Porque fazer humor e podcast é uma arte

































Anos 80 – Rock in Rio – parte 4


Autor: Mafalda ~ 25 de setembro de 2011. Categorias: Anos 80.

Os anos 80 ferviam aqui no Brasil com o rock nacional. Muitos jovens tinham suas próprias bandas, tocando na garagem de casa e em festivais de música nos colégios.

No primeiro Rock in Rio tivemos, entre vários grupos: Cazuza, Blitz, e Paralamas do Sucesso. Este último grupo, tinha como líder e vocalista um rapaz com jeito e cara de nerd, cantando: “por que você não gosta de mim? atrás desta lente também bate um coração” , um dos refrões da música “Óculos”.


Anos 80 – Rock in Rio – parte 1


Autor: Mafalda ~ 20 de setembro de 2011. Categorias: Anos 80, Mona POP.

O primeiro Rock in Rio é de 1985. Minha irmã mais velha foi e assistiu grandes nome do rock e pop, como Freddy Mercury – do Queen, Iron Maiden, Yes, James Taylor, Cazuza, Rita Lee, the B52`s, Blitz, Scorpions, Paralamas do Sucesso, e muitos outros.

O Rock in Rio 2011 está tão bom (para não falar melhor) quanto aquele dos anos 80, com nomes de peso como Stevie Wonder, Jamiroquai, Joss Stone, Elton John, estrelas pops do momento e até estrelas do jazz, como Esperanza Spalding.

Mas voltando ao seu começo, nos anos 80, eu ainda era muito nova para ir em shows. Mas lembro-me que nas rádios fms não parava de tocar Love of my Live ao vivo no Rock in Rio. E pude sentir – virtualmente – toda a emoção e beleza que marcaram aqueles dias.


Mentiras sinceras me interessam…


Autor: Mafalda ~ 13 de setembro de 2011. Categorias: Sofá da Mona.

Adoro Cazuza e suas letras ainda atuais. Mas não é sobre o Cazuza essa coluna. É que assisti a um filme hoje e essa música me veio à mente. Você vai sacar o motivo.

O filme é a comédia romântica Jack and Chloe (Jusqúà toi ou Every Jack has a Jill- em cartaz na rede Telecine), uma produção francesa de 2009. Ok, se você tem resistência a filmes franceses, pode assistir sem “medo”. Não é um daqueles filmes geniais e incompreensíveis para nós pobres mortais, com gente pelada, fumando e discutindo e tudo em preto e branco (rsrs). É só um filme leve, despretensioso, que diverte e te deixa leve no final.

Jack (o fofo Justin Bartha) é um cara comum, deprimido e confuso com um recente pé na bunda que lhe tira o chão. Pra piorar, ele havia ganhado uma viagem a Paris numa promoção de um refrigerante… Apesar de não gostar de viajar, ele é encorajado pelos amigos a ir, mesmo que sozinho. Jack é tão caseiro que não tem sequer mala. Empresta uma antiga (vermelha) de seu falecido pai (a fala da mãe sobre a mala é uma pérola – recuso-me a dar spoiler). Chloe (a divina Mélanie Laurent) é uma jornalista francesa, sensível e talentosa, insegura e com medos estranhos (como falar ao telefone, por exemplo). Ela é escalada para fazer uma viagem de trabalho pela empresa em que trabalha. O previsível acontece: extravio de bagagem no aeroporto e a mala de Jack vai para Chloe.

Testemunhar o estranhamento cultural entre o norte-americano Jack e os funcionários do hotel francês rende boas risadas, mas tudo muito sutil, sem pastelão. Elenco de apoio irretocável.

De posse da estranha mala, Chloe decide abrí-la. Seu conteúdo a surpreende e encanta. Será possível conhecer alguém se baseando nos itens de sua mala? Ok, pura ilusão, as tais “mentiras sinceras…” que citei, mas não é uma idéia criativa e fofa? Chloe se “apaixona” pelo homem que imagina ter feito aquela mala. Parece bobagem, mas será que todos nós (pelo menos de imediato) não nos apaixonamos por alguém que idealizamos? A tímida Chloe resolve então devolver a mala, com seu endereço e com fotografias tiradas com a máquina de Jack. Cada foto, um recado e um pouco sobre quem ela é. Uma aposta no destino, na ilusão. Por quê não?

Destaco a trilha sonora. Achei deliciosa, cool.

Agora, o resto é com você: assistir, gostar ou não. Acho que me tocou a timidez das personagens e talvez tenha me identificado com suas supostas esquisitices (que achei normais, aliás). É duro ser diferente, ter um mundo interno complexo e rico. Então, mesmo que seja pura ilusão de cinema, é bom ver uma história bem contada, com graça e leveza sobre o que idealizamos e a realidade que se apresenta. Tem dias, que é só disso que precisamos: um pouco de ilusão.



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