Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Lavatório – Uma História de Amor


Autor: Mafalda ~ 31 de março de 2010. Categorias: MonaCine, Sofá da Mona.

Indicado pela Academia para o Oscar 2009 de Melhor Curta de Animação: Lavatório – Uma História de Amor (Lavatory Lovestory) mostra que não é preciso tecnologia de última geração, nem os melhores artistas da indústria de animação para se contar uma Boa, Singela e Bonita história de Amor.

E eu não sei o porque, mas o ambiente em que acontece a história me fez lembrar da Eubalena. hehehe

Beijos,
Mafalda


A Casa dos Pequenos Cubos – uma bela Animação


Autor: Mafalda ~ 5 de março de 2010. Categorias: MonaCine, Sofá da Mona.

A Casa dos Pequenos Cubos ( La Maison en petits cubes / The House of Small Cubes) é uma animação japonesa muito bonita, extremamente tocante e que vale muito ver!!
Vencedora do Oscar 2009 de Melhor Curta de Animação, ela me fez lembrar MUITO o filme UP!  Altas Aventuras, que ganhou o Oscar 2010 de Melhor Animação.

O Começo pode parecer parado, mas – repetindo – vale a pena assistir as duas partes!

Beijos,
Mafalda


Oscar 2009 – O Romance e as mulheres


Autor: Mafalda ~ 28 de fevereiro de 2009. Categorias: Mona POP.

Olá minhas amigas (e meus amigos, já que tem muito homem por aqui)! É com essa saudação que inicio com muito orgulho minha participação aqui no Monalisa de Pijamas.

Como uma enxurrada de nerds que chegaram aqui, também acabei conhecendo o blog por meio do Jovem Nerd e desde então virei freguês!

Sou o DoAssogue. Possuo um blog, o TotalCine, onde escrevo sobre cinema, de forma descontraída já que sou apenas um apaixonado por filmes (não tenho o embasamento teórico, nem tênis verde). Se quiser mandar um email para mim: doassogue@totalcine.com.br.

As meninas me chamaram para falar sobre filmes e o que agradaria ou não as mulheres, lembrando sempre que sob a minha ótica, então caso eu fale alguma besteira perdoem esse humilde representante do sexo masculino que sabe que jamais entenderá o sexo oposto.

Para começar (estou um pouco nervoso) vou tecer alguns comentários sobre três indicados ao Oscar desse ano, que coincidentemente são Romances. Ao contrário do ano passado onde um faroeste ganhou o prêmio de melhor filme, este ano o Oscar premiou um romance. Na lista dos indicados já se verificava uma maior representatividade do gênero já que tínhamos o campeão “Quem Quer Ser Um Milionário?”, “O Leitor” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”.

Interessante ver como os filmes românticos, dos quais geralmente os homens fogem e suas namoradas / esposas / amigas tanto gostam são especialmente produzidos para agradá-las.

Não, isso não é uma crítica, quem mais poderia saborear a delicadeza e sensibilidade de um rapaz, que crescendo em meio à violência e pobreza na Índia e estando diante do maior prêmio já pago naquele país, sem sequer saber a resposta final resolve arriscar tudo somente para ter mais alguns minutos na televisão, na esperança que sua amada o estivesse assistindo?

Ou o que dizer de um garoto, maravilhado perante uma mulher mais velha que apesar de sua dureza externa mostrava-se tão frágil diante de um amor puro (tudo bem, nem tanto assim) de um menino que se dispunha a ler para ela e mesmo contra tudo que achava correto guardou para si o segredo que sua amada não queria revelar.

E mais uma vez um amor de infância, que atravessou décadas e enfrentou até mesmo o inexorável tempo, que passa para todos.

Sim, esse ano tivemos grandes representantes do gênero Romance. E você meu amigo, que gosta desse tipo de filme não se envergonhe, você é um privilegiado que não se incomoda de levar sua companheira ao cinema para assistir aquela história que irá levá-la às lágrimas. Já você minha amiga, saboreie e sinta-se lisonjeada, pois esses filmes são feitos para você.

Quanto a mim, não daria para “Quem Quer Ser Um Milionário?” o Oscar, e sim ao “Leitor” pelo conjunto da obra. E como disse o Bruno Mendonça: Kate Winslet (O Leitor) mereceu o Oscar tanto pela atuação quanto por sua carreira.

DoAssogue, aparecendo no blog dos outros!


A arte delas: Meryl Streep x Kate Winslet


Autor: brunomendonca ~ 31 de janeiro de 2009. Categorias: Mona POP.

Na lista de indicadas ao Oscar de melhor atriz de 2009, duas estrelas de gerações diferentes merecem muito destaque.

A primeira delas é Meryl Streep, recordista absoluta de indicações ao Oscar de melhor atuação. Beirando os 60 anos, a atriz já fez todo tipo de papel, de mocinha a vilã, sempre esbanjando muito talento. Em A Dúvida, filme que lhe rendeu sua 15ª indicação, interpreta a Irmã Aloysius Beauvier, rígida diretora de um convento.

Além do recorde no Oscar, Meryl também acumula em seus currículo 22 indicações ao Globo de Ouro, onde por 6 vezes saiu vitoriosa. Já das 15 que concorreu o prêmio máximo do cinema, saiu por duas vezes com a estatueta nas mãos. Uma vez com melhor atriz, por A Escolha de Sofia e outra por Atriz Coadjuvante no drama Kramer versus Kramer.

Recentemente estrelou também o musical Mamma Mia, onde cantou, dançou e fez várias estripulias em cena. Já fez filmes ao lado Woody Allen, Robert De Niro, Dustin Hoffman, Jack Nicholson e muitos outros.

Tinha tudo para ser a estrela absoluta da noite do Oscar e colocar mais um troféu em sua estante, porém, se as previsões se confirmarem a noite será de outra grande atriz, mais nova, mas também com muito talento.

A inglesa Kate Winslet
, conhecida pelo mundo como a mocinha de Titanic, é a favorita da noite para por a mão na estatueta dourada. Por 5 outras vezes, ela já foi indicada ao prêmio, mas sempre saiu de mãos abanando. O filme que lhe rendeu a indicação foi O Leitor que narra o julgamento de uma nazista. Porém, por pouco, ela não foi indicada também por Foi Apenas um Sonho, onde novamente ela divide cena com Leonardo DiCaprio. Tanto que, no Globo de Ouro, a moça papou o prêmio de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante por ambos os filmes. Tudo indica que o Oscar já é dela.

Apesar de outras 3 excelentes atrizes também concorrerem, é muito provável que na noite do dia 22 de fevereiro, ou Kate ou Meryl, seja agraciada com o título de melhor do ano. E tanto uma quando a outra merecem tal prêmio, não só pelos filmes que atuaram esse ano, mas por suas carreiras brilhantes.

Bruno Mendonça





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