Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Coisas que dão Medo em vídeo – histórias de Terror


Autor: Mafalda ~ 2 de dezembro de 2015. Categorias: podcasts.

Oi Pessoal! Tudo bem!? Quanto tempo, não?

Estava aprendendo a mexer em edição de vídeo, e aproveitei o material do Coisas que dão Medo e fiz 3 vídeos dos 2 primeiros episódios.
É que dá uma pena ver um material tão bom como o Coisas que dão Medo esquecido lá no porão da podosfera, sabe?

Se alguém ainda vem aqui, algum fã antigo, deixe seu comentário sobre o que achou dos vídeos.

Abraços,
Mafalda

https://www.youtube.com/watch?v=m9L0qojTeCk

https://www.youtube.com/watch?v=UVJuq97G3W8


Torturas da Euba


Autor: Eubalena ~ 1 de julho de 2011. Categorias: Torturas da Euba.

Nesse mundo moderno globalizado de hoje saber uma língua estrangeira é fundamental. Afinal, graças as tecnologias atuais, podemos ter contato com pessoas do mundo todo.
A música sempre foi de grande ajuda para estudantes de línguas e intérpretes com pronúncia perfeita são fundamentais para tal empreitada.
Pensando na comodidade que seria aprender uma língua estrangeira no conforto do seu lar, @mafaldamonacast – também conhecida como Mafalda Amor ou Chefinha – enviou este vídeo com todo carinho para seu deleite e aprendizado!

Com vocês, toda a desenvoltura, dicção, entonação, afinação de Uanessa Camargo (ela ainda é Camargo?)


E quem irá dizer que não existe razão?


Autor: Phoebe ~ 10 de junho de 2011. Categorias: Mona POP.

Nessa semana ressurgiu do fundo do baú uma música que há muito tempo não era cantarolada por nós ou nossos amigos – uma música que os mais novinhos talvez sequer conhecessem. “Eduardo e Mônica” apareceu do nada em um clipe feito para a internet por uma agência de propaganda, e também do nada foi logo indo parar nos Trending Topics do Twitter.

A música foi lançada quando eu era ainda pequena, mas como a Legião Urbana continuou lançando músicas e se mantendo no topo até os anos 90, quando o Renato Russo faleceu, “Eduardo e Mônica” ainda era bem conhecida e ouvida quando cheguei à adolescência. E como toda adolescente, desejei um dia conhecer o carinha por quem me apaixonaria perdidamente, teria filhos, brigaria e seria feliz até o último dos meus dias.

Confesso que, ao ver o clipe lançado nessa semana, não cheguei a chorar, mas me emocionei bastante. Achei que a emoção era por ter sido remetida de volta à adolescência e a todas as lembranças boas, de um tempo bom, que a música trazia. Mas depois fui vendo que o vídeo emocionou até mesmo pessoas que nem a conheciam.

Isso talvez tenha acontecido porque “Eduardo e Mônica” não é uma simples canção romântica. Canções românticas existem aos quilos, e centenas delas são infinitamente mais bonitas do que “Eduardo e Mônica”. O grande lance dessa música é porque ela relata um conto de fadas pós-beijo. Os livros de contos de fadas, e também as comédias românticas a que estamos acostumados, terminam quando o casal se apaixona. Já nessa música, não.

É quase ainda na metade do clipe que, “mesmo com tudo diferente, veio mesmo de repente uma vontade de se ver”, e “os dois se encontravam todo dia e a vontade crescia, como tinha que ser”. O que vem depois é o que toda pessoa normal deseja para a sua vida: um grande amor que estará ao seu lado em todos os momentos, sejam eles bons ou ruins. Vestibular, formatura na faculdade, primeiro emprego, a casa própria, os filhos, viagens nas férias. E também os desentendimentos, as crises financeiras e até mesmo ter que deixar de viajar para a cidade natal nas férias porque “o filhinho tá de recuperação”.

Sorte dos Eduardos que, ainda novos, conseguem encontrar as suas Mônicas – e vice-versa. Às vezes a vida nos prega umas peças e esse encontro acontece um pouco mais tarde, quando já não se é tão novo assim, muitas vezes depois de um ou mais relacionamentos mal-sucedidos. E pode ser até mesmo que, no fim, haja uma pequena mudança no roteiro desse clipe. Como uma frase que andei lendo no Twitter: “de tanto procurar pelo Eduardo, ela descobriu que a sua alma gêmea era a Mônica”.

Feliz dia dos namorados!

Beijos da Phoebe

http://youtu.be/gJkThB_pxpw

 


Torturas da Euba


Autor: Eubalena ~ 22 de outubro de 2010. Categorias: Torturas da Euba.

A tortura de hoje é romântica, apaixonada…Um brinde ao amor!

Daí eu lembrei do post da nossa noiva Áurea sobre um ensaio fotográfico chamado Trash the Dress   http://www.monalisadepijamas.com.br/mona-em-familia/diario-de-casamento-thash-the-dress e pensei nos fotógrafos que vão lá e se matam para achar um lugar legal, que passam horas e horas trabalhando nas fotos… Nas noivas e noivos que se sujam para ter uma lembrança especial. Para que tudo isso se com tão pouco se pode ter um vídeo inesquecível!

Beijos
Euba


Nada do que foi será…


Autor: Phoebe ~ 12 de novembro de 2008. Categorias: Cantinho das Monas.

Há um tempo, revirando os álbuns de fotografia da minha mãe, descobri umas fotos tiradas em 95, logo que viemos morar em Natal/RN. Compramos uma casa situada em uma rua onde basicamente só residiam velhinhos e velhinhas. Monotonia e solidão? Que nada! Os velhinhos davam de 10 a 0 na gente no quesito animação e, sempre que podiam, davam um jeito de fazer alguma festa bem agitada.

Essas fotos que pararam nas minhas mãos há um tempo foram tiradas em meio a uma animadíssima festa junina, em que todas as velhinhas da rua e suas filhas se vestiram de “matutas” (caipiras). As fotos remetiam à idéia de ingenuidade: aquelas senhoras tão distintas trajando vestidos de chita, com seus cabelinhos repartidos em “pitós” (maria-chiquinha). Uma delas foi além: seus trajes brancos denunciavam que era ela a noiva daquela festa junina tão singular.

Lembrei que eu tinha registrado aquela festa com a filmadora dos meus pais. Como 80% daquelas senhoras já faleceu ao longo desses 13 anos, achei que seria legal “desenterrar” o vídeo, até para presentear seus filhos e netos. Peguei a fita e levei-a a uma loja do shopping onde fazem conversões de vídeos para o formato de DVD.

Quando o DVD ficou pronto, a surpresa: cadê as velhinhas tão meigas e inocentes??? Logo de cara já começa uma maratona de “dança da garrafa”, com as distintas senhoras rebolando acima de uma enorme garrafa pet de refrigerante! A noiva se empolgou de tal forma que acabou derrubando a garrafa no chão e, por pouco, não se estabacou também! Hilário! Quando fui buscar o DVD, a dona da loja já veio me receber rindo, dizendo que tinha se divertido um monte durante a conversão da fita!

A lição que eu tiro desse fato? Sim, precisamos chegar à terceira idade com muito pique e alegria, dançando as músicas mais esdrúxulas que estiverem na moda! Mas não é essa a lição a que me refiro! A lição que eu tirei disso tudo foi bem simples: fotos são boas, mas mil fotos não valem um vídeo! Na foto somente capturamos a estética do momento, mas o vídeo registra a alma, a essência de nossas vidas.

Devemos filmar muito, tudo, sempre. As câmeras digitais atuais já são capazes de realizar excelentes vídeos, então não há desculpas para deixarmos de fazer isso. E devemos filmar tudo o que nos cerca, porque “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia”. Momentos da família, viagens com os amigos, detalhes do dia-a-dia, tudo isso é importante e merece ser registrado. Um dia daremos graças aos céus por termos registrado aqueles momentos dos nossos pais, os primeiros anos dos nossos filhos, aquele almoço casual com amigos em que, do nada, resolvemos deixar a câmera ligada.

Portanto, não fique constrangido em bancar “O MALA” e sair filmando a família e os amigos. Eles vão te odiar na hora, mas depois, pode ter certeza, pedirão uma cópia do vídeo. Experiência própria!

Beijos da Phoebe

P.S.: Ainda estou considerando se darei ou não cópias do DVD para os filhos e netos das senhoras! Será que eles gostariam de vê-las dançando na boquinha da garrafa? :)





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