Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Torturas da Euba


Autor: Eubalena ~ 1 de julho de 2011. Categorias: Torturas da Euba.

Nesse mundo moderno globalizado de hoje saber uma língua estrangeira é fundamental. Afinal, graças as tecnologias atuais, podemos ter contato com pessoas do mundo todo.
A música sempre foi de grande ajuda para estudantes de línguas e intérpretes com pronúncia perfeita são fundamentais para tal empreitada.
Pensando na comodidade que seria aprender uma língua estrangeira no conforto do seu lar, @mafaldamonacast – também conhecida como Mafalda Amor ou Chefinha – enviou este vídeo com todo carinho para seu deleite e aprendizado!

Com vocês, toda a desenvoltura, dicção, entonação, afinação de Uanessa Camargo (ela ainda é Camargo?)


Mona Pop – Marisa Monte


Autor: musicmoon ~ 3 de setembro de 2009. Categorias: Mona POP.

Não me lembro muito bem quando nem porque ganhei meu primeiro CD dela. Era Barulhinho Bom, de 1996, o quarto de sua carreira. Digo que não lembro quando, mas lembro que o CD já não era mais lançamento. Lembro que ainda era “criança” (criança da nossa geração, claro, porque certamente eu tinha pelo menos 13 ou 14 anos). Acho que foi muito bom ter começado por ele, CD duplo, um deles ao vivo, gravado nos shows de sua última turnê, e que é uma espécie de “as melhores”. Repito, não lembro muito bem. Mas lembro da sensação de colocar o CD no aparelho de som e ficar maravilhada. Foi paixão à primeira ouvida. Claro que eu já conhecia Bem que se Quis, do primeiro CD. Afinal, todos conheciam. Mas eu nem sabia quem cantava.

Aí enlouqueci. Meus pais e meu irmão, percebendo que eu tinha gostado muito dela, aproveitavam cada oportunidade pra me dar mais um CD dessa cantora que eu ouvia incessantemente. Veio Mais, de 1991, o segundo da carreira dela, e que trazia canções inesquecíveis como Beija Eu e Ainda Lembro. Depois, ganhei o primeiro, Marisa Monte, de 1989, e Bem que se Quis ficava ecoando pela casa inteira.  Então, só faltava um. Ganhei Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-rosa e Carvão e me senti extremamente feliz.

Nesse meio tempo, descobri que ela tinha estudado música mesmo, coisa que eu sempre pensei em fazer. Descobri que ela passou um tempo na Itália estudando belcanto, e entendi o porquê daquela voz tão linda, tão bem usada. A voz que eu sempre ouvi cantando graves tão bonitos quantos os agudos. A voz super bem colocada, com uma ótima projeção. A voz linda e límpida que cantava as mais belas canções da minha adolescência.

Depois ela lançou o Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, em 2000, depois de um tempo sem lançar discos, provando que é também uma compositora das melhores. Continuou provando isso em 2002, quando se juntou a Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes para lançar o CD Tribalistas.
A carioca passou mais um tempo sem aparições relevantes, e voltou em 2006 lançando dois discos, Infinito Particular (mais voltado pra um estilo pop) e Universo ao meu Redor (só de sambinhas, como Meu Canário, na minha opinião a música mais linda do disco). Os dois discos acabaram gerando a turnê Infinito ao meu Redor, que traz umas das músicas mais dançantes, pop’s e divertidas da cantora de 42 anos: Não é Probido.

Nos seus dezenove anos de carreira, Marisa nunca se envolveu demais com a mídia, mantendo-se um pouco afastada, principalmente quando não está lançando discos novos. E mesmo assim, vendeu mais de nove milhões de discos no Brasil e no exterior. Nada melhor como a combinação voz maravilhosa + canções melodiosas + letras inspiradoras pra qualquer momento.

Beijos,

Luana


Mona Pop – Pitty


Autor: musicmoon ~ 25 de agosto de 2009. Categorias: Mona POP.

Depois de quatro anos sem lançar um álbum de inéditas, a cantora baiana Pitty lançou agora no último dia 11 de agosto Chiaroscuro, o terceiro de estúdio. O nome foi escolhido de acordo com a preferência dos fãs, que mandaram seus votos por celular. Entre as opções disponíveis estavam “Chiaroscuro” e “Entre o preto e o branco”.

Nascida em Salvador, Pitty foi criada em Porto Seguro. Passou por algumas bandas baianas independentes e, além de cantar, já tocou bateria. Ela está para completar 32 anos em outubro e está na carreira solo desde 2003.

Em seis anos de carreira, já ganhou em torno de 38 prêmios, como por exemplo no Video Music Brasil, da MTV, que a escolheu três vezes seguidas como vocalista da banda dos sonhos. A banda que acompanha a artista é formada atualmente por Duda (bateria), Joe (baixo) e Martin (guitarra). O primeiro single do novo disco é Me Adora, que foi lançado em julho passado.

Suas canções em geral falam sobre pessoas e tudo o que diz respeito a elas. Nas palavras de Pitty, “uma investigação sobre o ser humano como um todo”. Eu normalmente gosto das letras dela, principalmente pelo seu tema não ser muito abordado no cancioneiro brasileiro. Temos uma tradição muito forte de cantar nossos sentimentos de amor e sofrimento, e poucos expoem o ser humano a uma análise um pouco mais detalhada.

Também é, musicalmente, uma artista que me agrada bastante. Vemos por aí muita música não óbvia, que não remetem a algo já ouvido… mas isso é difícil de vir junto com música gostosa de ouvir. E Pitty junta isso muito bem. Além da bela voz, claro. Mesmo tendo esse estilo mais pesado, ela tem uma voz firme sim, mas limpa e de um timbre muito bonito, com bastante projeção e bastante técnica. Uma ótima artista brasileira da nossa geração.

Beijos,

Luana


Mona Pop: Regina Spektor


Autor: musicmoon ~ 16 de junho de 2009. Categorias: Mona POP.

Quero contar uma pequena história pra vocês hoje:

Há um tempo atrás, tocava numa novela – que não me lembro qual era – uma música chamada Fidelity (presta atenção que lindo o jogo de cores nesse vídeo, que começa todo em preto e branco!!!), cantada por uma voz feminina suave e um pouco aerosa. A voz não era cristalina, verdade. Era meio sussurrada. Mas a voz, assim como a música, era tão fofa, tão boa de ouvir… Aquelas de colocar no carro e andar por aí num dia feliz, sabe? Mas nem fui atrás de saber quem ela era. Pensei que era uma daquelas cantoras de um sucesso só.

Um dia, então, cheguei na casa do meu irmão e ele me disse, todo empolgado: “Olha só, vem cá, quero que tu ouças essa cantora, ela é fantástica!”. Então fui. Sentei do lado do computador dele meio com medo do que viria. Porque sei lá, gosto não se discute. Vai que eu não gosto da menina que ele diz que é fantástica, como vou dizer isso a ele? Enfim, sempre tem um jeito, eu sei. Mas eu esperava realmente gostar da tal cantora, pra que ele ficasse feliz. Principalmente porque essa situação, de ele me mostrar alguma música, cantor ou etc. só tinha acontecido uma ou duas vezes.

Aí começou a tocar uma música chamada Poor Little Rich Boy (sim, ela toca piano com a mão esquerda e toca percussão – numa cadeira – com a mão direita!!!). Ritmicamente interessante, com uma percussão alternativa… E aquela voz. Não reconheci de primeira, mas sabia que já tinha escutado em algum lugar. Comentei sobre os ritmos quebrados da música, difíceis de fazer por alguém que não tivesse estudado um pouquinho de música… E comentei que tinha a impressão de conhecer aquela voz de algum lugar. Ele disse: “Ah, tu deves ter ouvido essa aqui, que estava tocando na novela”, e colocou Fidelity pra tocar. E eu pensei: “Uou, a menina aquela, que eu achei ótima, não é uma simples cantora pop!”.

Fui então pesquisar sobre ela e descobri que Regina Spektor é russa. Rachmaninoff, Rubinstein, Tchaikovsky, Stravinski, Prokofiev, Shostakovitch e muitos outros russos são reconhecidíssimos na música erudita. Mas não lembro, na música popular, alguém desse país que tenha chamado atenção. Nascida em Moscou, seu nome se escreve Регина Спектор no alfabeto cirílico (bonitinho, não?). Filha de um violinista amador e de uma professora universitária de música, Regina aprendeu a tocar piano ainda criança. Com nove anos sua família deixou o país, e eles passaram pela Áustria e pela Itália antes de se estabelecer no Bronx, em Nova Iorque, onde ela continuou seus estudos musicais. Já falei que sou uma TCK? Então, ela também é.

Misturando música clássica, hip hop, rock, punk ao cenário do Antifolk na cidade de Nova Iorque, chegamos ao som da pianista, cantora e compositora. E as letras… ah, as letras. Regina geralmente canta em inglês, embora algumas vezes inclua palavras ou versos em Latim, Russo, Francês e outras línguas em suas músicas, que falam de amor, morte, religião (particularmente referências bíblicas e Judaicas), vida na cidade (particularmente referências a Nova Iorque) e muitas, muitas referências à literatura.

Pra quem gosta de um som mais alternativo, Regina Spektor é uma ótima pedida. Vai lá e ouve os discos dela. Pricipalmente o Begin to Hope, que é o que tem a música Fidelity. Aquela, da novela, sabe?

Beijos e boa semana!

Luana


Mona Pop: Amaia Montero


Autor: Eubalena ~ 26 de maio de 2009. Categorias: Mona POP.

Eu sou apaixonada por música na língua espanhola. Não somente por ser minha primeira língua, mas porque o espanhol me parece às vezes um idioma muito mais romântico do que o português. Toda língua tem aquelas palavras que parece que não ficam bem traduzidas, né?

Bom, então hoje quero apresentar pra vocês uma de minha cantoras preferidas, Amaia Montero.

A cantora de 32 anos foi vocalista e compositora do grupo espanhol La Oreja de Van Gogh de 1996 a 2007. A voz característica de Amaia é doce, mas firme, gostosa de ouvir. Suas melodias são alegres e contagiantes. O clipe da música Pop, do segundo disco do grupo – El Viaje de Copperpot , é fantástico e mostra todo esse lado divertido e engraçado que eles tinham de fazer música. Gosto muito do jeito que ela se porta no palco, parecendo que está cantando no sofá da sua sala. No vídeo em que ela canta Tic Tac (música escondida na faixa Desde El Puerto, também do segundo disco e, na minha opinião, a música mais fofa do grupo) dá pra ver isso claramente.

Em 19 de novembro de 2007 Amaia anunciou que largaria a banda pra se dedicar à carreira solo, e lançou seu disco – Amaia Montero – em 18 de novembro de 2008. O disco alcançou o primeiro lugar na Espanha, tendo vendido 40.000 cópias na primeira semana. O primeiro single do álbum, Quiero Ser, permaneceu durante 13 semanas na primeira posição das rádios espanholas. A cantora, que desde criança já dizia que queria ser cantora e passava o tempo brincando com um gravador, tem conseguido manter seu jeito meigo de fazer música. No seu site oficial dá pra ouvir todas as músicas do seu disco solo e comentar. Vai lá, assista e ouça, vale a pena!

Luana


MonaPop: Josy Oliveira


Autor: Eubalena ~ 7 de abril de 2009. Categorias: Mona POP.

Então vamos falar de BBB! Não, eu não enlouqueci de novo. E eu não assisti a essa temporada do Reality Show mais visto no Brasil. Não vou falar se assistir Big Brother é bom ou ruim, até porque eu assisti muitas edições e só não estou assistindo esse ano por motivos de horários bizarros no início do ano.

Mas estava eu lendo a respeito e me deparo com a notícia de que a Josy é cantora fora da casa! Sim, talvez muitos daqui já saibam, mas repito: não assisti esse ano. Claro que a curiosa aqui foi rebuscar a internet atrás de informações, áudios e vídeos da moça.

Então, o que eu descobri é o seguinte: Joseane, de 30 anos, Juiz de Fora/MG, tem o nome artístico de Josy Oliveira. Ela mora com os pais e já tocava violão e piano aos 8 anos de idade. A participante do Big Brother largou a carreira de psicóloga para se dedicar a música, sempre apoiada pela família. Acho legal a coragem dela, e acho legal o apoio da família também. Depois que entrei na faculdade percebi que são poucos no mundo das artes que podem contar com esse apoio.

Joseane lançou um CD em novembro de 2006, Influências. Assista ao vídeo da música Tempo, desse disco.

Ela também tem um projeto de música eletrônica, o Nueva. Veja o vídeo de Josy cantando a versão de Hate That I Love You, de Rihanna e Ne-Yo.

Bom, falei, falei, falei e tudo isso só pra dizer que não gostei da voz dela. No vídeo de Tempo cheguei a me assustar quando ela começou a cantar. Sabe o timbre de Alan Rickman, que parece estar falando com uma batata na boca? Pois então, me lembrei dele. A voz é meio anasalada, estranha. Na hora em que ela canta “Não sei dizer, talvez viver…” ela parece ter dificuldades de alcançar as notas mais agudas (sílabas não, di, tal e vi) e chega a empurrar, forçar um pouco pra chegar lá, reparem.

Também não gostei de outras coisas no vídeo, como o movimento exagerado da câmera ou o visual do conjunto, mas isso não vem ao caso.

Sobre o vídeo de Hate That I Love You, achei ele bem melhor. A voz dela está mais clara, menos forçada. Não consegui descobrir qual música foi gravada antes, mas se foi Tempo ela teve uma grande melhoria. Acontece também que quando vamos cantar em outra língua acabamos colocando a voz de uma maneira diferente. Talvez tenha sido esse o caso.

Quem gostou, encontra músicas eletrônicas dela no MySpace. Mas já adianto que, na minha opinião, ela é uma cantora normal. Não canta mal, mas não chama a atenção e tem muita cantora de barzinho que canta melhor. E agora, depois do BBB9, será que a qualidade dela como cantora vai importar pra alguém?

Luana





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