Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Gatinhos no ritmo


Autor: Mafalda ~ 13 de maio de 2010. Categorias: animais.


Um gato empacotado


Autor: Mafalda ~ 23 de abril de 2010. Categorias: animais.

Maru é um gato japonês que ficou famoso no Youtube por suas habilidades de se auto empacotar. O animalzinho é lindo, e é muito divertido vê-lo pulando ou se enfiando dentro das caixas, das grandes às minúsculas!


Tártaro


Autor: Rachel Barbosa ~ 31 de agosto de 2009. Categorias: animais.


Galileu antes e depois da limpeza de tártaro

Um dia seu bichinho aproxima a boca do seu nariz e você sente um cheiro desagradável. Ele está com mau hálito! Já passou por isso? O que você fez para resolver o problema?

Infelizmente, muitos dono de animais desconhecem a importância da higiene oral e acham que o mau hálito é normal. Estão enganados. Os problemas dentários não são apenas uma questão de cheiro desagradável para o dono. Uma boca em mau estado pode até mesmo levar seu peludo à morte.

Existe uma série de problemas de saúde que podem causar mau hálito em cães e gatos. O mais comum é o tártaro. O primeiro sinal é o mau cheiro, que ocorre antes mesmo que o tártaro se torne visível. Em seguida, começa a aparecer uma massa escura e dura sobre os dentes, próximo à gengiva. Se o problema não for tratado, essa massa pode cobrir completamente alguns dentes. Em estágio avançado, o tártaro causará a retração da gengiva e a conseqüente exposição da raiz do dente. A massa pode ter cor amarela, esverdeada e até mesmo preta.

Assim como ocorre com os humanos, o tártaro é resultante do acúmulo de alimento. Para evitar o problema, são necessárias algumas providências simples, mas que precisam ser rotineiras.

Em primeiro lugar, é preciso escovar os dentes. Sim, escovar os dentes. Começar desde filhote é melhor, mas não é impossível acostumar um animal adulto. Inicie utilizando o seu dedo mesmo, para que o bicho se acostume com algo estranho em sua boca. Existem no mercado várias pastas de dentes para animais (não use pasta de gente!), que facilitam o trabalho porque são gostosas para o peludo, além de efetuarem a limpeza. Em seguida, você pode passar a usar uma dedeira de borracha, vendida em pet shops. Eu, pessoalmente, acho mais complicado usar a dedeira do que uma escova, porque a dedeira é mais grossa. Experimente e veja o que se adapta melhor para você e para o seu pet. Escove todos os dentes com movimentos circulares, inclusive aqueles bem lá no fundo da boca, pelo lado externo da arcada e interno também. Alguns veterinários recomendam escovação diária, outros dizem que 3 vezes na semana são suficientes.

Além da escovação, outras coisas ajudam na manutenção. Toda semana dê pelo menos um osso mastigável se seu peludo for um cão. Não estou falando daqueles palitos, que são muito moles. Falo daqueles ossos brancos com nós nas pontas. Para comer o cachorro precisa mastigar muito. Como o material é duro, ajuda a limpar os dentes enquanto o bicho mastiga. Para cães de grande porte, ossos de boi também são bons (nunca de galinha!!!). Compre no açougue, ferva para limpar e depois de esfriar, deixe seu cachorrão se divertir à vontade. Não dê ração amolecida com água, nem comida de panela. Esse tipo de alimento deixa mais resíduos nos dentes. Um veterinário que conheço recomenda ração de grão grande, mesmo para os peludos de pequeno porte. O grão pequeno pode ser engolido com uma ou duas mastigadas apenas, enquanto o grão grande necessita de mais mastigações, assim acaba ajudando na limpeza.

Se o seu peludo já tem tártaro, o único modo de eliminá-lo será uma limpeza feita pelo veterinário. Parece com a limpeza que o dentista faz na gente, com a diferença que o animal precisa ser anestesiado. Anestesia é sempre perigosa, por isso a limpeza com o vet não é algo para ser feito toda hora. Os cuidados em casa irão diminuir a necessidade da limpeza profissional.

Agora vem a parte ruim. Sabe o que acontece se você não cuida dos dentes do peludo? O tártaro possui bactérias, que podem causar doença periodontal, ou seja, na gengiva, levando à perda do dente, ou mesmo à necessidade de arrancá-lo. Cada dente a menos na boca de um animal faz muita falta para ele se alimentar. Além disso, as bactérias que existem no tártaro podem entrar na corrente sanguínea, causando doenças em órgãos como coração e rins, e finalmente levando à morte.

Tá esperando o que? Vá comprar escova de dentes, pasta e ossos mastigáveis e comece já a cuidar dos dentes do seu companheiro!

Rachel Barbosa
http://rachelbarbosa.com.br


Adote um animal do Quintal de São Francisco


Autor: Rachel Barbosa ~ 20 de junho de 2009. Categorias: animais.

Caramelo precisa de um lar

Infelizmente existem pessoas capazes de abandonar animais de estimação pelos mais variados motivos: “o cachorrinho cresceu muito e me disseram que ficaria pequeno”, a gata tem filhotes demais a cada cio, “a família vai mudar para apartamento e o cão está acostumado a viver em quintal”, etc

Em contrapartida, existem pessoas capazes de fazer qualquer coisa para ajudar animais abandonados. Uma amiga minha que mora em Tietê/SP, é incapaz de ver um animal abandonado na rua e não levá-lo para casa, mesmo não tendo condições financeiras de sustentar mais nenhum.

Muitas pessoas que abandonam animais já o fazem pensando que haverá um protetor ou instituição que os recolherá das ruas. Isso acaba se tornando um ciclo vicioso que não é benéfico para ninguém. Os desalmados continuam abandonando, os protetores continuam recolhendo e os animais recolhidos vivem em condições cada vez piores. Existem muitas organizações formais e informais no país que abrigam bichos com intenção de encaminhá-los para adoção. No entanto, em todas elas o número de adoções é sempre menor que o número de resgates.

Em meio a esse cenário, em 1957 foi fundado o Quintal de São Francisco, uma entidade ambientalista defensora dos animais. Além de realizar campanhas de conscientização, a fundação mantém um abrigo no bairro de Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo. No entanto, no final de 2008 o Quintal de São Francisco resolveu que encerrará suas atividades em março de 2010.

No site do Quintal a diretoria esclarece detalhadamente os motivos que levaram a essa decisão. Para que isso seja possível, a entidade está realizando a campanha Adote um animal do Quintal de São Francisco. Existem 183 cães para adoção e ainda outros 50 cães de grande porte hospedados no Município de Embú das Artes.

Para adotar é preciso ter 18 anos ou mais, comparecer ao abrigo portando RG , CPF e comprovante de residência, e assinar o Termo de Responsabilidade e Posse Responsável. Se você quer adotar mas não mora em São Paulo, entre em contato com a entidade assim mesmo, pelo telefone  11 2062-8263  ou pelo e-mail quintalfrancisco@terra.com.br . Talvez seja possível encontrar um meio de adotar. É possível ver fotos de alguns cães no álbum do Multiply.

Até o fechamento a instituição continuará funcionando normalmente. Por mês as despesas do abrigo somam R$ 25.000,00. Se você quer ajudar, mas não tem condições de adotar um cãozinho, pode fazer doações através de depósitos no Bradesco, agência 3130-5, conta corrente 21348-9; ou pode adquirir produtos na lojinha eletrônica. Consulte no site mais formas de ajudar. Finalmente, você ainda pode ajudar divulgando um banner do Quintal no seu site, blog, Orkut ou e-mail. Clique aqui e pegue um banner.

Adote um animal do Quintal de São Francisco!

Rachel Barbosa
http://rachelbarbosa.com.br


Seis razões para ter um bichinho


Autor: Rachel Barbosa ~ 26 de janeiro de 2009. Categorias: animais.

Nas últimas semanas praticamente fiz uma campanha para convencer as mães a atenderem aos filhos quando pedirem um bicho de estimação. Espero ter sido bem sucedida.

Hoje vou tentar convencer os adultos a terem animais em suas vidas.

1) Bichinhos bonitinhos podem te conseguir um(a) namorado(a)

Meu marido não gostava de levar o Galileu para passear, mas passou a adorar essa atividade quando percebeu que as menininhas bonitinhas se aproximavam para brincar com o cachorro. Como ele é casado, a coisa para por aí, mas se você é descompromissado, pode aproveitar a oportunidade. Lembram daquele comercial antigo, em que o cara pedia o telefone do cachorrinho?

2) Animais ajudam a combater a depressão e melhoram a resposta imunológica

O bichinho precisa de cuidados. Tem que dar banho, alimentar, levar pra passear. Isso tudo favorece o contato social e ajuda a sair da apatia característica da depressão. Além disso, brincar com um animal alegra, libera endorfinas no organismo, que passa a combater melhor as doenças.

3) Seus bichos fazem amizades por você

É impossível ter um cachorro e não conhecer os vizinhos. Saio cedo de casa para trabalhar e só volto à noite. Passei anos morando aqui, mal encontrando os vizinhos do prédio, muito menos os da rua. Agora conheço todos os vizinhos da rua que têm cães e muitos do prédio me cumprimentam (apenas) para perguntar se os cachorrinhos vão bem.

Na verdade você nem precisa sair de casa para fazer amizades às custas dos seus peludos. Conheci um monte de gente legal desde que criei o Vida de Cão, o fotolog do Galileu http://fotolog.terra.com.br/galileu2

4) Gatos reduzem em 40% o risco de ataques cardíacos

Um estudo comprovou que acariciar um gato reduz a ansiedade e como conseqüência, o risco de enfarto.

5) Levar o cachorro para passear emagrece

Se você é que nem eu, detesta exercícios e não gosta nem de passar na porta de uma academia de ginástica, certamente tem dificuldade para emagrecer ou manter o peso. Mas se você tem um cão, ele pode ser seu aliado na luta contra a balança, já que terá que levá-lo para passear. Só não pense que uma voltinha rápida trará algum resultado. Leve-o para um passeio de pelo menos 30 minutos todos os dias. Será bom pra você e pra ele.

6) Por último, mas não menos importante, um cão nunca vai se recusar a te fazer companhia em qualquer lugar que você queira levá-lo, já o seu marido/namorado…


Animais: Mamãe eu quero um cachorrinho – parte 2


Autor: Rachel Barbosa ~ 19 de janeiro de 2009. Categorias: animais.

Na semana passada falamos daquele momento pelo qual toda mãe passa, quando a criança manifesta vontade de ter um animal de estimação.

Vimos que qualquer família pode ter um bichinho. É só fazer a escolha certa.

Agora, para que as mamães não tenham mais dúvidas se devem ou não atender ao pedido dos filhos, vamos falar sobre os benefícios da relação das crianças com animais.

Estudos demonstram que crianças que convivem com bichos desde cedo são mais resistentes a doenças. O sistema imunológico “acostuma” com os agentes alergênicos encontrados nos animais. Sobre isso posso dar meu depoimento. Desde bebê fui alérgica. Tenho asma e durante toda a infância sofri com crises constantes. Minha mãe só concordou em me dar um bicho quando mudamos para um apartamento maior. Ganhei uma gata, a primeira de muitos felinos que vieram depois. Eu tinha 10 anos quando isso aconteceu e só voltei a ter uma crise de asma aos 18 anos.

Animais estimulam o desenvolvimento motor. Crianças pequenas têm dificuldade para controlar os movimentos e a força empregada, pois ainda estão aprendendo a usar o corpo. Convivendo com um bichinho elas têm um estímulo a mais nesse aprendizado, pois logo descobrem que se segurarem com força, o animalzinho se afastará. Exercícios fisioterápicos praticados com ajuda de um pet tornam qualquer prática agradável, por isso as Terapias Assistidas por Animais vêm sendo cada vez mais empregadas.

A convivência com animais de estimação estimula o desenvolvimento das relações afetivas. No dia-a-dia a criança vai vivenciar sentimentos como amor, carinho, medo e até frustração, preparando-se para o convívio com seus semelhantes. A criança que tem um pet é generosa e solidária, se sensibiliza mais com as pessoas e situações; liberta-se do egocentrismo e se torna sociável, sabendo respeitar e tolerar as diferenças.

Finalmente, bichos de estimação ensinam a criança a ter responsabilidade com outro ser vivo. De acordo com a idade, os filhos devem ser estimulados pelos pais a assumirem cada vez mais cuidados diários com o animalzinho.

Antes de terminar, vale lembrar que os animais também podem ajudar os pais a cuidar das crianças. Muitos cães, com a chegada de um bebê em casa, assumem voluntariamente o papel de “babás”. Eu mesma tive uma “babá canina”. Quando nasci minha mãe tinha um vira-latas que a acompanhava desde que era solteira. A família conta que o Bambino tomava conta de mim no berço e corria na sala para avisar quando eu acordava.

Depois desse texto tenho certeza que você não terá coragem de dizer não da próxima vez que as crianças pedirem um bichinho.

Rachel Barbosa


Marley e Eu, ou melhor: Bruno e Eu


Autor: Rachel Barbosa ~ 3 de janeiro de 2009. Categorias: animais.

Logo após o Natal houve a estréia da versão para o cinema do livro Marley & Eu, do americano John Grogan. Eu já havia lido o livro e no dia 27 fui ver o filme, assim como algumas centenas de pessoas. Pretendia ir à seção das 18:50h, mas só consegui os 3 últimos ingressos para a seção de 21:20h!

O livro se tornou um verdadeiro best seller sem que fosse feita qualquer propaganda. A história foi recomendada de leitor para leitor. O filme de certo será um sucesso de bilheteria. As mesmas pessoas que leram o livro – e muitas outras mais – irão ao cinema para assisti-lo. O filme não é nenhuma superprodução, mas vale ressaltar que tem boa trilha sonora. O livro foi escrito de modo interessante, usando uma narrativa leve, descontraída, mas não se pode dizer que seja um texto memorável. Então o que fez de Marley & Eu um sucesso estrondoso? As trapalhadas do cão? Não, empatia.

Quem tem ou teve um animal se identificou com pelo menos uma passagem. Mesmo quem não tem, se transportou para dentro daquela família e também acabou seduzido pelo Marley. Para mim o livro teve uma função muito importante: ajudou a aceitar o cão problemático que tenho em casa. Sim, eu tenho um mini-Marley, que às vezes é agressivo com outros cães.

Em 2005 ganhei o Galileu, o poodle, e tudo deu certo desde o primeiro momento. Tirei-o da casa em que havia vivido com pais e irmãos por mais de 2 meses, e no caminho para a casa nova ele nem chorou! Em 2006 resolvi comprar o Bruno, o schnauzer miniatura, e já na chegada ao Rio – ele veio de um canil em Porto Alegre – tudo foi diferente. Eu e Galileu estávamos na sala de espera na parte da frente do terminal de cargas do aeroporto do Rio, e soubemos pelos gritos histéricos que Bruno havia desembarcado nos fundos.

Era um filhote terrível, agressivo com o Galileu, que corria e se refugiava no sofá para não ser alcançado. Pensei em doá-lo e arrumei uma pessoa interessada, mas então o adestrador do Galileu me convenceu que juntos daríamos um jeito na fera. Bruno começou a ser educado em casa, antes mesmo que pudesse começar a freqüentar a escolinha. Ele gritava quando o seguravam no colo, se recusava a fazer xixi no tapete higiênico, gritava quando ficava descontente com alguma coisa, gritava e rosnava quando via outro cão. Aos poucos aprendeu os comandos básicos, se saiu muito bem nas aulas de condução na guia, aprendeu a respeitar a mim e ao Galileu. Também aprendi a controlá-lo para não deixar que avançasse em outros cães. Na primeira competição de agility ficou em segundo lugar e naquele campeonato foi Campeão Carioca.

As coisas tinham se acertado, mas eu ainda não conseguia relaxar com ele. Na verdade comparava seu mau comportamento com o bom comportamento do Galileu e não aceitava o Bruno. Só me dei conta disso depois de ler Marley & Eu. Então veio a aceitação: aquele não era o melhor cão do mundo, não era bem comportado por natureza, mas era o meu cão e seus olhinhos, por vezes escondidos atrás das longas sobrancelhas, diziam que me amava mais que tudo no mundo. Graças ao Marley percebi isso.

Ainda sou obrigada a ser dura e exigente com o meu barbudo, mas o amo demais.

Rachel


Animais: Bichos no Ano Novo


Autor: Rachel Barbosa ~ 29 de dezembro de 2008. Categorias: animais.

A virada do ano vem aí. Época de festa, comemoração, mas para alguns animais, época de muito sofrimento por causa dos fogos.

Alguns são indiferentes ao barulho, mas a grande maioria sente medo ou mesmo pavor. O que muitos donos nem desconfiam é que contribuíram para esse sentimento se formar. Na primeira vez que ouviu um rojão ou outro estouro qualquer, o filhotinho se assustou. Natural. Aí o dono reagiu ao susto como reagiria com uma criança: pegou o filhotinho e tentou consolá-lo. Com esse gesto, o pequeno entendeu que aquele som era algo a ser temido mesmo, já que o dono o estava segurando e protegendo. Nas outras vezes em que a situação se repetiu, o aprendizado do medo foi reforçado até chegar num ponto sem volta.

O melhor a fazer quando um filhote ouve um estouro é a maior festa, muita comemoração, elogios à atitude destemida do pequeno, sem segurá-lo no colo, por maior que seja a vontade de fazê-lo no momento. A idéia é associar o barulho a algo bom, em vez de associá-lo ao medo. Se o filhote não reagir a estouros, não faça nada. Se ele não está se incomodando, por que você irá se abalar?

E como ficam os animais adultos que já aprenderam a temer os fogos? Isso depende da reação que o peludo demonstra. Se ele apenas sente medo normal, o dono pode fazer um trabalho de dessensibilização durante o ano, preparando-o para o Réveillon. É possível encontrar em alguns pet shops CDs gravados especialmente para essa finalidade. Algumas vezes por semana toque o CD em volume bem baixo – lembre-se que os animais ouvem melhor do que os seres humanos – e, enquanto isso, faça coisas boas com o bichinho: dê comida, petisco, brinque. A idéia é a mesma do filhote, associar os estouros com coisas agradáveis. À medida que ele for descontraindo enquanto ouve o CD, aumente gradativamente o volume e continue a associação com coisas boas. O segredo é ter paciência.

Mas existem animais que não têm apenas medo, têm verdadeira fobia. Nesses casos, o trabalho de dessensibilização pode não ser indicado. Com eles, o jeito é diminuir o contato com o som. Na noite de 31 de dezembro, antes mesmo que os fogos comecem na vizinhança, coloque o peludo no quarto mais silencioso da casa, feche as janelas e a porta, ligue a TV ou o aparelho de som, e não o deixe sozinho. Não deixá-lo sozinho não quer dizer passar a noite agarrado ao bicho, pois dessa forma o dono só aumenta a sensação de que existe mesmo algo muito terrível a ser temido. Apenas faça companhia ao seu animal e permita que ele se aproxime, se quiser. Animais que entram em pânico com fogos não devem jamais ficar em locais dos quais possam fugir – já ouvi a história de um cão que se jogou contra uma janela de vidro na virada do ano –, nem presos a correntes ou guias, pois podem se enforcar.

Em todos os casos, a energia da família é determinante no comportamento do bichinho. Se às 20 horas e família já começa a ficar nervosa, pensando na reação que o peludo terá quando a meia-noite chegar, o sofrimento dele começará mais cedo.

Espero que essas dicas ajudem você e seu peludo a se divertirem bastante no Réveillon.

Feliz 2009!

Rachel Barbosa


Monacast 43 – Animais de Estimação


Autor: Mafalda ~ 27 de novembro de 2008. Categorias: podcasts.

Neste Monacast de risos e lágrimas ( parece até filme do Charles Chaplin. hehe),  Mafalda, Phoebe e Eubalena vão falar destes amiguinhos – os Animais de estimação -  que fazem a alegria e enriquecem a vida de muitas pessoas, principalmente as crianças.

E quem será que já teve um URUBU de estimação? você pode até imaginar, mas só escutando mesmo para saber.

Links: Natal dos bichinhos carentes no blog da Rachel Barbosa.

Músicas deste Monacast está no meu blip: http://blip.fm/Mafalda

Quer comentar esse podcast? Mande um e-mail para monacast [arroba] monalisadepijamas.com.br.

Beijos da Mafalda

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