: Sofá da Mona.

Criação argentina, o seriado Os Simuladores teve duas temporadas produzidas por lá de 2002 a 2003. Depois, ganhou versões no Chile, na Espanha e no México. É a versão mexicana que é distribuída para toda América Latina, incluindo o Brasil (para nossa sorte). Então, aqui, podemos assistir pelo canal da Sony (cabo).
O argumento é simples: um grupo de quatro homens que usam todo o tipo de meios e contatos para resolver situações que, por meios convencionais, talvez não se resolvessem adequadamente ou em um prazo de tempo aceitável. Assim, os “simuladores” compõem uma espécie de agência. Basicamente, eles resolvem sua vida. E não há causa maior ou menor. Vale tudo: criança com problema escolar, mulher traída, dívida com agiota violento, espionagem empresarial… Uma característica chama atenção: os simuladores trabalham apenas para o lado que consideram ser “do bem”. Não é apenas uma questão de dinheiro, embora eles custem caro aos clientes. É preciso que eles aceitem o caso.


Vargas, Medina, Santos e López: eles solucionam qualquer problema e ainda são um charme!

Uma vez aceito o caso de um cliente, tudo pode acontecer. O cliente deve cooperar totalmente sem questionar. Relações, família, negócios, podres… tudo e todos podem ser envolvidos na solução da situação. Embora a ação principal dependa sempre dos quatro simuladores, inúmeras outras pessoas podem colaborar. Sempre há um colaborador que trabalha num hotel, um médico, um mecânico, uma faxineira… Ao longo dos episódios, algumas vezes percebemos que o colaborador foi um antigo cliente que, sem muita grana, foi auxiliado em troca de serviços futuros. E assim, eles contam com uma rede imensa e complexa de contatos que viabilizam suas ações.
Outro aspecto marcante é que eles armam uma situação para resolver a atual. Simula-se tudo: doenças, mortes, atentados, consulta médica, relações amorosas… Daí o nome da série. Cria-se uma espécie de realidade alternativa que conduza à resolução do problema na realidade verdadeira.
O quarteto de protagonistas é excelente. A equipe é composta pelas seguintes personagens: Mario Santos (Tony Dalton), o líder que traça os planos; Emilio Vargas (Arath de La Torre), um tipo de ator versátil, que interpreta diferentes personagens durante as operações; Pablo López (Alejandro Calva), homem de suposta formação militar/policial, encarregado da parte técnica da operação e Gabriel Medina (Rúben Zamora), o investigador, que levanta e reúne os dados necessários para que Santos trace a estratégia usada em cada caso. A química entre os quatro atores é perfeita e as pitadas de humor irônico/sarcástico aparecem na dose certa.


Todo episódio termina assim: os quatro caminhando na chuva de costas, saltando e batendo os pés.

Filmes e seriados em língua latina são raros na atual grade de programação de nossa TV a cabo. Em parte, essa pouca oferta se deve ao fato de haver certa resistência da audiência. Acostumados que fomos a seriados apenas na língua inglesa (até mesmo por falta de opção), é preciso vencer esse hábito e dar algum crédito para experimentar outras referências (culturais, estéticas, de humor). Todos para quem indiquei Os simuladores, de início torceram o nariz quando mencionei ser uma série mexicana. Compreensível. A associação com novelas toscas é direta e inevitável. Mas a produção televisiva latina é mais que isso e Os Simuladores podem convencer até os mais resistentes (E se você, como eu, já curte a língua espanhola, mas pensa que só existem Antônio Banderas e Javier Bardem, vai se derreter ao ouvir o idioma de Cervantes na voz grave e sedutora de Tony Dalton… prepare seus sais!).


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Selo peixe Grande 2010





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