Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Vergonha Alheia – Não quero ser sua atleta


Autor: Mafalda ~ 21 de agosto de 2012. Categorias: Vergonha Alheia.

Olá caros desportistas, como vão?

A profissão de repórter nos rende inúmeras Vergonhas Alheias, e por que nas Olimpíadas seria diferente?

Em todo caso, fica a dica: Não façam brincadeiras com quem você não conhece, pois pode levar uma dessa:

Moral da história: A diferença entre pizza e sua opinião, é que a pizza eu pedi.


André Ruz

http://FornalhaSolar.wordpress.com

 


Cantinho do Castigo para Rafinha Bastos


Autor: Mafalda ~ 11 de outubro de 2011. Categorias: Sofá da Mona.

Se você já assistiu Supernany ou genéricos, sabe que o “cantinho do castigo” é um lugar (desprovido de qualquer distração) em que a criança malcriada deve permanecer, digamos, por alguns minutos (por exemplo, se a criança tem 5 anos, ela fica 5 minutos e assim por diante) até “se acalmar” e depois conversar com o responsável e compreender que o que fez foi inaceitável (palavra usada pela diva Jo Frost, a supernany original).

Assistindo o desenrolar do bafafá de Rafinha Bastos e CQC, devido a uma piada de péssimo gosto proferida pelo jornalista e comediante sobre Wanessa (ex-Camargo) grávida e seu bebê, a sensação que tenho é de que Rafinha acabou indo parar no “cantinho do castigo”. Para piorar ainda mais, basta lembrar que o marido da cantora em questão (Marcus Buaiz) é um dos patrocinadores do programa. Rafinha acabou mordendo a mão que o alimenta… Vixi!

Supernany Jo Frost: “Inaceitável, Rafinha, inaceitável!”

Primeiro veio a Mônica Iozzi, uma simpatia de menina. Ontem, graças ao Dia das Crianças, veio Oscar Filho, já  que é sempre zoado por sua baixa estatura, o que remete ao universo infantil (O que? O bullying?). E semana que vem? Rafael Cortez?
Não aprecio o senso de humor de Rafinha, embora ache algumas de suas tiradas ótimas. É uma questão de química, mais que de inteligência. Notei que ele foi perdendo a mão. Na verdade, foi pesando a mão. Isso não costuma funcionar no Brasil, embora tenhamos muitos comediantes desse tipo (e com sucesso) nos EUA. Brasileiros gostam de rir dos outros, jamais de si mesmos. Gostam de zoar com a mulher dos outros, mas não me venha com piadas envolvendo sua patroa. Curioso, não?

Vídeo com a declaração de Rafinha:

Mais curioso ainda é perceber que o próprio comediante não leva numa boa perguntas sobre suas declarações. Em recente entrevista à Mônica Bérgamo (Folha de São Paulo), ele a mandou (como dizer?) “praticar felação em seu grosso e bem vascularizado órgão genital” (desculpem, foi o melhor que deu pra fazer com a frase original). Por que tamanha grosseria? Porque foi indagado sobre as piadas usadas em seu show envolvendo o ator Fábio Assunção e o comercial da Nextel.

Não sei a idade de Rafinha, mas esse “cantinho do castigo” está bem prolongado para os padrões habituais (se é que existem).  E embora o próprio comediante brinque com o assunto em seu atual show de stand up, divulgou-se agora que Rafinha pediu demissão da BAND. Sim, isso mesmo. Simultaneamente, já começaram os boatos de que já estaria sendo sondado pela Record e pela Rede TV.

Daí eu me pergunto: a gente não vive numa democracia? Não acabou a censura? Tudo bem, a piada é de péssimo gosto e nem engraçada foi, mas… e daí? Obviamente era uma PIADA. Ruim, mas uma piada. Não era uma ameaça, lógico. O episódio do Rafinha me fez parar para pensar que existe sim censura no país. E uma das piores. A censura velada imposta por quem banca as atrações, pelos patrocinadores. Você pode ridicularizar um pobre servidor público no “Proteste Já” (que melhorou MUITO com o comando do Oscar Filho), mas fazer uma piada escrota com a mulher de um de seus chefes não. Resumindo: passo a desconfiar de tudo que é dito agora no programa. E ainda mais sobre o (auto) senso de humor de Rafinha…

E você, leitor? O que achou de todo esse rolo? Escreva pra gente!

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