A verdadeira Olimpíada de Pequim
Olimpíadas no outro lado do mundo têm seus benefícios. Você pode chegar em casa tarde, mas ainda em tempo de assistir algo diferente na televisão. Claro, se você é uma pessoa que gosta de esportes. Sempre gostei deles, mas ultimamente caminhar até a esquina tem me causado cãibras e muita fadiga mental. Só de pensar em ir à padaria, que fica muito perto daqui, já me cansa. Mas voltemos as Olimpíadas. Não posso imaginar um cenário melhor para o evento esportivo que a China. Convenhamos, alguns esportes podem ser verdadeiros ‘negócios da china’.
Um atleta, não lembro a nacionalidade, baixo, bombadinho, meio esquisito (o nome é a característica que menos importa nas olimpíadas, comparado as costas largas dos nadadores, as coxas de alguns jogadores, entre outros detalhes), ganhou uma medalha de bronze em luta greco-romana, indignado com a arbitragem, tirou a medalha do pescoço e foi embora. Indignado com a arbitragem?
Meu senhor, não sei o que é pior. Ser competidor em luta greco-romana ou ser juiz daquilo. Tenho certeza que a modalidade é totalmente baseada no Kama Sutra. A coisa é tão erótica, que até o campo de combate é redondo. Praticamente um filme pornô ao vivo, com cinema lotado e diretor ao lado dando as coordenadas. Parece até mais divertido falando assim, mas acredite não é. Ver dois homens ou duas mulheres, fazendo todas aquelas posições embrulha qualquer estômago. E todos ficaram chocados com a coragem do atleta em largar a medalha no chão e sair. Poxa, ele já teve coragem o suficiente pra praticar luta greco-romana, acredite, ele é capaz de qualquer coisa depois disso.
Partindo do conceito que, tudo é possível e que existem pessoas capazes de qualquer coisa, você pode analisar a marcha atlética. Está aí uma pessoa que adoraria conhecer, o inventor da marcha atlética. Saber o que passou na cabeça dele, é uma das minhas grandes curiosidades. Esse cara, (porque isso só pode ser idéia de um homem), faz parte fiel do meu ranking de mentes que merecem ser analisadas, perdendo apenas para o Latino. Correr, já é meio chato, agora, daquela forma, é detestável. Isso sem contar aquele ritmo constrangedor, estilo gringo sambando no carnaval. Nem na parada gay se vê homens rebolando em tanta sincronia. Absurdo.
Levantamento de peso. Serve ainda de justificativa para eles, como masculinidade e força. Agora uma mulher levantando peso, não tem explicação lógica. “Mamãe, mamãe, não quero mais brincar de boneca, quero levantar peso”. Exótico demais pra mim.
No entanto, pior que isso, é ter que ouvir o Galvão Bueno narrando tudo.
Espere aí…
Pense em um esporte realmente divertido…
Esse mesmo, votar no Monalisa no Prêmio Podcast!!
Beijos,
Gê



