Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Super 8: Nome Próprio


Autor: queiroz2511 ~ 27 de maio de 2009. Categorias: Mona POP.

Eu sou o Queiroz escrevo no blog http://escritosmalditos.blogspot.com/ e no site http://movieyou.com.br/voce e hoje no Super 8 venho falar do filme de Murilo Salles, Nome Próprio, que conta as postagens, ressacas, bebedeiras, relações sexuais de Camila Lopes, inspirada (dizem), nos livros de Clara Averbuck, uma veterana do mundo dos blogs.

No filme vemos uma garota que acabou de levar um pé do namorado, após dar uma puladinha de cerca, e ainda apaixonada pelo corno, fica ansiando por uma resposta por noites afim a base de cerva e estimulante, através do e-mail exposto em seu blog.

O blog dela: sem comentários, porque como a garota muito bem diz Camila Jam, NÃO É UM DIÁRIO, é o que ela pensa, então quem não gosta, pare de ler. E vemos por assim dizer a garota mergulhar de cabeça em todos os malditos estágios da depressão: Insônia, obsessão, mania de limpeza. Tudo é exposto no filme no belo invólucro de Leandra Leal, no melhor papel de sua vida.

Tem uma cena em que ela cai da escada, que cacete, aquilo foi de verdade não é possível. Fora essa tem cenas antológicas, sabe, desculpe os spoilers, mas lá vai, pô, a cena em que ela trepa com o namorado da amiga na praia, é uma das coisas mais hardcores que já vi no cinema. Puts grilo, sem falar no momento em que ela se muda para a casa de um leitor nerd que aproveita que ela está briaca para tirar umas fotos dela, jogar no monitor, só para bater uma. Ridícula e hilária demais essa cena. Outra interessante é a do momento de rejeição de um cara no bar. Ela rejeita o cara, mas depois quando o vê feliz conversando com duas garotas bonitas com altas risada, vem ela puxar assunto de novo, terminando a cena com uma F*da mal dada.

“Mas, o filme se limita a isso?”. Nããããão!! Tudo de hardcore que é demonstrado no filme é dentro de um contexto, num quase reality show, no extremo bom sentido da palavra. Se Juno é um retrato carinhoso, e como diria o Judão assaz da nova geração, Nome Próprio, é um retrato dos caminhos as vezes sem volta, de uma geração que não faz questão de esconder nada.





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