Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Spike – você vai se apaixonar


Autor: Rachel Barbosa ~ 23 de agosto de 2009. Categorias: animais.

Outro dia chegou às minhas mãos o livro Spike – você vai se apaixonar, escrito pela catarinense Gisele Martins Neis, e publicado pela Ediouro. Me foi enviado um e-mail perguntando se estaria interessada em receber um exemplar para resenhar, fazer promoção, o que quisesse. Gosto muito de ler e leio QUALQUER COISA sobre animais. Acho que já deu pra perceber que adoro bichos hehe Aceitei e no outro dia, quando cheguei do escritório, o correio havia entregue o livro.

Peguei para “dar uma olhada” antes de dormir e acabei lendo nove capítulos. No dia seguinte terminei de ler no transporte e nas filas da Justiça do Trabalho. Só consegui parar quando o livro terminou.

A leitura é agradável e leve. A autora conta pequenas histórias de seu labrador preto chamado Spike. Dá vontade de conhecer o bicho! Claro que todo dono coruja “exagera” um pouco os dotes do seu peludo rsrs mas ainda assim o Spike deve ser um amor! Confesso que pensei que leria uma versão brasileira de Marley e Eu, mas me enganei. Embora tenha aprontado algumas na infância, Spike não é um labrador terrível como Marley foi. A narrativa também é muito diferente. No livro de John Grogan a história do cão serve de pretexto para as histórias da família e para reflexões sobre vida, morte, amizade, etc. O livro da Gisele é mesmo sobre o cão. Ela, o marido e a filha são meros coadjuvantes.

Um dos trechos mais divertidos foi sobre subir na cama quando o dono estava no chuveiro:

“Spike gosta de subir em nossa cama, mas nunca quando George está em casa (…). Quando George ia para o banho, fechava a porta e ligava o chuveiro, Spike mais que depressa pulava para nossa cama se aninhando ao meu lado. (…) Assim era todo dia. O chuveiro era acionado, Negão pulava para a cama, e, quando era desligado, ele descia e se portava como se nada tivesse acontecido. O maior cara de pau.”

Recomendo a leitura para quem tem cachorro e também para quem não tem, mas gosta. Diversão garantida.

Se quiser saber mais, visite o site http://www.spikevocevaiseapaixonar.com.br.

Ontem, dia 22/08, Spike em cão esteve numa livraria em São Paulo numa tarde de AUtógrafos. Morri de pena de não morar em Sampa e não poder ganha um AUtógrafo do Negão hehe

Quer GANHAR um exemplar? Então participa da promoção !

É só enviar para o e-mail “dizeroquepromo [arroba] gmail.com” uma foto legal do seu bichinho, acompanhada de uma pequena história divertida sobre ele. Ganhará o livro a história mais divertida, que venha junto com uma foto bonita, caprichada. Não vale inventar, tem que contar uma história verdadeira. É só puxar da memória que certamente você lembrará de várias histórias. Pode mandar mais de um e-mail, se quiser, cada um com uma história. O vencedor será contatado por e-mail para informar o endereço para onde devo enviar o livro.

Já recebi alguns e-mails e estou me divertindo muito com as histórias dos bichinhos!

Rachel Barbosa
http://rachelbarbosa.com.br


Raças: Labrador


Autor: Rachel Barbosa ~ 17 de maio de 2009. Categorias: animais.

Em primeiro lugar quero agradecer os poucos, mas muito gratificantes comentários que esta coluna tem recebido. É bom partilhar com vocês descobertas e pensamentos, e melhor ainda saber que pude de alguma forma ajudar.

Como sempre, a inspiração para o texto de hoje veio de um fato ocorrido ontem no pet shop. Uma senhora entrou para olhar as roupinhas. Estava procurando algo para vestir sua cadela, mas não tinha certeza do tamanho. Tentando ajudar, perguntei sobre o cão e descobri ser um labrador de 7 meses de idade, que costuma rasgar as caminhas e à noite acaba passando frio, por isso a dona procurava uma roupinha para mante-la aquecida. Expliquei que talvez tivéssemos em estoque um “pijama” de soft, tamanho grande, mas ela disse que preferia um tecido mais leve para o animal não sentir calor durante o dia. Então perguntei: ah, você não quer tirar a roupinha pela manhã? E ela explicou que a cadela vive apenas em companhia de um rottweiller e não há ninguém por perto para tirar a roupa pela manhã.

Eu pensei: COMO ASSIM? VOCÊ LARGOU UM FILHOTE DE 7 MESES SOZINHO?! Claro que na qualidade de vendedora no pet, não poderia dizer a ela o que estava pensando. Não dessa maneira. Então tentei explicar que deixar um labrador apenas na companhia de outro cão é como largar trancada em casa uma criança de 3 anos, com uma outra criança um pouco mais velha tomando conta. Para minha frustração, a senhora não deu a mínima para a explicação e foi embora, prometendo tirar as medidas da cadela e voltar para comprar uma roupinha.

Basta uma volta na Lagoa, no Rio de Janeiro, ou em qualquer outro parque pelo país, para descobrir que a raça é extremamente popular. Pensando nisso, resolvi escrever sobre o Labrador Retriever e talvez ajudar pessoas que estejam considerando adotar um.

Segundo a Wikipedia, a raça foi desenvolvida no Reino Unido. Misturando raças diferentes, foi criado um cão com gosto pela água, pelagem grossa, boca capaz de carregar objetos sem danificá-los, dócil e obediente. A intenção foi criar um cachorro para recuperar na água a caça abatida, daí o nome retriever.

Agora você já sabe que o labrador é um cão de trabalho. Todo cão de trabalho necessita de trabalho, ou seja, precisa ter uma função, ou desenvolverá problemas psicológicos ou desvios de comportamento. Infelizmente, muitas pessoas não sabem disso quando vêem lindos filhotes de labrador (são lindos mesmo), que parecem bichinhos de brinquedo, e simplesmente os compram. Depois o brinquedinho começa a crescer (muito!) e se revela um ser cheio de energia, que será gasta de um modo ou de outro.

O labrador é um cão grande e forte, por isso não indicado para quem mora em apartamento. Só se torna adulto aos 18 meses de idade. Uma vez o adestrador dos meus cães contou que essa é a pior fase na vida de um labrador, por ser um filhotão forte e cheio de energia. Até os 18 meses labradores costumam ser agitados e às vezes destrutivos. O adestrador me disse que é muito comum o abandono do filhote, pois os donos não estão preparados para o que vão enfrentar e não sabem como educá-lo corretamente. Mas ele também me disse que o dono que consegue passar por essa fase educando corretamente o filhotão, tem um cão maravilhoso pelos anos seguintes.

Todo mundo sabe que labradores são excelentes em diversas funções: resgate de pessoas, localização de drogas pelo faro, guia de cegos, etc. Isso se deve à grande necessidade de conviver com humanos e agradá-los. Por esse mesmo motivo, labradores são péssimos como cães de guarda e não se adaptam de modo algum a passar muitas horas sozinhos. Imaginem, então, como deve ser difícil para um lab viver sem humanos, só com outro cão como companhia?

Se você está encantado por um filhotinho de labrador e tem condições de educá-lo e mantê-lo adequadamente (eles comem muito e você gastará uma boa grana em ração!), escolha um bom criador, decida por uma das três cores, amarelo, chocolate ou preto, e seja feliz! Cuidado apenas com a cauda. Aquele rabo grande e forte pode machucar ou derrubar muitas coisas em casa rsrs

Rachel Barbosa
http://rachelbarbosa.com.br

PS: Escute também nosso PODCAST ” Animais de Estimação” – clicando AQUI!

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Mas se é amigo, não precisa mudar!


Autor: Phoebe ~ 28 de outubro de 2008. Categorias: Cantinho das Monas.

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Só mesmo quem já teve um bichinho de estimação sabe o quanto é especial a companhia e a dedicação desses nossos amigos.

Quando lançamos a brincadeira do concurso da bucica mais feia do Brasil, entrei em contato com algumas amigas que conheci na época em que participava ativamente dos movimentos de proteção dos animais, e uma delas, Rose (RJ), comentou que tentaria enviar a foto de uma cadelinha que havia sido resgatada nas ruas e, após ser adotada, estava novamente sendo devolvida ao abrigo, justamente pelo fato de ser feinha.

Infelizmente, no Brasil é enorme o número de animais que são diariamente abandonados pelos seus donos, jogados à própria sorte em uma esquina qualquer. E aquele cão que passou os melhores anos da sua vida convivendo com a família, de repente se vê perdido, sentindo fome, frio e saudade daqueles que ele tanto ama.

Os motivos que levam um ser “humano” a abandonar seu velho amigo são diversos: no topo da lista, acredito que estejam a doença e a velhice. Bom, se há pessoas que abandonam os próprios familiares nesses casos, que dirá os animais de estimação. Há também os que abandonam porque descobrem, do dia para a noite, que aquele filhotinho fofinho cresceu e já não é mais tão bonitinho assim. Há os que inventam desculpas para tentar justificar o abandono (“vou ter um filho e o médico disse que não posso ter animais em casa”, “vou me mudar e na casa nova não há espaço”), e há os que abandonam, como no caso relatado pela minha amiga, simplesmente porque o cão não é bonito. Deus queira que o filho dessa pessoa não nasça narigudo, com orelhas de abano, vesguinho e com os dentes tortos, pois o pobrezinho, das duas, uma: ou seria obrigado a andar de burca, ou seria abandonado em um orfanato!

Há alguns anos apaixonei-me à primeira vista por um cãozinho paraplégico. Abandonado pelo seu antigo proprietário, esse cãozinho, um labrador preto belíssimo, acabou sendo atropelado em uma rua movimentada do RJ. Ficou à mercê de sua própria sorte, até que, passadas muitas horas desde o acidente, uma protetora da SOZED-RJ, Jacqueline, parou seu carro para socorrê-lo.

Graças aos protetores dos animais, esses amiguinhos são recolhidos das ruas e colocados em abrigos mantidos por particulares ou até mesmo em lares provisórios, onde recebem uma nova chance de serem acolhidos por famílias realmente amorosas, que não irão abandoná-los na velhice, na doença e nem mesmo na feiúra.

Ao invés de comprar um bichinho em uma loja de animais, adote um! Podem não ser filhotinhos bonitinhos, mas com certeza são muito mais carinhosos e possuem um sentimento de gratidão incrível para com aqueles que lhes deram uma nova chance.

Com vocês, um cãozinho paraplégico que ensinou, durante a sua curta vida, que “se é amigo, não precisa mudar”:

Já pedindo desculpas pelo texto imenso, despeço-me com uma listinha de alguns dos principais abrigos e instituições que conheço. O texto será editado à medida que novos links forem indicados pelos leitores.

Beijos, Phobe.

SOZED/RJ – www.sozed.kit.net e sozed.wordpress.com
SUIPA/RJ – www.suipa.org.br
Izilda (protetora independente), Itu/SP – http://www.fotolog.com/bicharada
APASFA/SP –  http://www.apasfa.org/right.shtml
UIPA/SP – http://www.uipa.org.br/portal/
Amor de Bicho/PB – http://www.fotolog.com/amordebicho
Abrigo da Serra – Teresópolis/RJ – http://www.abrigodaserra.com.br/
Lar do Focinho Amigo/RJ – http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=43323842

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