Porque fazer humor e podcast é uma arte
































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Diário de Casamento: As Fotos


Autor: Eubalena ~ 3 de maio de 2010. Categorias: Sem categoria.

http://ahquandocasarpassa.wordpress.com

Hoje vou comentar sobre uma história interessante que foi como conseguimos os fotógrafos para nosso casamento.  Primeiramente, como todo mundo faz, nós pedimos algumas dicas de amigos que conhecem fotógrafos, mesmo porque existem muitos em Brasília, e procuramos em sites.

Decidimos começar por um fotógrafo que achamos na internet e a Midori resolveu ligar pra ele para combinar de ver o portfólio dele, o que aliás, é essencial para que você tenha uma ideia de como ficarão as suas fotos. Mas ele não ligou de volta, mostrando falta de interesse, então depois disso resolvemos ligar para um fotógrafo que nos foi recomendado por um amigo.

A noiva ligou e marcou hora e local logo de cara com uma tal Marcela. No dia combinado fomos lá ver o portifólio, mas a fotógrafa ainda não havia chegado, então ficamos esperando ela chegar. No momento que a fotógrafa chegou ela disse: “É você o noivo?” Esse espanto todo foi porque eu conheço a Marcela antes mesmo dela se tornar fotógrafa, pois nós somos super fãs de salsa e já dançamos algumas vezes. Mesmo sendo uma amiga pedimos para ver o portfólio e choramos para ver se ela abaixava o preço do serviço, pois não sei se vocês sabem, mas a fotografia é um dos serviços mais caros do casamento.

Descobrimos que a Marcela é sócia do fotógrafo que nos foi recomendado, o Cristiano Nunes na Photoimagens. Como o Cristiano não pode nos atender naquele momento, ficamos falando muito tempo com a Marcela que é uma pessoa super simpática, mas saímos ainda sem saber se iríamos contratá-los ou não.

Depois de alguns dias a Midori me disse que havia conversado com o fotógrafo e que ele era super gente boa e tinha nos convidado para um teste no estúdio dele que fica na casa da Marcela. Como eu vi os olhinhos da Midori até brilharem com a possibilidade de ter um pequeno book, eu topei logo.

Chegando lá pudemos conhecer finalmente o famoso Cristiano Nunes e conversar bastante com eles, mas quem resolveu tirar as fotos mesmo foi a Marcela. Gostamos demais da sessão de fotos, da conversa e também das fotos que ficaram ótimas. Na saída da casa da Marcela estávamos tão animados que decidimos fazer as fotos com eles, por vários motivos, mas principalmente pela simpatia e qualidade do serviço.

Além desta experiência, tenho que contar sobre outra experiência diferente neste ramo também que eu e Midori pudemos ter outro dia. Como nossos amigos estão cansados de saber que nós vamos casar, um deles que foi convidado para ser modelo de noivo para um book de uma fotógrafa nova aqui em Brasília, nos convidou para ver o ensaio.

Infelizmente não pudemos ver todos os locais onde eles tiraram fotos e nem o Trash the Dress, que, ao pé da letra, significa lixar o vestido, o que na prática é uma sessão de fotos que a noiva tira depois do casamento onde ela pode fazer tudo o que quiser com o vestido, como mergulhar num lago e até queimá-lo e tirar fotos desses momentos bizarros. Isso é se ela for louca e rica o suficiente para estragar totalmente um vestido que com certeza não ficou nada barato.

Mesmo assim foi bem legal para nós vermos os melhores locais para tirar as fotos da prévia dos noivos e já saber mais ou menos como será a nossa. E para mim foi bem legal poder ver que quem mais gostou das horas de ensaios por Brasília foi a Midori que ficou super animada e com mais vontade de casar do que nunca.

PS: Se você é de Brasília eu realmente recomendo os nossos fotógrafos que tem um site com muitas fotos e podem ser contatados em http://www.photonimagens.com.br/index.php

Jônatas – O Noivo


Mulheres são como Codornas Japonesas


Autor: Mafalda ~ 15 de março de 2009. Categorias: Sem categoria.

Um artigo científico explica que Mulheres escolhem os Homens por causa de outras Mulheres.

O artigo está no blog TecnoCientista, e apesar da comparação engraçada entre Mulheres e peixes guppies, codornas japonesas e tentilhões-zebra, o texto confirma o que a gente vê sempre!

O garoto mais popular e desejado no colégio é aquele sempre cercado por garotas, ou por “aquela vadia” (em geral, uma gostosona).

Para nós mulheres, sempre rola o papo de competição feminina e que um cara só se torna atraente ou chama a atenção das meninas quando arruma uma namorada.

Taí o filme Namorada de Aluguel para provar. hehe

Mas não tinha visto ainda um texto cientifico mostrando que as Mulheres escolhem os Homens pelas outras mulheres. É claro que é exagero. Você não vai escolher alguém apenas por isso. Mas que chama atenção, chama.

Para conferir o post comentado, clique aqui.

Beijos da Mafalda


Boa noite Monalisa!


Autor: Mafalda ~ 9 de março de 2009. Categorias: Sem categoria.

Os 10 primeiros que comentarem aqui, vão ganhar o adesivo da Monalisa. :)

Mandem seus endereços para eubalena@monalisadepijamas.com.br

Beijos da Mafalda e Eubita coração grande.


Mona Pop: Série Atrizes – Amy Lou Adams


Autor: Mafalda ~ 25 de fevereiro de 2009. Categorias: Mona POP, Sem categoria.

Assim, assim, lendo o nome, você sabe quem ela é? Não? Aí está a moça:

Lembrou? Sim, é a Giselle de Encantada – o filme da Disney que presta uma homenagem aos 70 anos do primeiro longa-metragem em animação dos estúdios: Branca de Neve e os Sete Anões. E este será o meu post no Mona Pop desta semana, aproveitando que o último Monacast foi sobre Animação

As animações 2D, que foram abandonadas em 2003 pela Disney, sempre tiveram aquela fórmula básica fantasiosa que encantava nossa infância: um casal príncipe & princesa (não importa qual entra para a realeza com o casamento), amores à primeira vista, muitos animaizinhos falantes, vestidos gigantescos, uma bruxa má e música, muita música. Elas sempre tiveram o formato “musical”, com canções que muitos de nós lembram até hoje.

Pois bem, em Encantada, Giselle é uma camponesa, que canta (óbvio) com os animaizinhos (que cantam também) na sua cabana por um “beijo de amor verdadeiro”. O príncipe Edward (James Marsden), que anda nas redondezas caçando um ogro, ouve a bela voz de Giselle (bela mesmo) e vai à procura de sua amada, a encontra e já marca o casamento para o dia seguinte. A bruxa má, que na verdade é a madrasta do príncipe, manda Giselle para a realidade, em Nova York. Ela encontra Robert (Patrick Dempsey), que resolve ajudá-la a pedido de sua filha de 6 anos, e com eles passa o resto do filme, esperando que o seu príncipe apareça para resgatá-la.

E porque estou aqui falando do filme? Por causa de Amy Adams. A atriz de 34 anos abriu a boca para cantar e eu virei fã.

Nascida em Vicenza, na Itália, em 20 de agosto de 1974, Amy é filha de pais americanos, e foi criada no Colorado. Ela cantou no coro da Douglas County High School, e estudou ballet com intenção de virar profissional. Por problemas musculares, ela largou a dança, quando já trabalhava atuando. Em 2005, atuou em Juneburg, que lhe rendeu a indicação ao Oscar como Melhor Atriz Coadjuvante. Em 2007, protagonizou Encantada, mostrando que é, sim, uma perfeita artista de musicais.

Mas o que precisa um artista de musicais para ser bom?

1. Ele precisa cantar bem. Cantar bem = ser afinado, ter uma colocação vocal que não machuque nem a própria laringe nem os ouvidos dos outros (afinal, não queremos ouvir ninguém gritando, e sim cantando docemente), ter segurança (básico pra tudo na vida), ter pulso interno (conseguir manter a velocidade) e, claro, tudo com muita naturalidade.

2. Ele precisa dançar bem. Porque, afinal, aquelas cenas clássicas de musicais onde as pessoas começam a cantar de uma hora pra outra sempre são melhores quando vem acompanhadas de alguma coreografia. Dá vontade de dançar junto, mesmo sabendo que muitos de nós, meros mortais, não conseguiríamos sair fazendo saltos mortais ou sapateando loucamente enquanto cantamos. Ou mesmo sem cantar.

3. Ele precisa atuar bem. Precisa explicar?

Tudo bem, Encantada é uma comédia romântica, mas nos traz três cenas típicas de musicais.

A primeira é em animação tradicional, mas Amy Adams canta, claro. Ela canta com os bichinhos e nos faz acreditar que é uma verdadeira princesa da nossa infância cantando. A voz dela é suave, doce, cristalina.

A segunda cena típica de musical é quando ela acorda no apartamento de Robert e vê que está tudo numa tremenda bagunça. Ela resolve limpar a casa e chama os animais para ajudá-la, como fazia quando estava na floresta. Claro que, na cidade, os animais que aparecem são pombos, moscas, baratas e ratos. Mas mesmo assim, ela aceita a ajuda deles e canta Happy Working Song com uma graça sem igual. A cena, mesmo contando com bichos nojentos, fica linda.

Mais adiante, Giselle sai cantando sem motivo quando ela está com Robert no parque. Ele até pede pra que ela não cante, satirizando essa situação bizarra comum em musicais. Mas os músicos do parque resolvem continuar cantando e rapidamente todo o parque está participando da coreografia, na melhor cena musical do filme. Amy Adams mostra que cantar no coro serviu pra alguma coisa, e que suas aulas de ballet foram muito bem aproveitadas. Ela consegue ter uma postura de bailarina que é sempre vista nas princesas de desenho animado, com aquela mãozinha levantada e as corridinhas enquanto canta. Quando ela pega na mão de Robert e sai correndo no meio da música me senti novamente com 6 anos querendo ser uma princesa de contos de fadas.

Claro que temos que dar o devido crédito para Alan Menken (que compôs muitas trilhas sonoras de sucesso pra Disney, como A Pequena Sereia) e Stephen Schwartz (letrista de trilhas sonoras de filmes como Pocahontas e O Corcunda de Notre-Dame). Ouça as trilhas sonoras da Disney e as melhores você verá que têm o nome de algum deles envolvido.

Só quero dizer mais uma coisa a respeito da melhor princesa dos últimos tempos: quero vê-la muito, ainda, cantando e dançando em musicais. Porque artistas boas como ela não devem ser desperdiçadas.


Plante esta idéia – Assuntos Verdes para se ler ainda de pijamas


Autor: Mafalda ~ 15 de fevereiro de 2009. Categorias: Sem categoria.

Estreando “Plante esta idéia” por Paulabio, do blog Rastro de Carbono. Nesta estréia, ela explica como será a coluna e  do que vai falar.

Assuntos Verdes para se ler ainda de Pijamas

Sabe que escrever sobre meio ambiente não é nada fácil, né? Quer dizer, você pode sair por aí traduzindo milhares de matérias que falam sobre os mais recentes produtos “verdes”. Ou fazer uma lista dos X produtos verdes que você não pode viver sem. Pois. Nada como gerar consumo numa época de crise econômica e ambiental. Enfim… escrever sem pensar nunca foi o meu forte… Pena. Se fosse eu teria milhões de posts por dia no Rastro de Carbono.
Sabe que escrever sobre mulheres não é nada fácil, né? Quer dizer, dá pra sair por aí contando sobre os Y melhores produtos de beleza dos últimos tempos. Ou pode falar dos gatos mais gatos da novela nova. Pois. Nada como futilidades numa vida já tão cheia de estresse. Repetindo… Pena que escrever sem pensar nunca foi o meu forte. Se fosse assim, eu teria outro blog mega visitado.
Aí tem o Monalisa, né? No Monalisa tem um espaço muito bom pra falar sobre meio ambiente e mulher – de um jeito mais cotidiano. Do meu cotidiano. De mulheres de verdade. Aquelas que lutam de verdade, com trabalho, filhos, mais trabalho, marido, compras, meio ambiente, política. E ainda tem tempo para falar sobre os últimos produtos verdes. E sobre os gatos mais gatos da novela.
Vocês vão ver.
É de chorar.
De rir.
Ou não!

“Climate change reminds us that we are a single, interdependent human family sharing one planet”, Asha-Rose Migiro

Paula Signorini (paulabio) foi criada em contato com bichos e natureza. Quando cresceu, foi estudar biologia. Faz divulgação científica, já deu aulas, já trabalhou em uma ONG. Agora é editora e gosta de pijamas, principalmente os de bolinhas verdes.


Ursinho da Monalisa: Wentworth Miller


Autor: Mafalda ~ 9 de fevereiro de 2009. Categorias: Sem categoria.

Nesta semana o ”Ursinho da Monalisa” que vamos admirar é Wentworth Miller.

Wentworth Earl Miller III, é o nome inteiro do gato que estrela a série de sucesso Prison Break. O rapaz nasceu na Inglaterra no dia 2 de Junho de 1972, mas cresceu no Brooklyn, em Nova York. Estudou literatura na Universidade de Princeton. Logo depois de sua formatura, mudou-se para Los Angeles, terra da estrelas, para tentar a vida de modelo e ator.

Tem no currículo participações nas séries, Buffy,ER ,Popular e Ghost Whisperer, participou do videoclip da Mariah Carey, It’s Like That e We Belong Together.

Por ter um olhar penetrante e um sorriso malicioso, Miller é o “Ursinho da Monalisa” dessa semana.

Beijos da Duda

http://diariodaminhavida-duda.blogspot.com/
http://ablusaqueeufurei.wordpress.com/


O pecado nosso de cada dia


Autor: Phoebe ~ 8 de outubro de 2008. Categorias: Sem categoria.

Em tempos não muito remotos, cantava-se “a burguesia fede”, como se aí residisse o grande problema do Brasil. Ideologias à parte, eu diria que “a hipocrisia fede”, e acredito que seja esse um dos grandes entraves que nos impedem de ser um país decente.

A corrupção dos políticos sai estampada em manchetes de jornais todos os dias e o povo manifesta sua aparente indignação. Mas o mesmo carinha que reclama da corrupção vai ao mercado com seu carro e o estaciona na vaga de deficientes. Não seria isso um tipo de corrupção também? Você sabe que é errado, ”mas todo mundo faz, então, se não for eu a estacionar aqui, outro esperto virá. Who cares?”!

Nesses momentos eu lembro daquele filme “Um dia de fúria”. Se algum dia eu surtar, com certeza sairei atacando os malandros que fingem reclamar da corrupção, enquanto fazem coisas como:

# estacionar em vagas de deficientes

# ultrapassar o sinal vermelho

# furar filas destinadas a portadores de necessidades especiais

# não devolver aquele brinquedinho que veio por engano na mochila do filho

# encontrar um celular e ficar com ele mesmo sabendo que é possível identificar o dono telefonando para os números mais recentes, afinal, “achado não é roubado”

# roubar ou tentar roubar em votações na internet

Já me imagino o próprio Michael Douglas surtando! Aliás, acredito que uma das soluções seria fazer esse povo passar vergonha toda vez que aprontasse coisas do gênero. Imagina o cara saindo do carro após estacionar na vaga de deficientes, e um monte de gente gritando “Seu desoneeeeeesto, tira esse carro daí agora”, e o segurança vindo pedir que a pessoa se retire do local dizendo “não aceitamos pessoas desonestas em nosso estabelecimento”!

Acho que me empolguei nos meus devaneios!

Beijos da Phoebe – a certinha vingativa!


Quero um amigo gay, mas…


Autor: Phoebe ~ 24 de setembro de 2008. Categorias: Sem categoria.

Um filme que marcou a minha adolescência foi “O casamento do meu melhor amigo”. Como sempre tive mais facilidade para fazer amizade com homens do que mulheres, acabei me identificando demais com a personagem da Julia Roberts. Mas, para além do roteiro, ficava fascinada com a relação dela com o amigo homossexual, e sonhava com um amigo idêntico ao dela!

Ocorre que tenho uma dificuldade enooooorme em reconhecer homossexuais, sejam eles homens ou mulheres. Tem gente que nasce com o radar ligado e sente o “bipe” antes mesmo da pessoa abrir a boca, mas o meu radar, se realmente foi instalado como equipamento de fábrica, já chegou quebrado e sem assistência técnica.

Na faculdade eu logo de cara reconheci alguns colegas gays e a amizade fluiu de forma natural, porque eram pessoas realmente adoráveis: muito simpáticos, educados e cheirosos! Fazíamos os trabalhos da faculdade juntos, saíamos nos sábados-à-noite da vida, conversávamos e ríamos muito.

Um belo dia, pá! Um dos meus amigos gays me aparece com uma namorada. Como assim??? Simples: ele não era homossexual coisa nenhuma, eu é que estava enganada!

Não satisfeita com a lição aprendida, fiz amizade com um outro rapaz e já fui logo lidando com ele como se gay fosse. Afinal, ele tinha seus 35 anos, um emprego ótimo, morava sozinho, sabia cozinhar muito bem, era bonito e… em meses de convivência, nada de mencionar a existência de namoradas. Fazia o tipo “livre, leve e solto”. Juntei todas as qualidades, mais o fato dele ter um jeito muito delicado de falar e sentenciei: ca-la-ro que é gay! Eu já me sentia a própria Julia Roberts com seu amigo gay em “O casamento do meu melhor amigo”, quando um belo dia ele me olha de forma estranha… Pára tudo!!! Meu amigo não era gay – e, depois dessa, também deixou de ser amigo, né?!

Desde então, desisti do meu sonho de ter um melhor-amigo gay. Sem radar, nada feito!

Beijos da Phoebe


Mas se não tê-los, como sabê-los?


Autor: Phoebe ~ 17 de setembro de 2008. Categorias: Sem categoria.

Eu sempre fui do tipo de pessoa que enjoa das coisas com facilidade. Aquela boneca linda, presente do Papai Noel, era logo deixada de lado após alguns meses de brincadeiras diárias. Na fase áurea da minha paixão pelo MSN, chegava a conversar com dez janelinhas pipocantes ao mesmo tempo, até que, do dia para a noite, enjoei e hoje chego a passar meses sem conectá-lo. O Orkut também já roubou de mim uma fase intensa de “amor febril”, quando eu passava horas nas minhas comunidades preferidas, respondendo a todos os tópicos, até mesmo aqueles considerados inúteis, dignos de serem respondidos com uma receita de bolo (sou adepta do lema “Receitas em tópicos inúteis”). Mas isso passou também e hoje eu mal consigo retribuir os recados que enviam para mim.

Sendo assim, um dos meus piores pesadelos era imaginar que eu nunca poderia ser mãe, pois certamente acabaria enjoando dos meus filhos do dia para a noite, assim como enjoava das minhas bonecas. “E quando eu não quiser mais brincar de ser mãe, o que farei com a criança? Não dá para simplesmente guardá-la dentro do armário”!

Mas, por sorte, não é assim que funcionam as coisas. Ter um filho é como viver eternamente em um parque de diversões infinito, em que você sempre encontra algo novo para se distrair e continuar brincando sem o menor perigo de enjoar daquilo tudo.

Se me perguntassem hoje qual o grande barato de ter filhos, eu teria uma resposta na ponta da língua: porque, a cada filho, você ganha um novo par de olhos para enxergar o mundo sob perspectivas diferentes das suas, ao mesmo tempo em que ganha um mini-espelho para enxergar a si próprio – afinal, as crianças nada mais são do que o espelho dos seus pais, seja isso bom ou ruim.

Hoje eu tenho uma boneca que tira fotos de verdade, ajoelhando-se no chão para capturar a melhor imagem, fazendo suas próprias composições de fotos (“agora você fica do lado do vovô”, “agora vira o rosto assim, mamãe!”), em um retrato fiel daquilo que eu sou e faço. A minha boneca-espelho está apenas reproduzindo a minha mania de brincar de fotógrafa amadora.

E quem seria louco de enjoar dessa maravilha? ;)

Beijos da Phoebe!

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Já votaram no Monacast?


Meus bons amigos, onde estão?


Autor: Phoebe ~ 10 de setembro de 2008. Categorias: Sem categoria.

Se tem uma coisa que eu não sei fazer nessa vida é cultivar minhas amizades. Para eu conquistar novos amigos basta um piscar de olhos e puft! Ser uma pessoa expansiva e sorridente faz com que você atraia a simpatia até da tia da prima do filho do porteiro, o que, convenhamos, é uma boa qualidade.

Mas a partir do momento em que você é como eu, que simplesmente não sabe cultivar suas amizades, isso acaba se tornando uma baita dor-de-cabeça, pois nem todo mundo entende que o fato de você não telefonar toda semana não quer dizer que você não goste da pessoa.

Eu tenho amigas que me telefonam sempre para perguntar como eu estou. Uma amiga do trabalho costuma telefonar à noite para saber se melhorei daquela dorzinha chata ou se já estou menos chateada com algum problema corriqueiro que aconteceu durante o dia. E eu realmente invejo essa capacidade dela de demonstrar atenção sempre, de cuidar da amizade como se cuida de uma plantinha.

Eu não sou assim. Eu não telefono para os meus amigos – aliás, devo ser uma das poucas mulheres da face da Terra que não gostam de falar ao telefone. Eu não envio e-mails semanais nem deixo recadinhos do tipo “Bom final de semana!!!!!!!!!” nos scrapbooks do Orkut. Sou capaz de ficar meses sem dar sinal de vida, embora ame meus amigos até o último fio de cabelo.

O que complica a minha vida é que eles dificilmente saberão o quanto eu gosto deles, por pensarem ser descaso a minha ausência.

Mas aqui e ali, nos meus ímpetos de saudade arrebatadora, quando os procuro e deixo registradas minhas demonstrações de carinho, eles poderão saber o quanto são importantes para mim e o quanto eu os amo.

Como disse certa vez uma das minhas melhores amigas, minha única madrinha de casamento, “O bom da nossa amizade é que não há cobranças. Podemos passar meses ou anos sem nos falar, mas sempre que nos encontramos, é como se não tivesse transcorrido um único dia sequer”.

Mas hoje acordei como o Frejat. “Meus bons amigos, onde estão? Notícias de todos quero saber”!

Phoebe





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