Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Rádio Monalisa de Pijamas #11 Entrando no Espírito de Natal


Autor: Mafalda ~ 9 de dezembro de 2010. Categorias: podcasts.

Radio Monalisa de Pijamas

A Rádio Monalisa de Pijamas é um podcast de humor e variedades, comandado por Mafalda e Eubalena.

Convidado Especial: Leo Lopes do Radiofobia

E nesta edição, temos os blocos:
- Freak News:
Duende Terrorista ameaça Papai Noel
Shopping despede Papai Noel e fica só com as assistentes gostosas
Suiços encaram lago a 4 graus em festa de Natal
Finlândia e Groenlândia disputam casa do Papai Noel
Papai Noel misterioso “ataca” de novo com US$ 100 nos EUA
As mais estranhas Superstições de Ano Novo
- Momento Mimimi
- Comentários e emails dos últimos podcasts
- Divã da Monalisa com a participação ao vivo de Leo Lopes
- Música da semana

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Super 8: Juno


Autor: Eubalena ~ 8 de abril de 2009. Categorias: Mona POP.

Eu sou o Queiroz, e estreiando aqui os textos Super 8, dedicados à 7.ª arte, falando do ganhador do melhor roteiro de 2008, e indicado ao Oscar de Melhor Atriz, o papel da vida de Ellen Page, Juno.

Confesso que quando vi o pôster do filme pela primeira vez achei de muito mau gosto. E achei que seguia a linha das comédias escatológicas como “Quem vai ficar com Mary?” e “O amor é cego”. Mas, não, logo lembrei que surgiu, um novo estilo de comédia, vide “Superbad”, comédia inovadora e que tem algo a dizer.

Olha, a coisa boa já começa por manter o título original, sem necessidade de subtítulos, e ainda bem que foi lançado depois de “Ligeiramente grávidos”. Já pensou se tivesse esse título? Que porcaria não ia ser.

A abertura do filme coberta com imagens sobrepostas com lápis de cor, dizem: “Lá vem coisa boa!!”. Os créditos muito bem apresentados, fazem você ler cada nome com curiosidade. E nessa você vê Juno MacGuff (Ellen Page), bebendo um pequeno tonel de suco de laranja, enquanto caminha para comprar mais um daqueles pacotes para comprovar sua gravidez.

Pois bem, uma garota de 16 anos, grávida de seu amigo travado, Paulie Bleeker (Michael Cera), um verdadeiro Charlie Brown (o do Snoopy), só que com mais sorte. Essa é a realidade de Juno, a menina com a língua mais afiada do mundo e um sarcasmo semelhante à de muitas meninas nerds que brindam nossos olhos com seus textos na Internet, que tem uma banda de rock e sabem dirigir. Mais apaixonante impossível. Qualquer um fica com vontade de adotar ela.

A pequena Juno não é fácil, pensa alto besteiras quando vê os jovens corredores, e nessa primeira parte do filme deveria ter uma restrição: “Proibido para Maiores de 18 anos”, pois todos os segredos deles (delas seria certo, mas falo da juventude em si) são revelados.

Pensa em aborto, é lógico, mas desiste tendo em vista uma interferência relâmpago de uma conhecida, o papo esquisito da recepcionista da clínica de aborto e todo o clima estranho daquele lugar. A reação seca e tranqüila do paizão Mac MacGuff (J.K. Simmons), talvez tirasse alguns pontos do filme por sua falta de verossimilhança, mas serve como uma ótima piada para quem está passando por isso, poder dizer aos pais “Viiiiiiiuuuuuuu!!!! Era assim que você deveria ter reagido”, e talvez uma boa forma de dizer à juventude para confiar nos seus pais, acho bem válido. Eu entendi, por isso não tiro pontos.

Continuando, Juno antes de dividir com seu pai e sua madrasta seu “problema”, recebeu a sugestão de sua amiga Leah (Olivia Thirlby), de procurar num anúncio de jornal pais adotivos, e Juno acaba indo conhecer os futuros pais adotivos junto com seu pai. É um momento muito importante no filme o encontro entre Juno e os futuros pais adotivos de sua criança. O sarcasmo da menina é 10, e é interessante o fato que quando exposto o gosto musical de Juno face ao de Mark (Jason Bateman), o futuro pai adotivo, vemos o mais velho que admira o rock dos anos 90 e a mais nova, olha só, que curte o dos anos 70, punk rock dos Stooges e Patti Smith. Por outro lado, Vanessa (Jennifer Garner), a futura mãe adotiva, rebate com excessivo controle sobre ele, sendo praticamente A mãe do cara. Ou seja, o filme reforça a velha crença popular: “Mulheres tem mais maturidade que os homens”, isso na postura de Vanessa, face ao seu marido adultescente, e a própria Juno que se desculpa com o Bleeker, pela transa, por que a idéia não foi dele.

O público feminino pode adorar o filme pela questão da maternidade, que é tratada com muito carinho, demonstrando tudo que uma grávida passa durante os meses de espera, outro atrativo será de as mulheres terem a voz ativa.

Todas as personagens femininas do filme demonstram personalidade e possuem o total respeito dos personagens masculinos.

Por outro lado, por os homens não demonstrarem uma postura de maturidade para com seus pares, talvez isso venha a resultar em longas discussões sobre como nós homens somos imaturos.

No entanto o que as mulheres podem aprender sobre nós, vendo esse filme que tomar decisões sozinhas, por melhor que seja, não fará bem ao casal, e isso poderá trazer uma consequencia como que a do Bleeker que gostaria de ser pai e acaba não sendo efetivamente, e a do Mark que ainda, não está preparado para a paternidade.

Curioso, porque são as mulheres que encaram a parte mais difícil, mas é excencial para o futuro da criança ter um pai que esteja lá presente, e feliz com a paternidade, isso é fundamental.

Queiroz

http://escritosmalditos.blogspot.com/

http://www.movieyou.com.br/voce/


VAI UM BRINQUEDO AÍ?


Autor: Eubalena ~ 4 de março de 2009. Categorias: Mona em Família.

http://www.flickr.com./photos/electrobot5000/1545043130/

É incrível como não percebemos a mudança de nossas próprias percepções sobre determinadas situações.

Uma certa vez, quando minha Pititiu tinha lá seus dois anos, fui a uma festa de aniversário de dois primos meus que faziam sete e nove anos.

No meio da festa, que estava muito divertida, eu e ela encontramos um quarto da casa aonde eram guardados os brinquedos dos aniversariantes.

A partir do momento que entramos, o que para ela foi uma festa à parte, devido a grande quantidade de carrinhos, bonecos, jogos, tv com filmes infantis, CDs, pipas, gibis e um monte de outras coisas, para mim foi algo que me deixou perplexo por demais. Imediatamente me perguntei como era possível duas crianças juntar tantos brinquedos?

E não se engane se você ao ler a descrição acima imaginou um quarto todo arrumado, com estantes para os brinquedos, armários próprios para os DVDs e livros. Aquele cômodo era uma verdadeira bagunça, uma tremenda desorganização. Na realidade, mais da metade dos “brinquedos” eram verdadeiras tralhas, um monte de pedaços de brinquedos, uma grande parte eram usados sem qualquer aparência de zelo.

Enquanto fiquei lá, analisei a quantidade e pelos meus cálculos, tinha, no mínimo, um brinquedo para cada 15 dias de vida de cada dos aniversariantes.

Saí da festa decidido a não repetir o mesmo erro, se é que posso assim considerar o fato de atolar a criança com brinquedos.

Acontece que, acabo de voltar do quarto da minha filha e o que me motivou a escrever sobre esse assunto é que ele se encontra em um estado igual ou pior ao que vi três anos atrás na casa dos meus primos: uma verdadeira bagunça, lotado de brinquedos e tralhas!

Porém, essa não foi a minha pior constatação que pude ter dessa situação. Eu explico: nessa semana passada, voltando de uma visita a um cliente pela rodovia, avistei de longe uma pipa da Hello Kitty cor de rosa, toda estilizada, uma coisa linda. Paguei R$ 30,00 todo satisfeito acreditando que ela ia adorar, achar o máximo!

Já em casa, a chamei para descer na garagem e mostrar a pipa nova. Ela olhou, disse que era legal e simplesmente foi brincar no Playground. Nem pegou ela e saiu correndo um pouquinho…

Nesse momento, estou eu decepcionado, sentado segurando a pipa na mão, quando a minha esposa vira e diz:

- É! Foi-se o tempo em que ganhar um brinquedo novo era motivo de alegria.

Percebi então que depois de ter repudiado aquele comportamento dos meus tios de atolar a criançada dele com brinquedos, estava fazendo o mesmo com a minha filha. E nem tinha percebido.

Na realidade, não é que hoje não se fica mais feliz por ganhar um brinquedo novo. É que ganham brinquedos a torto e direito, sem motivos que justifiquem o merecimento.

Agora, me dêem licença que tenho um trabalhinho para fazer: dar uma limpa nos brinquedos dela. Vou separar os melhores e os que ela mais gosta. E o resto vai tudo para doação, principalmente aqueles que vem com o McLanche Feliz, que vão no mesmo dia para o baú e de lá não saem mais, esquecidos. Ou, como aconteceu algumas vezes, nem do carro saiu.





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